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Sócios do Grupo Libra doaram R$ 1 milhão para a chapa Dilma-Temer

Por Nill Júnior

G1

Dois sócios do grupo Libra que tiveram mandados de prisão decretados nesta quinta-feira (29), Rodrigo Torrealba e Ana Carolina Torrealba, doaram R$ 1 milhão para a chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014.

Documentos da prestação de contas da chapa vencedora das eleições mostram duas doações de R$ 500 mil feitas por esses sócios do grupo. Em um dos casos, o dinheiro foi depositado no comitê de campanha de Michel Temer e depois repassado ao MDB. No outro, o dinheiro passou pelo comitê financeiro da campanha nacional.

Esses doadores tiveram mandados de prisão expedidos nesta quinta-feira (29) pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Operação Skala. Barroso é o relator do inquérito que investiga se Temer, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de suposto recebimento de propina.

Os mandados de prisão de Rodrigo e Ana Carolina Torrealba, porém, não foram cumpridos. O paradeiro dos dois ainda é desconhecido. Do grupo Libra, apenas a empresária Celina Torrealba foi presa na operação, em sua casa no Leblon.

No despacho que determinou a prisão, antecipado pela colunista do G1Andréia Sadi, há a informação de que eles serão ouvidos sobre “doações pessoais e as feitas pelo Grupo Libra, além de possíveis solicitações indevidas de valores em troca da renovação de contratos de concessão em Santos”.

Há a suspeita de que esse dinheiro tenha irrigado outras campanhas, entre elas a de Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR).

Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou que “os valores que constam da prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são de doações legais”.

A reportagem também procurou o Grupo Libra e a campanha de Dilma Rousseff e aguardava resposta.

Outras Notícias

Datafolha: Bolsonaro 28%, Haddad 22% 

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (28) mostra que o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, teve 22% das intenções de voto, um crescimento de seis pontos percentuais em uma semana, e se isolou no segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que segue estável como líder, com 28%.  Haddad foi o único candidato […]

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (28) mostra que o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, teve 22% das intenções de voto, um crescimento de seis pontos percentuais em uma semana, e se isolou no segundo lugar, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que segue estável como líder, com 28%. 

Haddad foi o único candidato a apresentar crescimento fora da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

O levantamento, contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, foi feito de 26 a 28 de setembro e entrevistou nove mil eleitores em 343 cidades. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-08687/2018. 

Os números do Datafolha mostram os candidatos Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) empatados com 11% e 10%, respectivamente. No levantamento anterior, Ciro teve 13%, ou seja, oscilou dois pontos percentuais para baixo, dentro da margem de erro. E Alckmin teve 9% há uma semana, o que significa que o tucano oscilou um ponto percentual para cima. 

A candidata da Rede ao Planalto, Marina Silva, segue com tendência de queda, pontuando apenas 5% e empatando tecnicamente (dentro da margem de erro) com João Amoêdo (Novo), que teve 3%, Henrique Meirelles (MDB), com 2%, e Alvaro Dias (Podemos), também com 2%. 

Os postulantes Cabo Daciolo (Patriota), Vera (PSTU) e Guilherme Boulos (Psol) tiveram 1% das intenções de voto, cada. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC), marcaram 0%. 

Brancos e nulos somam 10% dos entrevistados, e 5% não souberam responder. 

Rejeição 

Os entrevistados também responderam ao Datafolha em quais candidatos não votariam de jeito nenhum. Bolsonaro é o nome mais rejeitado, citado por 46% dos eleitores. Em seguida vem Haddad, com 32% de rejeição. Leia abaixo o resultado completo: 

Jair Bolsonaro (PSL): 46% 

Fernando Haddad (PT): 32% 

Marina Silva (Rede): 28% 

Geraldo Alckmin (PSDB): 24% 

Ciro Gomes (PDT): 21% 

Vera (PSTU): 18% 

Cabo Daciolo (Patriota): 17% 

Eymael (DC): 17% 

Guilherme Boulos (Psol): 17% 

Henrique Meirelles (MDB): 16% 

Alvaro Dias (Podemos): 15% 

João Amoêdo (Novo): 14% 

João Goulart Filho (PPL): 14% 

Rejeita todos: 4% 

Votaria em qualquer um: 2% 

Não sabe/não respondeu: 4% 

Simulações de segundo turno 

O Datafolha também pesquisou seis cenários de segundo turno, com confrontos entre os quatro candidatos mais bem pontuados na simulação de primeiro turno: Bolsonaro, Haddad, Ciro e Alckmin. 

Ciro sai vencedor em todas as simulações em que disputa. Venceria com 48% das intenções de voto contra 38% de Bolsonaro. Neste cenário, brancos e nulos são 12% dos entrevistados, e 2% não souberam responder. 

No embate com o candidato petista, Ciro pontuou com 41% x 35% de Haddad. Brancos e nulos somaram 19%, e 3% não souberam responder. 

Já contra Alckmin, o pedetista teve 42% x 36% do tucano. Nesta simulação, brancos e nulos são 19%, e 3% não souberam responder. 

Bolsonaro perderia em todos os cenários de segundo turno. O militar teve 39% na disputa com Haddad, que venceria com 45%. Brancos e nulos somaram 13%, e 2% não souberam responder. 

No enfrentamento com o tucano, Bolsonaro perderia com 38% das intenções de voto, contra 45% de Alckmin. Neste cenário, brancos e nulos somaram 16%, e 2% não souberam. 

Caso Haddad e Alckmin fossem para o segundo turno, o resultado seria um empate, segundo o Datafolha. Neste cenário, ambos marcaram 39%. Brancos e nulos somaram 19%, e 3% não souberam responder.

Prefeitos com medo de ficarem “ilhados” em Brasília

Os prefeitos de Pernambuco que estão em Brasília por ocasião da Marcha dos Prefeitos, promovida pela CNM estão com receio de problemas com a volta para suas cidades de origem em virtude  da crise de abastecimento de combustíveis provocada pela paralisação dos caminhoneiros. Com a greve, a logística de distribuição do combustível de aviação está […]

Os prefeitos de Pernambuco que estão em Brasília por ocasião da Marcha dos Prefeitos, promovida pela CNM estão com receio de problemas com a volta para suas cidades de origem em virtude  da crise de abastecimento de combustíveis provocada pela paralisação dos caminhoneiros. Com a greve, a logística de distribuição do combustível de aviação está prejudicada.

O Aeroporto de Brasília pode ficar sem a reserva de querosene de aviação caso não receba novos abastecimentos até o fim da tarde desta quarta-feira 23, informa a Inframerica, concessionária responsável pelo terminal. Desde a terça-feira (22), o estoque de combustível está contingenciado por causa das paralisações de caminhoneiros no Distrito Federal.

“A Inframerica informa que a reserva de Querosene de Aviação (QAV) é suficiente até o final da tarde desta quarta-feira (23). É de suma importância a liberação dos outros caminhões para normalizar o atendimento no aeródromo”, informa a Inframerica, por meio de nota.

Ou seja, quem tem vôo reservado até o início da tarde não deverá ter problemas. O mesmo não se pode dizer de quem tem vôo para o fim do período ou início da  noite. Tem prefeito preocupado com a possibilidade de não retornar para assumir seu município. Alguns tem agendas de inaugurações no fim de semana.

Só do Pajeú estão os prefeitos Luciano Duque (Serra Talhada), José Patriota (Afogados), Djalma Alves (Solidão), Marconi Santana (Flores),  João Batista (Triunfo), Tânia Maria (Brejinho), LIno Morais (Ingazeira), Zeinha Torres (Iguaracy) e Sebastião Dias (Tabira).

Prêmio Excelência: Márcia Conrado eleita melhor prefeita do Pajeú; Sandrinho, o que teve melhor combate à pandemia

O jornalista Mário Viana Filho anunciou no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú o resultado do prêmio Excelência, que escolhe em votação pela Internet os melhores em diversas categorias da administração pública, serviços e legislativo. Foram mais de 15 mil votos. Como prefeito destaque, ganhou a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), com 16,4%, seguida […]

O jornalista Mário Viana Filho anunciou no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú o resultado do prêmio Excelência, que escolhe em votação pela Internet os melhores em diversas categorias da administração pública, serviços e legislativo. Foram mais de 15 mil votos.

Como prefeito destaque, ganhou a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), com 16,4%, seguida de  Sávio Torres com 14,6% e Sandrinho Palmeira, com 13,9%.

A enquete quis saber qual cidade teve o melhor combate à pandemia. Sandrinho foi eleito com 24,3%, seguido de Evandro Valadares, com 20,1% e  Zeinha Torres, com 18,9%.

O melhor vice-prefeito eleito foi Diógenes Patriota, de Tuparetama, seguido de Pedro Alves (Iguaracy) e Eclérinston Ramos (São José do Egito).

O melhor site institucional foi o de Serra Talhada, seguido de São José do Egito e Iguaracy. Para melhor vereador em Afogados os três primeiros foram Rubinho do São João, Edson Henrique e Cesar Tenório. Em Iguaracy, Manoel Olímpio, Amaury da Ração e Fábio Torres. Em Carnaíba, Alex Mendes, Matheus Francisco e Nêudo da Itã. Em São José do Egito, João de Maria, Alberto de Zé Loló e Tadeu do Hospital. Em Serra Talhada, Ronaldo de Dja, Rosimério de Cuca e Alice Conrado.

O melhor Secretário de Administração foi Marcos Gerônimo, de Iguaracy. De Cultura, Fernando Marques, de Tuparetama. De Educação, Marta Cristina, de Serra Talhada, seguida de Cecília Patriota, de Carnaíba. Henrique Marinho, de São José do Egito, o melhor Secretário de Esportes. Lisbeth Rosa, de Serra Talhada, a melhor Secretária de Saúde, seguida de Paulo Jucá (São José do Egito) e Arthur Amorim (Afogados). Lúcia Gomes, de Afogados, a melhor de Finanças. O resultado completo no www.folhadopajeu.com.br .

Bruno Araújo diz que ida do PSDB para base do PSB em Recife “não passa de especulação”

Nas hostes do PSDB-PE, a possibilidade de o partido ingressar na gestão Geraldo Julio dividira opiniões. Sinalizações em sentidos opostos chegaram a ser dadas pela vereadora Aline Mariano e pelo deputado federal Daniel Coelho. Presidente estadual do tucanato, Bruno Araújo, quebrou o silêncio sobre o assunto e, por telefone, ao Blog da Folha, expressou posição […]

Bruno-Araujo-Foto-George-Gianni-PSDB-12

Nas hostes do PSDB-PE, a possibilidade de o partido ingressar na gestão Geraldo Julio dividira opiniões. Sinalizações em sentidos opostos chegaram a ser dadas pela vereadora Aline Mariano e pelo deputado federal Daniel Coelho. Presidente estadual do tucanato, Bruno Araújo, quebrou o silêncio sobre o assunto e, por telefone, ao Blog da Folha, expressou posição oficial do partido.

“Esse assunto (participação do PSDB na PCR) é algo que, para mim, não é fático, porque não há conversa entre os partidos. Se não há, esse tema não existe, não passa de especulação”. E enfatiza: “Não há nenhuma tratativa entre PSB e PSDB a respeito dessa matéria. Quando ela vier a acontecer, será em outro momento, não agora”. E se um tucano for convidado pelo prefeito? “Se qualquer pessoa ou filiado ao PSDB for participar, vai como cidadão, não vai como integrante do PSDB. Qualquer filiado pode aceitar convite para participar, mas só representa o PSDB se tiver a benção do partido”, devolve.

O prefeito Geraldo Julio anuncia as mudanças no organograma da PCR na próxima semana, quando deve ficar claro se o PSDB terá ou não um nome na gestão. Ultimamente, o nome da vereadora do Recife Aline Mariano, natural do Pajeú, foi cotado para a Secretaria da Mulher.

Diferente do Estado
Quando fala em aval do partido, Bruno Araújo cita exemplos da administração estadual, da qual fazem parte os tucanos Evandro Avelar (secretário da Micro e Pequena Empresa, Qualificação e Trabalho) Olavo de Andrade Lima Neto (Porto do Recife) e Terezinha Nunes (Jucepe). “Na administração municipal, esse assunto não está sendo pautado neste momento“, arremata o dirigente.

Jornalista cobra ações efetivas para a causa animal no Pajeú

A jornalista e comunicadora Juliana Lima utilizou suas redes sociais para denunciar o descaso com a causa animal na região do Pajeú. Em um vídeo, ela chamou a atenção para os casos frequentes de maus-tratos, abandono, envenenamento e doenças que afetam animais em várias cidades da região, alertando para a urgência de políticas públicas que […]

A jornalista e comunicadora Juliana Lima utilizou suas redes sociais para denunciar o descaso com a causa animal na região do Pajeú. Em um vídeo, ela chamou a atenção para os casos frequentes de maus-tratos, abandono, envenenamento e doenças que afetam animais em várias cidades da região, alertando para a urgência de políticas públicas que enfrentem o problema.

“Todos os dias nós temos noticiado casos de maus-tratos, abandono, animais atropelados, envenenados, doentes perambulando pelas ruas, agonizando sem socorro. Hoje tive conhecimento de um caso muito triste em Tabira, de um cachorro que agonizou até a morte na rua, sem assistência”, destacou Juliana, evidenciando a gravidade da situação.

Em Afogados da Ingazeira, a realidade não é diferente. Segundo Juliana, é comum encontrar animais nas ruas com doenças graves, como sarna, leishmaniose e a doença do carrapato. A reprodução descontrolada dos animais agrava ainda mais o problema, e a política de castração oferecida pelos municípios é considerada insuficiente. “São poucas as cidades que oferecem castração, e quando oferecem, o número de vagas é muito reduzido, como é o caso de Afogados mesmo”, pontuou.

A jornalista também apelou aos prefeitos da região, pedindo que se unam em uma força-tarefa para debater e buscar soluções para o problema. Ela sugeriu que o presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), Luciano Torres, convoque os gestores para uma discussão ampla sobre o tema.

“Sei que os municípios sozinhos não têm força suficiente para resolver, mas o governo do estado e o governo federal também têm responsabilidades. A população, igualmente, tem sua parcela de dever, mas não dá para ficar de braços cruzados esperando que ONGs e protetores independentes resolvam tudo”, afirmou.

A fala de Juliana reforça que o cuidado com os animais é um dever coletivo, que vai além das ações voluntárias e exige comprometimento do poder público. Para ela, é urgente que os prefeitos da região, em conjunto com os governos estadual e federal, priorizem a criação de políticas públicas efetivas para o bem-estar animal.

A causa animal no Pajeú não é apenas uma questão de saúde pública, mas também de humanidade. Como destacou Juliana, “o poder público tem responsabilidade, e a gente precisa falar sobre isso.” Assista ao vídeo: