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Senador diz ter poder para nomear até melancia

Por Nill Júnior

HelioJoseGeraldoMagelaAgSenado

Do Blog de Josias de Souza

Às vésperas do julgamento de Dilma Rousseff, o Diário Oficial da União tornou-se um território fértil para os senadores que se dispõem a votar a favor do impeachment. O senador Hélio José (PMDB-DF), por exemplo, acomodou no comando da Superintendência do Patrimônio da União do Distrito Federal, órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, um assessor chamado Francisco Nilo Júnior.

Os servidores do órgão não gostaram. Abespinhado, o senador foi à repartição na última terça-feria (2). E avisou aos descontentes: “Isso aqui é nosso. Isso aqui eu ponho quem eu quiser aqui. A melancia que eu quiser aqui eu vou colocar!”

Por mal dos pecados, um dos servidores presentes à reunião gravou a manifestação do senador. O áudio ganhou a internet. Quem ouve fica com a impressão de que o orador instalou uma porteira na entrada da SPU, responsável pela administração dos imóveis e das terras da União no Distrito Federal. A certa altura, o orador explica que plantou Francisco Nilo na SPU porque “ele tem lado.”

Deixou claro que sua melancia é fiel: “O lado dele é o senador Hélio José, que é o responsável pela SPU a partir de hoje. A partir de hoje, a SPU é responsabilidade minha, do senador Hélio José, gabinete 19, da [ala] Teotônio Vilela.” (Ouça as declarações do Senado no vídeo abaixo):

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Hélio José é um nômade partidário. Filiado ao PT, mudou-se para o PSD depois que o roçado do petismo foi atacado pela praga do petrolão. Sem votos, Hélio José ganhou uma cadeira de senador como suplente de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), eleito governador do DF em 2014. Homem de visão, Hélio José trocou o PSD pelo PMB, Partido da Mulher Brasileira. Há cinco meses, como que farejando o que estava por vir, o personagem migrou para o PMDB de Michel Temer.

Antes de ser terceirizada a Hélio José, a Superintendência do Patrimônio da União era controlada pelo diretório brasiliense do PT, o antigo partido do senador. Os servidores reagiram à chegada de Francisco Nilo sob a alegação de que o apadrinhado do senador é dono de uma imobiliária. Algo que faria dele uma espécie de Drácula em banco de sangue, já que a principal atribuição da SPU é gerir o patrimônio imobiliário da União. Em nota, Hélio José negou que seu pupilo seja proprietário de imobiliária.

O senador enxerga conspiração política na reação dos servidores da SPU. Responsabiliza pela difusão de informações desabonadoras sobre seu apadrinhado a servidora Valéria Veloso, que respondia pela SPU como superintendente substituta.

“Eu vou pra Casa Civil agora pra resolver esse negócio dessa imobiliária”, disse Hélio José na reunião de terça-feira, sem saber que estava sendo gravado. “É mais uma armação de Valéria e companhia limitada e não vai acontecer, tá certo? Nao vai acontecer.” Foi nesse ponto que o senador mencionou os poderes extraordinário que julga ter na Casa Civil de Michel Temer: “Isso aqui é nosso. Isso aqui eu ponho quem eu quiser aqui. A melancia que eu quiser aqui eu vou colocar.”

Hélio José soou categórico: “Por isso que quem é do time adversário tá fora, tá certo? Tá for a! Peço, por gentileza, que sua Valéria esvazie sua gaveta e sua turba e caia fora daqui, certo? E caia fora daqui, por favor. Tô deixando isso claro, tô deixando isso claro, bem registrado aqui, bem claro em alto e bom som: sua Valéria e sua turma de conspiradores esvaziem as gavetas e caia fora da SPU. E vai lá se apresentar na seção de pessoal do Ministério do Planejamento, pra ver aonde vai se lotar esse povo lá.”

Outras Notícias

Itapetim inaugura cozinha comunitária

O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Governo de Pernambuco, inaugurou na noite desta terça-feira (14) a Cozinha Comunitária Ivanide Nunes da Costa, que vai garantir o acesso a uma alimentação saudável e nutricionalmente balanceada para a população em situação de vulnerabilidade social de Itapetim, Piedade e […]

O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Governo de Pernambuco, inaugurou na noite desta terça-feira (14) a Cozinha Comunitária Ivanide Nunes da Costa, que vai garantir o acesso a uma alimentação saudável e nutricionalmente balanceada para a população em situação de vulnerabilidade social de Itapetim, Piedade e São Vicente.

O equipamento funcionará de segunda a sexta-feira (exceto nos feriados), na antiga Casa das Freiras, oferecendo 200 refeições diárias para as pessoas que mais precisam.

A cozinha foi pleiteada pelo Governo Municipal junto ao Governo do Estado ainda em 2020 e agora foi liberada pela atual gestão estadual. 

O nome da cozinha faz uma homenagem à itapetinense Dona Ivani, uma mulher guerreira, determinada e cozinheira profissional, que deixou um grande legado em Itapetim. 

Estiveram participando da solenidade o prefeito do município, Adelmo Moura, o vice-prefeito Chico, a secretária de Assistência Social Edilene Machado e equipe, o diretor de Assistência Diego Nunes, os vereadores Júnior de Diógenes (presidente da Câmara, Lailton, Silvanio, Carlos, Antônia e Romão, secretários e diretores municipais, além de outras autoridades.

Barroso reage e acusa revista inglesa de promover narrativa golpista

Metrópoles O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), publicou, no site da Corte, reação a uma reportagem da revista inglesa The Economist, uma das mais importantes do mundo. Para Barroso, em texto sobre a atuação do Judiciário brasileiro, a revista deu enfoque que “corresponde mais à narrativa dos que tentaram o […]

Metrópoles

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), publicou, no site da Corte, reação a uma reportagem da revista inglesa The Economist, uma das mais importantes do mundo. Para Barroso, em texto sobre a atuação do Judiciário brasileiro, a revista deu enfoque que “corresponde mais à narrativa dos que tentaram o golpe de Estado do que ao fato real de que o Brasil vive uma democracia plena, com Estado de direito, freios e contrapesos e respeito aos direitos fundamentais”.

Barroso reagiu a texto postado em 16 de abril pela revista, em inglês, com o título “Suprema Corte do Brasil está em julgamento”, em tradução livre para o português. A reportagem aponta o ministro Alexandre de Moraes como personificação do que considerou problemas do Judiciário brasileiro. A suspensão do X (antigo Twitter) no ano passado e decisões monocráticas de juízes foram apontadas como exemplos.

Em sua resposta, Barroso começa dizendo que quer “esclarecer alguns pontos” e segue alegando que a reportagem narra algumas das ameaças sofridas pela democracia no Brasil, “embora não todas”.

O magistrado relembra a invasão da sede dos três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, “por uma multidão insuflada por extremistas”, e outros casos, como a “tentativa de atentado terrorista a bomba no aeroporto de Brasília” e “uma alegada tentativa de golpe, com plano de assassinato do presidente, do vice-presidente e de um ministro do tribunal”.

Barroso faz referência à denúncia da Procuradoria-Geral da República aceita pelo STF este ano que narrou suposto plano golpista para evitar a posse de Lula como presidente, que teria, segundo a acusação, a liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele tem negado todas as acusações e dito que apenas debateu, após a derrota eleitoral, se havia algo a fazer dentro das leis, mas que nunca colocou nenhum plano em prática.

De acordo com o presidente do STF em sua resposta à publicação da revista The Economist, “os responsáveis estão sendo processados criminalmente, com o devido processo legal, como reconhece a matéria. Foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições, como ocorreu em vários países do mundo, do leste Europeu à América Latina”.

Raúl Castro diz que relação com os EUA não mudará sistema de Cuba

Da Folhapress Em discurso na Assembleia Nacional de Cuba, o presidente Raúl Castro afirmou que a reaproximação com os Estados Unidos não mudará o sistema político do país e, em gesto ao aliado Nicolás Maduro, criticou as sanções de Washington contra a Venezuela. “Não se deve pretender que, para melhorar as relações com os Estados […]

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Da Folhapress

Em discurso na Assembleia Nacional de Cuba, o presidente Raúl Castro afirmou que a reaproximação com os Estados Unidos não mudará o sistema político do país e, em gesto ao aliado Nicolás Maduro, criticou as sanções de Washington contra a Venezuela.

“Não se deve pretender que, para melhorar as relações com os Estados Unidos, Cuba renuncie às ideias pelas quais lutou por mais de um século”, disse Raúl.

“É necessário entender que Cuba é um Estado soberano, cujo povo, em livre referendo para aprovar a Constituição, decidiu um rumo socialista”, completou, seguido por fortes aplausos.

Raúl celebrou o restabelecimento das relações com os EUA, mas afirmou que o embargo econômico imposto pelo Congresso americano continua sendo o principal obstáculo para a aproximação entre os dois países e exortou os países latino americanos a continuarem ajudando Cuba a derrubá-lo.

Ele confirmou a participação de Cuba na Cúpula das Américas, no Panamá, no ano que vem. Cuba não participava há décadas da cúpula e os países da Alba haviam ameaçado boicotar o encontro, caso os EUA continuassem se opondo à participação de Cuba – isso tudo antes do anúncio da aproximação bilateral.

Por outro lado, criticou as tentativas dos EUA de “desestabilizar o governo legítimo de Nicolás Maduro”, em relação as sanções contra funcionários do governo venezuelano com bens nos EUA.

No final, de improviso disse que o regime cubano completa 57 anos “e, com esse povo podemos chegar ao ano 570 da revolução. Viva Fidel. Pátria ou morte. Venceremos!”

Coluna do Domingão

Bruno Araújo candidato, se cria? A polêmica da vez no Estado é a decisão de Bruno Araújo (PSDB) de não disputar mais o Senado no conjunto de forças do Pernambuco Quer Mudar. Bruno não digeriu o fato de que não nome não foi bem aceito por Armando, que comprou o veto, e disparou divulgando abertamente […]

Bruno Araújo candidato, se cria?

A polêmica da vez no Estado é a decisão de Bruno Araújo (PSDB) de não disputar mais o Senado no conjunto de forças do Pernambuco Quer Mudar.

Bruno não digeriu o fato de que não nome não foi bem aceito por Armando, que comprou o veto, e disparou divulgando abertamente a carta em que anuncia a decisão de não mais postular o cargo e sua discordância com a motivação da não aceitação.

“Ficou evidente a dificuldade levantada por esse conjunto em dar seguimento ao meu nome para uma das vagas ao Senado, sob argumentos que me reservo o direito de discordar, pois eram de conhecimento de todos desde nossas primeiras tratativas”, disse, antes de sinalizar que pode até ser candidato ao Governo do Estado, dando palanque a Geraldo Alckimin.

Uma coisa não se pode tirar de Bruno: a coerência até aqui com suas ideias e posicionamentos, concorde você ou não. Bruno foi o voto 342 pró impeachment, o que teve os maiores holofotes, alçado à história por ajudar a decretar o fim da era petista no poder.

“Quanta honra o destino me reservou de poder com a minha voz sair o grito de esperança de milhões de brasileiros. Pernambuco nunca faltou ao Brasil. Carrego comigo nossas histórias de luta pela liberdade e  pela democracia. Por isso eu digo ao Brasil, sim para o futuro!” – disse emocionado ao decretar o futuro da ex-presidenta Dilma, posteriormente caçada pelo Senado. Bruno manteve a posição de combate ao petismo, mesmo em um estado onde a intenção de voto para Lula beira os 70%.

O voto teve consequências. A primeira delas é que Bruno foi alçado a Ministro de Temer. Ao contrário de Mendonça Filho, mesmo com uma máquina nas mãos, o Ministério das Cidades, responsável  por Programas como o Minha Casa Minha Vida, teve uma passagem apática, sem presença no interior e não capitalizou politicamente. Na última pesquisa Múltipla em que apareceu, de janeiro, não chegava a 3% na estimulada, abaixo de Armando, Câmara, Marília, Mendonça e Bezerra Coelho.

Ser rifado na chapa de Armando foi o que se pode chamar de segunda consequência. Ter um símbolo do Impeachment no santinho ao lado de Armando, ainda mais um tucano, poderia consequências desastrosas e alimentaria o discurso de Paulo Câmara, que na última vez em que esteve falando à Rádio Pajeú disse que o palanque precisava explicar a ligação com ministros de Temer. Bruno na chapa seria o bolo da cereja no discurso de quem busca descredenciar o bloco, que quer polarizar a oposição na queda de braço com Marília Arraes, a primeira das duas disputas que terá pela frente.

A pergunta que resta é: o PSDB vai comprar a briga de Bruno e romper definitivamente com o bloco, lançando candidatura própria, ou engole o sapo e, em nome dos espaços que pode manter na Câmara e num possível governo, manter-se na coalisão? O fato é que não há  cenário bom para o tucanato pernambucano. Nos outros palanques não tem espaço, com Armando fica fragilizado moralmente e sozinho, não tem força para rivalizar em um estado tomado pelo lulismo.

É o tal de se o tucano correr o bicho pega, se ficar o bicho come, se voar lhe cortam as asas…

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O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), fala nesta segunda ao Debate das Dez do programa Manhã Total sobre seu estado de saúde e que passos irá dar daqui pra frente na sua agenda. Se para em nome do tratamento que terá que fazer ou se conseguirá conciliar com a gestão de Afogados.  Nos últimos dias aumentaram rumores sobre sua saúde. Mas quem anda com ele diz que o quadro é tratável, com boas perspectivas.

Tratamento

O petista Jair Almeida, que disputou a prefeitura de Afogados em 2012,  falou esta semana que os médicos que o acompanham no IMIP identificaram o tipo de linfoma que o acometeu e já iniciaram o tratamento. Serão cerca de seis meses de luta, que promete enfrentar com muito vigor e confiança na recuperação. Jair agradeceu às orações e disse estar crente de que sairá bem dessa. Assim seja…

Venham todos a mim

Em entrevista que vai ao ar nesta segunda-feira na Rádio Pajeú, a vereadora Marília Arraes mostrou-se confiante no fim da novela petista até 2 de agosto, quando acredita, será confirmada a candidatura própria do partido. Dentre outras coisas, afirmou que não recusaria apoio de Armando Monteiro em um eventual segundo turno, mesmo que traga na mala um dos que ela costuma chamar de “golpistas”.

Fazendo conta

Gonzaga Patriota faz conta para ter 120 mil votos que poderão lhe garantir novo mandato federal. Acha que dobra a votação em Petrolina – foram 12 mil votos em 2014 – e não acredita em queda vertiginosa na votação no Pajeú. Nem em Afogados, onde José Patriota o trocou por João Campos. “Ele agora vai ter dois deputados”, brinca. Gonzaga ainda tem apoio do ex-prefeito Totonho Valadares (PSB).

Pare, olhe, siga

Além de prometer dar solução ao trânsito caótico de Tabira, a municipalização anunciada pela gestão Sebastião Dias está economizando R$ 40 mil com a fabricação própria dos semáforos, capitaneada por um profissional local. Outra solução anunciada pelo Secretário Flávio Marques é a de mão e contramão nas duas vias que margeiam o Terminal Rodoviário.

Eles estão voltando

Se a gente fizer um recorte nos últimos dias, aumentou proporcionalmente, e muito, o número de políticos visitando a região por metro quadrado. Armando Monteiro, Paulo Câmara, Marília Arraes, Mendonça Filho, Bezerra Coelho Filho, Zé Humberto, Ricardo Costa, Sílvio Costa, Edilson Silva…

Pode se preparar, tô voltando…

Os assaltos voltaram à PE 275, entre Cruzeiro do Nordeste e Jabitacá. Com a estrada esburacada, criminosos a mão armada estão  aproveitando a marcha lenta para agir. Veículos de passeio e motos já foram levados nas últimas 72 horas. Até o cantor Maciel Melo, que esteve em Jabitacá este fim de semana, aproveitou para engrossar o côro: “o governo tem que fazer algo rápido”.

Frase da semana:

“Devolvo a meu Partido a honrosa indicação que recebi para que defina o melhor caminho”.

Do tucano Bruno Araújo, na bomba política da semana, dizendo ter sido preterido para disputar o Senado.

Opinião: 10 anos do impeachment da presidente Dilma Rousseff

Por Fernando Ferro* Há exatos 10 anos, em 17/4/2016, o Brasil acompanhou pela tv aberta a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que tinha sido reeleita democraticamente em 2014. Era o começo da tragédia política que chocou o ovo da serpente fascista no país, cujo resultado estamos acompanhando nas disputas atuais.   A votação […]

Por Fernando Ferro*

Há exatos 10 anos, em 17/4/2016, o Brasil acompanhou pela tv aberta a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que tinha sido reeleita democraticamente em 2014. Era o começo da tragédia política que chocou o ovo da serpente fascista no país, cujo resultado estamos acompanhando nas disputas atuais.

 

A votação na Câmara, encerrada em 367 votos a favor e 137 contra, expôs o clima de polarização do país. Muitas justificativas de voto basearam-se em misoginia ou ofensas pessoais, incluindo a apologia ao crime feita por Jair Bolsonaro ao exaltar Carlos Alberto Brilhante Ustra, expoente da repressão militar e torturador da ex-presidente. A tramitação encerrou-se meses depois, em 31 de agosto de 2016, quando o Senado Federal decretou o afastamento definitivo de Dilma Rousseff.

No entanto, o rumo dos que votaram pelo impeachment deu voltas: da euforia punitiva de Danilo Cabral ao delírio exibicionista de Bruno Araújo sobraram castigos e a urnas indicaram isso. Por sinal, Dilma está atualmente num posto de topo na geopolítica global, enquanto seus algozes rastejam na província.

Dilma é presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição dos Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com sede em Xangai, a instituição tem como objetivo financiar obras para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países que compõem o colegiado de economias emergentes.

Avante, companheiros e companheiras. A democracia brasileira exige vigilância diária e voto na esquerda sempre!

* Nome histórico do PT e um dos fundadores da legenda, Fernando Ferro é ex-deputado federal.