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Secretário pede cautela aos familiares de presos em Pernambuco

Por André Luis

Foto: Ray Evllyn – SJDH

Em razão da pandemia do novo coronavírus que assola todo o mundo, as visitas ao sistema prisional de Pernambuco foram suspensas desde o último dia 20 de março.

Devido à fácil disseminação do vírus, especialmente em locais com grandes concentrações de pessoas, ainda não há uma data prevista para a retomada das visitas de familiares às pessoas privadas de liberdade no estado.

Secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico faz um alerta a este público para que acatem a medida como forma de protegerem a si e aos seus próprios entes. “Entendemos a dificuldade de estar distante daqueles que compõem nosso seio familiar, mas é preciso que todos entendam a importância desse distanciamento neste momento” esclarece o secretário.

“Compreendam que a medida vem surtindo efeito positivo, tanto que poucos casos foram registrados nas nossas unidades prisionais até o momento. Para que possamos retomar as visitas com segurança, precisamos manter por mais um período as decisões impostas agora” acrescenta Eurico.

Prevenção – Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a Seres vem promovendo diversas medidas de enfrentamento para evitar a disseminação da Covid-19, como a rigorosa higienização das sacolas e produtos levados pelos familiares aos presos, suspensão de visitas por tempo indeterminado em todas as unidades prisionais, confecção de máscaras nas unidades para uso interno, suspensão das saídas temporárias dos presos do regime semiaberto e uso obrigatório de máscaras pelos policiais penais e PPLs.

Outras Notícias

Em seis dias, Polícia Rodoviária Federal registra 83 acidentes e quatro mortes nas estradas de Pernambuco

Ocorrências também deixaram 55 pessoas feridas. Números da corporação foram divulgados nesta quinta-feira (2). G1 PE Durante a Operação de Ano Novo nas estradas de Pernambuco, entre os dias 27 de dezembro de 2019 e a quarta (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 83 acidentes. As ocorrências deixaram 55 pessoas feridas e ocasionaram quatro […]

Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação

Ocorrências também deixaram 55 pessoas feridas. Números da corporação foram divulgados nesta quinta-feira (2).

G1 PE

Durante a Operação de Ano Novo nas estradas de Pernambuco, entre os dias 27 de dezembro de 2019 e a quarta (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 83 acidentes. As ocorrências deixaram 55 pessoas feridas e ocasionaram quatro mortes.

(Correção: o G1 errou ao informar que nove pessoas tinham morrido durante a Operação Ano Novo mais recente. O erro foi corrigido às 14h43.)

Em relação à Operação Ano Novo realizada entre 2018 e 2019, que teve um dia a menos, houve aumento no número de acidentes, já que, no ano anterior, a PRF registrou 56 ocorrências, com 45 feridos. O número de mortes, no entanto, foi maior na operação anterior, com nove casos registrados.

Entre os acidentes graves, a PRF registrou uma colisão no quilômetro 86 da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. No acidente, a motorista de um carro faleceu ao perder o controle do veículo e entrar na faixa contrária da rodovia, colidindo com um caminhão-cegonha.

Ao longo da Operação, a PRF fiscalizou 5.910 veículos e 5.562 pessoas. Foram emitidas 1,7 mil autuações por diversas infrações, sendo 112 por ultrapassagens em local proibido, 82 pela falta do cinto de segurança, 41 pela falta de capacete e seis por excesso de peso.

A partir dos 1.977 testes com o bafômetro, foram feitas 35 autuações e duas prisões de motoristas sob o efeito de álcool. Do total, 31 autuações foram feitas pela recusa de motoristas a soprar o aparelho e outras quatro por constatação de consumo de bebida alcoólica.

Ainda foram recolhidos 129 veículos irregulares, 104 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo e 25 Carteiras Nacionais de Habilitação. Também foram feitas abordagens educativas que alcançaram 770 pessoas e 73 auxílios a motoristas que tiveram problemas mecânicos ou se envolveram em acidentes sem vítimas.

Pesquisa da Fiocruz avalia síndrome da Covid longa

Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo.  A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse […]

Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo. 

A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse total, 324, ou seja, 50,2%, tiveram sintomas pós-infecção, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como Covid longa. 

O estudo foi publicado na revista Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene. 

Ao todo, a pesquisa contabilizou 23 sintomas, após o término da infecção aguda. Fadiga, que se caracteriza por cansaço extremo e dificuldade em realizar atividades rotineiras, é a principal queixa entre os pacientes, relatada por 115 pessoas (35,6%). 

Também entre as sequelas mais mencionadas estão tosse persistente (110; 34,0%), dificuldade para respirar (86; 26,5%), perda do olfato ou paladar (65; 20,1%) e dores de cabeça frequentes (56; 17,3%). 

Além disso, também chamam a atenção os transtornos mentais, como insônia (26; 8%), ansiedade (23; 7,1%) e tontura (18; 5,6%). Entre os relatos estão ainda sequelas mais graves, como a trombose, diagnosticada em 20 pacientes, ou seja, 6,2% da população monitorada.

Segundo a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordena o estudo, todos os sintomas relatados iniciaram após a infecção aguda e muitos deles persistiram durante os 14 meses, com algumas exceções, como trombose que, por ter sido devidamente tratada, por meio intervenções médicas adequadas, os pacientes se recuperaram em um período de cinco meses. 

“Temos casos de pessoas que continuam sendo monitoradas, pois os sintomas permaneceram para além dos 14 meses. Constatamos ainda que a presença de sete comorbidades, entre elas hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas”, explica a coordenadora.

Os resultados do estudo mostraram ainda que os sintomas pós-infecção se manifestam nas três formas da doença: grave, moderada e leve. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros. 

Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 (59,3%) apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda. 

“Tais resultados mostram a importância de entendermos bem essas sequelas, uma vez que estão ocorrendo até mesmo em pessoas que, durante a fase aguda da infecção, estiveram assintomáticas”, ressalta a pesquisadora. 

Participantes

A pesquisa acompanhou pacientes atendidos no pronto-socorro do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos referência para Covid-19 em Belo Horizonte. Os pacientes procuraram atendimento entre abril de 2020 e março de 2021. Todos eles foram testados por RT-qPCR e tiveram diagnóstico positivo para a doença. 

O monitoramento dos sintomas e sequelas remanescentes foi feito por meio de entrevistas realizadas uma vez por mês, presencialmente ou por meio de uma plataforma virtual, no decorrer de 14 meses após diagnóstico confirmatório, no período compreendido entre março de 2020 a novembro de 2021. 

A idade dos participantes variou entre 18 e 91 anos; sendo que 53,9% eram do sexo feminino. Dos 646 pacientes acompanhados, apenas cinco haviam sido vacinados e, desses, três tiveram a Covid longa. 

De acordo com a pesquisadora Rafaella Fortini, as informações obtidas a partir do estudo permitem uma melhor compreensão acerca dos efeitos a longo prazo da Covid-19. 

“Trata-se de uma doença complexa, que pode atingir vários órgãos, e, dessa forma, ter informações é fundamental para que possa ser tratada adequadamente. Ainda há muito o que se conhecer: por que acontece? De que forma ela age no organismo? As respostas para esses questionamentos vão nos permitir entender a fisiopatologia da Covid longa, nos dando condições de resolver essas sequelas de maneira adequada”, destaca. 

Ainda segundo a pesquisadora, é importante que as pessoas busquem os serviços de saúde para o tratamento da Covid longa. “Há uma tendência de procurar tratamento apenas para as sequelas mais graves, como a trombose. Entretanto, é fundamental buscar ajuda médica para as outras questões, pois elas também podem interferir bastante na qualidade de vida das pessoas”, afirma.

Em 24 horas, São José do Egito registra segundo homicídio do ano

Na madrugada desta segunda-feira (21), Valdeir de Moura Ferreira foi morto a tiros em frente à sua residência no distrito de Riacho de Meio, São José do Egito, no Sertão do Pajeú. De acordo com relatos, homens armados chegaram ao local e chamaram Valdeir. Quando ele se aproximou, foi atingido por vários disparos de arma […]

Na madrugada desta segunda-feira (21), Valdeir de Moura Ferreira foi morto a tiros em frente à sua residência no distrito de Riacho de Meio, São José do Egito, no Sertão do Pajeú. De acordo com relatos, homens armados chegaram ao local e chamaram Valdeir. Quando ele se aproximou, foi atingido por vários disparos de arma de fogo. O crime ocorreu na PE-285, na saída do distrito em direção ao Tigre e à cidade de Santa Terezinha.

Este foi o segundo homicídio nas últimas 24 horas na cidade, após um período de pouco mais de dois meses antes que a “Capital da Poesia” completasse um ano sem registros de crimes letais. A última ocorrência havia sido em dezembro de 2023. O outro homicídio, aconteceu na noite do sábado (19).

A Polícia Civil local está encarregada das investigações. A equipe do Instituto de Criminalística realizou a perícia no local, e o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru para os procedimentos legais.

As circunstâncias do crime indicam que pode ter se tratado de um possível acerto de contas ou queima de arquivo, dado o modus operandi. As autoridades seguem apurando os fatos para esclarecer as motivações e identificar os responsáveis.

Velho cacique: Paulo Câmara se encontra com Inocêncio Oliveira

O governador Paulo Câmara e o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira tiveram, nesta terça-feira (10), uma conversa sobre o cenário político nacional, em audiência realizada no Palácio do Campo das Princesas. Os dois também trataram de ações estruturadoras que estão sendo realizadas pelo Governo no interior do Estado. O ex-deputado de 77 anos aparece com suporte […]

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O governador Paulo Câmara e o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira tiveram, nesta terça-feira (10), uma conversa sobre o cenário político nacional, em audiência realizada no Palácio do Campo das Princesas. Os dois também trataram de ações estruturadoras que estão sendo realizadas pelo Governo no interior do Estado.

O ex-deputado de 77 anos aparece com suporte de  uma bengala, fruto do problema no joelho esquerdo que o persegue há anos e contribuiu para deixar Brasília.

Com mais de 40 anos de vida pública, o ex-parlamentar elogiou o governo, afirmando que Paulo Câmara “sabe ouvir as demandas do povo”, qualidade que classificou como “essencial” para um gestor público.

Inocêncio Oliveira ressaltou também a necessidade de se ampliar o debate nacional sobre o pacto federativo. “Eu sou municipalista por convicção. O cidadão não vive na União, mas no município”, cravou.

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A informação é de  que ainda houve tempo para tratar um pouco da política no Pajeú, especialmente em Serra Talhada. Inocêncio integra o bloco oposicionista ao petista Luciano Duque no município e elegeu como seu sucessor político Sebastião Oliveira, hoje Secretário de Transportes.

Zeca Cavalcanti anuncia emendas para Afogados da Ingazeira

O Deputado Federal Zeca Cavalcanti disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú que disponibilizou recursos no orçamento geral da União para algumas ações no município de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Ele diz ter discutido as ações com seu grupo político, com nomes como Cícero Miguel, Zé Negão , Vicentinho, Tadeia […]

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O Deputado Federal Zeca Cavalcanti disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú que disponibilizou recursos no orçamento geral da União para algumas ações no município de Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Ele diz ter discutido as ações com seu grupo político, com nomes como Cícero Miguel, Zé Negão , Vicentinho, Tadeia Cordeiro, dentre outros.

São cinco poços, dois sedimentares e três poços cristalinos, orçados em R$ 300 mil. “Encaminhamos essa demanda para a Ccodevasf que irá realizar essa perfuração  o mais brevemente possível”.

Cavalcanti diz também ter disponibilizado recursos de R$ 250 mil no Ministério das Cidades para obras como calçamento e saneamento. Ele diz ter discutido o tema com o prefeito José Patriota, em Brasília, “Sabemos da carência das prefeituras neste momento . Os gestores precisam de recursos de dotações”, disse.

Sucessão: ligado ao bloco oposicionista em Afogados da Ingazeira, o Deputado disse que está respeitando e acompanhando os debates do grupo. “Tenho cuidado para deixar a base a vontade para discutir profunda e exaustivamente os nomes para 2016. Conversei com vereadores e lideranças. Surgirá um nome de consenso entre o grupo para disputar eleições”.

O Deputado disse que tem acompanhado o início dos debates no grupo e vê os nomes animados para as eleições. “Estão começando as discussões e todos tem que estar desprovidos de vaidades para escolha do nome. Vamos ter um nome para disputar de forma competitiva o pleito”.