Sandrinho Palmeira tem reunião com Superintendente da CEF
Por Nill Júnior
O futuro Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, teve sua primeira reunião de trabalho com o Superintendente da Caixa Econômica Federal, em Petrolina, Alexandre Vinicius.
Na pauta, a parceria da Prefeitura com o Banco para os investimentos em Afogados, em obras e ações nas áreas de infraestrutura, saneamento, habitação, programas sociais e modernização da gestão.
A reunião ocorreu nesta quarta (02), na sede da Prefeitura, e contou com a participação de Luciana Gonçalves, gerente executiva de governo da CAIXA; Joelson Marlon, Gerente da CAIXA em Afogados, e Elias Silva, assessor especial do governo municipal e responsável pelo setor de convênios da Prefeitura.
Para se ter uma ideia da importância da parceria Prefeitura e CAIXA, só nos últimos dois anos, ela representou um aporte de investimentos de R$ 5,7 milhões em recursos captados para ações, já executadas ou em execução, na área de infraestrutura urbana, a exemplo das pavimentações no bairro Planalto, revitalização da Rio Branco, Praça Carlos Cottart e pátio da feira.
“Foi uma reunião muito produtiva, onde pudemos estreitar os laços de parceria, e dialogar sobre os investimentos atuais e futuros, para que possamos continuar tocando as obras tão necessárias para a melhoria na qualidade de vida da nossa população,” destacou o futuro Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira. Afogados é um dos municípios inseridos na circunscrição de atuação da superintendência da CAIXA, em Petrolina.
Na noite da próxima sexta-feira (15), o prefeito Arquimedes Machado entrega à população itapetinense uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF). Segundo o chefe do Executivo municipal, desta vez será entregue a UBSF Isabel Francisca Teixeira, que foi erguida no Sítio Mucambo. “Na oportunidade também vamos inaugurar dezenas de açudes construídos e restaurados na comunidade”, […]
Na noite da próxima sexta-feira (15), o prefeito Arquimedes Machado entrega à população itapetinense uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF). Segundo o chefe do Executivo municipal, desta vez será entregue a UBSF Isabel Francisca Teixeira, que foi erguida no Sítio Mucambo.
“Na oportunidade também vamos inaugurar dezenas de açudes construídos e restaurados na comunidade”, frisou. A UBSF do Mucambo conta com sala de espera, farmácia, sala de vacinas, sala de inalação, consultórios médicos, consultório odontológico, sala de enfermagem, sala de serviços administrativos, sala de curativos, sala de observação, sala de reuniões, expurgo, depósito, área de serviços e banheiros.
A inauguração acontecerá às 19h e contará com a participação do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, e do vice-prefeito Junior Moreira, além de vereadores, secretários e diretores municipais.
“Já é tempo de acabarmos de uma vez por todas com os métodos adotados por certos setores policiais de fabricarem indiciados, extraindo-lhes depoimentos perversamente pelos meios mais torpes, fazendo com que eles declarem delitos que nunca cometeram, obrigando-os a assinar declarações que nunca prestaram e tudo isso é realizado por policiais sádicos, a fim de […]
“Já é tempo de acabarmos de uma vez por todas com os métodos adotados por certos setores policiais de fabricarem indiciados, extraindo-lhes depoimentos perversamente pelos meios mais torpes, fazendo com que eles declarem delitos que nunca cometeram, obrigando-os a assinar declarações que nunca prestaram e tudo isso é realizado por policiais sádicos, a fim de manterem elevadas as suas estatísticas de eficiência no esclarecimento de crimes.”
A declaração não foi dada, nesta semana, por um ativista dos direitos humanos ao tratar da tortura de algum morador pobre e negro de qualquer periferia de grande cidade pelas mãos da polícia para confessar o que não fez, mas pelo almirante Júlio de Sá Bierrenbach, em 19 de outubro de 1976, diante de um caso de tortura como instrumento de investigação (sic) da ditadura militar.
A atualidade do texto de 46 anos atrás não é coincidência, mas decorrência de um país que não resolveu as feridas abertas durante a ditadura. E, se depender do atual governo, que trata torturadores como heróis nacionais, como é o caso do falecido coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, não irá resolver tão cedo.
O historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, teve acesso a mais de 10 mil horas de gravações de sessões do Superior Tribunal Militar, entre 1975 e 1985, obtidas através de pedido à Justiça do advogado Fernando Augusto Fernandes. Nelas, ministros da corte reconhecem, repudiam ou duvidam de denúncias de torturas através do aparato de Estado. A coluna de Miriam Leitão, em O Globo, trouxe, neste domingo (17), o conteúdo de alguns desses áudios.
Um deles é o de Bierrenbach. “Longe de contribuírem para a elucidação dos delitos, invalidam processos, trazendo para os tribunais a incerteza sobre o crime e a certeza sobre a violência. A ação nefasta de uns tantos policiais estende a toda a classe, sem dúvida, na grande maioria, honesta, útil e laboriosa, um manto de suspeita no modo de proceder”, afirma.
“O que não podemos admitir é que o homem, depois de preso, tenha a sua integridade física atingida por indivíduos covardes, na maioria das vezes, de pior caráter que o encarcerado”, avaliou o almirante já em 1976.
Durante as sessões de tortura realizadas no 36º Distrito Policial, local que abrigou a Oban (Operação Bandeirante) e, posteriormente, o DOI-Codi, na capital paulista, durante a ditadura, os vizinhos no bairro do Paraíso reclamavam dos gritos de dor e desespero que brotavam de lá. As reclamações cessavam com rajadas de metralhadora disparadas para o alto, no pátio, deixando claro que aquilo continuaria até que o sistema decidisse parar.
Mas o sistema não parava. O sistema nunca para por conta própria. Ele precisa ser freado pelo resto da sociedade. Leia a íntegra da reportagem de Leonardo Sakamoto em sua coluna no UOL.
Nesta terça-feira, 02 de junho, a Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, até às 17h, foram registrados dez novos casos de Covid-19, mais três descartados e confirmados sete curados. São 116 casos confirmados, dezesseis suspeitos, cento e oitenta e um descartados, treze óbitos e trinta e cinco curados. Vale lembrar que dentro dos 116 […]
Nesta terça-feira, 02 de junho, a Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, até às 17h, foram registrados dez novos casos de Covid-19, mais três descartados e confirmados sete curados.
São 116 casos confirmados, dezesseis suspeitos, cento e oitenta e um descartados, treze óbitos e trinta e cinco curados.
Vale lembrar que dentro dos 116 confirmados, estão contabilizados os 13 óbitos e 35 curados. Ao todo, Arcoverde tem quatro pacientes em UTI, seis em enfermaria e 58 em recuperação no isolamento domiciliar.
No Hospital de Campanha há quatro pacientes internados. No Hospital Regional Ruy de Barros Correia há quatro pessoas de Arcoverde, sendo dois em UTI e dois em enfermaria.
Outros dois pacientes também estão na UTI da rede particular, um no Hospital Memorial (Arcoverde) e outro no Hospital Santa Joana (Recife). Em Pernambuco, foram confirmados 608 novos casos e 58 mortes, totalizando 35.508 positivos 2.933 mortes.
A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), rede formada por cerca de três mil organizações da sociedade civil e dos movimentos sociais voltadas à convivência e viabilização do Semiárido, divulgou nesta terça (14) uma carta de apoio à candidatura de reeleição da presidente Dilma Rousseff. A ASA ainda diz que repudia as afirmações de todos aqueles e […]
A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), rede formada por cerca de três mil organizações da sociedade civil e dos movimentos sociais voltadas à convivência e viabilização do Semiárido, divulgou nesta terça (14) uma carta de apoio à candidatura de reeleição da presidente Dilma Rousseff.
A ASA ainda diz que repudia as afirmações de todos aqueles e aquelas que caracterizam o Semiárido e o Nordeste como lugar de povo desinformado e incapaz, desmerecem o voto dos povos que aqui vivem e expressam nos meios de comunicação seus preconceitos e desconhecimento da realidade.
Confira a carta na íntegra:
Pelas vidas e dignidade no Semiárido, apoiamos Dilma.
“Quando não tinha nada eu quis.” (Chico César)
A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) é uma rede de grupos de organizações da sociedade civil voltada à convivência e viabilização do Semiárido, e que reúne hoje cerca de três mil organizações reunidas espacialmente em toda região. Quando a ASA foi criada, em 1999, o Semiárido se via em um contexto político e social de grande estiagem, uma questão de origem natural, porém com consequências de ordens políticas e sociais relacionadas às ações focadas no “combate à seca”. Políticas que desconheciam o protagonismo dos agricultores e das agricultoras, sua capacidade de produzir conhecimentos e de tomar a frente dos seus destinos.
Em decorrência das secas, a morte era comum na região, especialmente a morte de crianças. “Um genocídio praticado pelo Estado”, como afirmava o sociólogo Betinho.
As organizações da sociedade civil no Semiárido, reunidas na ASA, tiveram a coragem de lançar ao Brasil uma crítica severa e forte ao modelo de “combate à seca” montado no tripé “coronelismo, enxada e voto”, e propor ações simples, de baixos custos e eficientes para uma política pública na perspectiva da convivência com o Semiárido.
Todavia, foi nestes últimos 12 anos, nos governos Lula e Dilma, a partir dos programas “Fome Zero” e “Brasil sem Miséria”, que a ASA e suas organizações tiveram a oportunidade de propor várias ações que, assumidas hoje como políticas de governo e até mesmo como Políticas Públicas, transformam a realidade na região.
O Balaio Cultural deste sábado (14), vai ser realizado, a partir das 20h, com o apoio da prefeitura de Tuparetama encerrando as comemorações dos 56 anos da emancipação política da cidade. Este vai acontecer no hall da churrascaria da Praça da Academia da Cidade de Tuparetama. Este Balaio Cultural vai ter as apresentações de Flávio […]
Depois de divulgar o drama das famílias com as chuvas em Bodocó, Flávio Leandro vai a Tuparetama
O Balaio Cultural deste sábado (14), vai ser realizado, a partir das 20h, com o apoio da prefeitura de Tuparetama encerrando as comemorações dos 56 anos da emancipação política da cidade.
Este vai acontecer no hall da churrascaria da Praça da Academia da Cidade de Tuparetama.
Este Balaio Cultural vai ter as apresentações de Flávio Leandro, Maike José, Rimas em Canto, Sofrência Universitária e da quadrilha Explosão Jovem da cidade de Tabira.
A emancipação política de Tuparetama foi comemorada, em 11 de abril, com corte de bolo e queima de fogos. O Balaio Cultural é um projeto que divulga a cultura sertaneja, os artistas e os talentos da cidade e da região.
Este que tradicionalmente acontece no 1º sábado de cada mês vai ser realizado, no sábado (14), para atender as comemorações dos 56 anos da emancipação política de Tuparetama.
Segundo o secretário de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama e realizador do Balaio Cultural, Fernando Marques, as comemorações da emancipação política de Tuparetama estão acontecendo nesta semana com a participação de todas as secretarias. “Não seria possível se não fosse o empenho do governo”.
Você precisa fazer login para comentar.