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Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho acontece na UPAE Garanhuns

Por Nill Júnior

Acontece na UPAE Garanhuns no período de 03 a 06 de setembro a II SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes, com diversas atividades, dentre elas palestras e aulas de dança e ginástica.

A iniciativa tem a participação dos próprios profissionais da casa e é uma realização da  CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

A SIPAT inicia na segunda (03) com a palestra “Acidentes com perfuro-cortante e suas implicações”, com a enfermeira Michelle Torres, da educação permanente da UPAE Garanhuns. Na terça (04) o enfermeiro Raimundo Neto discorre sobre “Os perigos do álcool e das drogas”. Na quarta-feira (05), a nutricionista Laila Brasil apresenta “Nutrição aliada ao desenvolvimento cognitivo”. Na quinta-feira (06), véspera de feriado, será dia de incentivar as práticas esportivas e o lazer. A equipe de fisioterapeutas vai liderar uma ginástica laboral e o técnico em enfermagem, Mikael Cristiano, ministra uma aula de dança.

As atividades da SIPAT contam com o apoio da coordenação da UPAE Garanhuns. “A CIPA é mais que uma exigência legal, é a certeza que vamos trabalhar sob as normas que buscam prevenir acidentes, e esta questão é uma prioridade para a UPAE Garanhuns e para todas as unidades sob gestão IMIP. Por isso incentivamos estas realizações e parabenizamos a todos os envolvidos nesta semana muito proveitosa de debate e aprendizado sobre segurança do trabalho”, afirmou Dr. Gustavo Amorim, coordenador geral da unidade.

CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Sob a presidência do enfermeiro Álvaro Simões e seu vice, Fábio Tavares, assistente administrativo, outros 12 funcionários da UPAE Garanhuns se reúnem mensalmente para avaliar as condições de trabalho da unidade. Nathália Monteiro é a Técnica de Segurança do Trabalho da UPAE Garanhuns.

A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada de Garanhuns é unidade da Rede SUS da Secretaria Estadual de Saúde, sob gestão IMIP e parceria com a V GERES e Secretarias Municipais de Saúde.

Outras Notícias

Ibope: João Paulo 36% e Fernando Bezerra Coelho 30%

do G1 Pernambuco Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 36% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) aparecem com 1% cada. Já Oxis (PCB) não alcançou 1% das intenções […]

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do G1 Pernambuco

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta que o candidato João Paulo (PT) tem 36% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 30%. Simone Fontana (PSTU) e Albanise Pires (PSOL) aparecem com 1% cada. Já Oxis (PCB) não alcançou 1% das intenções de voto.

Os que não souberam responder somam 20% e aqueles que declaram voto branco ou nulo são 12%.

No levantamento anterior, divulgado em 23 de setembro, João Paulo aparecia com 34% e Fernando Bezerra Coelho, com 28%. Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a quinta pesquisa do Ibope após o registro das candidaturas.

Realizada entre os dias 28 e 30 de setembro, a pesquisa contou com 2.002 entrevistas em 81 municípios.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00034/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00916/2014.

Armandinho confirma dobradinha com Fabíola Cabral

Deputada estadual no primeiro mandato vai tentar uma vaga na Câmara Federal Por André Luis O pré-candidato a deputado estadual Armadinho do Acordeon, confirmou em suas redes sociais, nesta quinta-feira (7), que fará dobradinha com a deputada estadual e pré-candidata a deputada federal, Fabíola Cabral. Ambos são do mesmo partido da pré-candidata ao Governo de […]

Deputada estadual no primeiro mandato vai tentar uma vaga na Câmara Federal

Por André Luis

O pré-candidato a deputado estadual Armadinho do Acordeon, confirmou em suas redes sociais, nesta quinta-feira (7), que fará dobradinha com a deputada estadual e pré-candidata a deputada federal, Fabíola Cabral.

Ambos são do mesmo partido da pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, Solidariedade.

“Com muita alegria, confirmo a aliança da minha pré-candidatura a deputado estadual com a da pré-candidata à deputada federal, Fabíola Cabral, parceira de partido e de vontade em transformarmos a vida dos pernambucanos”, anunciou Armadinho.

Armadinho tenta o seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe. Já Fabíola está em seu primeiro mandato.  Foi eleita em 2018, com 41.857 votos.

“Conheço Fabíola e sei do seu trabalho como deputada estadual na Alepe. Nós acreditamos no mesmo jeito de fazer política, junto do povo. Ela é mulher, mãe, e, com toda certeza, será uma grande força para todos nós em Brasília”, destacou Armandinho.

Agenda: Serra Talhada reúne talentos nordestinos em XII Encontro de Xaxado

O XII Encontro Nordestino de Xaxado, que começa nesta quarta-feira, dia 14, em Serra Talhada,  vai fazer de Serra Talhada, famosa por grupos como o Cabras de Lampião, a Capital Brasileira do gênero, originário do próprio Sertão do Estado, segundo os pesquisadores Benjamin e Luís da Câmara Cascudo. Há ainda uma versão minoritária de que teria […]

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O XII Encontro Nordestino de Xaxado, que começa nesta quarta-feira, dia 14, em Serra Talhada,  vai fazer de Serra Talhada, famosa por grupos como o Cabras de Lampião, a Capital Brasileira do gênero, originário do próprio Sertão do Estado, segundo os pesquisadores Benjamin e Luís da Câmara Cascudo. Há ainda uma versão minoritária de que teria tido origem em Portugal e alguns outros ainda dizem que sua origem é indígena.

O Xaxado foi difundido como uma dança de guerra e entretenimento pelos cangaceiros, notoriamente do bando de Lampião, no inicio dos anos 1920, em Vila Bela, atual Serra Talhada. Na época, tornou-se popular em todos os bandos de cangaceiros espalhados pelos sertões nordestinos. Era uma dança exclusivamente masculina, por isso nunca foi considerada uma dança de salão, mesmo porque naquela época ainda não havia mulheres no cangaço.

O encontro será espalhado por vários bairros da Capital do Xaxado e tem uma programação riquíssima. Para se ter uma ideia da envergadura do evento, nomes como Quintetto Violado, Cezzinha,  As Severinas, Trio Nordestino, Assisão, Josildo Sá, dentre outros nomes. Cezzinha inclusive fez um convite nas redes sociais. “Estarei com vocês dia 14 , pertinho de vocês puxando o fole e fazendo aquele forró bem gostoso”, disse. A realização é da Empetur, Prefeitura de Serra Talhada e Ministério da Cultura.

Haverá participação de vários grupos de Xaxado do Nordeste, de cidades como João Pessoa, Parnamirim (RN), Piranhas (AL), Fortaleza (CE), Poço Redondo (SE) e outras cidades. De Serra Talhada, palco do Xaxado pernambucano e nascedouro do ritmo, participam os grupos Sertão Frevo, Gilvan Santos, Xabelê, De Vila Bela, As Belas da Vila, Herdeiros do Xaxado e Cabras de lampião, este último o grupo que tem mais projeção fora da cidade.

Ainda haverá atividades como feira de artesanato e passeio ecológico. Em outra frente, esta semana, dia 15, acontece também uma palestra na CDL com historiador Frederico Pernambucano de Mello, sobre o combate da Serra Grande, que aconteceu em  26 de novembro de 1926, envolvendo um contingente da então Força Pública de Pernambuco e o bando do cangaceiro Lampião, combate considerado o maior em todos os tempos do ciclo histórico do cangaço e que acaba de completar 90 anos.

Durante a programação que deverá acontecer nos bairros Centro, São Cristóvão, Caxixola e Vila Bela haverá feira de artesanatos e passeio turístico ecológico Nas Pegadas de Lampião. Os interessados em conhecer o sítio Passagem das Pedras, onde nasceu Lampião, deve procurar a recepção do Museu do Cangaço e agendar a visita. Clique abaixo e veja programação completa:

XII ENCONTRO NORDESTINO DE XAXADO – PROGRAMAÇÃO

Luciano Duque recebe apoio de José Vanderley, ex-prefeito de Brejinho

Nesta quinta-feira (25), o ex-prefeito de Brejinho por quatro mandatos, José Vanderlei, declarou apoio à candidatura de Luciano Duque a deputado estadual.  “É com alegria e satisfação que recebo o apoio de um político com tamanha experiência e prestígio. Esse ato traz ainda mais força ao nosso projeto de chegar à Assembleia Legislativa”, disse Luciano.

Nesta quinta-feira (25), o ex-prefeito de Brejinho por quatro mandatos, José Vanderlei, declarou apoio à candidatura de Luciano Duque a deputado estadual. 

“É com alegria e satisfação que recebo o apoio de um político com tamanha experiência e prestígio. Esse ato traz ainda mais força ao nosso projeto de chegar à Assembleia Legislativa”, disse Luciano.

Brasil chega a 400 mil mortos por covid-19 com risco de terceira onda à vista

Estadão O Brasil ultrapassou hoje a marca de 400 mil mortos pela covid-19 com um patamar ainda alto de óbitos diários e índices de mobilidade crescentes, o que, para especialistas, aumenta o risco de o País ter uma terceira onda da pandemia antes de atingir a imunidade de rebanho pela vacinação. Com o registro de 1.678 novos registros de óbitos desde ontem até […]

Estadão

O Brasil ultrapassou hoje a marca de 400 mil mortos pela covid-19 com um patamar ainda alto de óbitos diários e índices de mobilidade crescentes, o que, para especialistas, aumenta o risco de o País ter uma terceira onda da pandemia antes de atingir a imunidade de rebanho pela vacinação. Com o registro de 1.678 novos registros de óbitos desde ontem até as 13 horas desta quinta-feira, 29, o País já acumula 400.021 vítimas pela doença.

Para cientistas especializados em epidemiologia e virologia ouvidos pelo Estadão, a reabertura precipitada das atividades econômicas antes de uma queda sustentada de casos, internações e mortes favorece que as taxas de transmissão voltem a crescer, com risco maior do surgimento de novas variantes de preocupação. Com isso, o intervalo entre a segunda e uma eventual terceira onda seria menor do que o observado entre o primeiro e o segundo picos.

“Nos níveis em que o vírus circula hoje, esse período entre picos pode ser abreviado, sim. Já vimos esse efeito em algumas localidades na virada do ano. A circulação em níveis altos favorece isso”, diz o virologista Fernando Spilki, coordenador da Rede Coronaômica, força-tarefa de laboratórios faz o monitoramento genético de novas cepas.

Em 2020, o número de casos e mortes começou a cair entre julho e agosto para ter novo aumento a partir de novembro. O surgimento de uma nova cepa do vírus (P.1) em Manaus colapsou o sistema amazonense em janeiro e provocou a mesma catástrofe em quase todos os Estados do País entre fevereiro e março.

Os últimos dois meses foram os piores da pandemia até aqui. No ano passado, o País demorou quase cinco meses para atingir os primeiros 100 mil mortos, outros cinco meses para chegar aos 200 mil e dois meses e meio para alcançar as 300 mil vítimas. A triste marca dos 400 mil óbitos veio apenas 36 dias depois.

E os dados dos últimos dias indicam que a queda das internações e mortes iniciada há três semanas já estagnou. O mais provável agora é que os índices se estabilizem em níveis elevados, com 2 mil a 3 mil mortes diárias, ou voltem a crescer, projeta o estatístico e pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Leonardo Bastos.

“Agora era a hora de segurar mais, fazer uma reabertura mais lenta e planejada. Esse aumento de mobilidade e contato entre as pessoas pode levar a uma manutenção do número de hospitalizações em um patamar super alto, o que é péssimo, porque sobrecarrega o sistema de saúde. Do jeito que está, a questão não é se vai acontecer uma nova onda, mas quando”, diz o especialista.

Como exemplo de como uma nova variante pode provocar grandes surtos em um intervalo curto de tempo, o especialista da Fiocruz cita o caso do Rio. Ele considera que o Estado já viveu três ondas. Além da primeira, entre maio e junho de 2020, os municípios fluminenses sofreram um segundo pico em dezembro, com o surgimento da variante P.2, e uma nova alta em março deste ano, com a emergência da P.1. “Talvez a próxima onda não seja síncrona em todo o País, mas poderemos ter surtos em diferentes locais”, opina Bastos.

Para Spilki, o aumento nas taxas de mobilidade e relaxamento das medidas de proteção não só elevam as taxas de transmissão como facilitam o surgimento de variantes mais transmissíveis ou letais. “A variante P.1 e outras não são entes estáticos, podem evoluir e se adaptar a novos cenários com o espaço que vem sendo dado para novos casos”, diz ele. Desde novembro, relata o especialista, já foram identificadas oito novas variantes originadas no Brasil.

O epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), também destaca que, mesmo com a queda de casos e mortes nas últimas três semanas, o Brasil está longe de vislumbrar um controle da pandemia.

“Houve arrefecimento do número de casos e mortes pelas medidas de distanciamento social realizadas às duras custas. No momento, o retorno às outras fases de distanciamento é preocupante, principalmente na próxima semana, com aumento da procura de lojas pelo Dia das Mães e, também pela frequência maior de encontros sem a proteção necessária, como já aconteceu no Natal”, alerta.

Os especialistas acham improvável que a imunização consiga contemplar a maioria da população antes de uma nova onda. “A vacinação segue lenta, com interrupções e falhas de esquema, como falta de doses para reforço, o que é mais um complicador no que tange a frear a disseminação e evolução de variantes”, comenta o virologista.

Para os cientistas, as medidas necessárias para minimizarmos o risco de um novo tsunami de casos e mortes são as mesmas preconizadas desde o início da pandemia: uso de máscara (de preferência PFF2), distanciamento social, preferência por ambientes ventilados, rastreamento e isolamento de pessoas infectadas, além da aceleração da campanha de vacinação, que esbarra na escassez de doses.