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Sandrinho diz que manterá estratégia de uma entrega por semana

Por Nill Júnior

Sobre sucessão, Palmeira disse que não tratará do tema agora e que não aceitará pressões por antecipação do debate 

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, disse hoje ao Debate das Dez do programa Manhã Total que manterá a estratégia de uma entrega por semana até dezembro desse ano.

O gestor anunciou que até o final desse ciclo de gestão serão calçadas ou asfaltadas mais 64 ruas. “Quando assumimos identificamos 160 ruas a calçar ou asfaltar em Afogados. Hoje são 126. Dessas ruas anunciadas, para 39 já temos o dinheiro”, disse.

A relação indica ruas com fontes de convênios e emendas garantidos, sem considerar as que serão feitas com recursos próprios, que não entraram na relação. Ele esteve acompanhado do vice-prefeito, Daniel Valadares.

O gestor garantiu que em março inicia a obra da ponte que liga São Cristóvão e Pacus ao São Francisco.  Também prometeu resolver ainda este ano três gargalos da gestão ainda esse ano: a entrega do pátio da feira, a municipalização do trânsito e o concurso público.

Dentre outros anúncios, o de que vai fazer em parceria com a prefeitura de carnaíba a ponte entre Alto Vermelho e Ibitiranga. Também revelou que projeta para o prédio do antigo açougue municipal a ocupação da Secretaria de Saúde, economizando R$ 15 mil mês com aluguel.

Outra queixa, da fonte da Praça Arruda Câmara. “O conserto custará R$ 56 mil. Pedimos um orçamento para resolver e dar mais vida útil à fonte”, informou.

Sobre sucessão, Sandrinho Palmeira recuou em relação à uma fala anterior, quando já se assumiu candidato a reeleição. Disse que não vai ser colocado em canto de parede, ou seja, pressionado por ninguém sobre o tema. Também que discutir a questão agora pode tirar o foco de sua gestão. Foto: Cláudio Gomes.

Outras Notícias

Pernambuco tem 37.105 matrículas garantidas no programa federal Escola em Tempo Integral

Estado já recebeu R$ 42,97 milhões do Ministério da Educação para implementação do turno ampliado para pelo menos sete horas diárias em 175 municípios O estado de Pernambuco tem 37.105 matrículas garantidas no projeto Escola em Tempo Integral do Governo Federal. O Ministério da Educação já repassou R$ 42,97 milhões para 175 municípios implementarem o […]

Estado já recebeu R$ 42,97 milhões do Ministério da Educação para implementação do turno ampliado para pelo menos sete horas diárias em 175 municípios

O estado de Pernambuco tem 37.105 matrículas garantidas no projeto Escola em Tempo Integral do Governo Federal. O Ministério da Educação já repassou R$ 42,97 milhões para 175 municípios implementarem o estudo com carga ampliada no estado.

Até o fim de dezembro, haverá novos repasses. O total pactuado pelo programa em Pernambuco é de R$ 207,26 milhões. Os recursos vão garantir 8.026 matrículas na rede estadual de ensino e outras 29.079 matrículas na rede municipal.

A capital Recife é a cidade com maior número de matrículas previstas no estado. São 2.602 e um valor total pactuado de R$ 4,4 milhões. Na sequência dos cinco municípios com maior número de matrículas estão Petrolina (1.513), Jaboatão dos Guararapes (1.293), Caruaru (972) e Cabo de Santo Agostinho (903).

NACIONAL – No país como um todo, o Governo Federal já direcionou R$ 799 milhões. Um total de 4.148 secretarias de educação — entre estados, o Distrito Federal e os municípios — recebem a verba. O programa pretende ampliar em 1 milhão o número de matrículas de tempo integral nas escolas de educação básica de todo o Brasil.

O investimento total ao longo do programa será de R$ 4 bilhões e vai permitir que estados, municípios e o Distrito Federal possam expandir a oferta de jornada em tempo integral em suas redes. A meta é alcançar, até 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas.

“A escola em tempo integral não é só para aumentar a carga horária, mas acolher bem as pessoas, os alunos. É para dar oportunidade e valorizar o professor”, afirma Camilo Santana, ministro da Educação.

O programa abrange, em conjunto com o fomento financeiro, ações de assistência técnica às secretarias e comunidades escolares, com o objetivo de aprimorar o trabalho pedagógico da educação em uma perspectiva integral.

O programa considera, além do tempo e de sua ampliação, o uso dos espaços dentro e fora da escola, os diferentes saberes que compõem o currículo escolar, a articulação com os campos da saúde, cultura, esporte, ciência e tecnologia, meio ambiente e direitos humanos, entre outras estratégias para melhorar as condições de aprendizagem.

REQUISITO – São consideradas matrículas em tempo integral aquelas em que o estudante permanece na escola ou em atividades escolares por tempo igual ou superior a sete horas diárias ou a 35 horas semanais em dois turnos, sem sobreposição entre eles. Apenas as matrículas criadas ou convertidas em tempo integral a partir de 1º de janeiro de 2023 poderão ser contadas para fins de participação no programa.

CADASTRO EM DIA – O depósito é feito em uma conta corrente específica aberta pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do MEC, no Banco do Brasil. O Ministério da Educação alerta para o fato de que há secretarias com dados desatualizados, o que impede a transferência de recursos. Qualquer dúvida pode ser esclarecida pelos canais oficiais do FNDE, pelo telefone 0800 616161 (opção 1 para assuntos do FNDE) ou pelo e-mail repasse܂cgaux@fnde܂gov܂br. As informações são da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Pra jogar, Romero do Carro de Som falou demais

Pelo desenrolar dos acontecimentos,  o vereador Romero do Carro de Som quis jogar com sua insatisfação com a prefeita Márcia Conrado e colocou Ronaldo de Dja e Rosimério de Cuca no balaio. Isso porque foi dele a informação da aproximação de vereadores da base com o Deputado Federal Sebastião Oliveira.  O encontro aconteceu,  mas não […]

Pelo desenrolar dos acontecimentos,  o vereador Romero do Carro de Som quis jogar com sua insatisfação com a prefeita Márcia Conrado e colocou Ronaldo de Dja e Rosimério de Cuca no balaio.

Isso porque foi dele a informação da aproximação de vereadores da base com o Deputado Federal Sebastião Oliveira.  O encontro aconteceu,  mas não avançou ao ponto de tratar de apoio em 2022.

A mais de uma pessoa, inclusive do meio jornalístico, reclamou que Márcia ainda não havia conversado com eles, que não havia marcado nada. Quando confrontado com a informação de que Sebastião Oliveira só tinha apoio de três vereadores, saiu-se com essa. “Não, mas ele vai ter mais vereadores apoiando. Olha aqui”, mostrando a foto com Ronaldo, ele e Sebá. “E tá vindo mais. Rosimério tá pra vir. Não tem queixa. Eles vão conversar. Mas a gente ainda tá vendo e não anunciou”.

A movimentação deles incomodou governistas. Um deles garantiu que houve uma reunião e Márcia Conrado apresentou Fernando Monteiro.

Prova de que, no típico tom de vereador em busca de alguma contrapartida, Ronaldo de Dja deixou claro ainda não ter definido seu Federal e aguarda Márcia. Toda notícia tem seu nível de responsabilidade e até margem de erro. Neste caso, fica claro que Romero quis fazer pressão sinalizando a ida para o palanque governista.

SJE: Ednaldo Gomes assume Saúde interinamente

Interinamente assume a Secretaria de Saúde de São José do Egito o veterinário Ednaldo Gomes. Ele é do quadro efetivo e já foi Secretário em outra oportunidade no ciclo Evandro Valadares. “Ele teve alguma resistência em aceitar a pasta, mas cedeu aceitando ficar até ser efetivado ou de forma transitória para a chegada de outro […]

Interinamente assume a Secretaria de Saúde de São José do Egito o veterinário Ednaldo Gomes.

Ele é do quadro efetivo e já foi Secretário em outra oportunidade no ciclo Evandro Valadares.

“Ele teve alguma resistência em aceitar a pasta, mas cedeu aceitando ficar até ser efetivado ou de forma transitória para a chegada de outro nome”, disse o ex-secretário Paulo Jucá.

Paulo destacou que todos os demais nomes estão mantidos, com algumas trocas de funções. Ele destacou a montagem da equipe pelo ex-secretário Hugo Rabelo.

São José do Egito: Unidade Básica de Saúde Planalto I entregue reformada

O prefeito de São José do Egito Romério Guimarães inaugurou a reforma da Unidade Básica de Saúde Planalto I – Arlindo Leite Lopes, no bairro Planalto. Na solenidade estiveram também presentes o presidente da Câmara de Vereadores, José Vicente, os parlamentares Albérico Tiago, Gerson Souza, José Aldo e Rômulo Júnior, todo o secretariado e servidores do […]

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O prefeito de São José do Egito Romério Guimarães inaugurou a reforma da Unidade Básica de Saúde Planalto I – Arlindo Leite Lopes, no bairro Planalto.

Na solenidade estiveram também presentes o presidente da Câmara de Vereadores, José Vicente, os parlamentares Albérico Tiago, Gerson Souza, José Aldo e Rômulo Júnior, todo o secretariado e servidores do Executivo e a população. Além da equipe de saúde da família Planalto I e outras unidades.

Estão em execução as obras de reforma e ampliação de mais quatro unidades: São Sebastião do Aguiar, Juazeirinho, Mundo Novo e Vila do Espírito Santo, que poderão ser inauguradas ainda este ano, segundo o prefeito Romério.

Sinduprom/PE critica decisão do TCE-PE sobre uso do Fundeb em Afogados da Ingazeira

Diretora Dinalva Vieira diz que medida representa “agressão à educação pública” e reflexo de má gestão previdenciária Durante o programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, na edição desta quarta-feira (25), o quadro Radar das 13 recebeu a diretora do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sinduprom/PE), Dinalva Vieira, para comentar […]

Diretora Dinalva Vieira diz que medida representa “agressão à educação pública” e reflexo de má gestão previdenciária

Durante o programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, na edição desta quarta-feira (25), o quadro Radar das 13 recebeu a diretora do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sinduprom/PE), Dinalva Vieira, para comentar a polêmica decisão do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) que passou a admitir o uso de recursos do Fundeb para contribuição patronal suplementar à previdência municipal — entendimento aplicado ao caso de Afogados da Ingazeira.

A dirigente sindical classificou a decisão como “um desrespeito e uma agressão à educação pública”, argumentando que ela compromete a destinação constitucional dos recursos da educação.

“Transformar a educação pública em sobra de recursos”

“O sindicato vê isso como um desrespeito à educação pública. A gente vê isso como uma agressão, como querer transformar a educação pública — que deveria ser protegida pela Constituição — em um espaço onde o recurso da educação passa a ser usado como sobra, e não como um direito garantido”, declarou Dinalva.

Ela também criticou o papel do TCE-PE, afirmando que o órgão reconhece a ilegalidade do uso do Fundeb para cobrir déficit atuarial, mas agora “abre precedente para práticas contrárias ao que a própria Constituição determina”.

“Me deixa muito triste ver um Tribunal de Contas, que era para identificar e coibir essas ilegalidades, reconhecer agora que uma alíquota suplementar não tem natureza remuneratória, quando na verdade está sendo usada para cobrir um déficit atuarial.”

Crítica à gestão previdenciária municipal

Segundo a diretora, o problema em Afogados da Ingazeira decorre de falhas na administração do regime próprio de previdência.

“Esse déficit surgiu por má gestão do fundo de previdência próprio, porque o município passou vinte anos sem realizar concurso público, mantendo apenas contratos temporários. Esses profissionais contribuíram para o INSS e não para o regime de previdência do município, o que gerou o desequilíbrio atual.”

A fala de Dinalva refere-se à recente decisão do TCE-PE que reverteu entendimento anterior e passou a admitir o uso do Fundeb para pagamento da contribuição patronal suplementar vinculada à remuneração de profissionais da educação. O novo posicionamento surgiu a partir do processo envolvendo o município de Ibimirim, posteriormente estendido a Afogados da Ingazeira.

No entanto, a presidente do Conselho do Fundeb no município, Izilda Sampaio, e representantes da categoria têm sustentado que a prefeitura tem utilizado os recursos para cobrir déficit atuarial do regime próprio de previdência, o que seria ilegal e contrário à finalidade dos recursos da educação.