Sebastião Dias respira com pauta positiva e diz que é o único que já tem direito legítimo a disputar em 2016
Por Nill Júnior
Prefeito diz que não discute eleição agora, mas invoca o fato de ter direito a mais uma disputa
Em entrevista ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o prefeito Sebastião Dias (PTB) comemorou o que pode ser considerado como “agenda positiva” da gestão, que gerou nos últimos dias notícias como a do processo licitatório para asfalto e calçamento de ruas e construção de UBS.
Pra completar, teve as contas de 2013 aprovadas pela Câmara depois de indicação do TCE. Uma semana de tranquilidade.
Dado o cenário, Sebastião encorpou o discurso de 2016, mesmo dizendo não estar priorizando o tema agora. “Estou preocupado na gestão do município, em resolver os problemas da cidade”.
Mas não deixou de dar o recado: “hoje legalmente, o único em Tabira que já tem direito legítimo de ser candidato sou eu , que posso disputar a reeleição”, disse, antes de afirmar respeitar o direito de quem está para ele antecipando o debate.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú realiza sexta-feira, dia 9, a quarta parada da Caravana do Rio Pajeú. Segundo convite da presidente do Comitê, Ita Porto de Oliveira, a atividade tem ainda participação da Rede Pajeú de Agroecologia. O evento terá após café da manhã visita ao açude Jazigo, da jusante à montante, […]
Foto da situação do Rio Pajeú já em 2015. Registro de Alejandro García, do Farol de Notícias
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú realiza sexta-feira, dia 9, a quarta parada da Caravana do Rio Pajeú.
Segundo convite da presidente do Comitê, Ita Porto de Oliveira, a atividade tem ainda participação da Rede Pajeú de Agroecologia.
O evento terá após café da manhã visita ao açude Jazigo, da jusante à montante, para verificar impacto dos cultivos agrícolas e ocupação imobiliária. Ainda à Barragem da Cachoeira.
Em seguida, visita aos emissores de efluentes e verificação da situação do saneamento urbano no bairro Bom Jesus.
Às 11 horas, reflexão sobre contaminação das águas, com o respeitado professor Genival Barros (UFRPE – Campus UAST) com debate e encaminhamentos.
Grande estudioso da Bacia Hidrográfica do Pajeú, Genival tem várias publicações que alertam para o risco de, dada a inércia de prefeitos da região, dos Governos do Estado e Federal, aliados à falta de conscientização da população, com desmatamento desenfreado para exploração econômica sem nenhuma fiscalização, geração de um quadro de morte do manancial.
O evento termina com almoço na cozinha comunitária da CECOR, na Rua Manoel Pereira da Silva, 1349, bairro Nossa Senhora da Penha, Serra Talhada.
Médico Lourival Rodrigues cita profissionais médicos conhecidos, alguns políticos que recebem como plantonistas sem dar plantão ou com vários vínculos Em um vídeo gravado para o Instagram, onde solicita divulgação nos blogs, o médico Lourival Rodrigues diz que teve corte no contracheque com razão, mas alega haver privilégios no Hospital Agamenon Magalhães, Hospam, em Serra […]
Médico Lourival Rodrigues cita profissionais médicos conhecidos, alguns políticos que recebem como plantonistas sem dar plantão ou com vários vínculos
Em um vídeo gravado para o Instagram, onde solicita divulgação nos blogs, o médico Lourival Rodrigues diz que teve corte no contracheque com razão, mas alega haver privilégios no Hospital Agamenon Magalhães, Hospam, em Serra Talhada.
Primeiro, diz que o Estado paga plantões à Cooperativa dos Anestesiologistas de Pernambuco mesmo tendo quatro profissionais em seus quadros. “Ora, como é que o Hospam tem quatro vínculos de anestesista e todo dia é pago à Cooperativa? Então esses quatro vínculos ganham sem trabalhar”.
O primeiro a ser citado nominalmente foi o Dr Nena Magalhães, que teria um vínculo de plantonista, o que garante gratificação extra de pouco mais de R$ 3 mil, mas não dá plantão. “Faz evolução na Clínica Cirúrgica”.
Clévia Lidiane Macedo Ferraz segundo ele tem situação mais grave. Plantonista, deveria dar 24 horas de plantão por semana. “Só que ela não dá plantão. Faz evolução da clínica medica”.
Ele ainda diz que a profissional é concursada como perita do INSS. “Tem carga horária de 40 horas semanais. Mais as 24 do Hospam são 64 horas. No site do Estado mostra que ela é plantonista e não dá o plantão.
Nem o ex-prefeito Carlos Evandro foi poupado. Ele segundo a denuncia teria dois vínculos como plantonista. “Mas na escala do Hospam ele só dá expediente 12 horas dia e ganha por 48”. O medico denuncia que ele só atende pessoas por favorecimento político, sem relação direta com os internados da unidade. Ele diz ser uma imoralidade com conivência da Diretoria Clínica e do Diretor Geral, João Antonio.
Ele ainda cita a Dra Mauriciana, muito conhecida na cidade. “Ela tem vínculo em Petrolina, no Instituto N Bezerra Paulino LTDA, onde dá 20 horas semanais, outro no Hospital Eduardo Campos onde dá 20 horas semanais, outro na Geres onde dá 4 horas. E é funcionária concursada do INSS com 40 horas semanais. São 84 horas semanais. Será que a condição de perita do INSS permite esses vínculos?”
Por fim cita o Dr Antonio Djalma de Souza Júnior e Dr Danúsio que tem vínculo de plantonista. “Só que Dr Djalma faz residência médica em Maceió. Que dia ele dá plantão? Dr Danúsio só dá doze horas de plantão por dia. Então recebe 12 horas sem trabalhar”. O Hospam ainda não se pronunciou.
Ao menos 670 rádios AM já poderiam estar operando na faixa de Frequência Modulada, mas estão impedidas por conta da indefinição. O vice-presidente da Abert, Vicente Jorge, diretor da a Rede Nordeste de Comunicação (grupo que inclui a TV Asa Branca, a Rádio Globo FM, CBN Recife e os portais G1 Caruaru e Globo Esporte […]
Ao menos 670 rádios AM já poderiam estar operando na faixa de Frequência Modulada, mas estão impedidas por conta da indefinição.
O vice-presidente da Abert, Vicente Jorge, diretor da a Rede Nordeste de Comunicação (grupo que inclui a TV Asa Branca, a Rádio Globo FM, CBN Recife e os portais G1 Caruaru e Globo Esporte Caruaru), se reuniu com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio, para cobrar a definição dos valores das adaptações das outorgas do AM para o FM a serem pagas pelos radiodifusores que optaram pela transição.
De acordo com Vicente, ao menos 670 rádios AM já poderiam estar operando na faixa de Frequência Modulada, mas estão impedidas por conta da indefinição.
O processo com os cálculos e as sugestões de preços foi encaminhado pelo Ministério das Comunicações há mais de um ano. Como o órgão fiscalizador discordou dos valores e da metodologia empregada, o documento teve de ser revisado algumas vezes pelo MiniCom. Agora, a última versão está no TCU.
De acordo com Vicente Jorge, a demora tem prejudicado emissoras em todo o país e adiado a própria sobrevivência do Rádio AM. “Muitas rádios outorgadas estão fechadas porque não têm mais condições de operar na faixa”, avalia.
Atendendo a pedido da Abert, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, também foi ao TCU para cobrar agilidade do órgão na análise e aprovação dos cálculos.
A migração do AM para o FM foi autorizada em novembro de 2013 em decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff. A Agência Nacional de Telecomunicações já destinou canais de FM para essas rádios em 23 estados e o Distrito Federal.
A base de valores das adaptações de outorgas será a diferença entre o preço mínimo de uma concessão de FM e de uma outorga de AM, calculados com base nas classes e nas condições econômicas das rádios e também da localidade onde elas operam.
Na última terça-feira (30), durante os protestos que tomaram conta de Caracas, na Venezuela, carros blindados da polícia avançaram sobre os manifestantes que foram às ruas da cidade protestar contra o regime de Nicolás Maduro e a favor de Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino. “Vimos os veículos blindados chegando a toda velocidade. Eu tentei sair […]
Na última terça-feira (30), durante os protestos que tomaram conta de Caracas, na Venezuela, carros blindados da polícia avançaram sobre os manifestantes que foram às ruas da cidade protestar contra o regime de Nicolás Maduro e a favor de Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino.
“Vimos os veículos blindados chegando a toda velocidade. Eu tentei sair e correr pela lateral, para sair do caminho. Ele veio rapidamente e me atropelou. Na hora em que passou por mim, só lembro que estava tudo escuro. Eu não vi nada, estava tudo escuro. A única coisa que pensei foi que estava vivo”, relatou um dos manifestantes, atingido pelo blindado.
Os conflitos na cidade já deixaram cinco mortos e 239 feridos, segundo a ONU informou nesta sexta-feira (3).
“Foram 61 balas de borracha em todo o meu corpo. As balas estavam nas minhas costas, braço e antebraço. Eu estava no chão e eles atiraram em mim”, narrou outro manifestante. Além das balas de borracha, os militares também lançaram bombas de gás contra as pessoas.
“Foi realmente forte, horrível, a forma como estavam tratando as pessoas, de forma desumana”, disse um dos feridos.
“Seguimos com grande preocupação a situação na Venezuela”, afirmou a porta-voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ravina Shamdasani, também na sexta-feira. As autoridades venezuelanas devem garantir “que as operações sejam conduzidas por forças de segurança”, em vez de grupos armados sem controle conhecidos como “coletivos”, segundo ela.
A fonte oficial informou também que pelo menos dez jornalistas ficaram feridos quando cobriam os protestos de 1º de maio, cinco deles por arma de fogo.
De acordo com a ONU, as vítimas foram mortas a tiros por grupos pró-Maduro entre os dias 30 de abril e 1º de maio. Com isso, eleva-se para 49 o número de mortes neste ano no conflito.
O chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, afirmou nesta sexta-feira (25) em depoimento à CPI da Covid que informou ao presidente Jair Bolsonaro os nomes de três pessoas que o pressionaram a liberar a importação da vacina Covaxin. A vacina, produzida na Índia, é a mais cara […]
O chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, afirmou nesta sexta-feira (25) em depoimento à CPI da Covid que informou ao presidente Jair Bolsonaro os nomes de três pessoas que o pressionaram a liberar a importação da vacina Covaxin.
A vacina, produzida na Índia, é a mais cara negociada pelo governo até agora, e as negociações são alvos de investigações da CPI e do Ministério Público.
Segundo o servidor do ministério, o encontro com o presidente da República aconteceu em 20 de março no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Ainda de acordo com Luis Ricardo Miranda, o irmão dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), também participou.
Segundo o servidor, a pressão para liberação da Covaxin partiu de:
Alex Lial Marinho, à época coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde;
Roberto Ferreira Lima, diretor do Departamento de Logística em Saúde da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde;
Marcelo Bento Pires, diretor de Programa do Ministério da Saúde.
Conforme Luis Ricardo Miranda, após ter recebido o relato, Bolsonaro disse que iria tomar providências e acionar a Polícia Federal.
“Ele [Bolsonaro] se comprometeu a acompanhar, através do diretor-geral da Polícia Federal, e apresentar para uma investigação para verificar se existia algo ilícito”, disse o servidor.
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