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Serra: autorizada construção de nova escola

Por André Luis

A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Obras e Infraestrutura, autorizou, nesta sexta-feira (18), o início das obras de construção de uma nova escola no valor de R$ 4.116.530,10 (quatro milhões, cento e dezesseis mil, quinhentos e trinta reais e dez centavos), na Rua 10, no bairro da Cohab.

A escola será padrão MEC, com doze salas de aula, almoxarifado, coordenação, sala de direção, sala de professores, auditório, biblioteca, sala de informática, laboratórios, áreas de serviço, depósitos, dispensa, cozinha, banheiros masculino e feminino, banheiro para deficientes e quadra poliesportiva.

Na ocasião o Governo Municipal inaugurou a pavimentação das ruas Andrelino José de Lima, Roberto Godoy de Carvalho, Odilon Bernardino de Sousa e Rua 26, localizadas na Cohab, com investimento de R$450 mil, sendo R$50 mil de contrapartida do Tesouro Municipal.

Durante a solenidade o prefeito Luciano Duque anunciou a aquisição de mais R$23 milhões para a educação. “Já captamos recursos da ordem de R$ 23 milhões para a educação de Serra Talhada, recursos que vão reestruturar toda rede de educação, com escolas de qualidade, creches, equipamentos e mobiliários, investimentos que serão anunciados agora dia 31 de dezembro”, anunciou.

Outras Notícias

Miguel critica debate nacionalizado: “Pernambuco tem que ser a prioridade”

O pré-candidato ao governo do estado, Miguel Coelho (União Brasil), voltou a criticar a nacionalização excessiva do debate eleitoral em Pernambuco. Segundo ele, as eleições presidenciais não podem desviar a atenção dos problemas que Pernambuco enfrenta.  “Tem pré-candidato que quer só falar de Lula e de Bolsonaro, deixando de lado os problemas da gente”, disse […]

O pré-candidato ao governo do estado, Miguel Coelho (União Brasil), voltou a criticar a nacionalização excessiva do debate eleitoral em Pernambuco. Segundo ele, as eleições presidenciais não podem desviar a atenção dos problemas que Pernambuco enfrenta. 

“Tem pré-candidato que quer só falar de Lula e de Bolsonaro, deixando de lado os problemas da gente”, disse Miguel em entrevista à rádio Nova Quilombo, de Palmares, nesta segunda-feira (9).

Miguel Coelho citou a falta d’água e o saneamento básico como problemas urgentes que Pernambuco precisa resolver, além dos investimentos na recuperação de estradas, saúde e educação. Para isso, garantiu que fará a pré-campanha com foco nos desafios do estado, sem recorrer “à política pequena de transferência de responsabilidades.”

“O debate nacional precisa e será feito, mas a gente não pode colocar Pernambuco em segundo plano. Pelo contrário, Pernambuco tem que ser a nossa prioridade. Pernambuco tem que demandar todas as nossas energias, todas as nossas atenções, porque não temos mais tempo a perder. O povo quer que o próximo governador seja trabalhador ou puxa-saco de Lula ou de Bolsonaro?”, questionou.

Miguel acredita que o debate polarizado e extremado pode, mais uma vez, fazer os pernambucanos pagarem uma conta cara. 

“O PSB passou a culpar os outros de todos os problemas que precisamos resolver em nosso estado. Isso é falta de liderança e desonestidade com nossa gente. E o resultado está aí, com nosso estado numa situação deprimente. Pernambuco precisa de um líder que faça nossa estado voltar a ser grande, deixar de ser referência em miséria e em falta de serviços básicos. Na hora de resolver a bronca não vai adiantar se esconder ou jogar responsabilidade, o governador vai precisar melhorar a vida das pessoas independente do presidente que for eleito. Quero ser um governador capaz de lidar com quer que esteja em Brasília”, concluiu Miguel.

Evento marca 80 anos da morte de Lampião

O “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço”, promovido pela Fundação Cabras de Lampião, ocorrerá em Serra Talhada entre os dias 25 e 29 de julho. O evento, que recorda os 80 anos da morte de Lampião, o cangaceiro mais famoso, é gratuito e aberto ao público No próximo dia 28 de julho, completam-se 80 […]

O “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço”, promovido pela Fundação Cabras de Lampião, ocorrerá em Serra Talhada entre os dias 25 e 29 de julho. O evento, que recorda os 80 anos da morte de Lampião, o cangaceiro mais famoso, é gratuito e aberto ao público

No próximo dia 28 de julho, completam-se 80 anos da morte de Virgulino Ferreira – o cangaceiro Lampião. Para recordar a data histórica, a Fundação Cabras de Lampião traz muitas novidades no “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço”, que tem início no próximo dia 25 de julho e segue até o dia 29 do mesmo mês, na Estação do Forró e no Museu do Cangaço, em Serra Talhada (PE), Sertão do Pajeú, terra onde Lampião nasceu. O evento vai reunir grupos musicais, folclóricos, violeiros repentistas, cantores, poetas, historiadores e pesquisadores do cangaço. Nele, também serão promovidos pontos de cultura e feira de artesanatos, tudo para celebrar a cultura de raiz. A proposta é integrar música, teatro, dança, fotografia, cultura popular, literatura, artesanato e gastronomia.

Durante a programação do Tributo a Virgolino, haverá apresentações musicais com trios e grupos de forró pé de serra, danças populares, área de alimentação com comidas típicas da região, além da realização da celebração do cangaço, um momento em que todos os grupos e artistas convidados se reúnem para afirmarem a importância do Cangaço na identidade cultural do povo sertanejo. Além disso, na ocasião, será realizado o espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”. As atividades ocorrerão na Estação do Forró, na Área de Alimentação da Feira Livre, dentro das escolas, no Museu do Cangaço e no Sítio Passagem das Pedras – localidade onde nasceu Lampião, utilizando-se diversos espaços e palcos paralelos.

Massacre de Angico – A Morte de Lampião – Trata-se do maior espetáculo teatral ao ar livre dos sertões. Com 120 atores e técnicos, conta a história de Lampião, mesclando acontecimentos reais com o imaginário popular e o folclore. A proposta é fomentar as artes cênicas na região do sertão nordestino, bem como a geração de emprego e renda para as cidades circunvizinhas e incentivar o turismo e a cultura local. A fórmula é estimular o conhecimento da história, promovendo a autoestima, valorizando profissionais do teatro, envolvendo artistas e técnicos da região e do estado. A apresentação acontecerá em espaço aberto e não haverá venda de ingressos.

O projeto “Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço” conta com o incentivo cultural do Funcultura; Fundarpe; Secretaria de Cultura de Serra Talhada e Governo de Pernambuco, e ainda com a Prefeitura Municipal e Secretaria de Cultura de Serra Talhada; Sesc/PE e comerciantes locais.

Obra sobre Lampião é lançada no Museu Cais do Sertão

O Cangaço se configura como um dos fenômenos mais intrigantes da história do povo nordestino. Com duração de quase 80 anos, teve no Sertão do Pajeú um de seus principais cenários. Esse é o tema central da obra “ Lampião e o Sertão do Pajeú, do pesquisador e escritor, Anildomá Willans de Souza, que vai ser lançada no próximo sábado (14/07), às 15h, no Museu Cais do Sertão, no Recife Antigo.

O evento vai ser marcado por uma verdadeira tarde do Cangaço. Na ocasião irão acontecer a exibição do curta metragem “Lampião e o Fogo da Serra Grande”, e uma roda de conversa com o escritor e pesquisador Anildomá Willians de Souza. Para fechar a tarde, haverá a apresentação do grupo de Xaxado Cabras de Lampião.

O blog e a história: o pacto quebrado e o fusuê formado em São José do Egito

Leitores do blog invocaram a lembrança da publicação que formalizou o apoio governista ao vereador Beto de Marreco em São José do Egito. Foi o descumprimento daquele acordo que iniciou a confusão sem fim que se vê até hoje e o rompimento de parte da base de Evandro Valadares. Há dois anos, em 23 de […]

Leitores do blog invocaram a lembrança da publicação que formalizou o apoio governista ao vereador Beto de Marreco em São José do Egito.

Foi o descumprimento daquele acordo que iniciou a confusão sem fim que se vê até hoje e o rompimento de parte da base de Evandro Valadares.

Há dois anos, em 23 de novembro de 2020, o blog noticiou: “SJE: governistas fecham com Beto de Marreco para presidir Câmara”. A notícia chegou a ser dada em primeira mão.

E detalhou: a base do prefeito Evandro Valadares fechou agora a pouco o nome do presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito.

Em total consenso, fato tido como raro diante dos últimos embates, o nome de Beto de Marreco foi fechado para presidir a Câmara no biênio 2021-2022.

Participaram da reunião que bateu o martelo além dos oito vereadores da base, o vice-prefeito Eclérinston Ramos, o Secretário de Saúde Paulo Jucá, mais o advogado e prefeito eleito de Ouro Velho, Augusto Valadares.

Após a decisão o prefeito Evandro Valadares foi chamado e comunicado da decisão. Além de Beto de Marreco, integram a base João de Maria, Flávio Jucá, Henrique Marinho, Patrícia de Bacana, Gerson Souza, Maurício do São João e Damião de Carminha.

O resto da história é conhecida: uma arrumação em torno de João de Maria quebrou o acordo.  A diferença é que àquela época,  parte dos governistas fechados com João se mantiveram na base.

Agora foi racha total.  Daquela foto, além do próprio João,  Maurício do São João,  Patrícia de Bacana e Damião de Carminha apoiaram a reeleição de João,  foram acusados de traição e racharam com o grupo.

CPI comprova digitais de Bolsonaro nas mortes por covid-19, diz relator

Já para o presidente da Comissão, nenhuma autoridade vai poder engavetar o relatório O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou durante a leitura do relatório final da CPI, nesta quarta-feira (20), que a Comissão “foi a única no mundo a eviscerar as mazelas do chefe de uma nação. Esta CPI é […]

Já para o presidente da Comissão, nenhuma autoridade vai poder engavetar o relatório

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou durante a leitura do relatório final da CPI, nesta quarta-feira (20), que a Comissão “foi a única no mundo a eviscerar as mazelas do chefe de uma nação. Esta CPI é a primeira a comprovar as digitais de um presidente da República na morte de milhares de cidadãos”.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AL), destacou, após a leitura do relatório que nenhuma autoridade vai poder engaveta-lo. Segundo ele, o documento vai ser debatido pela sociedade e passa a ser não só o relatório da CPI, mas também das vítimas da pandemia.

Antes do encerramento da reunião, Omar criticou o presidente da República, Jair Bolsonaro, que teria dado gargalhada ao saber do conteúdo.

Aziz encerrou os trabalhos da CPI e convocou reunião para a próxima terça-feira (26), quando os parlamentares devem votar o relatório proposto por Renan Calheiros.

Antes do encerramento da reunião, o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), enfatizou a “trágica condução no enfrentamento da pandemia”, com assessoramento oficial ou do “gabinete paralelo” pelos “piores ministros da história”, que ocasionaram uma das maiores letalidades por covid-19 no mundo.

“Resultado funesto, sepulcral, derivado da soma de muitos erros e práticas mortais que conjugaram heresias científicas fatais como imunidade de rebanho, remédios ineficazes, boicote irracional e deliberado às vacinas e experimentos de triste memória nazista com seres humanos”

Além das mortes, “a vida foi desprezada” também pela fome, desemprego, e indigência, segundo o senador, para quem “o governo Jair Bolsonaro entrará na história como o mais baixo degrau da indigência humana e civilizatória”.

“O que testemunhamos foi uma tropa de jagunços institucionais, de instintos primitivos em estado anímico de matar”, pontuou Renan Calheiros.

O blog e a história: a morte de João Paulo II

O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos. A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro. A partir de então, sua agonia tornou-se pública, […]

O Papa João Paulo II faleceu em 2 de abril de 2005, aos 84 anos.

A fragilidade de sua saúde ficou evidente quando, no domingo de Páscoa daquele ano, o pontífice não conseguiu pronunciar a bênção aos 70 mil fiéis que o aguardavam na Praça São Pedro.

A partir de então, sua agonia tornou-se pública, e sua dor comoveu todo o planeta.

O polonês Karol Wojtyla, o primeiro papa não italiano em quatro séculos e meio, ficou conhecido por seu carisma e por seu diálogo com os jovens, mas também por sua posição em determinadas questões religiosas. Peregrino, visitou 129 países ao longo de 26 anos de pontificado.

João Paulo II tinha uma saúde bastante debilitada e vivia doente. Mas foi no domingo de Páscoa de 2005 que o frágil estado de saúde do Papa chamou a atenção do mundo.

O Papa chegou à sacada de onde ele deveria se dirigir à multidão que o esperava e não conseguiu falar. Em um determinado momento ele fez uma expressão de dor e sua voz não saía.

E isso se deu em um momento em que as imagens percorrem o planeta na internet com rapidez brutal, e todas as TVs registraram.

Era um dia especial, era domingo de Páscoa, e aquela cena foi muito forte.

Na quarta-feira, 30 de março, quando uma multidão de pessoas esperava para ver o Papa em frente à Basílica de São Pedro, mais um sinal de que João Paulo II estava em sofrimento. Sem conseguir pronunciar sua mensagem, ele apenas deu a benção aos fiéis que aguardavam por suas palavras.

Após quase uma semana de padecimento, João Paulo II faleceu na tarde de 2 de abril de 2005, pouco mais de uma hora após a divulgação do último boletim médico sobre seu estado de saúde.