Sebastião Oliveira sobre audiência: “uma falta de respeito”
Por Nill Júnior
Uma falta de respeito com toda equipe da Secretaria Estadual de Transportes (Setra). É desta maneira que encaro o fato que aconteceu, ontem (13), na Audiência Pública promovida pela Comissão de Agricultura da Alepe.
Primeiro, a ausência de compromisso com o horário e o desprezo com os profissionais que estavam presentes com o intuito de prestar aos deputados os esclarecimentos necessários.
Segundo, porque ficou claro que a motivação da convocação nunca foi técnica, mas política. O pano de fundo foi confrontar o Secretário de Transportes.
Deputados, que perderam espaço político em suas bases eleitorais, rotineiramente, vêm dando declarações caluniosas, levianas e carregadas de ódio, para extravasar as suas frustrações.
Afirmo com toda a convicção que, atualmente, 90% das obras que estão tocadas pela Setra estão realizadas em locais que não sou votado. Desafio qualquer deputado a provar o contrário.
A Secretaria de Transportes vai continuar trabalhando firme, sem distinção de regiões, com o intuito de contribuir com o fortalecimento de Pernambuco e melhorar a qualidade de vidas da população.
Sebastião Oliveira Secretário Estadual de Transportes
Gestora gasta R$ 60 mil com advogados e não acompanhando processos, rebate O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, responsabilizou a atual administração municipal pelo bloqueio das contas da prefeitura, afirmando que faltou iniciativa na defesa dos interesses do município. A declaração foi feita neste sábado (22), após a prefeita Poliana Abreu atribuir o problema à […]
Gestora gasta R$ 60 mil com advogados e não acompanhando processos, rebate
O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, responsabilizou a atual administração municipal pelo bloqueio das contas da prefeitura, afirmando que faltou iniciativa na defesa dos interesses do município.
A declaração foi feita neste sábado (22), após a prefeita Poliana Abreu atribuir o problema à gestão anterior em publicações de blogs.
“A atual prefeita não fala a verdade ao dizer que foi surpreendida com o bloqueio em contas da prefeitura, porque um advogado do escritório por ela contratado consultou e acompanhou o processo ainda em janeiro deste ano. Além disso, foi fornecida à nova gestão, no final de dezembro, um certificado digital e senhas para que tivessem acesso a todos os processos”, declarou Ângelo Ferreira.
Ele explicou que sua gestão foi intimada sobre o processo de cobrança de precatórios atrasados e apresentou defesa em novembro de 2024.
Segundo o ex-prefeito, a decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desfavorável ao município, foi emitida em 21 de fevereiro deste ano, sem que a nova administração tivesse tomado providências para evitar o bloqueio. Ferreira também criticou os gastos da prefeitura com serviços jurídicos.
“A gestão atual não tomou nenhuma providência, apesar de gastar mensalmente mais de R$ 60 mil com escritórios de advocacia”.
O ex-prefeito ressaltou que os precatórios cobrados são referentes aos anos de 2023 e 2024, enquanto os de períodos anteriores teriam sido quitados regularmente.
“Entre estes cobrados agora consta, inclusive, processos já pagos pela prefeitura, mas não excluídos da lista pelo TJPE, apesar de inúmeras providências formais e informais adotadas pelo jurídico da prefeitura”, afirmou.
Ferreira também informou que os advogados da administração anterior haviam solicitado a atualização da lista de precatórios pendentes para evitar pagamentos em duplicidade, além de requerer o parcelamento dos débitos, medida comum nesse tipo de processo.
“Se houvesse o mínimo de empenho por parte da prefeita, que se preocupa mais em atacar seu antecessor do que em resolver os problemas, Sertânia não passaria pelo vexame de ter contas bloqueadas. É fato que há vários municípios que devem precatórios muito mais antigos e valores até dez vezes maiores do que os de Sertânia, nem por isso têm recursos bloqueados, tendo relação perfeitamente administrada junto à Justiça”, concluiu
Espetáculo será apresentado na noite desta quinta na Praça Arruda Câmara. Por André Luis Nesta quinta-feira (1º), em comemoração a Semana do Meio Ambiente – XVII SEMEIA, a Diaconia em parceria com a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, realizará noite cultural na Praça Monsenhor de Arruda Câmara. Será apresentado o espetáculo teatral Céu Estrelado […]
Espetáculo será apresentado na noite desta quinta na Praça Arruda Câmara.
Por André Luis
Nesta quinta-feira (1º), em comemoração a Semana do Meio Ambiente – XVII SEMEIA, a Diaconia em parceria com a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, realizará noite cultural na Praça Monsenhor de Arruda Câmara.
Será apresentado o espetáculo teatral Céu Estrelado que traz como tema a questão das mudanças climáticas. O espetáculo será apresentado pelo grupo Pedra Polida da cidade de Camaragibe, composto por 20 atores e atrizes, sob direção de Anderson Abreu, figurinos, adereços e cenografia de Fábio Santana.
Outra atração da noite será a apresentação do Balé Popular Express-arte de Afogados da Ingazeira com um espetáculo de dança.
Falando aos programas A Tarde é Sua, na tarde desta quinta (31) e ao Manhã Total desta quinta (1º), Afonso Cavalcanti, da Diaconia e também integrante do Grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira, falou sobre o evento e as ações alusivas a XVII SEMEIA.
Afonso explicou que a grande pauta é a discussão do êxodo rural que afeta cada vez mais os jovens de comunidades rurais e o que fazer para se evitar que isso aconteça. Além da noite cultural, ele informou que também estão havendo debates em torno do assunto.
Na tarde da quarta (31), foi realizado uma reflexão com jovens do Rio Grande Norte e de Afogados da Ingazeira, que foram provocados a falar como é o lugar em que vivem. Nesta quinta, Afonso disse que haverá uma visita a comunidade de Barreiras, onde irão conhecer a experiência exitosa de uma jovem que conseguiu transformar o lugar em que vive.
“Estaremos promovendo essa troca de experiências entre os jovens, para mostrar que não é necessário que o jovem se mude para a cidade para alcançar os seus desejos e sonhos”, disse Afonso.
Ele ainda informou que está sendo realizado um projeto que visa capacitar jovens de comunidades rurais a trabalhar com o turismo rural. “Vamos capacitar esses jovens para que possam trabalhar com o turismo rural. Será um treinamento que vai além da sala de aula, teremos experiências práticas onde os jovens irão aprender dentre outras coisas, técnicas de acampamento para que possam proporcionar experiência únicas aos turistas”, informou.
Afonso também informou que para isso, está sendo preparado um catálogo rico em detalhes de informações sobre os pontos turísticos da região.
Do Estadão Conteúdo O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na qual defende a validade das delações premiadas firmadas até hoje no âmbito da Operação Lava Jato e diz que as investigações mostram que as coalizões passaram a ser definidas por dinheiro, no lugar de afinidade política. “Os fatos […]
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na qual defende a validade das delações premiadas firmadas até hoje no âmbito da Operação Lava Jato e diz que as investigações mostram que as coalizões passaram a ser definidas por dinheiro, no lugar de afinidade política.
“Os fatos e delitos já apurados demonstram que a sociedade brasileira tem diante de si uma grave afronta à ordem constitucional e republicana. Pelo até aqui apurado, o uso de apoio político deixou de ser empenhado em razão de propostas ou programas de partido. As coalizões deixaram de ocorrer em razão de afinidades políticas e passaram a ser decididas em razão do pagamento de somas desviadas da sociedade, utilizando-se, para tanto, de pessoa jurídica que, até o início da operação policial, gozava de sólida reputação no mercado financeiro mundial”, escreveu o procurador-geral, em uma referência ao esquema de pagamento de propina a agentes políticos oriundos de contratos fechados pela Petrobras.
A manifestação de Janot consta em parecer no qual a Procuradoria-Geral da República (PGR) pede a rejeição de um agravo protocolado no início do mês pela defesa do ex-ministro Antônio Palocci. Os advogados do ex-ministro entraram com o recurso no STF após o ministro relator da Lava Jato, Teori Zavascki, negar pedido de revogação de benefícios concedidos a dois delatores da operação obtidos por meio do acordo de delação premiada. A defesa de Palocci tenta anular os benefícios obtidos pelo doleiro Alberto Youssef e pelo lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano.
Os dois, além do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, citaram o nome de Palocci, que supostamente teria exigido pagamento de propina do esquema montado na Petrobras para a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff em 2010. Os advogados dizem que há contradições entre os depoimentos, além de retificações de fala e negativas da história por parte de outros depoentes.
Ao negar o pedido para anular os benefícios de Palocci, o ministro Teori Zavascki sustentou que o acordo de delação não pode ser impugnado por terceiros. Após agravo dos advogados contra a decisão, Janot encaminhou parecer com defesa das delações. No documento, o procurador-geral da República argumenta que o Estado precisa usar os meios mais eficientes para combater a criminalidade, com soluções modernas contra o crime organizado, “em especial aquele que assalta os cofres públicos, pois as consequências refletem-se na falência de diversos serviços públicos e de benefícios destinados à população”.
Janot classifica como crimes “sem precedentes na história do País” os desvelados pela Operação Lava Jato. “Os autores de tais delitos, contabilizados como cifra dourada de criminalidade, utilizaram-se de complexa trama política, financeira e logística para a prática de seus crimes, resultando em bilhões de reais de prejuízo aos cofres da Petrobras e da União, sua sócia majoritária”, escreveu o procurador-geral ao STF.
Para defender as delações já realizadas, Janot argumentou que haveria um “esvaziamento” do instituto da colaboração premiada se os mencionados no depoimento pudessem contestar o acordo. “Podem se defender do que for dito, mas não contestar o acordo em si. As declarações do investigado colaborador servem, antes de tudo, de guia para a apuração dos elementos de materialidade e autoria delitivas. (…) Pretender de outra forma implicaria inviabilizar a investigação antes mesmo de seu início”, escreveu o procurador.
O uso das delações premiadas na Lava Jato – são pelo menos 40 acordos firmados até o momento – gera questionamentos por parte de advogados desde o início. A princípio, defensores chegaram a sugerir a existência de pressão por parte do Ministério Público pela celebração dos acordos. Depois, passaram a apontar contradições entre os delatores e, mais recentemente, advogados argumentaram que há incongruências entre os depoimentos escritos e os vídeos de delações gravados no momento da audiência.
Janot sustentou ao STF que, num sistema processual em que se busca a reconstrução dos crimes praticados, a colaboração premiada traz “inúmeras contribuições para a apuração das gravíssimas práticas” e destacou que o instrumento é usado em “dezenas de ordenamentos jurídicos no mundo, sem que se conteste a validade”.
“O que interessa ao colaborador são os eventuais benefícios legais que poderão advir de sua colaboração. (…) Com efeito, o interesse do Estado na colaboração reside única e exclusivamente nos fatos que o investigado poderá revelar ou auxiliar a apurar. De outro lado, o investigado busca benefícios em troca da verdade compartilhada. Firmado o termo e colhidos os depoimentos, o Poder Judiciário é chamado a chancelar o acordo tão somente para verificar se não houve violação a direitos e garantias fundamentais do colaborador. Não há, ressalte-se, espaço para terceiros influírem nessa etapa”, explicou o procurador-geral na manifestação.
Com a chegada do parecer de Janot, o agravo com a discussão sobre a validade das delações premiadas, conforme questionado por Palocci, deve ser levado por Zavascki para julgamento pela 2ª Turma do STF.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou o pagamento referente ao mês de Julho. Segundo nota, incrementarão a economia municipal com um aporte de R$ 2.324.669,49. O pagamento teve início ontem (30), com os servidores da educação. Ao todo, 1.590 servidores começaram a receber seus salários. Ontem, dia 30, receberam os servidores da Educação. Hoje, […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou o pagamento referente ao mês de Julho. Segundo nota, incrementarão a economia municipal com um aporte de R$ 2.324.669,49.
O pagamento teve início ontem (30), com os servidores da educação. Ao todo, 1.590 servidores começaram a receber seus salários.
Ontem, dia 30, receberam os servidores da Educação. Hoje, dia 31, recebem Agricultura, Administração, Assistência Social, Coordenadoria da Mulher, Controle Interno, Cultura e Esportes, Finanças, Infraestrutura, Transportes, Ouvidoria, Gabinete, Procuradoria, Aposentados e Pensionistas.
O cronograma será fechado na segunda (3) e terça (4), quando recebem servidores da Saúde.
Pelo segundo ano consecutivo, a pandemia do novo coronavírus impediu a realização das tradicionais festividades juninas. Mas em Itapetim, o Governo Municipal através da Secretaria de Cultura, realizou na noite da sexta-feira (25), o I Festival de Sanfoneiros, em formato virtual, seguindo todos os protocolos de combate à Covid-19, inclusive com testagem dos 23 participantes. […]
Pelo segundo ano consecutivo, a pandemia do novo coronavírus impediu a realização das tradicionais festividades juninas.
Mas em Itapetim, o Governo Municipal através da Secretaria de Cultura, realizou na noite da sexta-feira (25), o I Festival de Sanfoneiros, em formato virtual, seguindo todos os protocolos de combate à Covid-19, inclusive com testagem dos 23 participantes.
Sem presença de público, o evento contou com a participação de dez sanfoneiros de Itapetim, que deram um show com apresentação da música raiz, levando alegria às famílias através do facebook da Prefeitura, do canal da TV Pajeú, no YouTube, e Rádio Pedras Soltas FM.
O festival de sanfoneiros, além de celebrar o mês de São João e São Pedro, também teve como objetivo exaltar a cultura e oferecer apoio financeiro aos artistas locais, que estão parados por causa da pandemia.
“Não poderíamos deixar de prestigiar e apoiar os nossos sanfoneiros e também os outros seguimentos culturais e econômicos do nosso município. Além do apoio financeiro, levamos alegria às famílias de Itapetim, que estão em casa relembrando o São João e o São Pedro”, destacou o prefeito Adelmo Moura durante a abertura oficial do evento.
“É uma maneira de mantermos acesa a chama do São Pedro, a chama da cultura e também apoiar e valorizar os nossos músicos. Por isso, realizamos esta grande live para levar a festa, para levar a cultura, alegria, o forró de qualidade e de raiz até a casa das pessoas”, disse o secretário de Cultura, Ailson Alves.
No final, os participantes receberam troféus e um cachê de participação no evento.
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