São Cristóvão continua liderando número de casos em Arcoverde
Por Nill Júnior
Cidade chegou a 74 casos confirmados
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, nesta sexta-feira, 22 de maio, foram confirmados mais nove casos do Covid-19 e um novo óbito.
São setenta e quatro casos confirmados, quatro suspeitos, cento e dezenove descartados, onze óbitos e vinte e quatro recuperados.
De acordo com o balanço, realizado pela Vigilância em Saúde do município até 17h de hoje, Arcoverde tinha 197 notificações do Coronavírus, o que significa o total de pessoas suspeitas, desde a investigação até o descarte ou confirmação. Destes dados, 58% são do gênero feminino e 42% do masculino.
Dentro do mapeamento pelos bairros da cidade, dos 74 casos confirmados, trinta e um estão no São Cristóvão, oito no Centro, um no Cardeal, quatro no São Geraldo, um na Boa Vista, três no Sucupira, cinco no Boa Esperança, dez no São Miguel, um em Novo Arcoverde, dois na Cohab II, um Vila do Presídio, um no Pôr do Sol, dois em Cidade Jardim e quatro na Zona Rural.
Dos onze óbitos, sete são do São Cristóvão, um do Centro, dois do São Miguel e um da Zona Rural. Entre as idades, um tinha 0 a 09 anos, dois entre 30 e 39 anos, dois tinham entre 60 e 69 anos, quatro tinham entre 70 e 79 anos e dois tinham 80 anos.
Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade foram abordados 1.015 carros de fora. Em Pernambuco, só hoje foram confirmados 1849 novos casos confirmados e 132 mortes, totalizando 25.760 e 2.057 mortes.
Alvo de processo de cassação pela Câmara de Vereadores de Mirandiba, no sertão central do Estado, a prefeita Rose Cléa Máximo, que já foi alvo de vários questionamentos pela condução do município, conseguiu um tempo para ao menos respirar . O processo de cassação foi interrompido por uma decisão liminar, provisória enquanto se julga o […]
Alvo de processo de cassação pela Câmara de Vereadores de Mirandiba, no sertão central do Estado, a prefeita Rose Cléa Máximo, que já foi alvo de vários questionamentos pela condução do município, conseguiu um tempo para ao menos respirar .
O processo de cassação foi interrompido por uma decisão liminar, provisória enquanto se julga o mérito, do juiz Daladiê Duarte Souza.
O pedido foi da própria gestora. Ela alega que o vereador Claudynadson Cruz, o Natinho do Sindicato, presidente da Comissão nanteria observado alguns requisitos para dar andamento.
Dentre eles, a não comprovação da qualidade de eleitor do denunciante, inépcia da denúncia, incompetência do Poder Legislativo para julgar a matéria e cerceamento de defesa.
O juiz atendeu a liminar mas ainda ouvirá a comissão que dá andamento ao processo, notificada através do vereador para responder em até dez dias, para a partir daí, tomar a decisão final, no chamado julgamento do mérito, passível de recurso em outras instâncias.
Da Folha de Pernambuco A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou, na manhã deste sábado (4), que aumentou para 12 o número de suspeitas de intoxicação por consumo de bebidas alcoólicas adulteradas por metanol no estado. Três casos estão sendo investigados em Lajedo, no Agreste, sendo dois óbitos e um paciente com sequelas […]
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou, na manhã deste sábado (4), que aumentou para 12 o número de suspeitas de intoxicação por consumo de bebidas alcoólicas adulteradas por metanol no estado.
Três casos estão sendo investigados em Lajedo, no Agreste, sendo dois óbitos e um paciente com sequelas oculares. Em João Alfredo, também no Agreste, um paciente do sexo masculino, de 30 anos, faleceu no dia 30 de setembro.
Outras suspeitas foram registradas nas cidades de Cedro, Recife, Ipojuca, Lagoa do Ouro, Caruaru e Garanhuns. Em Olinda, a SES-PE confirma apenas um caso em investigação. No entanto, a Secretaria de Saúde do município informou, na manhã deste sábado, mais uma possível paciente intoxicada.
O órgão estadual já descartou um caso. O paciente é um homem, de 30 anos e nome não divulgado, morador de Gravatá. Os laudos dos exames realizados não forneceram alterações compatíveis com “intoxicação exógena”, nome técnico para a ingestão de substâncias por meio de alimentos, bebidas, absorção pela pele ou inalação.
Uma nova pesquisa presidencial do Datafolha será divulgada na noite da próxima quinta-feira, 15 dias após a última feita pelo instituto. Será realizada em dois dias, entre a quarta-feira e a própria quinta-feira. O instituto entrevistará presencialmente 5.734 pessoas acima de 16 anos em todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois […]
Uma nova pesquisa presidencial do Datafolha será divulgada na noite da próxima quinta-feira, 15 dias após a última feita pelo instituto. Será realizada em dois dias, entre a quarta-feira e a própria quinta-feira.
O instituto entrevistará presencialmente 5.734 pessoas acima de 16 anos em todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
No último Datafolha, divulgado em 18 de agosto, mantinha-se o resultado das pesquisas de maio, junho e julho, ou seja, a possibilidade de Lula vencer já no primeiro turno. Considerando os votos válidos, o petista aparecia com 51% contra 35% de Jair Bolsonaro. As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo.
A pesquisa que será feita e divulgada na semana que vem surge num contexto de boas notícias para Lula e de certa forma para Bolsonaro também.
No caso de Lula, sobretudo pelo seu desempenho na entrevista do Jornal Nacional. Ali, durante 40 minutos mostrou-se de modo razoavelmente contido e sem externar raiva ou ressentimento para 40 milhões de brasileiros. O ex-presidente conseguiu também espaço entre as perguntas para falar de esperança, para dizer o que fez quando governou e insistir numa espécie de novo bordão: “quero voltar para fazer melhor”.
A pesquisa poderá constatar se tal performance lhe suavizou a imagem e se foi o suficiente para passar por cima da gafe cometida por ele no comício de São Paulo, no sábado passado. A frase “quer bater em mulher, vai bater em outro lugar” foi martelada nas redes sociais pelos bolsonaristas.
Em relação a Bolsonaro, a pesquisa poderá captar também os efeitos da deflação e do Auxílio Brasil de R$ 600. Já terão se passado três semanas desde que o dinheiro começou a ser liberado. A expectativa entre os bolsonaristas, e até entre os petistas, é que, agora sim, os ponteiros das pesquisas comecem a se mexer para cima. O comando de campanha de Bolsonaro quer também ver confirmados os dados desta semana dos trackings eleitorais encomendados por ela, que têm mostrado que a diferença entre o presidente e o ex-presidente se estreitou.
Os trackings são pesquisas de intenção de voto diárias encomendadas por bancos e pelas campanhas dos candidatos com o intuito de monitorar o pulso da eleição passo a passo — não para divulgação do resultado, até porque não são registradas no TSE, mas para avaliação das estratégias e do cenário.
Provavelmente, não será nesta pesquisa que já se poderá sentir os efeitos da propaganda eleitoral gratuita, que se iniciou nesta sexta-feira. Há um consenso entre os marqueteiros que o impacto na TV aparece a partir da segunda semana de exibição dos programas.
Além de perguntas sobre intenção de voto para presidente da República, a pesquisa tentará medir o que pensa o brasileiro sobre temas correlatos: o grau de rejeição e de conhecimento do eleitor em relação a cada um dos candidatos e em quem ele pretende votar no segundo turno (neste caso, apenas com as opções de Lula e Bolsonaro).
Será avaliada também o grau de aprovação do brasileiro a respeito do governo Bolsonaro, se o eleitor confia no presidente.
Há outras perguntas que também estão destinadas a suscitar discussões. O Datafolha questionará o entrevistado se ele acha mais importante um candidato defender os valores da família ou ter boas propostas para a economia.
Ao longo da semana serão divulgadas algumas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, algumas patrocinadas por bancos e outras realizadas por institutos sem tradição ou absolutamente desconhecidos.
O Datafolha, porém, tradicionalmente baliza o sentimento do mundo político em relação à fotografia do momento eleitoral, ao lado das pesquisas do Ipec (ex-Ibope), cuja nova rodada para medir a intenção de voto do brasileiro para outubro está sendo feita desde a semana passada e será divulgada na noite de segunda-feira no “Jornal Nacional”.
A sexta noite do São João de Arcoverde 2025, realizada nesta quinta-feira (19), registrou ampla participação popular no Pátio de Eventos, reforçando o caráter multicultural da programação promovida pela prefeitura. Desde as primeiras apresentações, o espaço recebeu um público expressivo, formado por moradores e visitantes. A cantora Bia Villa-Chan abriu a programação com um repertório […]
A sexta noite do São João de Arcoverde 2025, realizada nesta quinta-feira (19), registrou ampla participação popular no Pátio de Eventos, reforçando o caráter multicultural da programação promovida pela prefeitura. Desde as primeiras apresentações, o espaço recebeu um público expressivo, formado por moradores e visitantes.
A cantora Bia Villa-Chan abriu a programação com um repertório voltado ao público presente. Em seguida, Manin Vaqueiro trouxe canções conhecidas do forró de vaquejada, que foram acompanhadas em coro pela plateia. O encerramento ficou por conta de Zé Vaqueiro, que atraiu um grande número de fãs e manteve o público até o fim do show, mesmo com as baixas temperaturas do inverno sertanejo.
Além do palco principal, o dia marcou o início das atividades em polos descentralizados como Raízes do Coco Lula Calixto, CGA, Artes Henry Pereira, Pé de Serra João Silva, Alternativo Rubens Pastor, Corredor Cultural, Poesia Elizeu Pereira e Polo da Cruz. Os espaços receberam públicos diversos e deram destaque a artistas locais e expressões culturais juninas.
“A Prefeitura de Arcoverde reforçou a estrutura de segurança e apoio ao público em todos os polos. A festa segue até o dia 28 de junho com programação voltada à valorização cultural e ao fortalecimento da economia local”, destaca a assessoria de comunicação.
O pré-candidato a governador Miguel Coelho defendeu, nesta quinta (9), a criação de uma frente de ação articulada pelo Governo do Estado com as prefeituras para prevenção de riscos nos morros. O ex-prefeito disse que é necessária maior participação da gestão estadual com a liberação de recursos para obras de contenção, drenagem e em política […]
O pré-candidato a governador Miguel Coelho defendeu, nesta quinta (9), a criação de uma frente de ação articulada pelo Governo do Estado com as prefeituras para prevenção de riscos nos morros.
O ex-prefeito disse que é necessária maior participação da gestão estadual com a liberação de recursos para obras de contenção, drenagem e em política habitacional na Região Metropolitana para evitar novas tragédias.
Segundo ele, o Governo do Estado deve coordenar um plano de ação e buscar recursos junto ao governo federal e a organismos internacionais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, para realizar as intervenções em parceria com as prefeituras.
Somente as obras de drenagem no Recife são estimadas em R$ 1,5 bilhão. Esse volume de recursos e a necessidade de integração dos municípios exige, de acordo com Miguel, uma articulação política maior.
“Não dá para deixar isso só sob a responsabilidade das prefeituras. A nossa ideia é lançar uma frente de ação metropolitana com foco em prevenção de enchentes e desastres e tirar as pessoas das mais de 9 mil áreas de risco, chamando o estado como coordenador e líder do processo, buscando o governo federal e até mesmo organismos internacionais, que têm linhas de crédito específicas para esse tipo de obra”, afirmou Miguel em entrevista à Rádio Jornal do Recife.
Para o pré-candidato do União Brasil, os interesses da população devem prevalecer sobre as diferenças políticas e ideológicas. “Enquanto governador, vou fazer as parcerias necessárias, porque a população jamais pode ser prejudicada por questões partidárias. Não dá para ver Pernambuco ficar cada vez mais isolado por birra política de um determinado grupo.”
Miguel Coelho ainda citou na entrevista o exemplo de Salvador, que fez um esforço de remoção das famílias das áreas de risco, buscando terrenos públicos e privados nas vizinhanças, para que as pessoas pudessem permanecer na região onde viviam. “Isso foi fundamental para que a mudança fosse menos traumática, menos brutal para as famílias que já passaram por tantos problemas. Essa sensibilidade precisa estar inserida na proposta. Além de liderança, é preciso coração para entender a vida e a história dessas famílias”, defendeu.
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