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Serra Talhada: Vereadores pedem prestação de contas sobre ações contra a Covid-19

Por André Luis

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, da última segunda-feira (15.06), o hospital de retaguarda foi um dos temas mais abordado, diante da solicitação do Ministério Público na contratação de 31 leitos para atender aos pacientes da Covid-19 e o fechamento do Hospital Souto Maior.

O vereador Sinézio Rodrigues questionou a atuação do governo do estado e ressaltou o governo municipal. “O município não tinha outra solução a não ser levar pro Souto Maior, os leitos. O que é incoerente no discurso é a falta do pedido de melhoria. Estão querendo atribuir a responsabilidade do governo do estado pra o município. Estamos vendo vereadores incitando o não cumprimento de um decreto com relação a fogueira, mas não vemos o mesmo sendo feito sobre a falta de transparência com o governo estadual”.

Pinheiro de São Miguel defendeu a prestação de contas do que está sendo gasto com a pandemia do novo coronavírus. “Não fizemos nada mais que o nosso papel de fiscalizar. A população precisa saber, detalhadamente, o que entrou na conta do governo municipal e o que está sendo feito. Não estamos dizendo que tem desvio, só pedimos uma prestação de contas detalhada e acessível, para que o povo entenda o que já foi feito e o que ainda será feito para o combate da Covid-19 em Serra Talhada”.

O vereador José Raimundo fez referência aos números de Serra Talhada e a ação da prefeitura. “Hoje temos um número pequeno de internados, graças à Deus e a gestão, que vem realizando testes e acompanhando de perto as pessoas infectadas, ligando para quem teve contato e realizando um controle mais perto da doença. Se temos poucos casos, é graças ao controle e cuidado dos profissionais, agora, onde está o Hospital prometido pelo governo do estado? A gente tem que dar responsabilidade e cobrar providência”, ressaltou.

Ao final, Manoel Enfermeiro, presidente da Casa, pediu mais união ao grupo, no sentido de buscar melhorias para Serra Talhada, independentemente de partido político.

“Vamos cobrar prestação de contas do HOSPAM também. Precisamos acabar com a picuinha e cuidar das pessoas. A prefeitura tem acompanhado os casos, oferecendo o medicamento e cuidando. Não vejo o povo reclamando do que o governador prometeu e não fez. Vamos ter respeito por nós mesmos, vamos nos unir e trabalhar por Serra Talhada”, finalizou o presidente.

Outras Notícias

O Blog e a História: a última vez que teve bate chapa no Cimpajeú

Em 27 de janeiro de 2017: na manhã desta sexta-feira (27) aconteceu em Afogados da Ingazeira a votação para a nova presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú). Duas chapas disputam a eleição, a primeira com Marconi Santana (presidente), Sávio Torres (vice-presidente) e João Batista (1º secretário), respectivamente prefeitos de Flores, Tuparetama […]

Em 27 de janeiro de 2017: na manhã desta sexta-feira (27) aconteceu em Afogados da Ingazeira a votação para a nova presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú).

Duas chapas disputam a eleição, a primeira com Marconi Santana (presidente), Sávio Torres (vice-presidente) e João Batista (1º secretário), respectivamente prefeitos de Flores, Tuparetama e Triunfo.

A Segunda chapa foi formada esta semana durante reunião em Recife e contava com o prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira (presidente), o prefeito de Tabira Sebastião Dias (vice-presidente) e o prefeito de Santa Terezinha Geovane Martins (1º secretário).

A votação demorou a iniciar por conta de um entrave. Não houve consenso entre as chapas e segundo o blogueiro Júnior Finfa, falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta manhã, Ângelo, deixou o recinto antes da votação, seguido de outros prefeitos que apoiavam a sua candidatura.

Ainda segundo Finfa, ouviu do prefeito de Tabira Sebastião Dias que iria retirar o seu município do Consórcio, em represália a eleição de Marconi.

Marconi Santana foi eleito com os votos de Luciano Duque, Anchieta Patriota, Manuca, Zeinha, Lino, Sandra da Farmácia, Mário da Caixa, Tássio Bezerra, João Batista e Sávio Torres. Houve 7 ausências.

Reunido com prefeitos, Paulo Câmara diz que Pernambuco vai investigar possível variante do coronavírus no Agreste

Prefeitos e prefeitas do Agreste se reuniram nesta manhã (25) com o governador Paulo Câmara para discutirem a atual situação da pandemia e as novas medidas restritivas que começarão a vigorar na região a partir de amanhã (26). Nos próximos 15 dias, apenas serviços que não provoquem aglomeração poderão funcionar nos dias úteis e no […]

Prefeitos e prefeitas do Agreste se reuniram nesta manhã (25) com o governador Paulo Câmara para discutirem a atual situação da pandemia e as novas medidas restritivas que começarão a vigorar na região a partir de amanhã (26). Nos próximos 15 dias, apenas serviços que não provoquem aglomeração poderão funcionar nos dias úteis e no fim de semana. A reunião foi promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).

Na oportunidade, o governador Paulo Câmara pediu o apoio dos governos locais e demonstrou preocupação com o atual momento da pandemia no Estado. “Estamos trabalhando diariamente e monitorando todos os indicadores. Oficializamos o Ministério da Saúde solicitando um amplo processo de testagem, principalmente no Agreste, para investigação de uma possível variante. Sobre o oxigênio, solicitamos à pasta federal o envio de mais estoque, como também estamos em contato com estados vizinhos para envio deste material”, destacou o governador.

O estado de Pernambuco está realizando a transferência de  100 concentradores de oxigênio para o Agreste e a distribuição de máscaras na região. O secretário de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo, revelou aos gestores os números da pandemia. “Mesmo com a maior rede de UTIs do Norte/Nordeste, a quantidade de pacientes que precisam de internação só aumenta. Temos registrados, no Agreste, na semana 20, 366 pacientes necessitando de leitos de UTI. Hoje não há mais equipe disponível nem insumos para abrirmos mais leitos”, reiterou Rebêlo.

André Longo, secretário de Saúde, frisou que o Estado passa pelo pior momento da série histórica da pandemia. “Precisamos adotar medidas proporcionais, são medidas necessárias para o enfrentamento neste momento. Há uma saturação da nossa rede assistencial, já transbordando para outras macrorregiões, estamos transferindo pacientes para o Sertão. A fila tem sido crescente e bastante preocupante. Com esses dados nós passamos a trabalhar com a possibilidade de uma nova variante do Agreste, tendo em vista a rápida transmissibilidade do virús”, enfatizou Longo.

Ainda segundo Longo, o governo do Estado dará suporte aos municípios, “mas é necessário o trabalho de formiguinha da atenção primária, das equipes de saúde e de fiscalização para coibir festas clandestinas. Tentar sensibilizar o comércio, os empresários sobre a situação atual para que possamos voltar com as atividades econômicas o mais rápido possível. Temos que trabalhar de mãos dadas para melhorar o nosso comportamento social, salvando todas as vidas possíveis. Ainda não aprendemos a conviver com esse vírus e precisamos reverter essa situação, poder público, empresariado e população em geral”, frisou o secretário.

Os prefeitos e prefeitas foram unânimes quanto ao apoio para cumprimento das medidas que vigorarão a partir de amanhã (26) no Agreste. No entanto, frisaram a necessidade do apoio da polícia militar no trabalho de fiscalização, junto aos funcionários da prefeitura, para combater ações de aglomeração. O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, prometeu um investimento da pasta para reforço do efetivo policial na região.

O presidente da Amupe, José Patriota, afirmou que “a Amupe vai trabalhar junto aos governos locais no que for possível para cooperar no cumprimento das medidas restritivas em defesa da vida. Hoje a necessidade exige ainda mais o distanciamento social, aliado a vacinação, que está surtindo efeito nas classes já totalmente vacinadas, temos totais condições de vencer essa guerra contra o vírus”, concluiu.

Prefeito paraibano que declarou gastos de R$ 3 mil em campanha ouvido em audiência hoje

Por Anchieta Santos Acontece hoje, 7 de março às 9h50, audiência de instrução na 34ª Zona Eleitoral de Princesa Isabel/PB, do prefeito Everton Firmino Batista, conhecido por Tom e o vice-prefeito Jose Beroaldo Gomes de Andrade, ambos do PMDB de Água Branca/PB. A audiência é referente à Ação de Investigação Judicial Eleitoral(AIJE) por captação indevida […]

Nem tanto ao mar nem tanto à terra: só o terno da posse de Tom, corresponderia, no mínimo, a 10% dos gastos declarados em campanha. Isso se comprado na Colombo…

Por Anchieta Santos

Acontece hoje, 7 de março às 9h50, audiência de instrução na 34ª Zona Eleitoral de Princesa Isabel/PB, do prefeito Everton Firmino Batista, conhecido por Tom e o vice-prefeito Jose Beroaldo Gomes de Andrade, ambos do PMDB de Água Branca/PB.

A audiência é referente à Ação de Investigação Judicial Eleitoral(AIJE) por captação indevida de recursos eleitorais promovida pela coligação “O Trabalho não pode parar” formada pelos partidos PSB, PROS, PSDB, PP, e DEM, na pessoa do seu representante legal Júlio Cesar Firmino Alves.

A acusação é de que a chapa acusada teria ocultado gastos eleitorais que de forma determinante teria influenciado no pleito e utilizado recursos de origem não identificada cujo montante corresponde a R$ 55.270,00, ou seja, 93,35% dos recursos arrecadados e não registrados na prestação de contas.

A prestação de contas do prefeito eleito de Água Branca, Everton Firmino Batista, conhecido por Tom, durante toda a sua campanha teria realizado gastos eleitorais de apenas R$ 3.936,80 declarados à Justiça Eleitoral.

Entre as justificativas estranhas de Tom para o baixo custo, está afirmação de que a chapa vitoriosa realizava o seu percurso de bicicletas e caronas. Os jingles com nomes da chapa foram extraídos da internet e até o guia eleitoral. Coincidência demais, não?

Humberto se reúne com ministro da Integração para cobrar verba à Adutora do Pajeú

Preocupado com o ritmo da execução da obra da adutora do Pajeú, em Pernambuco, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PE-PT), sugeriu, nesta terça-feira (26), em reunião com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, que os parlamentares do Estado e da Paraíba apresentem emendas de bancada para concluir o empreendimento, segundo nota de […]

Preocupado com o ritmo da execução da obra da adutora do Pajeú, em Pernambuco, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PE-PT), sugeriu, nesta terça-feira (26), em reunião com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, que os parlamentares do Estado e da Paraíba apresentem emendas de bancada para concluir o empreendimento, segundo nota de sua assessoria.

Humberto explicou que os congressistas dos dois Estados estão atentos aos cortes orçamentários feitos pelo governo federal, pois consideram fundamental a chegada da água do rio São Francisco nos 22 municípios pernambucanos e nos oito paraibanos contemplados pelo projeto.

O senador explicou que as emendas das duas bancadas poderiam chegar a pouco mais de R$ 100 milhões no orçamento e, assim, contribuir para os 30% de obras restantes.

“O desgoverno Temer não pode contingenciar esses recursos e paralisar a obra, tão importante para diminuir o problema da seca na nossa região. Não estamos falando de um projeto bilionário, mas sim da liberação de R$ 185 milhões, no total, para finalizar o empreendimento em 2018. A situação hídrica atual é caótica”, ressaltou.

Segundo ele, os munícipios estão numa situação de colapso há muitos anos e os parlamentares precisam, na disputa que há pelos poucos recursos existentes, estarem unidos a fim de beneficiar o povo sertanejo.

“O que nós queremos do ministério é R$ 25 milhões para concluir a 1ª fase da 2ª etapa este ano, que inclui as cidades de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, e R$ 160 milhões para a sua totalidade. O governo federal tem de se sensibilizar com a falta d’água em uma das regiões mais sofridas do país”, avalia.

O projeto da segunda etapa prevê duas unidades de captação no Eixo Leste do projeto de Integração do Velho Chico nos municípios de Betânia (PE) e Sertânia (PE), 13 estações elevatórias, mais de 400 quilômetros de adutoras com diâmetro de 100 a 700 milímetros, 11 reservatórios com capacidade unitária variando de 200 a 7 mil metros cúbicos.

Chico Torres renova voto em Marília Arraes e Lula

“Mais do que nunca estou junto com Marília Arraes, governadora e Lula, presidente”, afirmou o presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Chico Torres. O presidente do Legislativo, destacou que o momento é decisivo, e que “não podemos nos acovardar e ficar neutros, precisamos de um Pernambuco renovado, por isso, vamos novamente as urnas dia […]

“Mais do que nunca estou junto com Marília Arraes, governadora e Lula, presidente”, afirmou o presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Chico Torres.

O presidente do Legislativo, destacou que o momento é decisivo, e que “não podemos nos acovardar e ficar neutros, precisamos de um Pernambuco renovado, por isso, vamos novamente as urnas dia 30 de outubro eleger Marília para governadora e Lula para  presidente”, afirmou Chico.

No 1º turno a candidata Marília Arraes obteve 1.717 votos contando com a participação efetiva do vereador Chico Torres juntamente com os amigos correligionários. O ex-presidente Lula obteve 5.651 votos no município.