O SINTEST, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada, anunciou que a categoria entrará em estado de greve a partir desta segunda (4). A entidade é presidida pelço petista Júnior Moraes, que já foi também presidente do Sindicato.
Esta semana, a prefeita Márcia Conrado informou que esclareceu ao Sindicato à APROST, Associação dos Professores de Serra Talhada e ao Movimento Livre que há dificuldades de aplicação do piso, tanto por fatores de ordem financeira quanto em relação ao cumprimento do equilíbrio fiscal.
Na reunião a gestão apresentou todos os estudos de impacto financeiro, bem como as ações de correção para reenquadramento da LRF. “Ficou comprovado que o município ainda precisará realizar alguns ajustes para comportar o impacto do piso na educação”, disse.
Mas o SINTEST, que inclusive era pressionado por mais rigor na condução, acusado de passividade por alinhamento político, reclama dos aumentos apresentados, de 10,16% a 33,24% a depender da faixa. A categoria quer o aumento linear. A categoria diz que não teve o pedido aceito.
Os professores seguem em sala de aula até esta sexta (1). Param dia 4 e entram em estado de greve. Até terça, aguardam mudança na proposta enviada do executivo para a Câmara de Vereadores. Caso não haja proposta de reajuste linear, paralisam atividades na quarta e sexta, aguardando nova proposta da gestão. A APROST já havia realizado uma manifestação.
Por André Luis Nesta terça-feira (27), o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, se encontrou com o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, Zeba, para tratar de assuntos de interesse mútuo. Durante a reunião, um dos principais temas abordados foi a compra de uma máquina de tirar RG, […]
Nesta terça-feira (27), o presidente da Câmara de Vereadores de Tuparetama, Arlã Markson, se encontrou com o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, Zeba, para tratar de assuntos de interesse mútuo.
Durante a reunião, um dos principais temas abordados foi a compra de uma máquina de tirar RG, serviço já prestado pelo legislativo de Santa Cruz.
O presidente da Câmara de Santa Cruz, que também é empresário no ramo de confecções e já possui empreendimentos na cidade de São José do Egito, expressou interesse em implantar uma fábrica de confecções em Tuparetama.
Arlã Markson mostrou-se grato pela recepção e prontamente se comprometeu a levar a proposta ao prefeito Sávio Torres, visando estudar a viabilidade dessa parceria e os benefícios que poderiam ser gerados para o município, como a criação de novos empregos.
A possível instalação de uma fábrica de confecções em Tuparetama é vista como uma oportunidade para impulsionar a economia local e fortalecer o setor têxtil na região. Além disso, a parceria entre as Câmaras de Vereadores pode resultar em ações conjuntas e troca de experiências que contribuam para o desenvolvimento de ambos os municípios.
Morreu no início da noite deste sábado (8), o prefeito de Itaquitinga Pablo José de Oliveira Moraes, 38 anos. Ele morreu após dar entrada no Hospital Ermírio Coutinho, em Nazaré da Mata. De acordo com as primeiras informações, o gestor de Itaquitinga teria se envolvido em um acidente na PE-52, via que liga os municípios […]
Morreu no início da noite deste sábado (8), o prefeito de Itaquitinga Pablo José de Oliveira Moraes, 38 anos.
Ele morreu após dar entrada no Hospital Ermírio Coutinho, em Nazaré da Mata. De acordo com as primeiras informações, o gestor de Itaquitinga teria se envolvido em um acidente na PE-52, via que liga os municípios de Itaquitinga a Nazaré da Mata.
Segundo Josildo Santos, da Naza FM, após tentar livrar um motoqueiro, o veiculo onde Pablo estava teria capotado.
Após ser socorrido para o Hospital, Pablo sofreu parada cardíaca e mesmo na tentativa de reanimá-lo, o mesmo veio a óbito momentos depois.
O desembargador Fausto Campos, presidente do TRE-PE, abriu a sessão deste domingo (26) e disse que a votação começou tranquila em Pernambuco. O primeiro boletim com informações sobre urnas substituídas e outras questões deve ser divulgado por volta das 10h, horário local.
O desembargador Fausto Campos, presidente do TRE-PE, abriu a sessão deste domingo (26) e disse que a votação começou tranquila em Pernambuco. O primeiro boletim com informações sobre urnas substituídas e outras questões deve ser divulgado por volta das 10h, horário local.
Depois de articular intensamente, nas últimas semanas, a derrubada do veto à proposta que prorrogava incentivos fiscais à indústria do audiovisual até 2019 com cineastas, profissionais do setor e com os presidentes da República, Michel Temer (PMDB), do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder da Oposição no Senado, Humberto […]
Depois de articular intensamente, nas últimas semanas, a derrubada do veto à proposta que prorrogava incentivos fiscais à indústria do audiovisual até 2019 com cineastas, profissionais do setor e com os presidentes da República, Michel Temer (PMDB), do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), comemorou o resultado da votação da noite dessa quarta-feira (22) no Congresso Nacional.
Os deputados derrubaram o veto e, por unanimidade, os senadores ratificaram a decisão, que, agora, restabelece a política de incentivo ao setor. Na avaliação de Humberto, o veto foi feito de maneira equivocada pelo Palácio do Planalto, pois “assassinava” toda a cadeia produtiva do cinema brasileiro, responsável pela geração de mais de 250 mil empregos diretos e indiretos. Agora, os incentivos fiscais previstos para o audiovisual não serão mais encerrados no fim deste ano.
“Foi uma vitória muito importante para todos os brasileiros. Estamos assegurando que haverá recursos para que os nossos profissionais da área continuem produzindo com muita criatividade, qualidade de produção e de expressão artística”, resumiu Humberto.
Ele ressaltou que o financiamento público ao audiovisual se mostrou fundamental para a defesa da cultura brasileira e a diversidade no mercado de bens simbólicos. “Todos os países com alguma expressão na produção audiovisual mantêm mecanismos de financiamento público, inclusive os detentores de posições hegemônicas no sistema internacional de distribuição de filmes e séries, como os Estados Unidos”, disse.
O líder da Oposição observou que, graças ao Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine), entre 2012 e 2016, mais de mil salas de cinema foram implantadas no país, graças à expansão das produções nacionais. “Pernambuco, por exemplo, fez reflorescer a sua indústria cinematográfica e, hoje, é uma referência nessa área”, ressaltou.
O parlamentar vai trabalhar para a aprovação da Medida Provisória (MP) do Recine, que está sob análise de uma comissão mista no Congresso, da qual Humberto faz parte. A proposta só foi editada pelo governo graças à intensa pressão de artistas e parlamentares contra o veto.
Humberto acredita que o Congresso fez justiça não apenas ao audiovisual, mas, também, deu um gesto importante em favor da educação e da cultura.
Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”. Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco. […]
Na mensagem enviada ao Congresso no dia 2 de fevereiro deste ano, para o início dos trabalhos do Legislativo, a presidente Dilma Rousseff assegurou que não iria promover “recessão ou retrocessos”.
Após 11 meses, o Brasil está em plena recessão e passa por retrocessos em diversas áreas, como o rebaixamento por duas agências de risco.
Mas esses não foram os únicos compromissos não cumpridos. Dos objetivos que estavam na mensagem, muito pouco foi para a frente.
Das 34 principais metas para 2015 que Dilma especificou na mensagem, só 11 (32,3%) foram atingidas, enquanto 17 (50%) tiveram desempenho insatisfatório.
Outras 6 (17,7%) saíram do papel em parte, uma vez que o prazo fixado para implementação vai além deste ano.
“Em 2014, o Brasil parou à espera da eleição; em 2015, o Brasil tombou”, diz Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Crédito, inflação, crescimento e emprego –tudo isso teve uma deterioração muito superior ao que qualquer um esperava.”
Em 2015, praticamente as únicas metas econômicas atingidas pela presidente foram aumentos de impostos.
Segundo Mello, era necessária mudança na política econômica, porque não deram certo a estratégia de subsídios às indústrias e as tentativas de reduzir juros do primeiro mandato de Dilma.
Mas o professor vê luz no fim do túnel –para ele, boa parte do ajuste já foi feita, e o país inicia 2016 melhor.
Já o especialista em finanças públicas Mansueto Almeida acredita que o pior do ajuste ainda está por vir.
“Estamos muito longe de ter concluído o ajuste: o corte de gastos se deu à custa de enorme redução no investimento público, de 40% até outubro, e mudança no cronograma do pagamento do abono salarial, que é uma economia temporária”, diz.
Segundo ele, as despesas obrigatórias continuam crescendo muito –o gasto com INSS em 2015 e 2016 vai aumentar 0,9 ponto porcentual do PIB e o deficit da Previdência vai chegar a 2% do PIB.
Mansueto diz que Dilma “colhe o que plantou”. Segundo ele, de 2008 a 2014, a dívida pública cresceu R$ 500 bi, grande parte subsídio a empréstimos de bancos públicos.
“O processo de arrumar a casa ainda vai levar muito tempo; no ano que vem é necessário aprovar ajustes estruturais para possibilitar que as despesas obrigatórias cresçam menos que a inflação, mas não vejo a presidente ter base política para isso.”
EDUCAÇÃO SOFRE
Com a necessidade de cortar gastos e a falta de apoio no Congresso, todas as áreas do governo sofreram em 2015. Nem o Ministério da Educação, estrela do plano Pátria Educadora, salvou-se. Algumas metas importantes, como a entrega de creches, foram cumpridas. Mas a maioria ficou muito aquém.
“Considerando o quanto estamos atrasados, os resultados são decepcionantes”, diz Naercio Menezes, coordenador do centro de políticas públicas do Insper.
Segundo Menezes, é necessário fazer que municípios e Estados melhorem a qualidade da educação que oferecem, aumentando o número de horas aula, reformulando o currículo das faculdades de pedagogia, dando incentivos para os melhores professores e alunos e reforço para os jovens que têm dificuldade.
O colunista da Folha Celso Rocha de Barros, doutor em Sociologia pela Universidade de Oxford, adverte que o problema não é este ano, mas sim a conta dos anteriores: “2015 foi o ano de consertar o que estava errado.”
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