Serra Talhada: PRF descobre material de campanha eleitoral e R$ 10 mil em espécie
Por Nill Júnior
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), encontrou neste sábado, véspera das eleições, R$ 10 mil em notas de R$ 50, durante fiscalização na BR- 232 em Serra Talhada.
O dinheiro foi encontrado envolto de um saco plástico preto e dentro do porta-luvas de um veículo Cruze.
O motorista disse ter pego o veículo emprestado e não tinha conhecimento de que transportava as células, do mesmo modo que desconhecia a existência de santinhos e adesivos, além de uma caixa com 12 garrafas de uísques no porta-malas do carro.
Em contato com a proprietária, o motorista disse que, segundo ela, os R$ 10 mil seriam para a compra de um telefone celular e que o valor nada tinha de relação com o material de campanha.
Diante da suspeita de crime eleitoral, a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.
“A reforma que custaria R$ 100 mil reais, uma nova caldeira de R$ 50 mil reais e a herança de R$ 4 milhões de reais, inviabilizaram a reforma do Matadouro de Carnaíba”. A afirmação foi feita ontem ao comunicador Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, pelo Secretário de Agricultura de Carnaíba Jose Ivan. […]
“A reforma que custaria R$ 100 mil reais, uma nova caldeira de R$ 50 mil reais e a herança de R$ 4 milhões de reais, inviabilizaram a reforma do Matadouro de Carnaíba”. A afirmação foi feita ontem ao comunicador Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, pelo Secretário de Agricultura de Carnaíba Jose Ivan.
Ele assegurou que o Governo Anchieta Patriota está bancando o transporte da carne através de um caminhão frigorífico do Abatedouro Regional em Afogados para Carnaíba. Antes disso, a culpa da interdição do matadouro carnaibano pela Adagro foi colocada na conta da gestão Zé Mário, que não teria atendido recomendações para que o abate funcionasse no local.
Já o ex-prefeito Zé Mário disse em nota enviada à produção do mesmo programa que durante os quatro anos do governo o matadouro funcionou com aprovação do Ministério Público e Adagro. “Todas as exigências tivemos o cuidado de cumprir para não chegar ao ponto de interdição. Quase todas as cidades do Pajeú foram penalizadas, mas Carnaíba conseguiu aprovação de abate”, disse.
Ao final, Cassiano afirmou ter sido responsável pelo seu mandato. “Agora a responsabilidade é do novo governo. Sempre tive respeito com os marchantes e as pessoas que trabalham no abatedouro. A partir de 2017 a obrigação não é mais minha”.
O capítulo da vez vem da previdência: o prefeito Anchieta Patriota (PSB), comunicou ao Blog do Finfa, que foi pego de surpresa na manhã desta sexta-feira (10) com o bloqueio de R$ 422.959,94 no primeiro repasse referente ao mês de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo o prefeito, o bloqueio aconteceu em virtude do não pagamento do INSS por parte da gestão anterior no mês de dezembro passado.
O presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, esteve reunido nesta quarta-feira (31), com o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João. Na pauta melhorias para os serviços do Orelhão Digital. “Em breve, estaremos indo à Recife e fazendo a cotação de máquinas para emissão de RG […]
O presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, esteve reunido nesta quarta-feira (31), com o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João. Na pauta melhorias para os serviços do Orelhão Digital.
“Em breve, estaremos indo à Recife e fazendo a cotação de máquinas para emissão de RG nas respectivas casas legislativas”.
O Orelhão Digital é um projeto desenvolvido pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para garantir o acesso dos cidadãos a serviços disponibilizados pelo poder público através de ferramentas online.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) intensificou os acenos a siglas como DEM e PSD para viabilizar sua candidatura à Presidência em 2022 e, em entrevista à Folha, defendeu uma união de centro-esquerda para derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) e reforçou seu rompimento com o PT. A reportagem é de Joelmir Tavares/Folha de São Paulo. “Nesse […]
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) intensificou os acenos a siglas como DEM e PSD para viabilizar sua candidatura à Presidência em 2022 e, em entrevista à Folha, defendeu uma união de centro-esquerda para derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) e reforçou seu rompimento com o PT. A reportagem é de Joelmir Tavares/Folha de São Paulo.
“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno”, afirma.
Ciro, 63 — que disputou o Planalto três vezes e terminou em terceiro lugar no pleito de 2018, com 13 milhões de votos (12% dos válidos)— escancarou seu distanciamento da sigla ao não embarcar na campanha de Fernando Haddad (PT) no segundo turno daquele ano, vencido por Bolsonaro.
Ex-ministro do governo Lula (PT), o pedetista diz que o que chama de “lulopetismo” representa hoje uma “adversidade intransponível” em sua relação com a legenda.
“Converso muito com os petistas. Lá dentro, tem um grupo que acha que o Lula, com sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite. Faz as coisas sem consultar ninguém, joga só, é o Pelé”, compara.
“O Lula escolheu o Haddad [como pré-candidato em 2022] porque não fará sombra a ele nem hoje nem jamais. Ou seja, quer replicar a escolha da Dilma [Rousseff].”
Ciro e Lula sentaram para um papo em setembro do ano passado e colocaram em pratos limpos questões da atribulada relação, mas uma reconciliação, desejada por setores da esquerda, não avançou.
“Nós [PT e eu] somos coisas diferentes. Fomos aliados em alguns momentos e adversários em outros. Eu agora tenho uma adversidade intransponível com o lulopetismo, que é diferente dos outros ‘PTs’ que eu conheço”, afirma.
Entre seus interlocutores no partido de Lula estão o governador do Ceará (berço político dos Gomes), Camilo Santana, e o senador pela Bahia Jaques Wagner.
Repetindo o mantra de que “o Brasil precisa de uma amplíssima união de centro-esquerda”, o pedetista estreitou laços com os presidentes nacionais do DEM, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, e do PSD, o ex-ministro Gilberto Kassab, de olho em alianças.
O PDT, que em 2018 concorreu ao Planalto coligado apenas com o nanico Avante, trabalha também para repetir na disputa eleitoral o bloco que formou com PSB, PV e Rede Sustentabilidade, atuante na oposição a Bolsonaro no Congresso.
Grupos de trabalho vão vigiar de perto a influência de milícias e mudanças nas leis para garantir o voto livre em todo o país O Ministério Público (MP) Eleitoral deu um passo decisivo para proteger as urnas em 2026. Desde o dia 1º de janeiro, dois novos grupos de trabalho (GTs) começaram a operar com […]
Grupos de trabalho vão vigiar de perto a influência de milícias e mudanças nas leis para garantir o voto livre em todo o país
O Ministério Público (MP) Eleitoral deu um passo decisivo para proteger as urnas em 2026. Desde o dia 1º de janeiro, dois novos grupos de trabalho (GTs) começaram a operar com uma missão clara: impedir que o crime organizado dite as regras do jogo político e garantir que as novas leis eleitorais sejam aplicadas com rigor.
Com mais de 150 milhões de brasileiros aptos a escolher novos representantes — de deputados ao presidente da República —, a preocupação do órgão é evitar que o poder das facções e milícias substitua a vontade do eleitor. Os grupos têm atuação garantida, inicialmente, até outubro de 2027.
Barreira contra as milícias e o narcotráfico
O primeiro grupo, focado no Combate ao Crime Organizado, surge como uma resposta direta às denúncias de que criminosos estão tentando infiltrar aliados em cargos públicos para desviar recursos e corromper o Estado. Formado por procuradores regionais e especialistas da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), o foco será criar um “mapa de ação” para todo o Brasil.
Na prática, esses procuradores vão trabalhar em conjunto com os Gaecos (grupos especializados em crime organizado) e setores de inteligência para identificar candidatos financiados ou apoiados por grupos paramilitares. Vale lembrar que a Constituição Brasileira e a Lei dos Partidos Políticos são rígidas: quem tem ligação com o crime não pode se candidatar.
Exemplos reais: O rigor não é teórica. Em eleições passadas, o MP conseguiu barrar candidatos a vereador no Rio de Janeiro (em cidades como Belford Roxo e Niterói) justamente por envolvimento com o crime.
Olho vivo nas mudanças da lei
O segundo grupo de trabalho foca no Acompanhamento Legislativo e Jurisprudencial. Como as leis eleitorais e as decisões dos tribunais mudam com frequência, esses oito procuradores terão o papel de “sentinelas”. Eles vão acompanhar cada novo projeto de lei no Congresso e cada regra editada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O objetivo é que nenhum promotor no interior do Brasil fique desatualizado. O grupo enviará relatórios mensais com as principais decisões judiciais (jurisprudência), ajudando a definir as teses que o MP vai defender nos tribunais para punir abusos de poder econômico ou político.
Estrutura e comando
As portarias que deram vida a essas frentes de trabalho (PGE nº 65 e 66/2025) foram assinadas pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa. A ideia central é que, embora cada promotor tenha independência para trabalhar em sua cidade, todos tenham acesso à mesma base de dados e inteligência estratégica para enfrentar o crime organizado. As informações são do Causos & Causas.
Haverá fechamento de repartições públicas, bancos e comércio. Saiba o porquê do feriado Esta terça, 6 de março, é feriado pela primeira vez em Pernambuco neste ano, após ter sido instituído em 2017. Não são poucas as pessoas que tem perguntado se de fato haverá fechamento de repartições públicas e comércio, e o porquê do feriado. Nesta […]
Na foto, o Monumento aos Heróis da Revolução Pernambucana de 1817, que fica na Praça da República, em Recife. Foto: Ricardo Fernandes/DP
Haverá fechamento de repartições públicas, bancos e comércio. Saiba o porquê do feriado
Esta terça, 6 de março, é feriado pela primeira vez em Pernambuco neste ano, após ter sido instituído em 2017. Não são poucas as pessoas que tem perguntado se de fato haverá fechamento de repartições públicas e comércio, e o porquê do feriado.
Nesta terça, repartições públicas fecham e instituições de ensino não têm aula. O comércio também fechará as portas, apesar das queixas de algumas Câmaras de Dirigentes Logistas (CDL), preocupadas com o movimento.
A Secretaria Estadual das Cidades – Secid, por exemplo, informa que a sede do DETRAN, a Unidade de Controle de Táxi e Coletivos – DUAT; as Circunscrições Regionais de Trânsito – Ciretrans; e as unidades da Autarquia nos shoppings e nos Expressos Cidadão, não funcionaram.
Prefeituras também estarão fechadas, assim como as secretarias, ressalvados alguns serviços essenciais. Órgãos regionais em toda a região também estarão fechados.
Mas você sabe porque? A data magna estadual presta uma homenagem à chamada Revolução Pernambucana, quando o estado se tornou uma república independente do resto do Brasil colonial.
O ano era 1817. A então capitania de Pernambuco se revoltou e declarou independência do resto do Brasil no dia 6 de março, rompendo com o governo da família real portuguesa. A República de Pernambuco durou cerca de 70 dias, mas marcou a história do país.
A bandeira do estado, ostentada por muitos pernambucanos com orgulho, é a mesma utilizada pelos revolucionários. Ela foi adotada pelo então governador, Manoel Borba, em 1917, lembra Cabral.
A revolta é também conhecida como Revolução dos Padres. Na época, a maçonaria uniu forças com clero católico esclarecido. Ambos lutavam pela liberdade de pensamento, pelos direitos de cidadania e por uma imprensa livre. O estado independente durou cerca de 70 dias.
A Data Magna do Estado, comemorada no dia 6 de março, foi transformada em feriado estadual, após aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) através da Lei nº 16.059, de 8 de junho de 2017. A autora foi a Deputada Terezinha Nunes.
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