Serra Talhada: Prefeitura paga aposentados e pensionistas dentro do mês
Por André Luis
A Prefeitura de Serra Talhada realizou, nesta sexta-feira (29), o pagamento dos aposentados e pensionistas do município. O valor total creditado foi de R$ 3,1 milhões, beneficiando 1.138 segurados do Instituto de Previdência Social de Serra Talhada (IPST).
O presidente do Instituto, Jânio Carvalho, destacou a importância da medida. “Mais uma vez a gestão da prefeita Márcia Conrado demonstra responsabilidade e zelo com os aposentados e pensionistas. Estamos garantindo que todos recebam seus proventos dentro do mês trabalhado, algo que virou rotina em Serra Talhada e que assegura tranquilidade e dignidade para quem já dedicou tantos anos de serviço ao município”, afirmou.
“O pagamento em dia dos aposentados e pensionistas é uma prioridade da nossa gestão. Reconhecemos a contribuição de cada servidor que ajudou a construir a história de Serra Talhada, e por isso mantemos o compromisso de honrar esse direito dentro do mês, garantindo segurança e tranquilidade para essas famílias”, finalizou a prefeita Márcia Conrado.
Da Agência Estado A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff está disposta a um acordo com a acusação para diminuir a quantidade de testemunhas a serem ouvidas na fase final do processo de impeachment. A redução evitaria que a sessão de julgamento, prevista para começar no dia 25 de agosto, se prolongue e paralise o […]
A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff está disposta a um acordo com a acusação para diminuir a quantidade de testemunhas a serem ouvidas na fase final do processo de impeachment. A redução evitaria que a sessão de julgamento, prevista para começar no dia 25 de agosto, se prolongue e paralise o Senado no segundo semestre.
Dilma é acusada de participação em cinco fatos que podem configurar crime de responsabilidade – as pedaladas fiscais no Banco do Brasil e a edição, supostamente ilegal, de quatro decretos orçamentários. Conforme o entendimento de técnicos do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Senado, o Código do Processo Penal admite que defesa e acusação arrolem, cada uma, cinco testemunhas para cada um dos fatos. O total de convocados, portanto, pode chegar a 50 (25 para cada lado).
Transição: outra questão em debate é a sucessão do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Ele comandará o julgamento, que equivale a uma sessão de júri, caso o processo avance na comissão do impeachment e, em seguida, no plenário.
A equipe do ministro estuda o impeachment desde abril e está familiarizada com o processo. Em 10 de setembro, ele será substituído em suas funções pela ministra Cármen Lúcia. A transição poderia implicar algum atraso no processo ou mesmo mudanças no entendimento sobre a forma de conduzi-lo.
O ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, que representa Dilma no processo, disse que concorda com a redução do número de testemunhas. Ele já conversou a respeito com o presidente da comissão do impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), e planeja tratar do assunto com Lewandowski. O objetivo é chegar a um consenso sobre a quantidade de testemunhas.
Impacto: para setores do PT, um desfecho mais ou menos célere do impeachment não vai interferir, necessariamente, no resultado do processo, mas poderá criar problemas em meio às eleições deste ano. A exposição do julgamento prejudicaria candidaturas do partido para prefeituras e Câmaras municipais.
A defesa de Dilma avaliou convocar como testemunha o procurador da República Ivan Marx, do Ministério Público Federal, em Brasília. Em pareceres enviados à Justiça, Marx concluiu que as pedaladas fiscais não foram operações de crédito. O argumento de que as manobras foram “empréstimos ilegais” é uma das bases do processo. “Os pareceres mostram que nossa tese jurídica é correta e sustentável”, disse Cardozo.
A acusação alegou que seu interesse é em um quadro enxuto de depoentes e em um desfecho célere. “Nós não arrolaremos nem cinco testemunhas. Os crimes estão mais do que provados. Imprimir alguma racionalidade a esse processo só depende deles”, afirmou a jurista Janaina Paschoal, signatária do pedido de impeachment.
A governadora Raquel Lyra realizou, nesta sexta-feira (26), uma visita institucional ao Maranhão para conhecer as políticas penitenciárias desenvolvidas no Estado. Acompanhada do governador Carlos Brandão, a gestora conheceu a Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM) e o Complexo Penitenciário São Luís, e destacou que é importante conhecer o funcionamento de ações que geraram melhores […]
A governadora Raquel Lyra realizou, nesta sexta-feira (26), uma visita institucional ao Maranhão para conhecer as políticas penitenciárias desenvolvidas no Estado. Acompanhada do governador Carlos Brandão, a gestora conheceu a Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM) e o Complexo Penitenciário São Luís, e destacou que é importante conhecer o funcionamento de ações que geraram melhores resultados na humanização das políticas públicas locais.
“Estamos visitando o sistema penitenciário do Maranhão, que já teve uma penitenciária considerada a pior do Brasil. Hoje vimos que o sistema mudou a partir do incentivo ao servidor, com planejamento, trabalho, com inclusão de educação e ressocialização. Queremos levar modelos como esse, que deram certo, para o nosso Estado. Assim a gente muda Pernambuco para melhor e diminui a criminalidade e a reincidência criminal”, ressaltou a chefe do Executivo pernambucano.
Na ocasião, Raquel Lyra pôde conhecer as ações implementadas no Maranhão na área de humanização, sobretudo nas frentes de trabalho realizadas pelos reeducandos do sistema prisional do Estado. Durante a visita, os governadores foram à UPFEM, onde participaram de uma apresentação institucional.
Em seguida, a comitiva conheceu a Padaria, Malharia e o Projeto Digitalização, localizadas também na UPFEM. Após isso, eles seguiram para o Complexo Penitenciário São Luís, com visita às seguintes frentes de trabalho: Fábrica de Estofados, Lavanderia, Cadeiras de Escritório, Meu Ganha Pão, Produção de Conjuntos Escolares e Fábricas de blocos.
“Conhecer as boas práticas de Estados que vêm se destacando no processo de ressocialização é essencial para que possamos levar essas experiências para serem replicadas em Pernambuco. Pegamos um sistema prisional falido da antiga gestão e estamos empenhados em mudar essa realidade”, frisou a secretária de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Lucinha Mota, que também acompanhou a agenda.
Em Pernambuco, pelo menos 2.300 pessoas privadas de liberdade (PPLs) trabalham nas 23 unidades prisionais do estado. Eles atuam na limpeza, conservação, preparação de alimentos, hortas, marcenaria, manutenção e capinação nas unidades prisionais, entre outras atividades.
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, informou ao Debate do Sábado, que apresento na Gazeta FM, que após recurso desabilitou a empresa que forneceria o tomógrafo para suporte à saúde do município. Motivo: a empresa vencedora tinha licença provisória de funcionamento de um ano e não tinha entregue um equipamento […]
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, informou ao Debate do Sábado, que apresento na Gazeta FM, que após recurso desabilitou a empresa que forneceria o tomógrafo para suporte à saúde do município.
Motivo: a empresa vencedora tinha licença provisória de funcionamento de um ano e não tinha entregue um equipamento sequer no país.
As duas empresas que haviam perdido pelo preço ofertado ingressaram com recursos, aceitos pela prefeitura, que deu dez dias para a desabilitada se manifestar.
Paulo não descarta o risco de judicialização, mas diz que todas etapas tem sido cumpridas. Até O fim da semana que vem, vamos finalizar o processo e asinar o contrato com a nova vencedora.
A primeira classificada começou a importar equipamentos chineses. O município fez diligência para saber de certificações e onde já tinha equipamento instalado. “Só vendeu um para o Rio Grande do Norte mas não entregou ainda”.
O histórico das outras duas habilitadas é bem melhor. Tratam -se da japonesa Cannon japonesa e da General Eletrics, a GE.
Do Farol de Notícias Por volta das 2h30 desta sexta-feira (3), Adriano Melo da Silva, 33 anos, foi morto com vários disparos de arma de fogo na Avenida Triunfo, no bairro São Cristóvão, enquanto bebia numa mesa de bar. De acordo com a Polícia Civil, em conversa com o Farol, dois homens não identificados chegaram […]
Por volta das 2h30 desta sexta-feira (3), Adriano Melo da Silva, 33 anos, foi morto com vários disparos de arma de fogo na Avenida Triunfo, no bairro São Cristóvão, enquanto bebia numa mesa de bar.
De acordo com a Polícia Civil, em conversa com o Farol, dois homens não identificados chegaram numa motocicleta e o garupa desceu já atirando contra a vítima.
Foram entre três a cinco tiros na região do tórax e o homem morreu no local. Ainda segundo a polícia, há informações que a vítima era usuário de drogas.
O corpo de Adriano Silva encontra-se no necrotério do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam) mas será conduzido até o Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru. Este é o 17º homicídio de 2018 em Serra Talhada.
O 16º homicídio do ano em Serra Talhada, aconteceu na noite anterior por volta das 20h30 o menor de iniciais T.F.F.J foi morto na Quadra 10, do bairro Mutirão, ao lado da quadra esportiva da Escola Vicente Ignácio de Oliveira, após ser atingido por três disparos de arma de fogo, todos na região da cabeça.
Segundo populares, em conversa com o Farol, um homem chegou a pés e fez os disparos à queima roupa fugindo em seguida. Há comentários que a vítima vinha correndo tentando fugir de uma possível perseguição, mas oficialmente esta informação não foi confirmada.
De acordo com o 14º BPM, a vítima, de idade não revelada, era usuário de drogas, andava com más companhias e já tinha passagem pela Funase. As informações foram repassadas pela mãe do menor, que velava o corpo no local do crime.
Isolados e marginalizados em seus partidos desde que assumiram posição crítica em relação ao governo do PT e ao centralismo dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), o grupo de senadores citados como “os bons” pela candidata Marina Silva (PSB), estão saindo do inferno para o céu. Sempre que questionada sobre a falta […]
Isolados e marginalizados em seus partidos desde que assumiram posição crítica em relação ao governo do PT e ao centralismo dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), o grupo de senadores citados como “os bons” pela candidata Marina Silva (PSB), estão saindo do inferno para o céu. Sempre que questionada sobre a falta de apoios no Congresso para governar, Marina tem dito que vai governar “com os melhores” de todos os partidos. E cita entre os que pretende tirar do “banco de reservas” os senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Eduardo Suplicy (PT-SP), Cristovam Buarque (PDT-DF) e até o ex-ministro José Serra, que disputa com Suplicy a vaga ao Senado pelo PSDB.
No limbo no PMDB, o senador Jarbas Vasconcelos, junto com Simon, sempre foi uma das vozes mais ácidas nas denúncias de abusos, desvios éticos, corrupção e desmandos dos governos do PT, e da relação com o comando do seu partido. O resultado dessa “rebeldia” foram anos de isolamento e uma verdadeira batalha para conseguir espaço para sua atuação parlamentar no Senado.
O senador pernambucano diz estar muito feliz com o reconhecimento de Marina, independente de ser ou não aproveitado em um eventual futuro ministério da socialista. Jarbas acredita, no entanto, que, se eleita, Marina vai virar o jogo.
“Sou tratado aqui no Senado como um excluído, só pertenço a uma comissão e para falar só no pequeno expediente. Dentro do partido sequer participo das reuniões. Minha convivência com Renan sempre foi formal e distante. Agora ele vai ter que aprender a viver na oposição. Vamos à forra! É o vento da mudança virando a moeda”, comemora Jarbas Vasconcelos, que disputa uma vaga como deputado federal.
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