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SJE: Fredson Brito tem 56,3% dos votos válidos, aponta Instituto IP Pesquisas

Por André Luis

Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto IP Pesquisas, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-06953/2024, revelou que o candidato Fredson Brito lidera a disputa pela Prefeitura de São José do Egito, Pernambuco. No cenário de votos válidos, Fredson aparece com 56,3%, enquanto o candidato Dr. George Borja tem 43,7%.

A divulgação destes números reflete o cenário da corrida eleitoral na reta final para as eleições municipais. Fredson Brito se destaca com uma vantagem de 12,6 pontos percentuais sobre o adversário Dr. George Borja.

A pesquisa tem como base os votos válidos, ou seja, descontando os votos brancos e nulos, de acordo com o critério utilizado pelo TSE para apuração oficial das eleições.

Com a proximidade do pleito, o levantamento demonstra o atual quadro da disputa entre os dois principais candidatos à prefeitura da cidade.

A pesquisa foi realizada no dia 28 de setembro de 2024, com 400 eleitores do município. A margem de erro é de 4,8 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. As informações são do Paraíba Mix.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Obrigado,  Cléo! A notícia da morte de Cléo Nicéas, ex-presidente da ASSERPE e ex-diretor da Globo Recife, foi um baque. Pra instituição ASSERPE,  uma perda irreparável.  Cléo era presença marcante nos momentos importantes da entidade. Para mim, uma espécie de orfandade. Cleo foi a pessoa que me enxergou de longe, a 400 quilômetros de Recife […]

Obrigado,  Cléo!

A notícia da morte de Cléo Nicéas, ex-presidente da ASSERPE e ex-diretor da Globo Recife, foi um baque.

Pra instituição ASSERPE,  uma perda irreparável.  Cléo era presença marcante nos momentos importantes da entidade. Para mim, uma espécie de orfandade.

Cleo foi a pessoa que me enxergou de longe, a 400 quilômetros de Recife e só sossegou quando eu decidi aceitar assumir a entidade que representa as rádios e TVs do estado, sucedendo a ele. Logo ele que ajudou a criá-la. Quando alguém queria saber o porquê da insistência e tamanha defesa do meu nome, saía com essa: “ele é melhor que eu”. Claro que era uma saída para poupar palavras e eu ria dessa definição, mas prova a confiança que tinha em mim.

Aprendi com outros anjos como Cléo que surgiram em minha vida, virando a chave do meu destino, que não há como quitar a fatura da confiança. Você não paga confiança. Confiança você busca honrar. E foi isso que busquei fazer com todas as minhas forças desde que assumi a entidade.

Por isso, acredito que sempre me tratou como um filho e tinha orgulho de qualquer passo meu. Muito antes, lembro da presença em momentos difíceis, como na solidão do internamento que tive em 2014. Me visitou e me presenteou com um livro que o inspirou. Não sabia que ele, mais que o livro, era minha inspiração.

Cléo era movido por sonhos. E bastava sua presença para alimentar os nossos, como nos tantos convites que aceitou por acreditar nos meus. Esteve em momentos chave da Rádio Pajeú, como na inauguração do Museu do Rádio e na migração da emissora para FM.

Por ter sido Diretor Geral da Globo Nordeste, era muito cortejado, celebrado pela nata da comunicação e personalidades. Mas nunca deixou de enxergar além disso. Cléo não se aproximava por marcas ou rótulos. Se encantava por pessoas.

Uma das frases que mais usava era a de que “tinha saudades do futuro, pois não estaria nele”. Pois eu, que o achava atemporal, agora tenho saudades dele.

Obrigado amigo! Muito obrigado!

Futuro de Serra com Marília 

O presidente nacional do Solidariedade,  Paulinho da Força,  não se mete no angu de caroço da sucessão em Serra Talhada.  “A decisão é da Marília Arraes”, disse a mais de um interlocutor. Paulinho tem ciência do imbróglio envolvendo a legenda na Capital do Xaxado.

Plano D

O Deputado Estadual Luciano Duque disse em conversa com esse blogueiro que ainda espera a decisão de Marília Arraes,  torcendo que ela “pague gratidão com gratidão” e lhe permita disputar a prefeitura.  Agora, caso não tenha o que chama de “reciprocidade política”, teria um “plano D”.

Quem será?

Caso não seja ele o candidato,  pode surgir um quarto nome, que nem seria Ronaldo de Dja nem Miguel Duque.  A única pista é que teria participação no debate empresarial da Capital do Xaxado.  “Vou apresentá-lo porta a porta,  como fiz com Márcia”.

Herdou título 

Com São José do Egito tendo a sucessão “quase, talvez,  mais ou menos encaminhada”, a cidade que herdou a definição de “Angu de Caroço” foi Tabira.  Na base governista,  não se sabe se Nicinha disputa com unidade ou se Valdemir Filho joga água no Chopp. E na oposição,  tudo gira em torno de Flávio Marques ser autorizado pelo TSE. Senão, vira boné…

Lindo

Falando em Tabira,  a Cidade das Tradições continua sendo salva pela arte. Exemplo foi a entrega da escultura em homenagem a Nevinha Pires. O filho Pedro e demais familiares tomaram a iniciativa de homenagear quem representa a verdadeira alma tabirense.

Como se nada…

Em Afogados, Mário Viana Filho não aparenta ter acusado o golpe após Danilo sair na foto com Raquel Lyra.  Segue cumprindo agendas institucionais e diz aguardar formalização do Palácio.  Se de fato a orientação for “Raquel é Danilo”, é que aparentemente o caldo entorna.

Interessante

Da série “eleições interessantes de assistir”, está o confronto entre Pedro Alves e Albérico Rocha em Iguaracy.  Será a eleição dos quatro prefeitos,  com Zeinha apoiando Pedro e Dessoles com Albérico.  Quem leva?

Nem um pio

Mesmo após a terrível repercussão,  Eriberto do Sacolão e João Taxista não recuaram da defesa de ilegalidades no trânsito de Arcoverde na sessão da última semana, quando questionaram a instalação de câmeras de monitoramento na PE 270. Isso na semana que até a ex-vereadora Zirleide Monteiro recuou dos ataques a uma criança portadora de necessidade especial e disse estar arrependida, de olho em votos, claro…

Frase da semana:

“Pode me chamar de sonhador, mas é isso mesmo o que eu sou”.

Cléo Nicéas,  ex-presidente da ASSERPE,  que nos deixou esse fim de semana.

Itapetim: prefeitura diz que não reabriu Açougue por conta da Celpe

A Prefeitura de Itapetim informou ao blog que aguarda a dias a Celpe restabelecer o fornecimento de energia elétrica para colocar pra funcionar o Açougue Municipal do município. Segundo o prefeito Adelmo Moura, foram feitas várias solicitações protocoladas, mas a  empresa não atendeu. “Não temo nenhuma pendência com a Celpe”, diz o gestor. O anúncio […]

A Prefeitura de Itapetim informou ao blog que aguarda a dias a Celpe restabelecer o fornecimento de energia elétrica para colocar pra funcionar o Açougue Municipal do município.

Segundo o prefeito Adelmo Moura, foram feitas várias solicitações protocoladas, mas a  empresa não atendeu. “Não temo nenhuma pendência com a Celpe”, diz o gestor.

O anúncio da reforma foi feito em março do ano passado com a presença de marchantes do município. O gestor garantiu que o espaço atende todas as normas da vigilância sanitária.

Novos boxes foram sendo construídos com pia e com toda estrutura necessária para atender aos marchantes, além de banheiros, acessibilidade em todas as entradas, forro de pvc, novo telhado e piso de granilite. Agora, para o ato inaugural, a bola está com a Celpe.

Afogados FC vence amistoso e conquista Taça Aderval Viana

Em mais um amistoso visando o Campeonato Pernambucano/2019 o Afogados FC empatou no tempo normalcom o CEO da Cidade de Olho Dágua das Flores de Alagoas em 1 a 1 e venceu nos pênaltis por 5 a 4. O resultado deu ao Afogados o Trofeu Aderval Viana de Araújo. Na fase inicial o Afogados mesmo […]

Com informações de Anchieta Santos. Foto de Cláudio Gomes

Em mais um amistoso visando o Campeonato Pernambucano/2019 o Afogados FC empatou no tempo normalcom o CEO da Cidade de Olho Dágua das Flores de Alagoas em 1 a 1 e venceu nos pênaltis por 5 a 4.

O resultado deu ao Afogados o Trofeu Aderval Viana de Araújo. Na fase inicial o Afogados mesmo sem ser brilhante fez 1 a 0 com gol de Charles.

Na etapa de complemento a Coruja do Sertão em um jogo que parecia controlado cedeu o empate numa falha do zagueiro Marcio, o atacante Felipe empatou para o Centro Esportivo Olhodaguense.

Nos pênaltis para conhecer o Campeão do Trofeu Aderval Viana o Afogados foi vitorioso.

Para a Coruja do Sertão converteram Jader, Bebeto, Talisson, Douglas e William. Perderam os atletas Candinho e Marcio. Para o CEO marcaram Aurélio, Felipe, Valber e Luciano.

Desperdiçaram os jogadores João Grilo, Roger e Wesley.

No sábado próximo o Afogados FC fará o amistoso da volta jogando em Olho Dágua das Flores. A partida foi transmitida pela Seleção do Povo da Rádio Pajeú, que também gerou sinal para a Rádio Correio do Sertão, de Santana do Ipanema, Alagoas.

Sudene integra comitê de governança da Política Nacional de Desenvolvimento Regional

Iniciativa busca reduzir desigualdades socioeconômicas entre as diversas regiões do país A necessidade da redução das desigualdades intrarregionais foi um dos temas abordados na 1ª reunião do Comitê-Executi vo da Câmara de Políticas de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional. Esta é a instância de governança da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), apresentada durante a […]

Iniciativa busca reduzir desigualdades socioeconômicas entre as diversas regiões do país

A necessidade da redução das desigualdades intrarregionais foi um dos temas abordados na 1ª reunião do Comitê-Executi vo da Câmara de Políticas de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional. Esta é a instância de governança da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), apresentada durante a reunião de hoje (18), no Ministério da Integração e do Desenvolvimento regional, com a participação do ministro Waldez Góes. 

O objetivo da reunião foi instalar o comitê, que conta com a participação de mais de 20 ministérios, bancos de fomento e consórcios regionais. No encontro, também foi apresentado o Programa Cidades Intermediadoras;  aprovadas as novas áreas especiais da PNDR, como o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), e discutido o Pacto de Metas e Relatório de Monitoramento da PNDR.  

O superintendente da Sudene, Danilo Cabral, durante o encontro, destacou a importância da interiorização do desenvolvimento, a partir dos eixos do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste, que é derivado da PNDR. Segundo ele, os indicadores socioeconômicos do Nordeste indicam o potencial de desenvolvimento das chamadas regiões intermediárias e imediatas. 

“Nossa área de atuação tem 52 regiões priorizadas a partir dessa lógica, de que o desenvolvimento delas transborda para o conjunto de municípios vizinhos. A política de financiamento que adotamos coloca essas áreas como estratégicas e prioritárias para quem quer se estabelecer na região”, afirmou Danilo Cabral. 

A PNDR foi instituída pelo decreto nº 11.962, de março deste ano, com a finalidade é reduzir as desigualdades econômicas e sociais, intrarregionais e inter-regionais, por meio da criação de oportunidades de desenvolvimento que resultem em crescimento econômico sustentável, geração de renda e melhoria da qualidade de vida da população.

Conversa normal, descuido ou interferência? Moro depõe sobre vazamentos

Por Bernardo Barbosa/UOL Desde que começaram a vazar conversas suas com procuradores da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça, Sergio Moro, já negou “anormalidade” nos diálogos, que segundo ele foram coletados de forma ilegal; fez um desafio à publicação de outras mensagens; e falou em “descuido”. Hoje, a partir das 9h, Moro estará diante […]

Foto: Isaac Amorim/MJSP

Por Bernardo Barbosa/UOL

Desde que começaram a vazar conversas suas com procuradores da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça, Sergio Moro, já negou “anormalidade” nos diálogos, que segundo ele foram coletados de forma ilegal; fez um desafio à publicação de outras mensagens; e falou em “descuido”. Hoje, a partir das 9h, Moro estará diante de dezenas de senadores para dar mais explicações sobre o conteúdo publicado pelo site The Intercept Brasil.

Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o ministro terá meia hora para fazer uma exposição inicial. Depois, diferentemente dos tempos de juiz, passará à condição de depoente. Os senadores inscritos terão cinco minutos para fazer perguntas. O ministro terá o mesmo tempo para a resposta. Réplica e tréplica podem ser dadas em até dois minutos cada uma.

Moro chegará ao Senado sob o impacto de mais conversas vazadas. Na noite de terça (18), o The Intercept Brasil divulgou diálogos em que o então juiz se manifesta contra uma investigação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pelo MPF (Ministério Público Federal). “Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante”, escreveu Moro ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba.

Em nota, o Ministério da Justiça disse que Moro “não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos, que podem ter sido editadas e manipuladas, e que teriam sido transmitidas há dois ou três anos”. O ministro também nega “interferência no suposto caso envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”.

Conversas entre Moro e procuradores da Lava Jato estão sendo reveladas desde o dia 9. Nos diálogos, o então juiz dá orientações aos integrantes da força-tarefa, o que levou a protestos de advogados de réus em processo da operação –entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou haver uma “perseguição pessoal” ao petista.

A Lei Orgânica da Magistratura impede juízes de opinarem sobre processos que não foram julgados, e o Código de Processo Penal diz que o magistrado deve se declarar suspeito se tiver aconselhado as partes.

Como Moro não é mais juiz, não poderá sofrer sanções dirigidas a magistrados, mas as mensagens dão margem para pedidos de anulação de processos julgados por ele.

Na frente política, Moro obteve declarações de apoio do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O presidente inclusive tem levado o ministro a tiracolo em diversos eventos públicos ocorridos desde o começo dos vazamentos.

No Senado, Moro deverá ser defendido por aliados do governo, mas deverá enfrentar a artilharia não só de opositores, como de representantes de uma categoria –os políticos– que foi duramente afetada pela Lava Jato. No traje de ministro, sem a toga de juiz, Moro se vê obrigado a enfrentar um embate político sobre sua atuação como magistrado.