Serra: prefeito ‘segura’ Márcia Conrado e deve afastá-la no limite do prazo para eleição
Por Nill Júnior
O Prefeito Luciano Duque confirmou falando ao radialista Anderson Tennens que a Secretária Márcia Conrado continua na pasta, apesar da leva de secretários que se desincompatibilizam hoje na Capital do Xaxado.
A ideia inicial, mesmo que para quem disputa cargo executivo o prazo seja de quatro meses, era exonerar todos para uma mini-reforma administrativa.
“Mudamos o que tínhamos planejado. A Secretaria Márcia Conrado nessa pandemia tem tido um papel importante na busca na condução das solução, no dialogo enquanto diretora do CONASEMS. Ela tem exercido esse debate em nome de Serra Talhada e para todo o estado. Sobre eleição, estamos cumprindo a lei, mas estamos voltados para os problemas na nossa cidade”.
Deixam as pastas cumprindo o calendário eleitoral os Secretários Gin Oliveira (Esportes) e José Pereira (Agricultura).”Até a semana que vem anunciaremos os novos Secretários como alguns outros cargos de diretores que porventura irão concorrer à Câmara”. Quem é candidato à Câmara deve se afastar por seis meses antes do pleito.
Chuvas: o prefeito voltou a dizer que as chuvas que caíram em Serra Talhada ontem trariam problemas em qualquer cidade do mundo. “Seria assim em Londres, Paris ou São Paulo”. Ele relatou que áreas de córregos e riachos foram aterradas décadas atrás. Em meia hora foram cerca de 80 milímetros e era impossível que não houvesse prejuízos. O Pátio da Feira conseguimos prever”. A municipalidade diz estar levantando os danos.
Por André Luis Primeira mão Na sessão do Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) realizada nesta quarta-feira (13), o relator Conselheiro Eduardo Lyra Porto apresentou o processo de prestação de contas de governo do Estado de Pernambuco, referentes ao exercício financeiro de 2019, de responsabilidade do então governador Paulo Câmara. Após análise minuciosa […]
Na sessão do Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) realizada nesta quarta-feira (13), o relator Conselheiro Eduardo Lyra Porto apresentou o processo de prestação de contas de governo do Estado de Pernambuco, referentes ao exercício financeiro de 2019, de responsabilidade do então governador Paulo Câmara.
Após análise minuciosa do processo, o Pleno do TCE-PE, de forma unânime, emitiu um Parecer Prévio recomendando à Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) a aprovação das contas de Paulo Câmara para o exercício financeiro de 2019.
Cabe agora à Assembleia Legislativa de Pernambuco analisar o Parecer Prévio do TCE-PE e deliberar sobre a aprovação das contas do ex-governador. A decisão final será tomada pelos deputados estaduais, que poderão acatar a recomendação do Tribunal de Contas ou realizar uma avaliação mais detalhada das contas apresentadas.
É importante ressaltar que a aprovação das contas pelo TCE-PE não significa que não houve falhas ou irregularidades durante a gestão do ex-governador. No entanto, indica que as inconsistências encontradas foram consideradas regulares e não comprometeram de forma significativa a prestação de contas do governo estadual.
Promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, o debate entre os candidatos a governador do Estado terá a participação de apenas dois candidatos – Armando Monteiro (PTB) e José Gomes (PSOL). A Assessoria de Paulo Câmara já oficializou que ele não participa. Com isso, a campanha de Armando já soltou nota criticando o socialista: O confronto […]
Promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, o debate entre os candidatos a governador do Estado terá a participação de apenas dois candidatos – Armando Monteiro (PTB) e José Gomes (PSOL). A Assessoria de Paulo Câmara já oficializou que ele não participa. Com isso, a campanha de Armando já soltou nota criticando o socialista:
O confronto começa às 10 horas, mas desde cedo a militância de Armando já se encontra em frente ao local do evento, próximo à Avenida Agamenon Magalhães, no centro de Caruaru, fazendo muito barulho. Este blogueiro, que chegou em Caruaru, há pouco, será um dos entrevistadores. Além da Rádio Cultura, mais nove emissoras irão transmitir o evento.
Um ato de desrespeito com o povo de Caruaru e com o eleitor pernambucano. É assim que tem repercutido a ausência do candidato Paulo Câmara (PSB) do debate promovido pela Rádio Cultura de Caruaru, com transmissão simultânea de várias rádios de Pernambuco, a exemplo da Rádio Folha, no Recife, Rádio Ponte (Petrolina), Rádio Vale (Santa Cruz do Capibaribe) e Rádio Cultural AM (Vitória de Santo Antão), dentre outras.
Diretor de jornalismo do Jornal Extra de Caruaru, que promove o debate em parceria com a Rádio Cultura, Carlos Tanouss lamentou a ausência de Paulo Câmara e a forma como o veículo foi comunicado. Tanouss lembra que o evento foi agendado desde o dia 15 de julho e a ausência do candidato foi comunicada apenas por e-mail, na última semana.
“A ausência prejudica o debate democrático, pois a população deixa de conhecer as propostas. Lembro que rádios de todas as regiões de Pernambuco estão acompanhando este momento. É um erro estratégico do candidato”, afirmou Tanouss, lembrando que o formato do debate precisou ser refeito, em razão da ausência de Câmara.
Presidente da Câmara acusou o Planalto de orquestrar denúncias contra ele. Nesta quinta (16), delator acusou Cunha de ter pedido propina de US$ 5 mi. Do G1 O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou nesta sexta-feira (17) seu rompimento político com o governo Dilma Rousseff. Segundo Cunha, a partir de agora ele […]
Presidente da Câmara acusou o Planalto de orquestrar denúncias contra ele.
Nesta quinta (16), delator acusou Cunha de ter pedido propina de US$ 5 mi.
Do G1
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou nesta sexta-feira (17) seu rompimento político com o governo Dilma Rousseff. Segundo Cunha, a partir de agora ele passará a integrar as fileiras de oposição à gestão petista. “Eu, formalmente, estou rompido com o governo. Politicamente estou rompido”, enfatizou Cunha em coletiva de imprensa no salão verde da Câmara.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República disse esperar que a decisão de Cunha não se reflita em suas decisões como presidente da Câmara. O Planalto destaca na nota que a decisão de Cunha é de cunho “estritamente pessoal” e que as ações da Presidência da Casa devem ser pautadas pela “imparcialidade e pela impessoalidade.”
O peemedebista acusa o Palácio Planalto de ter se articulado com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para incriminá-lo na Operação Lava Jato. Nesta quinta (16), o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo relatou à Justiça Federal do Paraná que Cunha lhe pediu propina de US$ 5 milhões.
Um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na Petrobras, Camargo afirmou em seu depoimento, em Curitiba, que foi pressionado por Cunha a pagar US$ 10 milhões em propinas para que um contrato de navios-sonda da estatal fosse viabilizado. Do total do suborno, contou o ex-consultor, Cunha disse que era “merecedor” de US$ 5 milhões.
Camargo, que é ex-consultor da empresa Toyo Setal, afirmou à Justiça que, sem ter recurso para pagar a propina exigida, Cunha o ameaçou com um requerimento na Câmara, solicitando que os contratos dos navios-sonda fossem enviados ao Ministério de Minas e Energias para avaliação e eventual remessa para oTribunal de Contas da União (TCU).
Apesar das duras críticas desferidas contra o governo durante a entrevista, o presidente da Câmara disse que o rompimento não significa que haverá o “fim da governabilidade”. “O fato de eu estar rompido com o governo não vai afetar a relação institucional”, complementou o peemedebista.
Ele assegurou que continuará a pautar os projetos, inclusive, de interesse do Planalto, mas fez um alerta: “Saiba que o presidente da Câmara agora é oposição ao governo”.
Após o teor do depoimento de Júlio Camargo vir à tona, o presidente da Câmara rebateu as acusações e disse que o procurador-geral da República, a mando do governo, obrigou o delator a mentir em seu depoimento para constranger o Legislativo. Na visão dele, o Planalto está por trás de uma tentativa de “constranger” o parlamento, em articulação com o procurador-geral da República.
Nesta sexta, Eduardo Cunha acusou o governo de ter orquestrado uma ação “faraônica” para constranger o CongressoNacional, com os mandados de busca e apreensão da Polícia Federal executados na última terça (14) nas casas dos senadores Fernando Collor (PTB-AL), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e Ciro Nogueira (PP-PI).
Impeachment
Indagados sobre se o fato de passar para a “oposição” poderia influenciá-lo a autorizar a abertura de um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, Cunha ressaltou que o seu novo posicionamento político não terá influência. “Eu não vou fazer ato ilegal pelo meu posicionamento político”, declarou.
“O presidente sempre defendeu que deve ser tratado, na forma constitucional e legal, e não como recurso eleitoral. Eu não vou mudar uma vírgula. Não tenho irresponsabilidade com as contas públicas. Não acho que tem que tacar fogo no país”, acrescentou Cunha.
‘Aloprados’
Sem citar nomes, o presidente da Câmara afirmou que existe um “bando de aloprados” no Palácio do Planalto que age contra ele. A relação de Cunha com o Executivo ficou extremamente tensa desde que ele assumiu o comando da casa legislativa, em fevereiro.
Em meio à eleição interna da Câmara, ele criticou o fato de o governo ter apoiado a candidatura de seu adversário, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Diante da derrota do deputado petista, Cunha se negou a manter interlocução política com o então ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, que era responsável pela articulação política do Planalto com o Legislativo. Enfraquecido no cargo, Pepe foi transferido posteriormente para a Secretaria de Direitos Humanos.
Segundo Cunha, o governo tem “ódio” dele e age para constranger o Legislativo. “O governo nunca me quis e não me quer como presidente da Câmara. O governo não me engole, tem um ódio contra mim. Tem um bando de aloprados no Planalto que vive desse tipo de circunstância, de criar constrangimento.”
Inquérito contra Dilma
Eduardo Cunha questionou durante a entrevista desta sexta a ausência de inquéritos para investigar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, ambos foram citados nos depoimentos do doleiroAlberto Youssef e, portanto, também deveriam ser alvos de investigação.
“Youssef falou da presidente Dilma, falou do presidente Lula, e ninguém abriu inquérito contra eles. Estão pegando as coisas do Youssef e estão selecionando [quem investigar].”
Para o presidente, o Ministério Público está “protegendo” o PT, ao não fazer busca e apreensão nas residências de senadores petistas investigados na Lava Jato e não abrir inquérito contra a presidente Dilma.
“Se for dar valor às declarações do Youssef tinha que ter aberto inquérito contra a presidente da República. Se o procedimento de investigar é igual para todos, deveria ter aberto para todos.”
Críticas a Sérgio Moro
Cunha também desferiu críticas ao juiz Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância, ao dizer que o magistrado “pensa que é o dono do país”. O peemedebista criticou o fato de ter sido acusado em um depoimento conduzido no primeiro grau, sendo que possui foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal(STF).
“Um juiz que acha que é o dono do país. Acha que é o dono do Supremo Tribunal Federal, do Superior de Tribunal de Justiça. Vamos entrar com uma reclamação no Supremo. Já que estou sendo acusado, quero que o processo vá para o Supremo”, disse.
Retaliações
Em retaliação ao governo, Eduardo Cunha ameaça nos bastidores instalar uma série de CPIs incômodas ao governo, como a do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e a dos fundos de pensão.
Ele também já prepara terreno para votar as contas do governo de 2014 da presidente Dilma, que devem ser julgadas em agosto pelo TCU. Auditores da corte apontaram diversos indícios de irregularidades, incluindo as chamadas “pedaladas fiscais”, que são os atrasos de repasses do governo a bancos públicos para pagamento de programas sociais, como o Bolsa Família. Para o TCU, essa prática configura empréstimo e viola a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Cunha anunciou que irá começar a votar as contas pendentes de governos anteriores em agosto, o que abrirá terreno para analisar a de Dilma em seguida. O peemedebista já avisou também que essa análise será “política” e não técnica, como quer o Planalto.
Cunha disse ainda que deverá decidir, em até 30 dias, se aceita ou não o pedido de abertura de processo de impeachment da presidente da República apresentado, em maio, por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Do blog da Folha Deputado federal pelo MDB, Jarbas Vasconcelos garantiu, na manhã desta terça-feira (12), que disputará uma das vagas ao Senado pela Frente Popular. O emedebista que já ocupou uma cadeira na Casa Legislativa, também foi crítico ao fato de pesquisas de intenção de voto considerarem a sua ausência na disputa de outubro […]
Deputado federal pelo MDB, Jarbas Vasconcelos garantiu, na manhã desta terça-feira (12), que disputará uma das vagas ao Senado pela Frente Popular. O emedebista que já ocupou uma cadeira na Casa Legislativa, também foi crítico ao fato de pesquisas de intenção de voto considerarem a sua ausência na disputa de outubro próximo. Para ele, retirar o seu nome do levantamento é fraude.
“Sou candidato ao Senado da República. Acho que tenho nome, tenho história, tenho tradição, credibilidade junto ao eleitorado. Construí minha vida política com determinação, com força com honestidade. Por isso que acho que fazer qualquer pesquisa hoje para o Senado e não me colocar como pré-candidato, seja quem for, é uma fraude”, afirmou o emedebista em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha FM 96,7.
Na conversa, o parlamentar fez questão de repetir para frisar o seu ponto de vista. “Vou repetir. Fazer qualquer pesquisa, hoje, para o Senado aí em Pernambuco e não me colocar como pré-candidato ao Senado é uma fraude. Uma pesquisa que não traz o meu nome só atende a estratégia de candidatos que têm medo de me enfrentar nas urnas. É uma fraude”, disparou Jarbas.
O hoje deputado federal ocupou uma cadeira no Senado até 2014. Naquela época, Jarbas decidiu que não tentaria renovar o seu mandato por mais oito anos. Na ocasião, o então deputado federal Raul Henry (MDB) foi indicado da aliança. Henry disputou o cargo de vice na chapa do atual governador Paulo Câmara (PSB), posto que ocupa até o momento.
O secretário executivo da Saúde de Serra Talhada, Aron Lourenço, garantiu mais uma vez que toda a parte de responsabilidade da Prefeitura de Serra Talhada na conclusão do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) está em fase de conclusão. “No máximo em 15 dias entregamos tudo pronto para funcionar”, garante ele. Todos os equipamentos já […]
O secretário executivo da Saúde de Serra Talhada, Aron Lourenço, garantiu mais uma vez que toda a parte de responsabilidade da Prefeitura de Serra Talhada na conclusão do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) está em fase de conclusão. “No máximo em 15 dias entregamos tudo pronto para funcionar”, garante ele.
Todos os equipamentos já se encontram no local que recebe os acabamentos finais como: jardinamento, construção da calçada, colocação de portões e climatização. “Até mesmo as placas já estão sendo confeccionadas”, disse Aron.
“…É claro que o SAMU vai funcionar. Quem apostar contra vai perder a aposta”, enfatiza o secretário adjunto. Ele explicou que depois de pronto, fica no aguardo da sinalização do Ministério da Saúde quanto a data para capacitação do pessoal.
A Unidade do SAMU de Serra Talhada sediará uma região composta por 35 municípios e uma população superior a 800 mil habitantes. Trabalharão na Unidade cerca de 70 profissionais, entre médicos, atendentes de regulação, rádio operadores, enfermeiros e socorristas.
“Isto gera uma despesa mensal de aproximadamente R$ 350 mil por mês. deste valor, cerca de R$ 150 mil refere-se ao repasse dos municípios, somados a R$ 89 mil do Ministério da Saúde e o restante é a participação do Estado” explica Aron.
A liberação destes valores é que gerou polêmica, pois, segundo o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, o município não tem condições de arcar com estas despesas.
Este problema, garante Aron, já está sanado. Reuniões já foram realizadas sobre esta questão e tanto o Estado como o ente Federativo comprometeram-se no repasse em tempo real para não trazer problemas para as finanças municipais.
“O SAMU é uma realidade, não adianta ninguém tentar criar fatos. Ele vai funcionar em muito breve”, conclui Aron.
As declarações dele, se cumpridas, trarão tranquilidade não apenas para população de Serra Talhada, mas das 35 cidades assistidas pelo serviço. A conferir.
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