Serra: Secretaria de Saúde abre inscrições para contratação temporária
Por Nill Júnior
A Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada (SMS) publicou edital nesta quinta-feira (4) o edital nº 04 abrindo inscrições para contratação temporária de profissionais para atuarem na mesma.
São 331 vagas para diversos profissionais médicos, odontólogos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, nutricionistas, educador físico, técnicos em enfermagem, auxiliar de consultório dentário, motoristas, etc.
As inscrições estão abertas a partir deste dia 04 até o próximo dia 18. os formulários para inscrição serão disponibilizados na sede do Núcleo de Vigilância em Saúde na Rua Deputado Afrânio Godoy, 1275, Bairro Nossa senhora da Penha das 8 às 13:00h e só poderão ser feitas presencialmente.
Para conhecer o edital e seus anexos na íntegra, acesse o site da prefeitura de Serra Talhada (www.serratalhada.pe.gov.br)
O presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Antony Franklin Moraes (PMDB) deverá assumir a prefeitura a partir da próxima semana e retornará ao cargo no Legislativo após 15 dias. No período, o vice-presidente, vereador José Carlos Santos (PSL) assumirá o cargo na Câmara. A informação é do Blog do Itamar. O prefeito José Patriota […]
O presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Antony Franklin Moraes (PMDB) deverá assumir a prefeitura a partir da próxima semana e retornará ao cargo no Legislativo após 15 dias. No período, o vice-presidente, vereador José Carlos Santos (PSL) assumirá o cargo na Câmara. A informação é do Blog do Itamar.
O prefeito José Patriota (PSB) irá viajar na próxima semana aos Estados Unidos (EUA), onde irá participar de um evento ainda não informado por sua assessoria, onde irá a convite ministrar uma palestra. Os custos serão da organização, pelo que afirmou em nota à Casa.
Como a vice-prefeita Lúcia Moura (Sem Partido), que assumiria o cargo também irá viajar, Frankilin é o primeiro na linha direta de sucessão. O prefeito José Patriota (PSB) e a vice-prefeita, Lúcia Moura (PTC), já pediram autorização à Câmara para afastamento do cargo, por conta da viagem.
Em Belo Jardim, o prefeito cassado pelo TSE João Mendonça ainda tem esperanças em voltar, mesmo depois da eleição suplementar que escolheu Hélio dos Terrenos. Ele usa como argumentação a decisão de 21 de junho, onde Ministro Humberto Martins, em decisão no STJ, entendeu pelo sobrestamento de Recurso Extraordinário em razão da repercussão geral conforme […]
Em Belo Jardim, o prefeito cassado pelo TSE João Mendonça ainda tem esperanças em voltar, mesmo depois da eleição suplementar que escolheu Hélio dos Terrenos.
Ele usa como argumentação a decisão de 21 de junho, onde Ministro Humberto Martins, em decisão no STJ, entendeu pelo sobrestamento de Recurso Extraordinário em razão da repercussão geral conforme Tema n. 576/STF.
“A decisão abre a possibilidade de anulação dos atos anteriores nos processos que ensejaram a cassação de João Mendonça, o que pode refletir na reconsideração da decisão do TSE, Côrte que será provocada para considerar válido o registro de João Mendonça nas eleições de outubro de 2016 na cidade de Belo Jardim”.
Diz que caso semelhante aconteceu na cidade de Brejo da Madre de Deus, quando o prefeito afastado retornou ao posto e terminou seu mandato. “Se o TSE reconsiderar a decisão de cassação de registro, João Mendonça assume a prefeitura de Belo Jardim e a eleição suplementar do último domingo será anulada”, diz a nota. O ex prefeito João Mendonça já disse que todas as providências jurídicas estão sendo tomadas.
Do UOL Em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta quarta-feira (20), testemunhas afirmaram ter sido procuradas por membros da PF (Polícia Federal) e do MPF (Ministério Público Federal) para falar sobre o sítio de Atibaia (SP) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2016 e denunciaram supostos abusos de autoridade por parte […]
Vista aérea do sítio em Atibaia (SP), frequentado pelo ex-presidente Lula. Foto: Jorge Araujo/Folhapress
Do UOL
Em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta quarta-feira (20), testemunhas afirmaram ter sido procuradas por membros da PF (Polícia Federal) e do MPF (Ministério Público Federal) para falar sobre o sítio de Atibaia (SP) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2016 e denunciaram supostos abusos de autoridade por parte dos agentes.
Moro disse que irá investigar os fatos relatados e abriu prazo de cinco dias para esclarecimento pelo MPF.
Na época, a propriedade ainda era apenas objeto de investigação pela Operação Lava Jato –a denúncia do Ministério Público só foi aceita por Moro em 2017, quando o ex-presidente se tornou réu nesta ação penal.
A ação investiga se o petista recebeu cerca de R$ 1 milhão das empresas Odebrecht, OAS e Schahin por meio de obras feitas na propriedade, que era frequentada por Lula e sua família. O MPF diz que o sítio, registrado em nome de outras pessoas, pertence, na verdade, ao ex-presidente. A defesa do ex-presidente nega.
Um dos relatos foi feito pelo eletricista Lietides Pereira Vieira, irmão de Élcio Pereira Vieira, o caseiro do sítio conhecido como Maradona. Ele afirmou que em março de 2016, agentes da PF e do Ministério Público retiraram sua esposa de casa às 6h da manhã, junto ao filho do casal, de 8 anos, para prestar depoimento no sítio. A mulher, segundo ele, é faxineira e fez a limpeza do sítio algumas vezes a pedido de Fernando Bittar, um dos proprietários do sítio.
“[Os agentes] estavam armados, com roupa tipo do exército, camuflada, e com armas na mão”, afirmou.
Vieira disse que os agentes não apresentaram nenhum tipo de intimação, mandado de apreensão ou de condução coercitiva. Ele relatou, então, que sua esposa e o filho permaneceram na propriedade por volta de uma hora. Os agentes teriam perguntado à mulher se ela conhecia o ex-presidente Lula e sobre os serviços que ela havia prestado no sítio.
“Perguntaram para ela se já tinha visto presidente Lula no sítio. Perguntaram para quem ela trabalhava. Ela disse que era para o Fernando Bittar”, disse.
O eletricista afirmou que, após o episódio, tanto a esposa como o filho ficaram abalados, mas que a criança sofreu traumas psicológicos e precisa de acompanhamento médico até hoje.
Já o pedreiro Edvaldo Pereira Vieira, outro irmão do caseiro, contou que foi procurado por pessoas que se apresentaram como integrantes do Ministério Público. Ele disse ter se sentido intimidado com a forma como os procuradores o questionaram sobre Lula e o sítio.
As declarações dos irmãos foram dadas durante os depoimentos a partir de questionamentos feitos pela defesa de Fernando Bittar. Em determinado momento, houve bate-boca entre Moro e Alberto Toron, um dos advogados do empresário, que disse buscar retratar a obtenção de provas ilícitas no processo.
“Eu quero saber se a testemunha que hoje senta aqui foi de alguma forma constrangida, já que essas pessoas se apresentaram na casa dela, que é uma pessoa simples, sem mandado, sem nada”, pontuou Toron.
Pouco depois, Moro questionou: “É ilegal, doutor, inquirir a testemunha na casa dela?”
“Vossa Excelência o dirá no momento próprio. Eu não estou questionando, estou querendo retratar uma situação”, respondeu o advogado.
O juiz ainda perguntou à testemunha se ela se sentiu ameaçada pelos procuradores na visita a sua casa. “Ameaçado não, doutor. Mas teve um tom bem forte, eu me senti constrangido”, respondeu o pedreiro.
A defesa de Fernando Bittar solicitou que seja anexada aos autos do processo uma transcrição da conversa entre Edvaldo e os procuradores, que foi gravada.
O caseiro Élcio Pereira Vieira, em seu depoimento, disse ter enviado por e-mail para a equipe de segurança de Lula uma foto de um papel, contendo um número de telefone, que os procuradores teriam deixado com seu irmão Edvaldo. Ele afirmou que achou “interessante passar para o presidente”, já que se tratava de algo “a respeito do nome dele”.
O UOL entrou em contato com o MP, por e-mail, para questionar se as visitas realmente aconteceram, se depoimentos foram tomados e se havia algum mandado ou intimação em nome das testemunhas, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Nesta sexta-feira (18), o Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou o Projeto Resgatando a Cidadania. A ação teve o objetivo de oferecer diversos serviços para a população na Praça Padre João Leite: emissão de segunda via de carteira de identidade, carteira de trabalho, certidões de nascimento e casamento, passe […]
Nesta sexta-feira (18), o Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou o Projeto Resgatando a Cidadania.
A ação teve o objetivo de oferecer diversos serviços para a população na Praça Padre João Leite: emissão de segunda via de carteira de identidade, carteira de trabalho, certidões de nascimento e casamento, passe livre, carteira do idoso, além de atendimentos com psicólogo, assistente social e advogado, cadastro único, Bolsa Família, cortes de cabelo e muito mais.
O prefeito Adelmo Moura prestigiou a ação e disse que “estava muito feliz por poder proporcionar este grande evento, pois é uma oportunidade de levar e facilitar diversos serviços para a população mais carente do município”.
A secretária de Assistência Social, Fia Cândido, também ressaltou a alegria de oferecer este programa para os itapetinenses. “É muito gratificante poder ver a gratidão das pessoas que conseguiram emitir documentos de forma mais rápida e fácil, além de poder oferecer outros serviços para toda a população”.
Também estiveram presentes na ação, o vice-prefeito Junio Moreira, secretários municipais, vereadores e o coordenador do projeto, Silas Buriti.
O deputado estadual Sileno Guedes (PSB), líder da bancada socialista na Assembleia Legislativa e presidente estadual do partido, divulgou nota em resposta às declarações feitas pelo deputado João Paulo (PT) durante entrevista ao videocast Cena Política, do Sistema Jornal do Commercio, na última sexta-feira (20). Na ocasião, o ex-prefeito do Recife criticou a administração do […]
O deputado estadual Sileno Guedes (PSB), líder da bancada socialista na Assembleia Legislativa e presidente estadual do partido, divulgou nota em resposta às declarações feitas pelo deputado João Paulo (PT) durante entrevista ao videocast Cena Política, do Sistema Jornal do Commercio, na última sexta-feira (20). Na ocasião, o ex-prefeito do Recife criticou a administração do prefeito João Campos (PSB) e apontou que a relação entre PT e PSB em Pernambuco seria de “submissão” e “dependência”.
De acordo com a nota assinada por Sileno Guedes, as declarações de João Paulo seriam motivadas por “dor de cotovelo” e por uma “vaidade vencida”. Segundo o texto, o petista ignora dados que comprovariam o comprometimento da atual gestão municipal com as áreas mais vulneráveis da cidade.
“A capital pernambucana recebeu o maior investimento em áreas de morro de sua história – uma média de três ações por dia – e atingiu a marca de 70% de seu orçamento voltado às periferias”, afirma o documento, que ainda destaca a Ação Inverno 2025, com investimento de R$ 322,9 milhões, o triplo do destinado em 2021. Leia abaixo a íntegra da nota:
O problema de João Paulo é uma grande “dor de cotovelo” e vaidade vencida. Ao dizer que falta ao prefeito João Campos amor pelo povo e pelo Recife, o deputado demonstra, no mínimo, desconhecimento sobre fatos que descredibilizam suas declarações. Na atual gestão, a capital pernambucana recebeu o maior investimento em áreas de morro de sua história – uma média de três ações por dia – e atingiu a marca de 70% de seu orçamento voltado às periferias. A cada dia, João Campos supera seus próprios recordes. A Ação Inverno 2025, por exemplo, tem aportes de R$ 322,9 milhões, o triplo do valor aplicado em 2021, primeiro ano de governo.
Quem tem emitido sinais controversos é o próprio João Paulo. Em nome de um alinhamento com a atual governadora, votou a favor da elevação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2023, o que levou Pernambuco a ter o maior aumento do tributo no país. Na ocasião, o deputado ignorou os efeitos perversos dessa medida, sobretudo para os mais pobres, que viram seu poder de compra ainda mais corroído por uma gestão que dá com uma mão e tira com a outra.
A mesma adesão pouco crítica às pautas do governo se repetiu na discussão sobre as faixas salariais dos policiais militares, em 2024. Também não vimos declarações tão duras do deputado sobre o desmonte praticado pelo Governo Raquel Lyra contra programas fundamentais para a população mais pobre, como o Mãe Coruja, o 13º do Bolsa Família e a CNH Popular.
Falta de amor devem estar sentindo os 700 alunos com sonhos ameaçados pela incapacidade gerencial do atual governo em fazer a licitação do programa Ganhe o Mundo. Descaso vivem as mães com filhos na fila por um leito de UTI enquanto o Governo do Estado fecha a estrutura do Hospital Correia Picanço sem concluir a ampliação do Hospital Barão de Lucena.
Rugir como um leão contra o prefeito do Recife e ronronar como um gatinho manhoso para receber afagos da governadora de Pernambuco é uma escolha do deputado. Seria algo mais honesto, porém, se não recorresse a dois pesos e duas medidas.
No Recife, a população deu seu recado em 2024, garantindo ao prefeito João Campos a maior proporção de votos da história da cidade. Em Pernambuco, as pessoas também vêm se expressando e têm feito a governadora oscilar entre o primeiro e o segundo lugares entre as mais desaprovadas do país. Pelo visto, o povo ao qual João Paulo se refere não é o mesmo que vivencia as conquistas e desafios do dia a dia e sabe diferenciar quem realmente tem compromisso com as causas populares.
Sileno Guedes
Deputado estadual
Líder do PSB na Assembleia Legislativa de Pernambuco
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