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São João de Arcoverde: Câmara terá mais uma sessão movimentada hoje

Por Nill Júnior

A Câmara de Vereadores de Arcoverde terá mais uma sessão movimentada nesta segunda (5).

Há expectativa se o presidente Weverton Siqueira, Siqueirinha, agora opositor de fato e de direito da gestão Wellington Maciel, colocará em votação o projeto que cria quinze novos cargos da comissão de licitação da prefeitura de Arcoverde.

O projeto teve um pedido de vistas do vereador Rodrigo Roa.

A oposição acha que com o novo ambiente e a guerra parcialmente vencida nas redes sociais, vai pressionar pela rejeição. O governo LW ainda sem Siqueirinha tem maioria. Os vereadores vão adotar a postura de que o projeto garante mais eficiência nos processos licitatórios e que, o valor economizado com maior eficiência nas licitações supre as contratações.

Outro tema é o da ida de Siqueirinha ao MP para cobrar investigação do São João.

A expectativa de Siqueirinha,  presidente da Câmara de Arcoverde,  é de que, mesmo com a “liminar desmonta estrutura” negada, o MP alcance vitória com o mérito da ação que acusa a gestão LW de licitação direcionada.  A crítica é de que já foi iniciada a montagem,  quando o certame licitatório não teria acontecido. Siqueirinha foi às suas redes para dizer que não há derrota dele e que a ação é do MP.

Do outro lado,  há a narrativa de que uma decisão em cima da festa pode prejudicar a realização do evento.  Parte dos comentários na rede do próprio vereador:  porque não reclamou com Madalena, que não prejudique quem quer curtir a festa e ganhar o pão,  ou “pode esperar a resposta do povo se cancelar”, são algumas questões levantadas. O vereador Luciano Pacheco foi nas rede do próprio Siqueririnha para dizer que a Câmara de Arcoverde também precisa de uma auditoria.

Outras Notícias

TCE-PE suspende parcialmente pagamentos de contrato de R$ 2,6 milhões em Buíque

Primeira mão Nesta quinta-feira (31), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu, por unanimidade, homologar parcialmente uma medida cautelar para suspensão dos pagamentos vinculados ao Contrato nº 377/2024 entre a Prefeitura de Buíque e a Editora Camano SA LTDA. O contrato, avaliado em R$ 2.607.360,00, prevê a aquisição de […]

Primeira mão

Nesta quinta-feira (31), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) decidiu, por unanimidade, homologar parcialmente uma medida cautelar para suspensão dos pagamentos vinculados ao Contrato nº 377/2024 entre a Prefeitura de Buíque e a Editora Camano SA LTDA. O contrato, avaliado em R$ 2.607.360,00, prevê a aquisição de 16.296 livros e kits de saúde bucal, direcionados aos alunos, professores e pais de alunos da rede municipal, como parte do projeto “Vamos Aprender Mais Sobre Saúde Bucal”.

A decisão, relatada pelo conselheiro Marcos Loreto, atende a uma representação do Ministério Público de Contas, que indicou suspeitas de sobrepreço no valor unitário de R$ 160,00 por kit. Os kits, destinados a 7.991 alunos, 314 professores e aos pais dos estudantes, levantaram preocupações sobre a razoabilidade dos preços praticados, o que motivou o pedido de suspensão urgente dos pagamentos para análise dos valores.

Com a homologação da decisão monocrática, o Tribunal de Contas sinaliza a necessidade de revisão do contrato, reforçando o compromisso de fiscalizar gastos públicos e evitar pagamentos que possam lesar os cofres municipais. A decisão parcial visa a garantir o uso adequado dos recursos públicos enquanto o processo é analisado, buscando transparência e eficiência nos contratos administrativos.

Vaquejadas em Afogados e Santa Terezinha ignoram pandemia

Foto ilustrativa Em Afogados da Ingazeira a festa de gado aconteceu no sítio Pajeú Mirim,  no sábado (16), provocando aglomerações e desrespeitando as orientações das autoridades sanitárias em tempos de pandemia.  A Vigilância Sanitária juntamente com a PM estiveram no local e suspenderam as atividades.  Em Santa Terezinha por volta da meia-noite e meia deste […]

Foto ilustrativa

Em Afogados da Ingazeira a festa de gado aconteceu no sítio Pajeú Mirim,  no sábado (16), provocando aglomerações e desrespeitando as orientações das autoridades sanitárias em tempos de pandemia. 

A Vigilância Sanitária juntamente com a PM estiveram no local e suspenderam as atividades. 

Em Santa Terezinha por volta da meia-noite e meia deste domingo, 17 de janeiro, a GT de Santa Terezinha foi acionada pela permanência da 2ª CPM, a qual informou sobre uma vaquejada que estaria acontecendo no sítio Campo dos Freire, com grande aglomeração de pessoas e descumprimento do decreto estadual. 

Chegando ao local da ocorrência, com apoio do GATI e da GT de Polígono, o efetivo constatou a grande aglomeração de pessoas e vários paredões de som ligados. A atividade foi suspensa.

Sertão do Pajeú chega a 373 casos confirmados de Covid-19

São José do Egito registrou o primeiro óbito. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados na quinta-feira (04.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 373 casos. Seis municípios registraram 30 novos casos nesta quinta-feira. Serra Talhada […]

São José do Egito registrou o primeiro óbito.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados na quinta-feira (04.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 373 casos.

Seis municípios registraram 30 novos casos nesta quinta-feira. Serra Talhada 13, São José do Egito 6, Afogados da Ingazeira 5, Tabira 3, Tuparetama 2 e Calumbi 1.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região, com 170. Logo em seguida, com 48 casos confirmados, está São José do EgitoTabira chegou aos 38, Triunfo tem 25, Carnaíba tem 17, Afogados da Ingazeira chegou aos 14 casos, Itapetim 13 e Tuparetama 11.

Abaixo dos dez casos confirmados, estão: Quixaba 8, Flores 7, Iguaracy e Santa Terezinha com 6 cada, Brejinho 5 casos, Calumbi 3 casos. Fechando a lista, temos Santa Cruz da Baixa Verde e Ingazeira, com 1 caso cada.

Solidão segue sem nenhum registro de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

Mortes – A região soma 22 óbitos pela Covid-19. Até o momento, nove cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 5, Carnaíba 4, Triunfo 4, Quixaba 3, Tabira 2, Iguaracy, Itapetim, Tuparetama e São José do Egito com 1 óbito cada.

Recuperados – Foram mais 5 curas registradas nesta quinta-feira. Treze cidades da região somam agora 172 recuperados. O que corresponde a 46,11% dos casos confirmados.

O levantamento foi feito na manhã desta sexta-feira (05.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Marina lança candidatura neste sábado

Estadão A ex-senadora Marina Silva (AC) será lançada neste sábado pela Rede Sustentabilidade como pré-candidata à Presidência da República. O lançamento ocorrerá durante reunião do partido em um hotel na capital federal. O evento será realizado em meio às negociações de alguns deputados da sigla para deixar a legenda, que pode acabar perdendo metade de […]

Estadão

A ex-senadora Marina Silva (AC) será lançada neste sábado pela Rede Sustentabilidade como pré-candidata à Presidência da República. O lançamento ocorrerá durante reunião do partido em um hotel na capital federal. O evento será realizado em meio às negociações de alguns deputados da sigla para deixar a legenda, que pode acabar perdendo metade de sua atual bancada na Câmara.

“Os dirigentes estaduais vão apresentar pedido para que possam usar o nome de como pré-candidata a presidente da República e ela vai aceitar. Ela não pode chegar à convenção como candidata de si mesma”, explica o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) ao Broadcast Político. Se confirmada a candidatura no primeiro semestre de 2018, será a terceira vez que a ex-senadora disputa o cargo – ela disputou em 2010, pelo PV, e 2014, pelo PSB.

Miro afirma que a Rede já começou a se movimentar em busca de apoio de outros partidos para o pleito do próximo ano. “Tenho conversado com PPS e PSB para apoiarem a Marina”, disse o parlamentar fluminense. Ele contou que intermediou reunião na quarta-feira, em Brasília, da ex-senadora com o presidente nacional do PPS, o deputado Roberto Freire (SP), para “restabelecer” o canal de interlocução entre os dois.

Marina, no entanto, terá de atuar para conter possível debandada dos deputados da Rede. Segundo apurou o Broadcast Político, pelo menos dois dos quatro deputados negociam migração para outro partido: Alessandro Molon (RJ) e Aliel Machado (PR). Os dois conversam com o PSB, sigla que ainda não decidiu qual caminho deve seguir nas eleições do próximo ano. A reportagem não conseguiu contato com Marina.

Coluna do domingão: o delírio expansionista de Trump

O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie Por André Luis – Editor executivo do blog O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma […]

O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie

Por André Luis – Editor executivo do blog

O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma ameaça existencial à soberania das nações e à própria sobrevivência da espécie. Ao avançar sobre a Venezuela, cobiçar a Groenlândia e tratar o Canadá como um anexo imobiliário, Trump não está apenas “fazendo a América grande novamente” — ele está pavimentando o caminho para a Terceira Guerra Mundial.

A invasão da Venezuela e o sequestro de suas reservas de petróleo sob o pretexto de “combate ao crime” é o maior ato de pirataria estatal do século XXI. É um recado direto ao Brasil e ao Sul Global: para o trumpismo, a soberania é um detalhe irrelevante diante da ganância energética. Se hoje ele atropela Caracas pelo óleo, o que impedirá que amanhã ele decida “administrar” a Amazônia brasileira ou o nosso Pré-sal em nome da “segurança hemisférica”?

As sandices não param na Venezuela. A obsessão pela Groenlândia e a retórica de anexação do Canadá mostram um líder que rompeu com a realidade. Ao ignorar as fronteiras de aliados históricos da OTAN, Trump estica a corda com a Europa e a Rússia a um ponto de ruptura sem volta. O mundo não é um tabuleiro de Monopoly, mas na mente de um narcisista com acesso a códigos nucleares, a diferença entre um negócio imobiliário e um bombardeio estratégico parece ter desaparecido.

Para o Brasil, o impacto é devastador. Além da desestabilização econômica regional, que joga o câmbio e os mercados em um abismo de incertezas, sofremos a pressão de uma nova “Guerra Fria” — desta vez muito mais quente e imprevisível. A economia brasileira, que busca o equilíbrio e o desenvolvimento sustentável, é refém de um protecionismo agressivo que usa tarifas e canhões como argumentos de venda.

O que estamos vendo é a morte do direito internacional. Se o mundo não frear Trump agora, o próximo som que ouviremos não será o de um martelo de leilão, mas o de uma explosão global.

Não se enganem: o fascismo de mercado de Trump é o combustível perfeito para um conflito em escala mundial. Ao desrespeitar tratados e humilhar nações soberanas, ele empurra potências nucleares rivais para um canto onde a única resposta é a retaliação.

Defender a democracia brasileira e a soberania do nosso povo hoje significa, necessariamente, denunciar o banditismo geopolítico que emana da Casa Branca. O silêncio diante dessas atrocidades não é neutralidade; é cumplicidade com o caos. Se a comunidade internacional não reagir com dureza extrema, a história não será escrita pelos vencedores — porque, em uma terceira guerra mundial provocada por delírios expansionistas, não sobrará ninguém para segurar a caneta.

Vassalagem explícita

Seguindo o roteiro do irmão e do pai, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não economizou na retórica golpista. Ao comemorar o sequestro de Nicolás Maduro por forças americanas, o senador sinalizou que o Brasil deveria ser o próximo alvo. Em suas redes, Flávio associou o atual governo brasileiro ao “tráfico internacional” e ao “terrorismo”, fornecendo a narrativa exata que Trump utiliza para justificar intervenções militares sob o pretexto de “segurança hemisférica”.

O cavalo de troia legislativo

O perigo reside também nas letras miúdas das leis. O PL 1283/2025, que tem Nikolas Ferreira como uma de suas figuras centrais na articulação, busca classificar organizações criminosas brasileiras como “grupos terroristas”. Na prática, isso cria o tapete vermelho jurídico para que Trump ordene operações militares em solo brasileiro — como bombardeios ou incursões em comunidades — sem passar pelo Congresso Nacional, sob a desculpa de “ajuda no combate ao crime”.

Crime de lesa-pátria

A resposta institucional começou a se desenhar. A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma denúncia na Procuradoria-Geral da República contra Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira por apologia ao crime de golpe de Estado. “Ambos fizeram um juramento pelo país, mas propõem que os Estados Unidos ataquem a nossa soberania”, afirmou a parlamentar. O uso de cargos públicos para incitar invasões estrangeiras pode levar à cassação e prisão dos envolvidos.

A Reação das Forças Armadas Brasileiras

O Alto Comando militar brasileiro tem demonstrado profunda preocupação com a fragilidade da aliança com os EUA. Analistas de defesa apontam que o Brasil enfrenta um “risco existencial” e que a vulnerabilidade militar se tornou crítica diante de uma superpotência agressiva. O governo Lula respondeu atualizando a Estratégia Nacional de Defesa (Decreto nº 12.725/2025) para reforçar a necessidade de dissuasão e repelir ameaças externas à soberania.

Dobradinha à vista

O cenário político de Afogados da Ingazeira começa a se movimentar com a confirmação de uma aliança estratégica no partido Novo para o pleito de 2026. Em conversa com a nossa redação, Junior Santiago confirmou que está “fechado” com o policial militar Nelsinho para uma dobradinha que visa cadeiras na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e na Câmara Federal.

A estratégia da farda e do bastidor

Nelsinho, que atua como policial militar, aparece como o nome de “100% de certeza” para disputar uma vaga de deputado federal. Devido às restrições da sua função ativa na PM, sua pré-campanha tem sido cautelosa, focando em temas como segurança e empreendedorismo para evitar sanções disciplinares. No entanto, o entusiasmo nos bastidores é grande. “Fui recepcionado bem pelo Novo, o pessoal teve um interesse real”, afirmou Nelsinho em conversa com a Coluna.

Já Júnior Santiago, nome conhecido na política local e que já disputou eleições anteriores pelo partido, deve assumir a pré-candidatura a deputado estadual. Santiago admite que a decisão partiu de um pedido do próprio Nelsinho para fortalecer a chapa. “É um pedido dele. A minha candidatura é 90% de certeza, mas o foco total é viabilizar o nome do Nelsinho para Federal”, revelou Junior a Coluna.

De olho em 2028

A articulação, contudo, vai além de 2026. Santiago deixou claro que o objetivo principal é “pavimentar o espaço” para o pleito municipal de 2028. A entrada de um militar na política partidária direta é vista pelo grupo como uma forma de angariar força eleitoral.

Saia justa

O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) deve enfrentar um teste de equilíbrio diplomático no próximo dia 16, durante a entrega das 902 casas do Residencial Vanete Almeida. Aliado histórico da prefeita Márcia Conrado (PT) e, agora, integrante da base da governadora Raquel Lyra (PSD), Monteiro se vê no centro de um embate direto. Enquanto Márcia credita a ele e ao presidente Lula o sucesso da obra, a presença da governadora no evento impõe ao deputado o desafio de não desagradar nem sua principal base local, nem sua nova aliada no Palácio do Campo das Princesas.

Guerra de narrativas

Em uma postagem incisiva nas redes sociais, a prefeita Márcia Conrado já deu o tom do palanque: a obra é fruto do governo federal e de sua gestão. Ao afirmar que “os poderosos podem até arrancar algumas rosas, mas nunca vão impedir a chegada da primavera”, Márcia envia um recado direto à Raquel Lyra e ao seu ex-padrinho político, Luciano Duque (Solidariedade). A estratégia petista é clara: isolar a influência da governadora e do parlamentar, colando a entrega das chaves exclusivamente à figura de Lula e ao trabalho de Fernando Monteiro.

O terceiro elemento

A presença confirmada de Luciano Duque ao lado de Raquel Lyra no evento de entrega das casas adiciona combustível à crise política em Serra Talhada. Duque, que rompeu com sua afilhada política Márcia Conrado, usará a proximidade com o governo do estado para reafirmar seu protagonismo na região. Para a prefeita Márcia, que também rompeu com Raquel, o evento será um campo de batalha simbólico, onde cada aperto de mão e cada citação no microfone serão contabilizados para a acirrada disputa política local.


Frase da semana

“O preço da democracia e da liberdade é uma eterna vigilância”.

Do presidente do STF, ministro Edson Fachin, durante discurso em evento realizado na última quinta-feira (8). O evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.