São José do Egito: assinada Ordem de Serviço para construção de Escola Municipal
Por Nill Júnior
O prefeito Romério Guimarães assinou a Ordem de Serviço para Construção da Escola Municipal de Educação Infantil Professora Diva de Siqueira Vasconcelos. A obra já teve início no Bairro Planalto e terá aplicação de quase R$ 2 milhões, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e do Ministério da Educação.
A Banda Marcial Júlia Helena formada por alunos da Escola Máxima Vieira de Melo de Riacho do Meio e alunos da Escola Naná Patriota apresentaram-se na ocasião. Como também os alunos da EMEI Casa da Criança, os quais passarão para a EMEI Professora Diva de Siqueira Vasconcelos.
Ainda estiveram presentes o vice-prefeito Naldinho de Raimundo, Vereadores, secretários, coordenadores e assessores municipais, além da população, alunos das escolas de nosso município e a família da homenageada Professora Diva de Siqueira Vasconcelos.
O evento de entrega da Casa de Parto Normal Ilo Pereira de Melo foi marcado por algumas falas e sua repercussão. O maior problema foi o atraso de praticamente duas horas, causado pelo atraso dos ministros Alexandre Padilha e Sílvio Costa Filho, dos Senadores Humberto Costa e Teresa Leitão e do Deputado Federal Fernando Monteiro. […]
O evento de entrega da Casa de Parto Normal Ilo Pereira de Melo foi marcado por algumas falas e sua repercussão.
O maior problema foi o atraso de praticamente duas horas, causado pelo atraso dos ministros Alexandre Padilha e Sílvio Costa Filho, dos Senadores Humberto Costa e Teresa Leitão e do Deputado Federal Fernando Monteiro. Eles estiveram com a governadora Raquel Lyra inaugurando o Hospital da Mulher do Agreste.
O atraso na agenda em Caruaru gerou um efeito dominó e retardou o evento em Serra Talhada. Enquanto Raquel Lyra seguia para Arcoverde, o restante da comitiva ligada ao governo Lula veio à Serra Talhada. O atraso fez muita gente, dentre elas a família do homenageado, gente da imprensa e moradores do bairro esperarem por mais de duas horas (alguns chegaram antes de 12h30) para o evento. A necessidade de retorno a Recife também prejudicou a coletiva de imprensa convocada para as 13 horas.
Nas falas, algumas chamaram a atenção: o Ministro Sílvio Costa Filho saudou o primeiro cavalheiro Breno Araújo e afirmou que, se depender dele, será “futuro Deputado Estadual”.
Quando foi falar, Alexandre Padilha foi interrompido por Dona Buruca, de 81 anos, que em 2022 ganhou repercussão nacional pelo discurso em defesa de Lula. Com o aval do ministro, ela pegou o microfone e fez dois pedidos: um, da Delegacia da Mulher para Serra Talhada, e o segundo, por um IML regional. Padilha afirmou que as demandas tinham que ser encaminhadas ao Governo do Estado, mas que levaria as questões para a governadora Raquel Lyra. “Pense em um terceiro pedido”, afirmou, para deixar claro que não era com eles.
Já a prefeita Márcia Conrado fez um discurso historiando ações em Serra Talhada e destacando o apoio de Fernando, Teresa, Humberto e do governo Lula.
Quando se dirigiu ao público, rebateu críticos, numa mensagem que nos bastidores foi interpretada como endereçada a Luciano Duque, Estadual e desafeto político.
“Sofro críticas injustas de quem quer ganhar palanque porque não tem serviço pra mostrar”, afirmou, pra depois falar na primeira pessoa e dizer que é a primeira mulher reeleita de Serra Talhada e defender Lula e o PT.
A grave crise hídrica brasileira, que atinge fortemente os cerca de 15,5 milhões de moradores da bacia do São Francisco, a baixa vazão nos reservatórios da calha do rio e a mancha escura que recentemente se proliferou pelo Velho Chico ao longo de 30 quilômetros de extensão no estado de Alagoas, são alguns dos temas urgentes […]
A grave crise hídrica brasileira, que atinge fortemente os cerca de 15,5 milhões de moradores da bacia do São Francisco, a baixa vazão nos reservatórios da calha do rio e a mancha escura que recentemente se proliferou pelo Velho Chico ao longo de 30 quilômetros de extensão no estado de Alagoas, são alguns dos temas urgentes que ganharão destaque no dia 03 de junho, Dia Nacional em Defesa do Velho Chico.
Mais uma vez, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) realizará uma intensa campanha de mobilização nacional que visa chamar a atenção da sociedade para a necessidade de revitalização do Velho Chico.
Na programação, uma série de atividades nas quatro regiões fisiográficas da bacia: no Alto São Francisco, as ações se concentrarão no município mineiro de Lagoa da Prata; no Sub Médio, no trecho do rio entre as cidades de Petrolina-PE e Juazeiro-BA; no Médio São Francisco, a mobilização será em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia; e no Baixo, o foco será Penedo, às margens das águas alagoanas do São Francisco.
Em cada localidade, grupos culturais, escolas, associações comunitárias e instituições governamentais participarão de barqueatas (comitiva de barcos), peixamentos (colocação de peixes no rio), exposições, debates e mobilizações envolvendo pescadores, comunidades indígenas, quilombolas, pesquisadores, estudantes e gestores públicos.
A campanha Eu viro Carranca para defender o Velho Chico visa conclamar a todos, especialmente os moradores da bacia do São Francisco, a se mobilizarem em defesa do rio, por meio da sua necessária revitalização.
Entre os temas prioritários, que ganharão visibilidade por meio de anúncios, spots, entrevistas e reportagens nos principais meios de comunicação, estão quatro discussões relevantes para a vida do rio, que são: 1) uso racional dos recursos hídricos; 2) revitalização; 3) novo modelo e nova matriz energética; 4) vazão consciente, respeitando os usos múltiplos. São vertentes que, em síntese, apontam para uma só direção: a necessidade de “salvar” o rio São Francisco, promovendo a sua recuperação ambiental e reforçando a sua importância econômica, social e cultural para o país.
Da Folhapress Em sua primeira entrevista em 2016, a presidente Dilma Rousseff defendeu a reforma da Previdência, justificando a sua necessidade ao dizer que “não é possível que a idade média de aposentadoria no país seja de 55 anos”. A presidente defendeu a adoção de mecanismos para elevar a idade de aposentadoria, medida criticada por […]
Rousseff fez questão de insistir que ajuste fiscal é sua prioridade na economia
Da Folhapress
Em sua primeira entrevista em 2016, a presidente Dilma Rousseff defendeu a reforma da Previdência, justificando a sua necessidade ao dizer que “não é possível que a idade média de aposentadoria no país seja de 55 anos”.
A presidente defendeu a adoção de mecanismos para elevar a idade de aposentadoria, medida criticada por PT movimentos sociais.
Segundo a presidente, a alteração pode ser feita pela fixação de uma idade mínima ou de um instrumento que misture idade com tempo de contribuição, como ocorreu com a fórmula 85/95 móvel.
Rousseff também fez questão de insistir que o ajuste fiscal é sua prioridade na economia, que irá buscar cumprir o superavit de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) e que isso vai contribuir para que a inflação fique na “banda de cima” da meta, de 6,5%, neste ano.
Sobre o cenário econômico do país para este ano, depois da forte recessão no ano passado, que pode bater em uma retração de quase 4%, Dilma Rousseff falou que “vamos lutar com unhas e dentes” para que 2016 seja melhor do que 2015. A presidente traçou três ações para atingir este objetivo.
O primeiro é o reequilíbrio fiscal. O segundo, aprovar as medidas tributárias no Congresso, entre elas a recriação da CPMF. O terceiro, estimular investimentos em infraestrutura, citando leilões de aeroportos, portos, ferrovias e hidrelétricas.
Questionada sobre as medidas que o governo está elaborando para tentar reverter a desaceleração da economia, Dilma disse que qualquer ação que for tomada não poderá implicar em gasto fiscal.
“Temos como questão principal o ajuste fiscal. Vamos garantir o superavit de 0,5% do PIB. Com isto, vamos criar as condições para que a inflação se equilibre”, afirmou a presidente durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
Uma travessia com estrutura metálica sobre Canal do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, nas imediações do povoado de Waldemar Siqueira, Zona Rural de Sertânia, está sendo construída pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A travessia integra as obras de implantação da Adutora de Custódia, que possibilitará interligar o Canal da Transposição à […]
Uma travessia com estrutura metálica sobre Canal do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, nas imediações do povoado de Waldemar Siqueira, Zona Rural de Sertânia, está sendo construída pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A travessia integra as obras de implantação da Adutora de Custódia, que possibilitará interligar o Canal da Transposição à Estação de Tratamento de Água da cidade, no Sertão do Moxotó. O novo sistema está previsto para ser concluído no primeiro semestre de 2020.
Cerca de 14 quilômetros de tubulações (com 400 milímetros de diâmetro) já foram implantados às margens da BR 232. “A travessia possui um vão de 33 metros e permitirá que a tubulação da adutora atravesse o Canal da Transposição do Rio São Francisco para levar o incremento de 82 litros de água, por segundo, para o abastecimento da cidade de Custódia”, informa o diretor Técnico e de Engenharia da Compesa, Rômulo Aurélio Souza. No total, a Adutora de Custódia terá 23 quilômetros de extensão e recebe o investimento do Governo do Estado no valor de R$ 30 milhões, com recursos FGTS/Caixa.
Outra frente de trabalho está atuando na área da Estação de Tratamento de Água de Custódia. Além da ampliação da unidade, que vai dobrar a capacidade de tratamento, será construída uma estação elevatória (bombeamento) no distrito de Rio da Barra, no município de Sertânia. Para completar o novo sistema adutor, a Compesa também está construindo um reservatório com capacidade de armazenar mil metros cúbicos de água e fará a instalação de cinco mil hidrômetros.
Em algumas cidades da região, a clássica encenação da Paixão de Cristo continua acontecendo, ou graças ao aporte do Governo de Pernambuco fruto dos projetos inscritos através do edital “Pernambuco de Todas as Paixões”, lançado em fevereiro deste ano, ou com estímulo e apoio de prefeituras. Onde não há um ou outro, dificilmente há encenação da vida, […]
Paixão de Cristo em Afogados teve sua última encenação em 2018
Em algumas cidades da região, a clássica encenação da Paixão de Cristo continua acontecendo, ou graças ao aporte do Governo de Pernambuco fruto dos projetos inscritos através do edital “Pernambuco de Todas as Paixões”, lançado em fevereiro deste ano, ou com estímulo e apoio de prefeituras.
Onde não há um ou outro, dificilmente há encenação da vida, morte e ressurreição de Cristo.
Avaliados por uma comissão formada por pareceristas especializados e pelo corpo técnico da Secretaria Estadual de Cultura, os vencedores foram anunciados em março.
No Sertão, apenas uma peça teve recursos após o edital: a Paixão de Cristo do São Francisco, em Santa Maria da Boa Vista, com apresentação amanhã, dia 21 e aporte de R$ 30 mil.
A de Triunfo, concluída ontem, ocorreu na Via Verde, localizada no Parque Iaiá Gastão. No local, palcos fixos, construídos pelo município, abrigaram a encenação e funcionaram como ponto de visitação de turistas ao longo do ano.
Em Serra Talhada, a Via Sacra do Bom Jesus: A Paixão de Cristo, com mais de 150 integrantes entre elenco e produção completa 10 anos. O secretário de Cultura, Anildomá William diz que o evento foi bancado pela Prefeitura, já que não houve aprovação do Edital pela Fundarpe. O diretor da Via Sacra, Alessandro Silva, destacou que esse ano o espetáculo acentuou comportamentos e questões sociais comuns à época em que Cristo viveu na terra.
Em Afogados da Ingazeira, depois de anos, a Paixão de Cristo saiu do calendário. A peça que era encenada pelo grupo Paixão de Cristo Paixão de Todos deixou de acontecer. A última encenação aconteceu em 29 de março do ano passado. Este ano houve na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara o filme “Jesus, o filho de Deus”, dentro da programação cultural da celebração da semana santa.
Já o espetáculo que aconteceu originalmente no entorno da Catedral e passou por Cine São José e outros espaços no centro da cidade, passou para o Centro Desportivo. A direção do espetáculo ficou nos últimos dois anos por conta de Edy Carlos Rodrigues, que também encenou o papel de Cristo, com formato musical e duração de uma hora.
Segundo Julival Mascarenhas, que integrou a coordenação do grupo nos últimos anos, alguns fatores determinaram a não realização do espetáculo. “Fiquei só. Havia pra mim divergência de horários para ensaios. Apresentei uma proposta mas houve divergência. Ainda teve o Edy Carlos que foi para o Recife. Ninguém quis assumir. Uma pessoa só assumir é muito trabalho”.
Ele também trouxe uma insatisfação do grupo com a divulgação ano passado como se o evento fosse organizado pela prefeitura e não apoiado por ela. “A Prefeitura colocou as chamadas como se fosse ela a organizadora, Isso chateou o grupo. Nossa ponte era César Tenório. Disseram que mudariam mas não mudaram”.
Você precisa fazer login para comentar.