Semana de Direitos Humanos realiza mutirão de documentos na Penitenciária Feminina de Buíque
Por Nill Júnior
A Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, através da Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos realiza, nesta quinta-feira (27), na Penitenciária Feminina de Buíque, um Mutirão de Documentos. A ação, que faz parte da Semana de Direitos Humanos do Agreste Meridional, será executada pelo Programa Balcão de Direitos.
Durante o atendimento as reeducandas poderão retirar gratuitamente Carteira de Trabalho, 2ª vias das Certidões de Nascimento e Casamento e foto para os documentos. Segundo o secretário executivo de Justiça e Direitos Humanos, Paulo Moraes, o Registro de Nascimento é a porta de entrada para a cidadania e facilita ao acesso a outros benefícios. A Carteira do Trabalho é essencial para a profissionalização.
O mutirão de documentos também já foi realizado esta semana no município de Jurema e no Quilombo Castainho, em Garanhuns. Na Sexta (28), o atendimento será no CRAS da cidade de Tupanatinga.
Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). […]
Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
O material utiliza uma fotografia da governadora e apresenta acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.
Após a circulação dos panfletos, aliados de Raquel atribuíram a ação ao suposto “gabinete do ódio” da Frente Popular. A coligação de João repudiou o material e informou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para identificar e responsabilizar os autores.
No vídeo, João classificou os panfletos como um “completo absurdo” e afirmou que acionará judicialmente quem tentar atribuir a produção ou a distribuição do material a ele ou à sua candidatura.
“Qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.
O candidato relacionou o episódio às perdas familiares vividas por ele e por Raquel durante períodos eleitorais. João perdeu o pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014. Raquel perdeu o marido durante a eleição estadual de 2022.
“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política”, afirmou.
João disse ainda que está recorrendo à Justiça Eleitoral para pedir uma investigação sobre a origem do material, o financiamento, a produção e a distribuição dos panfletos.
O candidato defendeu que os responsáveis sejam identificados e punidos e afirmou que continuará sua campanha concentrada em propostas para áreas como educação, saúde e segurança.
Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de João Campos sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra.
Estudo acompanhará 600 voluntários em quatro países, sendo 150 no Brasil. Duas universidades públicas brasileiras participam de uma pesquisa internacional voltada à descoberta de novos tratamentos e de uma possível cura para a hepatite B. O estudo é liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e reúne pesquisadores do Brasil, […]
Estudo acompanhará 600 voluntários em quatro países, sendo 150 no Brasil.
Duas universidades públicas brasileiras participam de uma pesquisa internacional voltada à descoberta de novos tratamentos e de uma possível cura para a hepatite B.
O estudo é liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e reúne pesquisadores do Brasil, da Índia, do Senegal e de Uganda. No país, participam o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes), e a Universidade de São Paulo (USP).
Os pesquisadores acompanharão 600 pessoas diagnosticadas com hepatite B ou com a coinfecção pelos vírus da hepatite B e do HIV. Cada país terá 150 voluntários, observados por aproximadamente quatro anos e meio.
No Brasil, 75 participantes serão acompanhados pela equipe coordenada pela professora Tânia Reuter, do Hucam-Ufes. O recrutamento começou em julho e já conta com 40 voluntários. A expectativa é completar esse grupo até o final deste ano, embora o prazo estabelecido pelo estudo vá até meados de 2027.
A pesquisa analisará, em nível celular, o comportamento do vírus e as respostas imunológicas apresentadas pelos pacientes. O objetivo é compreender por que a infecção evolui de maneiras diferentes, identificar características genéticas associadas à proteção e localizar componentes do vírus que possam indicar possibilidades de tratamento ou cura.
“Eu quero descobrir alvos que possam auxiliar no manejo para cura da hepatite B. O que for achado pode ser um alvo para desenvolvimento de fármacos, sejam imunoestimuladores ou imunomoduladores”, explicou Tânia Reuter.
O consórcio foi criado em 2023, teve as atividades suspensas em 2024 e foi retomado no ano seguinte. A etapa brasileira começou em 2026 e deve durar cerca de cinco anos.
Doença pode evoluir sem sintomas
A hepatite B é uma infecção viral que atinge o fígado e, frequentemente, evolui sem sintomas nas fases iniciais. Quando se torna crônica, pode provocar cirrose, câncer de fígado e morte.
Embora existam tratamentos capazes de controlar a infecção e reduzir o risco de complicações, ainda não há cura disponível para a hepatite B crônica. A Organização Mundial da Saúde estima que 240 milhões de pessoas viviam com a doença no mundo em 2024.
A transmissão pode ocorrer em relações sexuais sem preservativo, pelo contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de objetos perfurocortantes e da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.
A principal forma de prevenção é a vacinação, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde para todas as pessoas ainda não imunizadas, independentemente da idade.
Para as crianças, o calendário prevê uma dose ao nascer e a continuidade da proteção aos 2, 4 e 6 meses por meio da vacina pentavalente. Para adultos sem comprovação de vacinação, o esquema geralmente é composto por três doses.
Fonte: Agência Brasil Foto: Hucam/Divulgação
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Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito. As declarações foram dadas após […]
Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito.
As declarações foram dadas após uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Flávio citou como referência as medidas adotadas pelo governo do presidente salvadorenho Nayib Bukele.
Segundo o candidato, a proposta prevê o endurecimento da legislação penal e a construção de unidades prisionais. Ele argumentou que a ampliação das vagas seria necessária para fortalecer a política de segurança pública brasileira.
“Como está na proposta do governo, a linha vai ser de endurecimento da legislação penal, construção de vários presídios, para que a população tenha o seu primeiro e mais soberano direito, que é o direito de viver, o direito da sua segurança pública”, declarou.
Questionado sobre a estrutura ministerial pretendida, Flávio disse que planeja criar uma pasta exclusiva para a segurança pública. Atualmente, as duas áreas estão reunidas no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o candidato, o novo ministério atuaria em parceria com os estados e os municípios, oferecendo suporte financeiro e promovendo a integração de informações entre as forças de segurança.
“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer uma gestão junto com as forças estaduais e com as polícias municipais. Quero dar suporte, não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência e de informações entre todas as esferas de poder”, afirmou.
Flávio não apresentou, durante a declaração, detalhes sobre o custo estimado para a abertura das 500 mil vagas, o prazo de execução ou a divisão de responsabilidades entre a União e os estados.
Fonte: Diário de Pernambuco Foto: Beto Barata/PL
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Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista […]
Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista com o Candidato, da Globo, que nunca havia visto a empresária.
Na última sexta-feira (28), a equipe do presidente divulgou uma nota argumentando que os registros fotográficos não demonstram a existência de uma relação pessoal, profissional ou política entre os dois.
“O presidente Lula é uma figura pública que, ao longo de sua trajetória e especialmente em campanhas e agendas públicas, é abordado por inúmeras pessoas para registros fotográficos. A existência desses registros não significa relação pessoal, profissional ou política”, afirmou a campanha.
Na sabatina exibida na última quinta-feira (27), Lula negou qualquer contato com Roberta ao ser questionado pela jornalista Renata Vasconcellos.
“Não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim”, declarou o presidente.
Após a entrevista, pelo menos 12 fotografias de Lula com Roberta passaram a circular nas redes sociais. Entre os registros publicados pela própria empresária estão imagens relacionadas à campanha eleitoral de 2022.
A equipe do presidente explicou que a resposta de Lula teve o sentido de negar a existência de interlocução ou vínculo com Roberta, e não a possibilidade de ter sido fotografado ao lado dela durante atividades públicas.
Integrantes da campanha ouvidos pela reportagem avaliaram que a declaração criou um novo problema político ao permitir que adversários contrapusessem a fala do presidente às fotografias. Aliados classificaram o episódio como uma “derrapada”.
A reportagem também informou que Lula teria sido alertado sobre a existência de uma das imagens antes da entrevista. Segundo interlocutores, a fotografia foi mostrada ao presidente em meados de agosto, durante uma reunião com integrantes do PT de São Paulo no Palácio da Alvorada.
Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na disputa presidencial, explorou a contradição e publicou quatro fotografias do presidente ao lado de Roberta após a sabatina.
Roberta é apontada como próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Os dois são investigados pela Polícia Federal em apurações relacionadas a suposto tráfico de influência. As defesas negam irregularidades.
Fonte: CNN Brasil Foto: Reprodução
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Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada. Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife. As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material […]
Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada.
Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife.
As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material não possui identificação de autoria ou informações sobre quem financiou sua produção e distribuição.
Aliados da governadora atribuíram os cartazes a uma suposta estrutura de ataques vinculada à Frente Popular de Pernambuco. Até o momento, porém, não foram apresentadas publicamente provas sobre a origem do material.
A Frente Popular, coligação que tem João Campos (PSB) como candidato ao Governo de Pernambuco, repudiou os ataques e afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para investigar o episódio.
“A Frente Popular de Pernambuco informa que adotará todas as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral para que a produção e a disseminação de conteúdos apócrifos contra qualquer candidatura sejam rigorosamente investigadas, com a devida identificação e responsabilização de seus autores”, diz a nota.
A coligação também declarou que não aceitará ataques anônimos, crimes contra a honra ou práticas destinadas a degradar o debate público.
“Seguiremos fazendo uma campanha limpa, responsável e baseada em propostas, com respeito à democracia e, sobretudo, ao povo pernambucano”, concluiu.
Fernando Lucena morreu aos 44 anos após sofrer um mal súbito em casa, em Caruaru, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou para o segundo turno contra Marília Arraes e foi eleita governadora de Pernambuco.
O episódio ocorre em meio à troca de acusações entre as coligações de Raquel Lyra e João Campos sobre a existência de estruturas digitais dedicadas a atacar adversários. Os dois grupos já recorreram à Justiça Eleitoral com denúncias relacionadas à disseminação de conteúdos nas redes sociais.
Fonte: Blog do Dantas Barreto
Foto: Reprodução/Redes sociais
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