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Sintomas em pacientes leves de Covid persistem em 75% dos casos, diz Unicamp

Por André Luis

Foto: Reprodução/EPTV

Resultados preliminares mostram também paladar e libido afetados. Neurologista diz que é cedo falar em ‘sequelas’, mas defende que mesmo quem desenvolveu forma mais leve da doença irá precisar de reabilitação.

EPTV e G1

Pesquisadores da Unicamp vão mapear, pelos próximos três anos, alterações causadas pela Covid-19 em pacientes que desenvolveram quadros considerados leves da doença. Um resultado preliminar do estudo com dados de 200 dos 1 mil voluntários mostra que, em 75% dos casos, os sintomas persistiram mesmo quando o diagnóstico havia sido feito há mais de dois meses. Entre os principais problemas relatados estão fadiga, dor de cabeça, alteração da memória e perda de olfato.

Para a neurologista Clarissa Yasuda, coordenadora da pesquisa, os dados sugerem que mesmo pacientes que não precisaram de internação após o diagnóstico da doença causada pelo novo coronavírus terão de passar por reabilitação.

“O sistema de saúde vai ter de se adaptar, a poder receber e ajudar essas pessoas que estão sofrendo tanto quanto os mais graves. As limitações de trabalho e de vida diária são bem intensas”, diz.

Sintomas que mais persistem, segundo entrevistados da pesquisa: Fadiga: 40%; Dor de cabeça: 20%; Alteração de memória: 20% e Alteração de paladar: 15%.

Para o trabalho, os pesquisadores do Departamento de Neurologia da Universidade Estadual de Campinas (SP) realizam uma bateria de exames, que inclui testes laboratoriais e de imagem, como ressonância magnética, além de questionário com os sintomas.

Segundo Clarissa, foram identificadas alterações cerebrais, com maior impacto na conectividade cerebral. Apesar isso, a coordenadora considera cedo tratar as mudanças e sintomas relatados como sequelas da Covid-19.

“Eu acho que sequela é muito forte, dá impressão que isso não vai passar, que é para sempre. Que eles estão muito sintomáticos e se queixam de várias coisas ao mesmo tempo, isso é fato. Quanto tempo isso vai durar, só o tempo pra gente dizer e só estudando para a gente saber”, diz.

“Se as alterações cerebrais são passageiras ou permanentes, também eu preciso repetir isso daqui um tempo, fazer os mesmos testes, e ver se isso sumiu”, complementa a cientista.

Sintomas

O encanador Milton Crispino Teixeira, de 43 anos, é um dos voluntários da pesquisa realizada pela Unicamp, e considera o trabalho importante não só para esclarecer suas dúvidas e problemas, mas para que outras pessoas entendam o impacto da doença.

Mesmo recuperado há mais de um mês, sofre com o cansaço e as dores, os principais sintomas relatados pelos voluntários da pesquisa.

“Dor de cabeça forte, dor nas pernas, principalmente na perna esquerda. Principalmente quando vai subir escadas”, conta Milton.

A relação de queixas, no entanto, é ainda maior. Em alguns casos, pacientes relataram, inclusive, alteração de libido.

“Eles se queixam principalmente de dor de cabeça, fadiga, estão se queixando muito de alteração de memória, dificuldade de fazer atividade que fazia anteriormente, e também alguns deles se queixam de alteração de olfato, de paladar, e além disso tem uma série de outras queixas menos frequentes, incluindo, por exemplo, alteração de libido”, relata Clarissa.

Para o trabalho, a Unicamp mantém o recrutamento de voluntários. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (19) 9-9768-7517 (WhatsApp).

Outras Notícias

Índios cariris, Frei Ângelo e a história de Triunfo

Por Iedo Ferraz Possivelmente, os índios cariris tenham escolhido a Serra da Baixa Verde, lugar alto, montanhoso, de clima frio e sempre verde na parte do ano para servir de aldeia para com todos os indígenas aos quais fixaram moradia encima de uma serra com vegetação diferenciada da caatinga, pois eles foram os primeiros habitantes […]

Foto: Magno de Sá

Por Iedo Ferraz

Possivelmente, os índios cariris tenham escolhido a Serra da Baixa Verde, lugar alto, montanhoso, de clima frio e sempre verde na parte do ano para servir de aldeia para com todos os indígenas aos quais fixaram moradia encima de uma serra com vegetação diferenciada da caatinga, pois eles foram os primeiros habitantes nesta região brejeira de topografia acidentada, assim sendo, os primitivos moradores estavam diante de um brejo em pleno Sertão nordestino.

Aqueles nativos encontraram na Serra da Baixa Verde um solo fértil, ideal para produzir várias culturas agrícolas do lugar, além de água em abundância e muitas chuvas distribuídas ao longo do ano.

Eles passaram por um processo de evangelização adotado pelo grande vigário Frei Ângelo Maurício de Niza no ano 1803. O religioso foi responsável pela construção da capelinha que abrigaria a imagem de Nossa Senhora das Dores, padroeira do Município de Triunfo-PE. A imagem postada foi obtida no tempo da invernada pelo fotógrafo profissional e meu primo Magno de Sá Araújo, conforme todos podem visualizar.

Diante da beleza paisagística que Triunfo apresenta, o turismo se consolidou como a mola precursora do desenvolvimento econômico, e hoje temos  a segunda atividade que mais gera emprego, renda, consumo e crescimento habitacional na belíssima cidade do interior pernambucano denominada ” Triunfo”.

*Iedo Ferraz mora em Paulo Afonso-BA, onde é servidor do Ministério Público Estadual. Natural de Triunfo, se debruça sobre a história da terra natal.

Afogadenses pré-selecionados para olimpíada internacional de astronomia em 2023

Os alunos Elias Alves Santos, Francisco Alberto e Luís Matheus, da rede pública municipal de ensino de Afogados  foram convidados para a pré-seleção das Olimpíadas Internacionais de Astronomia 2023. Eles foram pré-selecionados em virtude das excelentes notas obtidas na XXV OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Os alunos estudam no Centro Municipal de […]

Os alunos Elias Alves Santos, Francisco Alberto e Luís Matheus, da rede pública municipal de ensino de Afogados  foram convidados para a pré-seleção das Olimpíadas Internacionais de Astronomia 2023.

Eles foram pré-selecionados em virtude das excelentes notas obtidas na XXV OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Os alunos estudam no Centro Municipal de Excelência Dom Mota. 

“É uma alegria e um orgulho muito grande ver os resultados que os investimentos que vimos fazendo na educação de Afogados estão proporcionando. A qualidade da nossa educação tem permitido ao longo dos últimos anos que os nossos alunos tenham destaque nas mais diversas  olimpíadas do conhecimento. Desejo todo o sucesso ao Elias, ao Francisco e ao Luís em mais esse desafio,” declarou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Gilson Bento realiza comício e carreata em Brejinho

Neste último sábado (28), O prefeito de Brejinho e candidato a reeleição, Gilson Bento e seu vice, Naldo de Valdim, realizaram uma carreata e comício na cidade. O evento reuniu apoiadores e militantes, que percorreram as principais ruas do município. A carreata teve início no povoado de Vila de Fátima e se estendeu por diversas […]

Neste último sábado (28), O prefeito de Brejinho e candidato a reeleição, Gilson Bento e seu vice, Naldo de Valdim, realizaram uma carreata e comício na cidade. O evento reuniu apoiadores e militantes, que percorreram as principais ruas do município. A carreata teve início no povoado de Vila de Fátima e se estendeu por diversas ruas da cidade.

Após a carreata, que teve fim na Rua Major Cláudio Leite de Andrade, na Rua do Cruzeiro, os apoiadores se concentraram para o comício. O evento contou com a presença de Carlos Costa, irmão do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

“A nossa grande carreata deste dia 28 de setembro foi a maior da história de Brejinho, e pude ver a alegria e o entusiasmo do nosso povo. Isso é o que nos fortalece e motiva a seguir em frente, trabalhando por cada brejinhense”, pontuou o prefeito Gilson Bento em seu discurso.

O Prefeito anunciou um grande arrastão para a próxima sexta-feira (04/10), o Sextou do G10, onde percorrerão as principais ruas com a presença da Carreta Tenebroso.

Compesa lança licitação para locação de sistema de energia solar

A Compesa publicou no Diário Oficial do Estado a licitação para locação de usinas solares no estado de até 2 MWp. A Companhia investe no modelo de geração de energia distribuída visando suprir suas unidades consumidoras de baixa tensão, como escritórios e lojas de atendimento. O edital de licitação está disponível para consulta no site […]

A Compesa publicou no Diário Oficial do Estado a licitação para locação de usinas solares no estado de até 2 MWp. A Companhia investe no modelo de geração de energia distribuída visando suprir suas unidades consumidoras de baixa tensão, como escritórios e lojas de atendimento. O edital de licitação está disponível para consulta no site da Companhia: www.compesa.com.br.

O edital está dividido em cinco lotes e as empresas interessadas têm até 6 de outubro, data que antecede a disputa, para apresentar proposta. Com a iniciativa, a expectativa é de uma economia de até R$ 2 milhões ao longo dos cinco anos de contrato. A licitação, no entanto, não é uma iniciativa isolada, como explica o diretor de Negócios e Eficiência da Compesa, Flávio Coutinho.

“Além da locação das usinas, há outros investimentos em curso para geração de energia renovável. A Companhia está em via de licitar um projeto para geração de energia distribuída que prevê a construção de três usinas solares flutuantes nas barragens Duas Unas, Pirapama e Tapacurá, somando uma potência de 12 MW. A geração distribuída, por meio da energia renovável, é uma questão completamente alinhada aos compromissos ambientais da Compesa”, explica Coutinho.

OUTROS INVESTIMENTOS – Ainda no âmbito da geração de energia, a Companhia realizou, no mês passado, audiência e consulta pública da Parceria Público-Privada (PPP) de Autoprodução de Energia.

O objetivo é a contratação de serviços de construção, operação, manutenção e arrendamento de uma ou mais usinas para autoprodução de energia renovável (planta com placas solares com capacidade de até 135 MW de energia) e gestão das unidades consumidoras do grupo A no mercado livre, através de concessão administrativa.

O prazo do contrato é de 29 anos e a estimativa é que sejam investidos R$ 500 milhões. Com isso, a expectativa da Compesa é reduzir mais de R$ 2 bilhões os custos de energia, no prazo de vigência do contrato que tem previsão de ser licitado no final deste ano.

HREC realiza primeira aplicação de curativo com pressão negativa

O Hospital Regional Emília Câmara (HREC), realizou, na última quarta-feira (29), a primeira aplicação de curativo com pressão negativa em um paciente da clínica cirúrgica. A novidade foi divulgada nesta terça-feira (4) pela Organização Social (OS), Hospital do Tricentenário, através das suas redes sociais. O curativo com pressão negativa é uma tecnologia inovadora que vem […]

O Hospital Regional Emília Câmara (HREC), realizou, na última quarta-feira (29), a primeira aplicação de curativo com pressão negativa em um paciente da clínica cirúrgica. A novidade foi divulgada nesta terça-feira (4) pela Organização Social (OS), Hospital do Tricentenário, através das suas redes sociais.

O curativo com pressão negativa é uma tecnologia inovadora que vem transformando os cuidados pós-operatórios e no tratamento de feridas complexas. Este método consiste na aplicação de um sistema que cria pressão subatmosférica local na ferida, promovendo a remoção de exsudato, a redução do edema, a melhoria da perfusão sanguínea e a estimulação da formação de tecido de granulação, acelerando assim o processo de cicatrização.

A primeira aplicação deste tipo de curativo no HREC representa um passo importante na introdução de tecnologias avançadas no tratamento de pacientes. Este método proporciona uma recuperação mais rápida e confortável, reduzindo o tempo de internação e melhorando significativamente a qualidade de vida dos pacientes. A adoção dessa tecnologia reflete o contínuo comprometimento do HREC em buscar e implementar as melhores práticas e inovações disponíveis no campo da saúde.

O Hospital do Tricentenário, gestor do HREC, enfatiza que esta conquista é fruto de um esforço contínuo para garantir o bem-estar e a saúde dos pacientes. “Este passo reflete o contínuo comprometimento da instituição em buscar e implementar as melhores práticas e tecnologias disponíveis, com o principal objetivo de garantir o bem-estar e a saúde daqueles que confiam nos serviços do HREC”, afirmou a instituição em sua publicação.

A realização da primeira aplicação de curativo com pressão negativa no HREC não só melhora a capacidade de tratamento da instituição, mas também estabelece um novo padrão de cuidado para hospitais da região. Este avanço tecnológico é um exemplo de como a inovação pode ser utilizada para melhorar os serviços de saúde, beneficiando diretamente a população.