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Serra Talhada: HEC está com 97% de leitos ocupados. Hospam tem 100%

Por André Luis

Município confirmou mais dois óbitos por Covid-19 e totaliza 127

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informou no boletim epidemiológico desta segunda-feira (12) que o município atingiu a marca dos 7.635 pacientes recuperados da Covid-19.

Foram confirmados 37 novos casos positivos da doença nas últimas 72 horas, diagnosticados através de 11 testes rápidos, 22 resultados de Swab e 4 exames particulares, sendo 15 pacientes do sexo masculino e 22 do sexo feminino, com idades entre 10 e 87 anos.

O município tem 226 casos em investigação, 38.087 casos descartados, 7.880 casos confirmados, 93 pacientes em isolamento domiciliar, 25 pacientes em internamento hospitalar, 118 casos ativos e 127 óbitos.

O 126º óbito se trata de paciente masculino, 73 anos, morador do bairro da Fazenda Olho D’água. O paciente apresentava comorbidades (hipertensão e diabetes), e faleceu no dia 09/04/2021, no Hospital Eduardo Campos.

O 127º óbito se trata de paciente feminino, 75 anos, moradora do Centro da cidade. A paciente apresentava comorbidades (doença vascular crônica e hipertensão), e faleceu no dia 09/04/2021, no Hospital Eduardo Campos.

INTERNAMENTOS:

A cidade de Serra Talhada tem nesta segunda-feira (12) um total de 86 pacientes internados, incluindo pacientes de Serra Talhada e de outras cidades pernambucanas.

O Hospital Eduardo Campos está com 97% de ocupação, com 3 pacientes em leitos clínicos e 68 na UTI. Destes, são 2 serra-talhadenses em leitos clínicos e 11 na UTI.

O HOSPAM está com 100% de ocupação, sendo 10 pacientes internados na UTI. Destes pacientes, 7 são de Serra Talhada.

Nos Leitos de Retaguarda do Hospital São José há 5 serra-talhadenses internados.

“Portanto, temos 25 pacientes serra-talhadenses internados, sendo 18 na UTI”, informou a Secretaria de Saúde no boletim.

Outras Notícias

O ecletismo musical de Sandro Vasconcelos

O Pajeú é um celeiro de artistas. E, nesse contexto, o serra-talhadense Sandro Rogério Barros de Vasconcelos (nome artístico Sandro Vasconcelos), residente em Afogados da Ingazeira, apresenta ao público em geral e, sobretudo aos cantores e cantoras nacionais, oitenta músicas no seu Canal no YouTube, de um total de trezentas, que serão publicadas no decurso […]

O Pajeú é um celeiro de artistas. E, nesse contexto, o serra-talhadense Sandro Rogério Barros de Vasconcelos (nome artístico Sandro Vasconcelos), residente em Afogados da Ingazeira, apresenta ao público em geral e, sobretudo aos cantores e cantoras nacionais, oitenta músicas no seu Canal no YouTube, de um total de trezentas, que serão publicadas no decurso dos próximos anos. Se inscreva no canal, acesse as Playlists de preferência, uma vez que as músicas estão segmentadas por gênero. 

O ecletismo do compositor se evidencia no seu trabalho com letras em português, espanhol, italiano, francês e inglês.

Respeitando as especificidades de cada idioma, são explorados os gêneros: andino, bolero, carimbó, ciranda, cúmbia, electronic music, folclórico, forró, frevo, instrumental, MPB, mambo, merengue, pagode, piseiro, pop, reggae, religioso, rock, rumba, salsa, samba e sertanejo.

O artista é Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, MBA (Master in Business Administration) em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, MBA em Gestão Bancária, Especialista em Contabilidade Internacional, Bacharel em Direito.

É escritor, Membro da Academia Serra-Talhadense de Letras, Colaborador da Academia Santa-Cruzense de Letras (Santa Cruz do Capibaribe – PE) e Membro da União Brasileira de Escritores (UBE), Seccional de Pernambuco.

Deltan Dallagnol tentou montar empresa de palestras para faturar com a Lava-Jato, diz site

De acordo com novas mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas em conjunto com a Folha, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, montou um plano de negócios de eventos e palestras para lucrar com a fama e contatos obtidos durante as investigações do caso de corrupção. A justificativa da iniciativa foi apresentada […]

De acordo com novas mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas em conjunto com a Folha, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, montou um plano de negócios de eventos e palestras para lucrar com a fama e contatos obtidos durante as investigações do caso de corrupção.

A justificativa da iniciativa foi apresentada por Deltan em um diálogo com a mulher dele. “Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok? É um bom jeito de aproveitar nosso networking e visibilidade”, escreveu.

O tema sobre a constituição de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas, foi discutido no fim de 2018 entre Deltan e um colega da Lava Jato.

Os procuradores cogitaram ainda uma estratégia para criar um instituto e obter elevados cachês. “Se fizéssemos algo sem fins lucrativos e pagássemos valores altos de palestras pra nós, escaparíamos das críticas, mas teria que ver o quanto perderíamos em termos monetários”, comentou Deltan no grupo com o integrante da força-tarefa.

A realização de parcerias com uma firma organizadora de formaturas e outras duas empresas de eventos também foi debatida nessa conversa.

A lei proíbe que procuradores gerenciem empresas e permite que essas autoridades apenas sejam sócios ou acionistas de companhias.

Os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept indicam que Deltan ocupou os serviços de duas funcionárias da Procuradoria em Curitiba para organizar sua atividade pessoal de palestrante no decorrer da Lava Jato.

A intensa atividade de Deltan como palestrante chamou a atenção da imprensa e levou os deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous (PT-RJ) a pedirem abertura de um procedimento disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público.

O requerimento, porém, foi arquivado, pois o órgão entendeu à época que as palestras se enquadravam como atividade docente, o que é permitido por lei, e ressaltou que grande parte dos recursos era destinada a instituições filantrópicas.

Prefeito de Tabira destaca protagonismo do Pajeú na posse de Carlos Veras no comando do PT-PE

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, participou neste domingo (24) da posse do deputado federal Carlos Veras como presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco, durante o 17º Encontro Estadual do PT. Natural de Tabira, Veras também é primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Para Flávio Marques, a eleição de Veras fortalece a representatividade do Sertão […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, participou neste domingo (24) da posse do deputado federal Carlos Veras como presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco, durante o 17º Encontro Estadual do PT. Natural de Tabira, Veras também é primeiro-secretário da Câmara dos Deputados.

Para Flávio Marques, a eleição de Veras fortalece a representatividade do Sertão do Pajeú na política estadual.

“O Pajeú sempre teve uma contribuição decisiva para a história política de Pernambuco. Ver agora um tabirense, filho do nosso Sertão, assumir a presidência estadual do PT é motivo de orgulho e de esperança”, afirmou o prefeito, que também parabenizou o deputado e destacou sua trajetória de compromisso com os trabalhadores.

O evento reuniu lideranças políticas como os senadores Teresa Leitão e Humberto Costa, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o ex-ministro José Dirceu e os deputados estaduais Rosa Amorim, João Paulo e Doriel Barros.

Sábado de Festa em Santa Rosa e Santa Cruz

Grandes atrações da musica nacional vão movimentar o final de semana no Sertão do Pajeú. Esticada por causa de problemas de saúde da cantora Solange Almeida que foi hospitalizada na Casa de Saúde José Evoide de Moura no final de agosto, a Festa de Santa Rosa será encerrada hoje com os shows de Seu Marquinhos […]

Bruno e Marrone cantam neste domingo em Santa Cruz da Baixa Verde

Grandes atrações da musica nacional vão movimentar o final de semana no Sertão do Pajeú.

Esticada por causa de problemas de saúde da cantora Solange Almeida que foi hospitalizada na Casa de Saúde José Evoide de Moura no final de agosto, a Festa de Santa Rosa será encerrada hoje com os shows de Seu Marquinhos às 22h e Solange Almeida à meia noite.

Já em Santa Cruz da Baixa Verde, a 24ª Festa da Rapadura, iniciada ontem com os shows de Limão com Mel e Sandryno Ferraz, terá sequência hoje com Kenedy e Nando e Forró dos Plays. A festa da Rapadura acaba amanhã com os shows de Boy Vaqueiro e a dupla famosa Bruno e Marrone.

Temer oferece R$ 10 bi em obras em troca de aprovação da reforma

Da Folha de São Paulo O presidente Michel Temer reforçará a munição do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), com até R$ 10 bilhões para a finalização de obras em redutos eleitorais de quem votar pela reforma da Previdência. Assessores presidenciais dizem que essa será uma das “armas” para pressionar o Congresso na […]

Da Folha de São Paulo

O presidente Michel Temer reforçará a munição do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), com até R$ 10 bilhões para a finalização de obras em redutos eleitorais de quem votar pela reforma da Previdência.

Assessores presidenciais dizem que essa será uma das “armas” para pressionar o Congresso na volta do recesso. O dinheiro sairá da própria economia gerada em 2018 com a eventual aprovação das novas regras da Previdência.

De acordo com o governo, cálculos da equipe econômica indicam que os gastos com benefícios que deixarão de ser feitos imediatamente após a reforma vão gerar uma sobra de R$ 10 bilhões no caixa se a mudança ocorrer ainda em fevereiro.

Ainda segundo o governo, quanto mais a reforma demorar a passar, menor será essa economia gerada. Em março, ela cai para cerca de R$ 7 bilhões. Em abril, R$ 4 bilhões.

Desde meados do ano passado, o governo vinha sinalizando com a liberação de recursos do Orçamento para obras em troca de votos pela a reforma. Mas as promessas sucumbiram diante da queda de receitas em 2017. Desta vez, a proposta é destinar os recursos da reforma às obras, um dinheiro “carimbado”.

Terão prioridade os projetos em andamento que necessitam de pouco dinheiro para serem inaugurados ou entrarem na fase final.

Entre eles estão ajustes finais na duplicação da rodovia Régis Bittencourt, na serra do Cafezal, obra praticamente concluída; a segunda fase da linha de transmissão de Belo Monte; a BR-163, no Pará, os aeroportos de Vitória (ES) e Macapá (AP) e a ponte do rio Guaíba (RS).

O governo trata essas obras como “de campanha” porque podem gerar votos nos municípios afetados. Na avaliação da equipe política do governo, isso faz diferença no momento em que as verbas de campanha estão travadas pelo Orçamento nos dois fundos destinados às eleições.

No entanto, esse dinheiro só pode ser manobrado até junho. A legislação eleitoral proíbe que o governo destine recursos para obras três meses antes das eleições.

Outra pressão para que os parlamentares votem o quanto antes é a ameaça de um congelamento de despesas que pode chegar a R$ 50 bilhões sem a reforma.

Nesse cenário, as obras poderão ter novo corte.

Na equipe econômica há quem diga que os ganhos com a Previdência neste ano seriam de R$ 5 bilhões, independentemente do mês em que a reforma for aprovada.

E que Temer não poderá contar com os recursos vindos da economia com a aprovação da Previdência diante de frustrações de medidas como a venda da Eletrobras, que promete R$ 12,8 bilhões, mas enfrenta resistência no Congresso, e o reajuste dos servidores, que seria adiado para 2019 e pode ser mantido pelo STF.

Campanha

Integrantes da equipe de Temer afirmam que ministros que deixarão o cargo para disputar o governo em seus Estados e outros candidatos a governadores de partidos da base aliada não querem ter de assumir o ônus de, ao vencerem as eleições, fazerem a reforma previdenciária em seu próprio Estado.

Eles preferem que a União aprove a reforma o quanto antes. O texto prevê que os Estados terão até seis meses para implementar suas próprias regras depois de aprovado pelo Congresso. Caso contrário, passa a valer no Estado a regra da União.

Inicialmente, o governo pretendia começar as conversas durante o recesso. Mas Marun desistiu da ideia de rodar o Brasil para reunir deputados no recesso para convencê-los a votar pela reforma.