Sertão do Estado recebe Caravana de Educação de Trânsito
Por Nill Júnior
Numa parceria entre a Secretaria das Cidades – Secid, por meio do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN-PE, e a Prefeitura de Petrolândia, Sertão do Estado, começa nesta terça-feira (20), a Caravana DETRAN nos Municípios, com o Fórum de Educação para o Trânsito.
O evento que este ano leva o Projeto “Na Faixa com a Turma do Fom-Fom”, que tem como objetivo lembrar ao pedestre a importância de atravessar na faixa e aos condutores o respeito que devem ter para com os pedestres.
Tem como foco a prevenção de acidentes de trânsito envolvendo motociclistas, vai reunir especialistas na área de saúde, mobilidade urbana, condutores de veículos e muitos pilotos de motos para discutir, entre outros assuntos, temas ligados à segurança no trânsito das grandes cidades, com palestras, dicas sobre boa conduta no trânsito e sorteio de brindes, quando o público participante será alertado para os elevados números de acidentes envolvendo motociclistas em Pernambuco e as medidas que podem ser tomadas para evitar riscos a própria vida no trânsito.
A Caravana Detran nos Municípios é um programa do Governado Paulo Câmara, que prioriza a conscientização das pessoas em benefício da segurança no trânsito.
O evento leva para Petrolândia ações de educação de trânsito que também será realizada nas cidades de Jatobá e Tacaratu, Sertão, e estará voltada, de forma especial, para condutores de motocicletas, levando blitiz’s educativas, palestras para alunos da rede estadual e curso de pilotagem defensiva, que vai acontecer numa parceria entre o DETRAN-PE e a Honda/Sertamol, na Orla do São Francisco.
Faleceu essa madrugada na Casa de Saúde Doutor José Evóide de Moura a professora Manuela Carneiro de Oliveira. Ela tinha 41 anos e perdeu a luta para as complicações de um câncer de mama. Manuela era casada com o também professor Glauber James Nunes, e tinha um filho de 16 anos. Foi por anos professora […]
Faleceu essa madrugada na Casa de Saúde Doutor José Evóide de Moura a professora Manuela Carneiro de Oliveira.
Ela tinha 41 anos e perdeu a luta para as complicações de um câncer de mama.
Manuela era casada com o também professor Glauber James Nunes, e tinha um filho de 16 anos. Foi por anos professora da Escola de Educação Infantil Dom Hélder Câmara, da rede particular de ensino. Era descrita como competente e de uma educação e forma de cativar os alunos marcante.
Tinha sido aprovada para lecionar na rede estadual de ensino, mas a doença só fez com que tomasse posse e tivesse pouco tempo de atividade, sem conseguir lecionar em virtude da luta pela vida.
Na cidade, um grupo de oração e apoio com amigos e familiares chegou a ser formado para lhe dar apoio e suporte. Ela chegou a comemorar a regressão e cura do câncer, mas foi vítima de uma volta agressiva da doença.
Velório e sepultamento
O velório deve ocorrer a partir da manhã deste domingo na Casa de Velórios do Plano BM, no Bairro Padre Pedro Pereira.
O sepultamento está programado para esta segunda, dia 4, 9 da manhã, no Cemitério São Judas Tadeu.
Blog do Carlos Britto Um ano após as fortes chuvas que destruíram a antiga ponte do sobre o Riacho do Pequi, em Bodocó (PE), Sertão do Araripe, a população local cobra celeridade na obras de construção do novo equipamento, prometido pelo Governo do Estado. Um outubro deste ano, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PE) anunciou […]
Um ano após as fortes chuvas que destruíram a antiga ponte do sobre o Riacho do Pequi, em Bodocó (PE), Sertão do Araripe, a população local cobra celeridade na obras de construção do novo equipamento, prometido pelo Governo do Estado.
Um outubro deste ano, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PE) anunciou que o Estado está investindo recursos próprios de R$ 4,1 milhões nas obras. Por conta disso, um trecho da PE-545 ainda continua interditado, prejudicando o acesso ao município.
Segundo o DER-PE, a previsão de conclusão da nova ponte é de 180 dias.
Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) vão decidir nesta quarta-feira (07) se apoiam o voto do relator Augusto Nardes, que vai recomendar ao Congresso Nacional a rejeição ou aprovação das contas públicas de 2014. O grupo também vai analisar, antes da sessão, um pedido feito pelo governo para afastar Nardes da relatoria […]
Reunião de parlamentares da oposição com presidente do TCU, Augusto Nardes (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) vão decidir nesta quarta-feira (07) se apoiam o voto do relator Augusto Nardes, que vai recomendar ao Congresso Nacional a rejeição ou aprovação das contas públicas de 2014.
O grupo também vai analisar, antes da sessão, um pedido feito pelo governo para afastar Nardes da relatoria do caso, alegando que ele cometeu irregularidade ao antecipar, na semana passada, a informação de que vai recomendar a rejeição das contas.
Os ministros do TCU vão dedidir, entre outras questões, se o governo usou as chamadas “pedaladas fiscais” como manobra para aliviar momentaneamente as contas de 2014 – que mesmo assim fecharam o ano passado com o pior resultado da história.
O parecer do TCU é apenas técnico. Não tem efeito prático sobre as contas públicas, mas funciona como uma recomendação aoCongresso, sugerindo ou não a rejeição.
Esse parecer é então encaminhado ao Poder Legislativo que, aí sim, faz o julgamento político da atuação do governo. Em votação, os parlamentares decidem se o governo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige o uso correto do dinheiro público.
Há três possíveis consequências para a rejeição das contas no Congresso: a primeira é política e pode implicar a responsabilização da presidente da República e de membros do Executivo.
A segunda é administrativa, podendo gerar restrições na transferência de recursos públicos. E a terceira é penal, com possíveis punições que podem resultar até na perda de direitos políticos de membros do Executivo, segundo analistas ouvidos pelo G1.
Na votação, o Plenário do TCU – formado em sessão extraordinária pelos nove ministros e por um representante do Ministério Público –, avalia o parecer prévio do relator, ministro Augusto Nardes.
A votação do Plenário pode ser suspensa se algum ministro pedir vista, alegando algum conflito de interesse ou necessidade de mais tempo para analisar o caso. O Plenário precisa decidir, em conjunto, se aceita ou rejeita a recomendação feita pelo relator sobre as contas do governo.
Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo. A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse […]
Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo.
A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse total, 324, ou seja, 50,2%, tiveram sintomas pós-infecção, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como Covid longa.
O estudo foi publicado na revista Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene.
Ao todo, a pesquisa contabilizou 23 sintomas, após o término da infecção aguda. Fadiga, que se caracteriza por cansaço extremo e dificuldade em realizar atividades rotineiras, é a principal queixa entre os pacientes, relatada por 115 pessoas (35,6%).
Também entre as sequelas mais mencionadas estão tosse persistente (110; 34,0%), dificuldade para respirar (86; 26,5%), perda do olfato ou paladar (65; 20,1%) e dores de cabeça frequentes (56; 17,3%).
Além disso, também chamam a atenção os transtornos mentais, como insônia (26; 8%), ansiedade (23; 7,1%) e tontura (18; 5,6%). Entre os relatos estão ainda sequelas mais graves, como a trombose, diagnosticada em 20 pacientes, ou seja, 6,2% da população monitorada.
Segundo a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordena o estudo, todos os sintomas relatados iniciaram após a infecção aguda e muitos deles persistiram durante os 14 meses, com algumas exceções, como trombose que, por ter sido devidamente tratada, por meio intervenções médicas adequadas, os pacientes se recuperaram em um período de cinco meses.
“Temos casos de pessoas que continuam sendo monitoradas, pois os sintomas permaneceram para além dos 14 meses. Constatamos ainda que a presença de sete comorbidades, entre elas hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas”, explica a coordenadora.
Os resultados do estudo mostraram ainda que os sintomas pós-infecção se manifestam nas três formas da doença: grave, moderada e leve. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros.
Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 (59,3%) apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda.
“Tais resultados mostram a importância de entendermos bem essas sequelas, uma vez que estão ocorrendo até mesmo em pessoas que, durante a fase aguda da infecção, estiveram assintomáticas”, ressalta a pesquisadora.
Participantes
A pesquisa acompanhou pacientes atendidos no pronto-socorro do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos referência para Covid-19 em Belo Horizonte. Os pacientes procuraram atendimento entre abril de 2020 e março de 2021. Todos eles foram testados por RT-qPCR e tiveram diagnóstico positivo para a doença.
O monitoramento dos sintomas e sequelas remanescentes foi feito por meio de entrevistas realizadas uma vez por mês, presencialmente ou por meio de uma plataforma virtual, no decorrer de 14 meses após diagnóstico confirmatório, no período compreendido entre março de 2020 a novembro de 2021.
A idade dos participantes variou entre 18 e 91 anos; sendo que 53,9% eram do sexo feminino. Dos 646 pacientes acompanhados, apenas cinco haviam sido vacinados e, desses, três tiveram a Covid longa.
De acordo com a pesquisadora Rafaella Fortini, as informações obtidas a partir do estudo permitem uma melhor compreensão acerca dos efeitos a longo prazo da Covid-19.
“Trata-se de uma doença complexa, que pode atingir vários órgãos, e, dessa forma, ter informações é fundamental para que possa ser tratada adequadamente. Ainda há muito o que se conhecer: por que acontece? De que forma ela age no organismo? As respostas para esses questionamentos vão nos permitir entender a fisiopatologia da Covid longa, nos dando condições de resolver essas sequelas de maneira adequada”, destaca.
Ainda segundo a pesquisadora, é importante que as pessoas busquem os serviços de saúde para o tratamento da Covid longa. “Há uma tendência de procurar tratamento apenas para as sequelas mais graves, como a trombose. Entretanto, é fundamental buscar ajuda médica para as outras questões, pois elas também podem interferir bastante na qualidade de vida das pessoas”, afirma.
Uma nova pesquisa do Instituto Simplex para o Blog do Elielson e CBN Recife mostra estabilidade nos percentuais da corrida sucessória ao Governo de Pernambuco. O levantamento tem margem de erro de 3% para mais ou para menos e 95% de confiança. Comparado a levantamentos anteriores com três candidatos, o dado mostra estabilidade. Em 4 […]
Uma nova pesquisa do Instituto Simplex para o Blog do Elielson e CBN Recife mostra estabilidade nos percentuais da corrida sucessória ao Governo de Pernambuco.
O levantamento tem margem de erro de 3% para mais ou para menos e 95% de confiança.
Comparado a levantamentos anteriores com três candidatos, o dado mostra estabilidade. Em 4 de fevereiro, João Campos tinha 65,1% (foi a 65,9%), Raquel Lyra tinha 23,3% (foi a 26,2%) e Gilson Machado tinha 11,6% e foi a 7,9%.
Em resumo, o voto de Gilson gradativamente migra pra Raquel e João não desidrata, a se considerar a pesquisa.
Na minha análise para o Sertão Notícias, da Cultura FM de Serra Talhada, falo sobre esse levantamento e o alerta que ele acende no Palácio do Campo das Princesas. Mais que nunca, é hora de a governadora Raquel Lyra reagir, sob pena de não ter mais tempo para reverter o quadro no próxmo ano:
Você precisa fazer login para comentar.