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Serra: Câmara de Vereadores abre licitação para compra de veículo de mais de R$ 280 mil

Por André Luis

Aviso de licitação foi publicado nesta terça-feira (20) no Diário Oficial do Governo de Pernambuco

Por André Luis

A Câmara de Vereadores de Serra Talhada abriu um aviso de licitação do tipo Pregão Eletrônico para a aquisição de um veículo com o valor estimado de R$ 283,390,00.

O processo foi publicado no Diário Oficial do Governo de Pernambuco desta terça-feira (20), mas chama a atenção a data de abertura do Pregão na publicação: 05/06/2023.

Segundo a divulgação o Edital está disponível na sala de Licitações da Câmara de Vereadores de Serra Talhada na Rua Enock Ignácio de Oliveira. Leia abaixo a íntegra da publicação no Diário Oficial:

CÂMARA DE VEREADORES DE SERRA TALHADA

AVISO DE LICITAÇÃO E EXTRATO DE CONTRATO

Processo nº 010/2023, Pregão Eletrônico nº 04/2023 – Aquisição de Veículo destinado à Câmara de Vereadores de Serra Talhada-PE.

Abertura 05/06/2023 às 10H. Edital disponível na sala de Licitações da Câmara, R. Enock Ignácio de Oliveira, 1280- Nossa Sra. da Penha, Fone: 87 3831-2904; no e- mail:[email protected] e no site: www.bnc.org.br.

Valor estimado R$ 283.390,00. Cecília de Sousa Neto – Pregoeira 19/06/2023.

Extrato   de   Contrato   nº   14/2023, referente   a   Dispensa   de   Licitação  nº  05/2023.

Objeto:  inspeção dos locais de trabalho para fins de verificar a conformidade do local com as regras de segurança e medicina do trabalho, bem como a implementação do e-social 4ª fase de  SST (saúde e segurança do trabalho) e treinamento nas normas regulamentadoras NR6, NR12, NR18, NR35… Vigência 7 meses. Valor Global R$ 8.400,00.

Outras Notícias

Ela tem que convencer as pessoas’, diz Humberto sobre candidatura de Marília

Folha PE A decisão do PT de ter candidatura própria no Recife em 2020 ou de reeditar a eleição de 2018 – quando Marília Arraes foi rifada da corrida ao Governo do Estado por conta da aliança nacional com o PSB – continua movimentando a política da capital pernambucana. O senador Humberto Costa, líder do […]

Foto: Alfeu Tavares / FolhaPE

Folha PE

A decisão do PT de ter candidatura própria no Recife em 2020 ou de reeditar a eleição de 2018 – quando Marília Arraes foi rifada da corrida ao Governo do Estado por conta da aliança nacional com o PSB – continua movimentando a política da capital pernambucana.

O senador Humberto Costa, líder do partido no Senado e um dos que defende a aliança com a Frente Popular, se posicionou sobre o assunto em entrevista à Rádio Folha (96,7), nesta quarta-feira (22) e manteve sua defesa da manutenção da legenda na Frente Popular.

“Exatamente na capital onde esse núcleo hegemônicpo do PSB tem uma relação conosco nós vamos produzir esse rompimento?”, questionou Humberto. Segundo o senador, na próxima terça-feira (28), haverá uma reunião para discutir a eleição no Recife, com a presença do ex-presidente Lula, da presidente nacional do PT Gleisi Hoffman, do presidente estadual da sigla, Doriel Barros; do presidente da sigla no Recife, Cirilo Mota. O próprio senador e a deputada federal Marília Arraes estarão presentes no encontro.

Humberto disse que no encontro se colocará disponível para defender o que for decidido pelo partido, seja a candidatura de Marília ou a manutenção da aliança. E lembrou que o gesto não foi feito pela companheira de legenda em 2018. “A própria Marilia Arraes não votou em mim, votou no senador Bolsonarista. Mas se precisar votar nela, votarei”, disse.

Humberto deu um recado direto para Marília, pedindo que ela construa o convencimento dos diretórios locais em torno de sua candidatura. “Ninguém é candidato da cúpula do PT, não existe isso. Ela tem que construir com os filiados do Recife e os dirigentes esse caminho. Ela tem que convencer as pessoas”, sugeriu. “Se ela tiver somente a indicação do PT nacional é insuficiente. Ela tem que ganhar o partido no município”, frisou.

Se o PT for tomar hoje uma decisão no seu diretório, na sua executiva, a posição seria fazer aliança. Tem que ter um trabalho dela de conversar com todo mundo e convencer as pessoas de que é melhor ter uma candidatura. Se a nacional disser que vai ter candidato vai ser uma coisa inédita. Mas quem vai fazer a campanha são as pessoas aqui”, comentou. “Nunca estive fechado para dialogar com ela. É bom que exista essa condição hoje da gente poder conversar”, avaliou Humberto.

Prefeitura de Flores promove capacitação para servidores da Secretaria de Bem-Estar Social

A prefeitura de Flores, através da Secretaria de Bem-Estar Social iniciou nesta quarta-feira (15), capacitação para os profissionais lotados no CREAS – Centro de Referência Especializado em Assistência Social e CRAS – Centro de Referência de Assistência Social. A capacitação que se estende até esta quinta-feira (16), será uma reciclagem dos conhecimentos teóricos e práticos […]

A prefeitura de Flores, através da Secretaria de Bem-Estar Social iniciou nesta quarta-feira (15), capacitação para os profissionais lotados no CREAS – Centro de Referência Especializado em Assistência Social e CRAS – Centro de Referência de Assistência Social.

A capacitação que se estende até esta quinta-feira (16), será uma reciclagem dos conhecimentos teóricos e práticos acerca do SUAS, efetivando a política e explorando todas as potencialidades da rede de Assistência Social.

De acordo com a Secretária de Bem-Estar Social, Etiene Shirley, a capacitação tem como foco “aprimorar conhecimentos que irão contribuir para um bom desempenho dos setores de trabalho, em prol de uma melhor oferta de serviços aos cidadãos florenses”, ressaltou.

Já a primeira dama municipal, Lucila Santana falou do orgulho de receber toda equipe e dos esforços empreendidos nos primeiros dias de gestão, reforçando que não houve transição de governo. Lucila ainda cobrou dedicação e esforços.

“Sabemos que o trabalho de vocês é fundamental para que possamos atender bem os florenses; principalmente os que mais precisam dos nossos serviços. Então estamos pedindo dedicação. Estamos promovendo essa capacitação e adianto que faremos monitoramento a cada 90 dias. Vocês já conhecem a seriedade do nosso trabalho, e não viemos para uma aventura e sim para mostrar resultados e melhorar a qualidade de vida de nossos munícipes”, afirmou.

Daniel Valadares defende prestação de contas da gestão

Durante discurso no encerramento do Arraiá no Meu Bairro, no São Brás na última sexta-feira (20), o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), fez um desabafo e defendeu o direito da gestão de apresentar os resultados do trabalho realizado. “Alguns não gostam, mas a gente tem que dizer. É papel da gestão prestar […]

Durante discurso no encerramento do Arraiá no Meu Bairro, no São Brás na última sexta-feira (20), o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), fez um desabafo e defendeu o direito da gestão de apresentar os resultados do trabalho realizado.

“Alguns não gostam, mas a gente tem que dizer. É papel da gestão prestar contas do que tem feito”, afirmou, diante de um público formado por moradores, lideranças comunitárias e aliados políticos.

Daniel aproveitou a ocasião para destacar o ritmo de entregas da administração municipal. “Não se vê por aí governo como o nosso, com uma entrega por semana”, disse, reforçando a narrativa de eficiência da gestão liderada pelo prefeito Sandrinho Palmeira.

Pré-candidato natural à sucessão municipal em 2024, o vice-prefeito tem intensificado sua presença em eventos oficiais e comunitários, se posicionando como o nome mais provável para manter a continuidade do grupo político atualmente no comando da prefeitura. A fala de Valadares reforça esse movimento e marca o início de uma fase mais afirmativa na pré-campanha.

Nos bastidores, a fala foi lida como um recado a setores da oposição que têm criticado a divulgação das ações da gestão.

Marília Arraes tem agenda com Márcia e Duque

A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) começa um novo giro por Pernambuco nesta quinta-feira (20). A parlamentar, que fará uma série de agendas no Sertão do Estado visitando importantes lideranças da região, foi recepcionada em Serra Talhada pela prefeita Márcia Conrado (PT) e pelo ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Luciano Duque (PT). Marília participou […]

A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) começa um novo giro por Pernambuco nesta quinta-feira (20).

A parlamentar, que fará uma série de agendas no Sertão do Estado visitando importantes lideranças da região, foi recepcionada em Serra Talhada pela prefeita Márcia Conrado (PT) e pelo ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Luciano Duque (PT).

Marília participou de um jantar na casa de Márcia, onde ficará hospedada.

A visita ocorre na semana em que a petista aparece liderando pesquisas de intenção de voto para o Governo do Estado.  Em contrapartida,  também essa semana o ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que discute novo alinhamento com o PSB para 2022, inclusive deixando de lado a dura campanha de João Campos contra a petista.  A decisão pode novamente rifar suas pretensões,  caso a Federal permaneça no PT.

Marília obteve mais de 11 mil votos no município na eleição de 2018. Segundo nota da assessoria ao blog,  Marília enviou, até agora, quase R$ 15 milhões em emendas para a cidade, onde teve a pré-candidatura ao Governo do Estado lançada em 2018.

Saiba quem é Ivan Monteiro, o novo presidente da Petrobras

Diretor financeiro é consenso para substituição Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise […]

O novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro. Foto: Alan Santos/PR/Folhapress

Diretor financeiro é consenso para substituição

Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo

A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise gerada pelo esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

A Folha apurou que a indicação foi bem recebida na estatal, por ser sinal de continuidade das políticas em curso. Pelo mesmo motivo, foi criticada por sindicatos que pediam a cabeça de Pedro Parente.

Monteiro foi levado à Petrobras ainda na gestão Dilma Rousseff por Aldemir Bendine, ex-presidente da estatal e do Banco do Brasil condenado em janeiro pelo juiz Sergio Moro por corrupção.

Engenheiro eletrônico, ele fez carreira no Banco do Brasil, onde se tornou o braço direito de Bendine. Na Petrobras, chegou a ser apontado internamento como o principal gestor da companhia, enquanto seu chefe era criticado por passar poucos dias da semana na sede da empresa.

Quando Monteiro chegou na diretoria financeira da Petrobras, em fevereiro de 2015, a empresa ainda enfrentava dificuldades para fechar o balanço de 2014 por resistência dos auditores independentes em aprovar fórmula de cálculo das perdas com a corrupção.

Ele é apontado por analistas como o principal responsável por tirar a Petrobras da encruzilhada em que a empresa estava no início de 2015, correndo o risco de sofrer resgate antecipado de dívidas por falhar em cumprir prazos legais para a entrega de documentos financeiros.

Sob seu comando, a companhia iniciou um programa de gestão de dívidas, empurrando para meados dos anos 2020 parte do excessivo volume de vencimentos, cuja concentração no final desta década chegou a levantar boatos de necessidade de aporte de recursos para evitar a falência.

Além disso, promoveu grandes baixas contábeis em valores de ativos da estatal, considerando o cenário de preços de petróleo mais baixos e revertendo avaliações exageradas feitas quando os processos foram aprovados em gestões petistas.

Ainda com Bendine, deu início ao primeiro grande plano de venda de ativos da estatal, com a meta de vender US$ 15,1 bilhões entre 2016 e 2018 – o resultado final foi um pouco menor, US$ 13,6 bilhões.

Com a chegada de Parente, foi convidado a permanecer no cargo, assim como boa parte da diretoria montada por Bendine. Apesar da condenação do ex-chefe, não tem contra si nenhuma acusação de crimes nem na Petrobras nem no BB.

Para os sindicatos de petroleiros, porém, o nome representa continuidade com o que chamam de “desmonte da Petrobras”. “Eles não iriam indicar alguém que não tivesse o mesmo pensamento do que o Pedro Parente. Acho que a política [de venda de ativos] se mantém”, comentou José Maria Rangel, coordenador da Federação Única dos Petroleiros.