Situação de cursos de medicina e odonto em Serra e Arcoverde foi exposta em debate
Por Nill Júnior
O jornalista Antonio Martins, da TV Jornal, foi o responsável por colocar um pouco de interior no debate da emissora na noite de ontem.
Foi quando questionou o candidato Paulo Câmara. Perguntou se como nome estratégico nas gestões Eduardo não tinha notado a falta de planejamento nos investimentos em unidades como a extensão da Faculdade de Odontologia da UPE, há meses sem um laboratório funcionando.
Paulo Câmara prometeu resolver e corrigir o que não estava dando certo. Na réplica, o jornalista citou a situação da extensão do curso de Medicina da UPE em Serra Talhada, também questionado por falta de recursos. Paulo prometeu solução.
Registre-se que muito melhor seria se o atual governador João Lyra tomasse providências urgentes para as duas demandas que de fato frustram comunidade e universitários que confiaram no discurso de interiorização de bons cursos superiores.
Também poderia começar a resolver outros velhos gargalos como a ambulancioterapia de gestantes no Pajeú e falta de mecanismos que punam médicos faltosos em unidades como o HR Emília Câmara e Hospam.
Em sua chegada à cidade de Petrolina, no Sertão pernambucano, na manhã desta sexta-feira (1º), a governadora Raquel Lyra iniciou a agenda concedendo entrevistas para veículos de comunicação e apresentou o Ouvir para Mudar, que é o processo de construção popular do Plano Plurianual (2024-2027). Além disso, a chefe do Executivo debateu sobre a necessidade […]
Em sua chegada à cidade de Petrolina, no Sertão pernambucano, na manhã desta sexta-feira (1º), a governadora Raquel Lyra iniciou a agenda concedendo entrevistas para veículos de comunicação e apresentou o Ouvir para Mudar, que é o processo de construção popular do Plano Plurianual (2024-2027).
Além disso, a chefe do Executivo debateu sobre a necessidade de melhorias das estradas estaduais.
Em entrevistas para rádios locais, a governadora destacou que vai colher, junto à população, demandas para o Estado em diversas áreas. “Durante todo o mês de setembro nós vamos percorrer as 12 regiões de Pernambuco para ouvir e sentir as demandas da saúde, segurança, educação, infraestrutura e tantas outras áreas. O Ouvir para Mudar tem como papel principal tornar o sonho do nosso povo em obras e políticas efetivas”, ressaltou Raquel Lyra.
Através do site http://ouvirparamudar.pe.gov.br/, lançado em agosto, a iniciativa começou a colher sugestões da população de forma virtual. Até o momento, mais de 8 mil contribuições on-line já foram feitas.
ESTRADAS – Durante as entrevistas, a governadora também explicou o trabalho que tem realizado para melhorar as condições das estradas que cortam todas as regiões do Estado, e registrou que vai destravar obras importantes, sobretudo no próprio Sertão.
“Fomos buscar empréstimos e parcerias junto ao governo federal para executar obras como a retomada da recuperação da PE-638 e da PE-639, tão sonhada nessa região na fruticultura irrigada. Essa obra vai garantir segurança para os trabalhadores e melhorar a logística e a qualidade dos produtos”, acrescentou a governadora, ao ressaltar que as estradas dão acesso aos núcleos do Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, em Petrolina.
Após as entrevistas, a governadora visitou a Cúria Diocesana de Petrolina, ao lado do bispo Dom Francisco Canindé Palhano. Ela recebeu o convite para os festejos do centenário da Diocese, a serem realizados em novembro deste ano. A governadora estava acompanhada da sua equipe do governo, entre secretários e presidentes de órgãos.
“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão […]
“Nós vamos seguir com serenidade, com firmeza e diálogo”, diz presidente da Câmara
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão do Plenário às 22h24 desta quarta-feira (6), em meio a um protesto de deputados da oposição, que ocuparam a Mesa Diretora desde a terça-feira. Motta disse que abriu a sessão para garantir o respeito à Mesa Diretora, “que é inegociável”, e para que a Câmara possa se fortalecer. Não houve votações.
“Até quando ultrapassamos o nosso limite, tem limite. O que aconteceu não foi bom, não foi condizente com nossa história, e só reforça que temos de voltar ao obedecimento do nosso Regimento, da Constituição e do bom funcionamento desta Casa”, disse Motta.
Segundo ele, projetos individuais, pessoais e eleitorais não podem estar à frente do povo. “O compromisso que assumi com todas as lideranças neste dia foi o de seguirmos dialogando sem nenhum preconceito com qualquer pauta, sem inflexão”, disse.
Motta afirmou que um somatório de acontecimentos recentes trouxe sentimento de ebulição para dentro da Câmara. “É comum? Não. Estamos vivendo tempos normais? Também não. E é justamente nessa hora que não podemos negociar a nossa democracia, dialogar e deixar a maioria se estabelecer”, declarou.
Para Motta, a oposição tem todo o direito de se manifestar, mas isso tem de ser feito obedecendo o Regimento e a Constituição. “Não vamos permitir que atos como os de ontem e de hoje possam ser maiores do que o Plenário e a vontade desta Casa”, afirmou.
Protesto
A sessão havia sido convocada para as 20h30, depois de reunião do Colégio de Líderes.
Deputados da oposição protestam contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada na segunda-feira (4) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles pedem a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 (PL 2858/22) e outros acusados de golpe de Estado, além da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com o foro privilegiado (PEC 333/17) para deputados, que deixariam de ser julgados pelo STF.
Folha de S.Paulo Líderes do PMDB começaram a trabalhar em várias frentes para dar ao vice-presidente Michel Temer condições de governar se o aprofundamento da crise política levar ao afastamento da presidente Dilma Rousseff antes do fim do seu mandato. Os articuladores desse movimento estão em busca de apoio do empresariado e começaram a dialogar […]
Líderes do PMDB começaram a trabalhar em várias frentes para dar ao vice-presidente Michel Temer condições de governar se o aprofundamento da crise política levar ao afastamento da presidente Dilma Rousseff antes do fim do seu mandato.
Os articuladores desse movimento estão em busca de apoio do empresariado e começaram a dialogar com líderes da oposição, numa tentativa de construir um caminho político que aponte Temer como alternativa mais segura para superar a crise.
Os aliados de Temer admitem que esse movimento ainda não está maduro, mas acreditam ter colhido uma primeira resposta positiva na quarta-feira, com o apoio das federações estaduais das indústrias de São Paulo e Rio (Fiesp e Firjan), um dia depois de ele fazer um apelo por união.
O registro foi enviado ao blog pelo carnaibano William Malaquias e mostra um encontro do comunicador Anchieta Santos com o arranjador brasileiro Moacir Santos, o Ouro Negro. É da década de 90. Segundo ele, a imagem é do acervo de Robero Santana, de Flores, terra do músico. Como maior nomes da comunicação do Pajeú por […]
O registro foi enviado ao blog pelo carnaibano William Malaquias e mostra um encontro do comunicador Anchieta Santos com o arranjador brasileiro Moacir Santos, o Ouro Negro. É da década de 90. Segundo ele, a imagem é do acervo de Robero Santana, de Flores, terra do músico. Como maior nomes da comunicação do Pajeú por décadas, o carnaibano era muito convidado para eventos em toda a região. Anchieta nos deixou precocemente em 11 de setembro de 2021, aos 61 anos.
Moacir Santos nasceu em Flores, 26 de julho de 1926, a exatos 100 anos. Após perder sua mãe aos 3 anos, Moacir foi criado por diferentes famílias, enquanto seu pai se unia a uma força volante contra cangaceiros.Cresceu na pobreza, mas sua família adotiva ajudou-o a frequentar a escola e a ter aulas de música.Desde a infância, destacou-se por seu talento musical, liderando uma banda de meninos e demonstrando aptidão acadêmica. Aos 14 anos, já tocava saxofone, banjo, violão e bandolim. No entanto, enfrentou obstáculos como tarefas domésticas pesadas e preconceito racial, reflexo das desigualdades persistentes no Brasil pós-escravidão.
Na adolescência, tocou na banda da Polícia Militar da Paraíba e mais tarde tornou-se maestro desse mesmo grupo. Eventualmente, fugiu de casa e tornou-se um músico itinerante, viajando por Pernambuco em busca de trabalho e chegando a atuar, por um tempo, em um circo itinerante.
Nos anos 1950, Santos vivia no Rio de Janeiro e trabalhava na Rádio Nacional como compositor.Reconhecendo o valor artístico da música popular, passou a estudar compositores de big band, tendo aulas com Hans-Joachim Koellreutter. Ele acabaria se tornando diretor musical da emissora.
Durante as décadas de 1950 e 1960, Santos deu aulas particulares a vários jovens músicos da Bossa Nova, entre eles Nara Leão, Baden Powell, Carlos Lyra e Roberto Menescal.
Em 1965, Santos lançou o álbum Coisas pelo selo Forma. O álbum era uma fusão de ritmos afro-brasileiros com sonoridades de big-band jazz. Embora na época tenha recebido pouca atenção, mais tarde passou a ser amplamente aclamado — o New York Times o descreveu como “uma das grandes realizações da música brasileira moderna”. Larry Blumenfeld, no Village Voice, escreveu que o álbum representava “o melhor do jazz brasileiro”.
Depois de compor trilhas sonoras para diversos filmes brasileiros ao longo da década de 1960, Santos teve a oportunidade de se mudar para os Estados Unidos. Em 1967, ele e sua esposa, Cleonice, mudaram-se para Pasadena, Califórnia, com a intenção de ingressar na indústria cinematográfica. Continuou a dar aulas de música em casa, por meio das quais conheceu Horace Silver. Grande parte de seu trabalho em Hollywood foi não creditado, sendo Final Justice seu único crédito oficial.
Santos gravou três álbuns para a Blue Note na década de 1970. Seu lançamento de 1972, Maestro, foi indicado ao Grammy. Ainda assim, ele não obteve o reconhecimento amplo que desejava e continuou escrevendo e lecionando música no sul da Califórnia.
A partir de 1980, Moacir Santos empreendeu uma busca meticulosa pelo seu registro de nascimento original, impulsionado por uma necessidade de esclarecer sua identidade. Originário de Bom Nome, um vilarejo remoto, sua jornada o levou a explorar os recantos da pequena localidade, desde a igreja até a residência do padre e da zeladora. Com o apoio de diversos colaboradores, a investigação retrocedeu ao período entre 1920 e 1935. Finalmente, após uma busca exaustiva, o registro de batismo foi descoberto no salão paroquial de São José do Belmonte, datado de 11 de setembro de 1926. Esse documento mencionava “Muacy”, filho legítimo de José Francisco do Nascimento e Juleheita Pureza Torre, nascido em 26 de julho de 1926. Essa descoberta não apenas lançou luz sobre sua identidade, mas também ressaltou as complexidades enfrentadas por muitos brasileiros em relação à documentação e à cidadania. Motivado por esse evento marcante em sua vida, Moacir compôs “Agora eu sei” e também “Now I know”. Essa música, permeada pela emotividade do momento e pela reflexão sobre sua jornada pessoal, tornou-se um testemunho musical de sua busca pela identidade.
Em 2001, os músicos brasileiros Zé Nogueira e Mario Adnet organizaram sessões para regravar composições de Santos. Essas gravações formariam o álbum Ouro Negro (2004), com participações de Milton Nascimento, João Donato e Gilberto Gil. O álbum revitalizou a reputação de Santos no Brasil e internacionalmente. Seu último disco, Choros & Alegria, lançado em 2005, foi composto inteiramente de material inédito e contou com participação de Wynton Marsalis. Em 6 de agosto de 2006, Moacir Santos morreu devido a complicações de um AVC anterior, em uma casa de repouso em Pasadena, Califórnia. Pouco antes de falecer, recebeu os Prêmio Shell de Música e o Prêmio Tim.
Foi parceiro de Vinicius de Moraes, e por esse foi homenageado na canção “Samba da Bênção”, com Baden Powell: “Moacir Santos / tu que não és um só, és tantos / como este meu Brasil de todos os santos.” Foi assistente do compositor alemão Hans Joachim Koellreuter e professor de músicos como Baden Powell, Paulo Moura, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e outros importantes nomes da música brasileira.
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, disse ter recebido com muita tranquilidade o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (20), que mostra o crescimento de seis pontos percentuais de Armando Monteiro (PTB), que passou de 25% para 31% nas intenções de votos para governador de Pernambuco. O atual governador, Paulo Câmara, ficou com 35% […]
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, disse ter recebido com muita tranquilidade o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (20), que mostra o crescimento de seis pontos percentuais de Armando Monteiro (PTB), que passou de 25% para 31% nas intenções de votos para governador de Pernambuco.
O atual governador, Paulo Câmara, ficou com 35% no levantamento do Datafolha. Os demais candidatos somam 9%.
“Essa pesquisa só confirma o que nós vimos aqui no último sábado durante a caminhada que realizamos. Milhares de pessoas estiveram com a gente para mostrar que a hora da mudança chegou. O povo de Pernambuco já percebeu que Armando é o melhor nome para governar o nosso estado. O povo sertanejo sabe que o atual governo esqueceu a nossa região”.
Miguel criticou a atual gestão. “Vivemos um governo de esquecimento. As pessoas sabem que perdemos força nos últimos anos. Pernambuco deixou de ser protagonista. Armando vai trabalhar para garantir uma vida melhor para o nosso povo do Sertão, fazemos as obras que nós estamos precisando e honrando com o pagamento aos municípios”, comenta.
O prefeito criticou obras que segundo ele não foram entregues. “Ele fez uma série de promessas e não cumpriu, como o Hospital da Mulher de Petrolina. A ideia nunca saiu do papel. Além disso, os repasses necessários para a manutenção do Samu não estão sendo feitos. A dívida só cresce. É um governo que não merece mais a confiança do povo”, finaliza.
Você precisa fazer login para comentar.