Silvério Pessoa entrega o cargo de secretário de Cultura
Por Nill Júnior
O Secretário de Cultura de Pernambuco, Silvério Pessoa, comunicou nesta quinta-feira (20) à governadora Raquel Lyra que, por razões pessoais, está deixando o governo, segundo o blogueiro Mário Flávio.
“Despeço-me do cargo com o sentimento de dever cumprido e a certeza de ter dado voz a quem muitas vezes está à margem do processo, valorizando nossos artistas e suas mais variadas expressões e linguagens inseridas também nas culturas das periferias em todo o Estado”, destacou Silvério.
Silvério antecipou para a governadora que vai voltar a se dedicar à carreira e à docência.
“Agradeço a Silvério pela dedicação à frente da Secretaria de Cultura e por todo o trabalho de escuta e execução de ações estruturadoras para o setor, incentivando diversas linguagens e expressões culturais e valorizando os nossos artistas”, frisou a governadora.
G1 O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta segunda-feira (27) que análises feitas em amostras de alimentos produzidos por 3 dos 6 frigoríficos interditados após a Operação Carne Fraca, apontam que o consumo desses produtos não traz risco para a saúde das pessoas. De acordo com o ministro, foram recolhidas, em supermercados de 22 […]
O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta segunda-feira (27) que análises feitas em amostras de alimentos produzidos por 3 dos 6 frigoríficos interditados após a Operação Carne Fraca, apontam que o consumo desses produtos não traz risco para a saúde das pessoas.
De acordo com o ministro, foram recolhidas, em supermercados de 22 estados, 174 amostras de carne produzida pelos 21 frigoríficos investigados na operação. Dessas 174, informou Maggi, os laudos de 12 não indicaram risco para o consumo. O resultado das demais 162 ainda não é conhecido.
Os 12 laudos cujos resultados foram divulgados nesta segunda, se referem a alimentos produzidos nas unidades de Curitiba (PR) e Jaraguá do Sul (SC) do frigorífico Peccin, e na unidade de Mineiros (GO), da BRF.
As unidade da Peccin de Jaraguá do Sul e de Curitiba são investigadas por utilização de carne estragada em salsicha e linguiça, utilização de carne mecanicamente separada acima do permitido, uso de aditivos acima do limite ou de aditivos proibidos.
Já a unidade da BRF em Mineiros produz carne de aves, incluindo peru, e é investigada por corrupção, embaraço da fiscalização internacional e nacional e tentativa de evitar suspensão de exportação.
“Temos 12 laudos que já temos confirmação e, desses 12, nenhum apresenta qualquer perigo ao consumo humano das mercadorias que foram coletadas”, disse o ministro Blairo Maggi em entrevista a jornalistas.
Interdições: nesta segunda, o ministério elevou para 6 o número de frigoríficos investigados pela Carne Fraca e que foram interditados por suspeita de irregularidades. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Eduardo Rangel, as mercadorias dessas seis unidades estão recolhidas e não podem ser vendidas.
Ainda de acordo com ele, o ministério fará análise dessas mercadorias e a venda só será liberada com laudo indicando que não há problema com os produtos.
Das três unidades cuja interdição foi anunciada nesta segunda-feira, uma trabalha com farinha de osso, uma com lácteos e outra com produtos embutidos.
Segundo o ministro, um dos problemas encontrados foi percentual de amido de milho maior que o permitido na produção de salsicha. Nos últimos três frigoríficos interditados, o único que produz salsicha é o Souza Ramos.
A Compesa informou em nota no seu site que vai divulgar, nos próximos dias, um edital de licitação para a execução da Adutora do Moxotó. Trata-se de uma obra que vai permitir o transporte da água da barragem de Moxotó, no Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, para as cidades de Arcoverde e Pesqueira. […]
A Compesa informou em nota no seu site que vai divulgar, nos próximos dias, um edital de licitação para a execução da Adutora do Moxotó. Trata-se de uma obra que vai permitir o transporte da água da barragem de Moxotó, no Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, para as cidades de Arcoverde e Pesqueira.
A construção do novo sistema foi aprovada no Plano de Trabalho da Adutora do Agreste fechado, na semana passada, em Brasília, pelo ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, o governador Paulo Câmara, o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões, e o presidente da Compesa, Roberto Tavares.
A Adutora do Moxotó é uma alternativa para levar água a municípios que deveriam ser atendidos pelo Ramal do Agreste, que conecta o Eixo Leste da Transposição do São Francisco à Adutora do Agreste, esta última executada pela Compesa.
No entanto, como a ordem de serviço para o ramal ainda não foi dada e por se tratar de um empreendimento que consome, em média, três anos para ficar pronto, a Compesa buscou uma solução mais rápida para levar água para Arcoverde e Pesqueira antes de todo o projeto da transposição ser totalmente concluído.
O presidente da Compesa, Roberto Tavares, explicou que todo o sistema da Adutora do Agreste foi pensado para ser alimentado pelo Ramal do Agreste. Contudo, como a previsão é que essa obra só fique pronta depois de 2020, alternativas de abastecimento foram criadas para poder operar a adutora antes desse prazo.
“Conversamos sobre isso em setembro do ano passado e concluímos agora com a assinatura desse plano de trabalho. Considero uma vitória porque, se os recursos forem liberados, vamos poder fazer a obra sabendo que ela vai funcionar antes mesmo de o Ramal do Agreste se conectar ao Eixo Leste”, comemorou Tavares.
Orçada em R$ 80 milhões, a Adutora do Moxotó vai sair das proximidades de Custódia, quase na metade do trajeto da transposição, onde a água deverá chegar primeiro. A água seguirá numa tubulação de 600 mm percorrendo 70 quilômetros até Arcoverde e Pesqueira, com uma vazão total de 300 litros por segundo. O sistema adutor será composto, ainda, de três estações de bombeamento de água bruta.
A Prefeitura de Carnaíba, através da Secretaria de Saúde, iniciou o uso de termômetros digitais infravermelhos para medição da temperatura corporal da população, objetivando identificar possíveis sintomas suspeitos da Covid-19. A ação de medição da temperatura corporal está sendo realizada nas três barreiras sanitárias implantadas nos principais pontos de acesso à cidade, nas unidades de […]
A Prefeitura de Carnaíba, através da Secretaria de Saúde, iniciou o uso de termômetros digitais infravermelhos para medição da temperatura corporal da população, objetivando identificar possíveis sintomas suspeitos da Covid-19.
A ação de medição da temperatura corporal está sendo realizada nas três barreiras sanitárias implantadas nos principais pontos de acesso à cidade, nas unidades de saúde que acompanham casos suspeitos, e durante as visitas da Vigilância em Saúde às pessoas recém-chegadas de outros municípios.
Os carros e motos que entram na cidade estão sendo abordados e os ocupantes são submetidos à medição de temperatura. Se for comprovada a febre, as equipes realizam uma triagem. As pessoas que vão ficar em Carnaíba, são encaminhadas aos cuidados das equipes de saúde da família.
“Diante da pandemia que estamos vivendo, a gestão municipal não mede esforços para implantar ações de combate e prevenção à Covid-19. Temos dificuldades financeiras, sobretudo em tempos de escassez de recursos públicos, mas em Carnaíba estamos com as finanças organizadas, o que nos ajuda a traçar metas e efetivá-las”, disse o prefeito Anchieta Patriota.
Somente na última terça-feira (28/04), as barreiras sanitárias abordaram aproximadamente 900 pessoas. O município permanece com 03 casos confirmados de coronavírus, 03 casos em investigação, 03 descartados, 02 óbitos e 01 caso recuperado.
Pesquisa Poderdata Band divulgada nesta quarta-feira (27) coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida para a eleição presidencial de 2022. O levantamento inclui dois cenários para o primeiro turno. Em ambos, Lula tem vantagem sobre Bolsonaro, o segundo colocado. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de outubro, por […]
Pesquisa Poderdata Band divulgada nesta quarta-feira (27) coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida para a eleição presidencial de 2022.
O levantamento inclui dois cenários para o primeiro turno. Em ambos, Lula tem vantagem sobre Bolsonaro, o segundo colocado.
A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de outubro, por meio de ligações para telefones fixos e celulares. Ao todo, 2.500 entrevistas foram realizadas em 420 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No primeiro cenário, Lula (PT) tem 35%, contra 28% de Jair Bolsonaro (sem partido), 8% de Sérgio Moro (sem partido), 5% de Ciro Gomes (PDT). Luiz Henrique Mandetta (DEM) tem 4%, mesmo percentual de João Doria (PSDB). Alessandro Vieira (Cidadania): 3%; José Luiz Datena (PSL): 3%; Rodrigo Pacheco (PSD): 1%. Brancos/nulos somam 7% e não sabem, 2%.
Vantagem de Lula no 2º turno cai: a pesquisa mostrou ainda que Lula tem vantagem de 15 pontos percentuais sobre Bolsonaro no segundo turno: 52% a 37%.
A diferença, no entanto, diminuiu nos últimos dois meses. Em pesquisa Poderdata divulgada em 1º de setembro, Lula tinha 55%, contra 30% de Bolsonaro.
Nas duas pesquisas, o total de brancos/nulos foi de 10%. O total que não soube responder caiu de 5% para 1%. Em todos os cenários da pesquisa, Lula venceria os principais concorrentes. Bolsonaro, por sua vez, seria vencido por Lula e João Doria (PSDB), e empataria tecnicamente com Eduardo Leite (PSDB). Clique aqui e veja todos os cenários.
O Governo Federal lançou oficialmente neste sábado (30/05) a plataforma Tela Brasil, o streaming público e gratuito de audiovisual brasileiro. A iniciativa tem o objetivo de democratizar o acesso da população à cultura brasileira, a partir da ampliação do alcance da produção nacional. As informações são da Agência Brasil. A plataforma coordenada pelo Ministério da […]
O Governo Federal lançou oficialmente neste sábado (30/05) a plataforma Tela Brasil, o streaming público e gratuito de audiovisual brasileiro.
A iniciativa tem o objetivo de democratizar o acesso da população à cultura brasileira, a partir da ampliação do alcance da produção nacional. As informações são da Agência Brasil.
A plataforma coordenada pelo Ministério da Cultura e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Alagoas vai disponibilizar filmes brasileiros sob demanda, com acesso integrado ao site Gov.br.
No lançamento do streaming, na Cidade das Artes, na zona Oeste do Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a plataforma é uma ferramenta de soberania cultural para que os brasileiros conheçam a si mesmos. “[A Tela Brasil} vai contribuir para a elevação da compreensão de um país chamado Brasil. Por que nós somos assim? Por que nós fazemos assim?”
O presidente também criticou o excesso de conteúdos estrangeiros nas telas do país, que ele considera de baixa qualidade. “A quantidade de enlatados de má qualidade que a gente é obrigado a assistir toda noite, porque não tem outra coisa para a gente ver. O que não permite que a juventude brasileira tenha acesso à plenitude da cultura brasileira”, lamentou Lula.
O presidente também chamou a atenção para o desconhecimento sobre o peso econômico e a quantidade de empregos gerados pelo setor cultural brasileiro para o desenvolvimento econômico e profissional. “O mais importante é a gente conhecer o nosso país por dentro, conhecer a nossa cultura, a razão das coisas que fizeram a gente chegar onde nós chegamos”, disse Lula.
Por fim, o presidente fez a conexão com outras políticas públicas de sua gestão, como o recém-lançado MEC Livros, que já conta com o acervo de mais de 25 mil livros. Ele destacou que o acesso à cultura, agora, faz parte da política de habitação do governo. “Todo o conjunto habitacional que a gente entregar, nesse país, vai ter uma biblioteca para que a pessoa tenha acesso à cultura.”
O projeto contou com um investimento de R$ 9 milhões entre 2024 e 2025. Segundo o governo, o valor garantiu o licenciamento de um catálogo diversificado, desenvolvimento tecnológico próprio e ferramentas completas de acessibilidade.
Histórias ainda não contadas
Presente no lançamento, a ministra da Cultura, Margareth Menezes disse que a motivação de criar a plataforma foi fazer com que o povo brasileiro tenha acesso ao direito cultural. “Na questão do audiovisual, nós temos um gargalo ainda muito grande na questão da distribuição. Como fazer o povo ter acesso a tudo o que se produz, às coisas que são importantes, que referenciam o nosso país?
Ela destacou que o audiovisual agrega todas as outras artes como a música, o desenho. “Todo mundo trabalha e tem essa representatividade. A nossa diversidade está no que a gente produz, só que o povo não tinha acesso.”
Em sintonia com o discurso do presidente Lula, a ministra celebrou a soberania, a miscigenação e a necessidade de resgatar o protagonismo das figuras históricas do país. “O povo que se conhece, o povo que se vê, ele se fortalece, porque nossas histórias são lindas. Temos os povos originários, os povos africanos, os povos europeus, as pessoas que construíram esse país, as histórias que nunca foram contadas.”
Acervo da nova plataforma
O acervo inaugural une conteúdos financiados pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), obras guardadas por instituições do Sistema MinC, como a Cinemateca Brasileira, o Centro Técnico Audiovisual (CTAv), a Funarte e a Fundação Cultural Palmares.
O foco é a diversidade, englobando o cinema negro, o cinema indígena, produções dirigidas por mulheres, e temas urgentes como justiça climática e sustentabilidade. A Tela Brasil já chega com acervo que cobre desde clássicos históricos de 1910 até produções contemporâneas, de 2025. Ao todo, a plataforma inicia com 555 obras audiovisuais brasileiras, divididas em:
267 curtas-metragens;
139 longas-metragens;
85 médias-metragens ou telefilmes;
64 obras seriadas.
Entre elas: “A Hora da Estrela”, de Suzana Amaral; “Xica da Silva”, de Cacá Diegues; “Central do Brasil”, de Walter Salles; e “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles. “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), de Glauber Rocha; “Carandiru” (2003), de Hector Babenco; e “Olga” (2004), de Jayme Monjardim, são outras obras de destaque.
O catálogo inicial inclui 19 títulos que já representaram o Brasil na disputa pelo Oscar ao longo da história. Entre as categorias listadas pelo Ministério da Cultura estão obras para a infância, juventude, de artes e de brasilidade.
Na parte de diversidade cultural, entrou a categoria Africanidades, que reúne obras audiovisuais que narram trajetórias, memórias e experiências da população negra no Brasil, entrelaçando ancestralidade e contemporaneidade.
Acessibilidade é outro ponto central do projeto: todos os títulos selecionados via edital público contam com audiodescrição, legendagem descritiva e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
“Importante destacar que tem pesquisa no meio sobre acessibilidade. São obras com três recursos de acessibilidade, que envolvem também discussão sobre preservação e memória. Há soluções tecnológicas e soluções jurídicas sobre regulamentação. É política pública baseada em pesquisa e evidência”, disse a professora Luciana Peixoto Santa Rita, que participou do projeto pela UFAL.
Perfis de atualização
Para começar a navegar, o usuário precisa de uma conta ativa no sistema de login único do governo federal, o Gov.br. A plataforma tem duas formas de navegação:
Perfil Cidadão: qualquer pessoa pode acessar de forma individual e gratuita a filmes, séries e documentários organizados por gêneros, formatos e categorias, além de criar uma lista de favoritos.
Perfil Direcionado: criado especialmente para exibições coletivas e sem fins comerciais em salas de aula, cineclubes, pontos de cultura, bibliotecas e museus de todo o país.
Numa primeira fase, a plataforma funciona diretamente no navegador de computadores (com opção de transmissão para Smart TVs). Os aplicativos para celulares (Android e iOS) serão disponibilizados em um prazo de 30 dias.
Parcerias
Durante o evento, também foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Ministério da Cultura (MinC) e a TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para expandir a oferta, a circulação de conteúdos e a integração das políticas públicas para o audiovisual brasileiro.
A Tela Brasil foi desenvolvida com tecnologia brasileira, pelo Ministério da Cultur a (MinC) com o apoio da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
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