Notícias

Solidão realiza 2º Encontro Pedagógico  

Por André Luis

Evento reúne educadores, gestores e especialistas para promover um ambiente escolar mais acolhedor e transformador

A Prefeitura Municipal de Solidão, no Sertão de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação e em parceria com o Sebrae, realizou na manhã da última sexta-feira (25), o 2º Encontro Pedagógico 2025, com o objetivo de fortalecer a formação continuada dos profissionais da educação e promover debates sobre práticas pedagógicas inovadoras.

O evento aconteceu no Auditório da Secretaria de Saúde e contou com a presença do prefeito Mayco de Araújo, do vice-prefeito Antônio Marinheiro, da secretária de Educação Norma Zendron, do secretário de Administração Maurício Batista, além de diretores escolares, professores e representantes da comunidade escolar.

Com uma programação voltada para o desenvolvimento humano e a valorização do ambiente escolar, o encontro apresentou duas palestras principais:

Desenvolvimento da inteligência emocional: um caminho para promover um ambiente de aula seguro.

Escola: espaço de escuta, inovação, produção de saberes e respeito às diferenças.

As palestras foram conduzidas por Jessica Pinto, especialista em oratória e desenvolvimento pessoal, e Ricardo Pires Cantarelli Santos, mentor e palestrante nas áreas de gestão, inteligência emocional e educação empreendedora.

Durante o evento, também foi assinado pelo prefeito Mayco de Araújo o Decreto nº 022/2025, que estabelece o reajuste do valor da hora-aula dos professores contratados da rede municipal de ensino, como forma de valorização dos profissionais da educação.

Outras Notícias

Petrolina vai unir educação e vigilância sanitária dentro das escolas municipais

Os estudantes serão multiplicadores de promoção da saúde nas suas comunidades Petrolina agora faz parte do Projeto Nacional Educanvisa. Esse projeto prepara os profissionais de educação da rede pública e da vigilância sanitária para que possam disseminar conceitos de saúde, como a prevenção aos riscos associados ao consumo de medicamentos e de alimentos industrializados. Em […]

Os estudantes serão multiplicadores de promoção da saúde nas suas comunidades

Petrolina agora faz parte do Projeto Nacional Educanvisa. Esse projeto prepara os profissionais de educação da rede pública e da vigilância sanitária para que possam disseminar conceitos de saúde, como a prevenção aos riscos associados ao consumo de medicamentos e de alimentos industrializados.

Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Educanvisa fornece todo o material didático, permitindo que os professores de ensino médio e fundamental disponham de meios para abordar e estimular a discussão dos temas da vigilância sanitária em sala de aula. Os profissionais da vigilância e educadores, serão preparados por meio de minicursos fundamentados em quatro temas: a saúde e a promoção da saúde; a vigilância sanitária; os medicamentos e alimentos; e a propaganda de medicamentos e alimentos.
O objetivo é formar estudantes como multiplicadores dos conhecimentos da vigilância sanitária em suas comunidades. “A adesão do município de Petrolina foi muito importante, porque esse projeto difundirá a educação sanitária para crianças e adolescentes, onde essa temática fortalecerá as bases educacionais para o exercício da cidadania,” afirmou Anderson Miranda, diretor presidente da Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS).

Outro detalhe importante é que o projeto Educanvisa promove, através de atividades preventivas, a saúde da população democratizando informações sobre danos, riscos, legislação, dentre outras. “O projeto rompe a visão popular de que vigilância sanitária é apenas o controle de higiene em bares e restaurantes. A única forma de garantir a segurança alimentar, e termos uma sociedade com uma ótica consciente de seus direitos, é por meio da educação”, completa Anderson Miranda.

Pontencial apresenta pesquisas para governador, senador e presidente em Pernambuco

A pesquisa eleitoral Potencial, divulgada nesta terça-feira (9), trouxe as intenções de voto do eleitorado pernambucano para o Governo, Senado e presidência da República, em Pernambuco. Na disputa do Governo de Pernambuco, a pesquisa eleitoral aponta a liderança de Marília Arraes (SD), com 29,4% dos votos totais. Anderson Ferreira (PL) aparece na segunda posição, com […]

A pesquisa eleitoral Potencial, divulgada nesta terça-feira (9), trouxe as intenções de voto do eleitorado pernambucano para o Governo, Senado e presidência da República, em Pernambuco.

Na disputa do Governo de Pernambuco, a pesquisa eleitoral aponta a liderança de Marília Arraes (SD), com 29,4% dos votos totais.

Anderson Ferreira (PL) aparece na segunda posição, com 15,5% das intenções de voto. O candidato é seguido por Raquel Lyra (PSDB), que marca 12,8%.

Danilo Cabral (PSB) fica na quarta colocação, com 11,8%, enquanto Miguel Coelho (UB) alcança 8,9% das intenções de voto.

Os demais candidatos não alcançaram 1%. Com a margem de erro de 3,1 pontos percentuais para esta pesquisa eleitoral, a disputa se mantém apertada.

Confira intenções de voto para o governo de pernambuco: Marília Arraes (SD): 29,4%; Anderson Ferreira (PL): 15,5%; Raquel Lyra (PSDB): 12,8%; Danilo Cabral (PSDB): 11,8%; Miguel Coelho (UB): 8,9%; B/N: 10,1%; Indeciso/Não sabe: 7%.

Para o Senado, a pesquisa apresentou três nomes fortes na disputa pela vaga de Pernambuco. Em primeiro lugar está a deputada estadual Tereza Leitão (PT) com 17,9%. Em seguida vem o ex-ministro do Governo Bolsonaro, Gilson Machado (PL) que possui 14,8% das intenções de voto.

Logo depois de Gilson, surge André de Paula (PSD), com 10,1% dos votos. André é apoiado por Marília Arraes (Solidariedade), a candidata melhor posicionada nas pesquisas eleitorais para o Governo de Pernambuco. 

Além dos candidatos ao Senado com números acima de 10%, existe mais dois candidatos que passam de 1% dos votos. Guilherme Coelho (PSDB) possui 5,3% e Carlos Andrade Lima (União Brasil) 1,3%. Os demais candidatos ficaram abaixo desse índice. 

A quantidade de pessoas que estão indecisas ou ainda não sabem é de 33,1% no voto estimulado.

Na disputa para presidente, segundo os eleitores pernambucanos, Lula (PT) lidera com 50,1% das intenções de voto.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece na segunda colocação, com 27,7% dos votos válidos.

Em terceiro lugar está Ciro Gomes (PDT), que alcançou 3,5%. O candidato é seguido por Simone Tebet (MDB), que tem 1,1% das intenções de voto em Pernambuco. Os demais candidatos não alcançaram 1%.

Confira intenções de voto para a presidência da república, segundo os eleitores pernambucanos: Lula (PT): 50,1%; Bolsonaro (PL): 27,1%; Ciro Gomes (PDT): 3,5%; Simone Tebet (MDB): 1,1%; NS/NR: 11,4%; B/N: 5,2%.

Sobre a pesquisa eleitoral Potencial

A pesquisa eleitoral foi realizada por meio de mil entrevistas por telefone, que aconteceram entre os dias 4 e 8 de agosto.

O nível de confiança é de 95% para uma margem de erro de 3,1 pontos percentuais.

A pesquisa eleitoral está registrada no TSE sob os números PE-06509/2022 e BR-05385/2022. As informações são do Blog de Jamildo.

Falar em prisão de Lula é ato político ou de “pessoas desinformadas”, diz defesa

Do UOL O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em processos da Operação Lava Jato, disse, em entrevista ao UOL nesta quinta-feira (11) em São Paulo, que pedir a prisão do petista é um ato de cunho político, “ou até de pessoas desinformadas”, que não faz sentido. […]

Do UOL

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em processos da Operação Lava Jato, disse, em entrevista ao UOL nesta quinta-feira (11) em São Paulo, que pedir a prisão do petista é um ato de cunho político, “ou até de pessoas desinformadas”, que não faz sentido.

Entre outros processos, Zanin defende Lula no chamado caso do tríplex, em que o ex-presidente será julgado em segunda instância no dia 24. Na primeira instância, ele foi condenado a nove anos e meio de prisão pelo juiz Sergio Moro. O petista nega as acusações. A confirmação da punição pode torná-lo inelegível — ele é líder em pesquisas eleitorais — e até mesmo levá-lo à prisão.

“Ao nosso ver, realmente não tem o menor sentido pessoas falarem de prisão. Ao meu ver, é uma manifestação muitas vezes de cunho político ou até de pessoas desinformadas. Quando você pergunta ‘por que tem de ser preso?’, a maior parte das pessoas nem sequer sabe responder. Aliás, muitas pessoas nem sequer sabem a acusação que existe contra o ex-presidente Lula”, afirmou.

O advogado disse não trabalhar com a possibilidade da prisão de Lula por considerar “claro que o ex-presidente não praticou qualquer crime”. Segundo ele, a acusação do MPF (Ministério Público Federal) é “totalmente descabida” e gerou uma sentença “frágil do ponto de vista jurídico”.

“As pessoas que leram a sentença puderam constatar que foi construída uma condenação sem que houvesse qualquer elemento de culpa. A condenação é baseada meramente em suposições, especulações e crenças que foram ali reveladas em torno dessa sentença”, disse.

Zanin disse não ter condições de responder se Lula será candidato mesmo se for condenado em segunda instância, o que, em tese, impediria o petista de disputar as eleições deste 2018.

“Essa é uma questão que a defesa não tem como participar ou responder. Isso é uma questão que vai ser definida no campo político-partidário. A defesa efetivamente concentra suas ações nas questões técnicas do processo”, declarou.

Crítica a “atos indeterminados”

O MPF denunciou Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Para os procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, o ex-presidente recebeu R$ 3,7 milhões em propina da construtora OAS com dinheiro oriundo de contratos com a Petrobras, em esquema criminoso do qual o ex-presidente teria conhecimento.

Segundo a acusação, a propina foi paga na forma do tríplex, localizado no Guarujá (SP), e de reformas feitas no imóvel, além do armazenamento de bens de Lula depois que ele deixou a presidência.

Em julho passado, Moro condenou Lula pelos dois crimes, mas apenas por elementos relativos ao tríplex, o que totalizaria propina de R$ 2,2 milhões. Para o juiz, o ex-presidente também ocultou a propriedade do imóvel. Segundo o magistrado, os delitos ocorreram dentro “de um esquema de corrupção sistêmica na Petrobras” e de uma “relação espúria” entre Lula e a OAS.

Moro considerou que não havia provas para condenar o ex-presidente pelas supostas irregularidades ligadas ao armazenamento de seus bens.

Quando Moro aceitou a denúncia do tríplex, em setembro de 2016, Zanin chegou a chamá-la de “truque de ilusionismo”. A defesa nega que haja provas dos crimes atribuídos a Lula e diz que evidências de sua inocência foram ignoradas.

“A estrutura do crime de corrupção passiva exige, de um lado, que o funcionário público pratique atos da sua competência, e exige, em contrapartida, vantagens indevidas. E não há nada no processo que possa demonstrar uma situação como essa”, disse Zanin.

Para o advogado, “o próprio juiz Sergio Moro afirmou na sentença que não conseguia identificar atos de ofício praticados pelo ex-presidente Lula. Ele falou em atos indeterminados, o que não pode ser aceito. Ninguém pode ser condenado por atos indeterminados.”

Na sentença, Moro diz que “a efetiva prática de ato de ofício ilegal é causa de aumento de pena, mas não é exigido para a tipificação” do crime de corrupção passiva.

“Basta para a configuração que os pagamentos sejam realizados em razão do cargo ainda que em troca de atos de ofício indeterminados, a serem praticados assim que as oportunidades apareçam”, escreveu o juiz.

Mais um desembargador sinaliza voto pela condenação de Lula

Do Congresso em Foco O desembargador Leandro Paulsen, revisor da ação que contesta a condenação do ex-presidente Lula e presidente da Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), acompanhou o relator, João Pedro Gebran Neto, e negou todas as preliminares apresentadas pela defesa do petista. Durante o seu voto, em andamento, Paulsen […]

Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4

Do Congresso em Foco

O desembargador Leandro Paulsen, revisor da ação que contesta a condenação do ex-presidente Lula e presidente da Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), acompanhou o relator, João Pedro Gebran Neto, e negou todas as preliminares apresentadas pela defesa do petista. Durante o seu voto, em andamento, Paulsen sinalizou que pretende seguir o relator também no mérito da ação. “A autoria e os vínculos de causalidade entre sua conduta e atos praticados é inequívoco”, afirmou o magistrado.

Para Paulsen, há “elementos de sobra” que indicam que Lula cometeu os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, atribuídos a ele, de “modo livre e consciente”. “O fato de se tratar de alguém processado por malfeitos praticados quando do exercício da Presidência da República é um elemento relevantíssimo a ser considerado”, reforçou.

“Aqui ninguém pode ser condenado por ter costas largas e nem ser absolvido por ter costas quentes. O compromisso é em cumprir a Constituição”, ponderou ao rejeitar as alegações da defesa. Paulsen disse que a prática de corrupção por um presidente torna vil o exercício da autoridade. “É preciso haver a legitimidade pelo exercício do cargo”, afirmou. O desembargador continua a proferir seu voto.

Entre as contestações indeferidas, estão a de que o processo não deveria tramitar em Curitiba, que o juiz Sérgio Moro era suspeito para julgar o ex-presidente na primeira instância e que o magistrado paranaense cerceou a defesa do petista.

Acusar um ex-presidente “exige extrema convicção e responsabilidade do Ministério Público, julgá-lo exige todos os cuidados do poder Judiciário para que a lei penal seja aplicada com técnica e justiça”, afirma. Segundo o desembargador, “a eleição e a assunção do cargo não põem o eleito acima do bem e do mal”.

O magistrado também absolveu o ex-presidente quanto aos crimes de lavagem de dinheiro relacionados ao acervo presidencial – Lula e os outros réus foram absolvidos nesse caso também na primeira instância. “O acervo integra o patrimônio cultural e são de interesse público. […] Não se comprovou haver qualquer irregularidade, havia legislação prevendo a ajuda da iniciativa privada”, ressaltou.

A pena determinada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da ação na Corte, foi fixada em 12 anos e 1 mês em regime fechado e pagamento de 280 dias-multa. Moro havia determina pena de 9 anos e 6 meses. Para o relator, a corrupção na Petrobras teve “efeitos perversos e difusos”. “Infelizmente, está se condenado um ex-presidente da República”, afirmou. A “censura acima da média” se dá justamente pela alta investidura do cargo, justificou. Após a conclusão de Paulsen, votará o desembargador Victor Luiz dos Santos Laus.

Sociedade egipciense brinda bodas de ouro do casal Alcir e Maria Lúcia

Completar 50 anos de casados não é para qualquer um. Justamente por conta disso, o casal Alcir e Maria Lúcia resolveu tornar a comemoração das suas bodas de ouro mais do que especial: ela se preparou durante três anos para recriar o álbum completo de casamento dela. Para um relacionamento durar tanto tempo, Alcir brinca […]

Completar 50 anos de casados não é para qualquer um.

Justamente por conta disso, o casal Alcir e Maria Lúcia resolveu tornar a comemoração das suas bodas de ouro mais do que especial: ela se preparou durante três anos para recriar o álbum completo de casamento dela.

Para um relacionamento durar tanto tempo, Alcir brinca que aprendeu a responder “sim, querida”.

“Encontramos uma maneira de superar e aproveitar a parte boa”.

Hoje, eles têm dois filhos: Fredson da Perfil e Franklin. E cinco netos : Lorena , Maria Eduarda , Mateus , Camile e lis.

A Cerimonia foi no Clube Hotel, um tradicional reduto de grandes festas na Capital da Poesia, lá onde Alcir realizou festanças para a sociedade egipciense e região. A Super Oara abrilhantou o evento.

Estavam presentes além de amigos da família, empresários e políticos. Dentre eles o deputado Waldemar Borges, o prefeito de Tuparetama Sávio Torres, o ex-prefeito Dr. Romério Guimarães.

Não compareceram João de Maria e Zé Marcos, mas justificaram ausência e parabenizaram o casal.

Veja imagens: