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Romério Guimarães solicita ao DNOCS que Adutora atenda Riacho do Meio

Por Nill Júnior

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Nesta segunda, 14, o prefeito de São José do Egito Romério Guimarães esteve em audiência com o coordenador estadual do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) Emílio Duarte de Souza e Silva, em Recife. A pauta da reunião girou em torno da Adutora do Pajeú.

Acompanhado do deputado federal Kaio Maniçoba e do assessor Erasmo Siqueira, Guimarães tratou de expressar sua preocupação com o abastecimento no distrito de Riacho do Meio, o maior de São José, e pediu providências para que a comunidade também seja beneficiada com a distribuição das águas do São Francisco.

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O prefeito pediu celeridade no andamento das obras da adutora e ainda tratou da perfuração de mais poços artesianos na zona rural do Berço Imortal da Poesia.

Outras Notícias

Deputado Carlos Veras participa da COP-26

Mais de 190 líderes mundiais participarão da 26ª Conferência das Partes para renovar seus compromissos com o meio ambiente. O deputado federal Carlos Veras (PT), que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, é o único parlamentar pernambucano que estará presente na COP-26. Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro no […]

Mais de 190 líderes mundiais participarão da 26ª Conferência das Partes para renovar seus compromissos com o meio ambiente. O deputado federal Carlos Veras (PT), que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, é o único parlamentar pernambucano que estará presente na COP-26.

Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro no encontro, a participação do Congresso Nacional vai reforçar a representação de autoridades brasileiras nesse debate.

O objetivo do evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) é avaliar os resultados do Acordo de Paris de 2015, que foi um marco nas negociações internacionais sobre clima e sustentabilidade. O evento deste ano acontece entre os dias 1° e 12 de novembro na cidade de Glasgow, na Escócia.

“Minha tarefa principal na COP-26 é dizer ao mundo que somos absolutamente contra a política ambiental adotada pelo governo brasileiro, que vem causando prejuízos incalculáveis ao meio ambiente e à população. Entendemos que defender o controle climático tem tudo a ver com combate à fome e à desigualdade no Brasil e no mundo, afinal é a sobrevivência da espécie humana que está em jogo”, afirma Carlos Veras.

O parlamentar destaca ainda que participar da Conferência do Clima também será uma oportunidade para criar ações que contribuam com o meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável. “A partir desses debates, poderemos pensar sobre medidas legislativas de controle da poluição, do uso de agrotóxicos e do desmatamento, bem como acerca do direito à terra, aos recursos hídricos e à segurança alimentar”, destaca o parlamentar.

Oposição questiona autonomia de Queiroga no Ministério da Saúde

O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não […]

O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não nomeada — senadores de oposição disseram que Queiroga vai precisar responder sobre a sua real autonomia no comando da pasta.

Por outro lado, senadores da base do governo afirmaram que o episódio foi um ato corriqueiro de administração e não traz nenhuma evidência de interferência política sobre a Saúde. Eles também lamentaram a nova convocação de Queiroga e destacaram como algo que pode atrapalhar a condução do combate à pandemia, ao tirar o ministro da linha de frente.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acredita que o depoimento de Luana Araújo dá nova dimensão à ideia de um “gabinete paralelo” no governo federal, trabalhando à margem do Ministério da Saúde. Para Randolfe, esse núcleo não foi neutralizado com a chegada de Marcelo Queiroga, ao contrário do que o ministro teria sinalizado.

— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia. Até os senadores governistas confirmaram que ela preenche os requisitos técnicos. Qual a razão para se vetar um quadro dessa qualidade?

O senador Humberto Costa (PT-PE) entende que as afirmações de Queiroga à CPI sobre ter autonomia para montar sua equipe estão em dúvida e fazem parte das contradições que o ministro precisará explicar em seu novo depoimento. O senador, que foi ministro da Saúde no governo Lula, também disse que as credenciais técnicas de Luana Araújo são claras, mas não teriam ajudado o país no contexto atual.

— O ministério tem uma burocracia de carreira muito importante, funcionários experientes e bem formados. O que aconteceu foi que, durante a gestão [de Eduardo] Pazuello esse pessoal foi colocado para escanteio. O ministério tem quadros, o problema não foi esse. Pode encher o ministério de epidemiologista e infectologista que, com essa orientação, não vai dar certo nunca.

Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) elogiou as contribuições que a médica trouxe à comissão sobre a ação do vírus e as possibilidades de tratamento, mas ressaltou que ela não apresentou fatos novos que possam apontar para intervenção política indevida na condução da pandemia.

— Ela afastou essa hipótese. Ninguém sabe porque exatamente ela não foi nomeada. O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo.

Marcos Rogério acrescentou, ainda, que vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga, e lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI. Ele pediu ao presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), que compreenda essa situação.

— Espero que o presidente tenha consciência do importante papel que o ministério está cumprindo neste momento e deixe o ministro trabalhar. Que a CPI não sirva de obstáculo à ação legítima do Ministério da Saúde. Como vamos fazer o ministro parar a sua agenda para vir a uma CPI que virou um palanque?

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) elogiou o depoimento “assertivo” de Luana Araújo, a quem classificou como uma profissional “altamente qualificada”. Nas suas falas, disse o senador, ela conseguiu separar a ciência do debate político. Tudo isso, concluiu ele, pressiona ainda mais o ministro da Saúde.

— Ela mostrou que tinha projetos altamente qualificados para a saúde pública e foi impedida de atuar. Que Queiroga esclareça esse ponto. Quando ele vai constatar o mesmo que seus antecessores: que a parte política do governo não permite que os técnicos trabalhem?

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que tanto a audiência com a médica quanto a reconvocação de Marcelo Queiroga são atitudes “protelatórias” para que a CPI não investigue governos estaduais. O senador foi crítico à forma como Luana Araújo se referiu a profissionais que defendem o “tratamento precoce” — que ela chamou de “neocurandeirismo” — e também disse crer que o ministro Queiroga não deveria retornar à comissão.

— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.

Fonte: Agência Senado

Aneel reduz valor extra na conta de luz a partir de fevereiro

Agência Brasil – Em reunião ordinária realizada nesta terça (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução nas bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que aumentam a conta de luz do consumidor quando fica mais caro produzir energia no país. A partir de fevereiro, o valor da bandeira amarela vai cair de R$ 2,50 […]

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Agência Brasil – Em reunião ordinária realizada nesta terça (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução nas bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que aumentam a conta de luz do consumidor quando fica mais caro produzir energia no país.

A partir de fevereiro, o valor da bandeira amarela vai cair de R$ 2,50 para R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, redução de 40%.

Já a bandeira vermelha terá um patamar intermediário, mais barato, de R$ 3,50 para cada 100 kWh. O patamar mais caro foi mantido em R$ 4,50 para cada 100 kWh.

As bandeiras tarifárias coloridas – verde, amarela e vermelha – foram criadas como uma maneira de informar ao consumidor os custos que são repassados para a conta de luz com o acionamento de usinas termelétricas, que geram uma energia mais cara e são ligadas quando as hidrelétricas produzem menos por causa do baixo nível de seus reservatórios.

A Aneel divulga no próximo dia 29 de janeiro qual será a bandeira tarifária que vai incidir sobre as contas de luz de fevereiro. A bandeira vermelha encontra-se vigente, onerando a conta do consumidor, pelo menos desde março de 2015.

A decisão desta terça foi baseada em estudos da Superintendência de Gestão Tarifária da Aneel.

O Blog e a História: o dia que Eduardo sabia que a foto sairia no blog

O relato foi do fotógrafo Cláudio Gomes e do jornalista Rodrigo Lima ao blog, em 16 de maio de 2014. Ao registrar a foto do então pré-candidato à Presidência Eduardo Campos, ao lado de José Patriota,  iniciando sua longa trajetória no municipalismo e Marina Silva, ouviu do socialista a recomendação: “é pra você mandar para […]

O relato foi do fotógrafo Cláudio Gomes e do jornalista Rodrigo Lima ao blog, em 16 de maio de 2014.

Ao registrar a foto do então pré-candidato à Presidência Eduardo Campos, ao lado de José Patriota,  iniciando sua longa trajetória no municipalismo e Marina Silva, ouviu do socialista a recomendação: “é pra você mandar para o Blog de Nill Júnior, não é?!”

A imagem foi registrada na então Marcha Nacional dos Municípios, nome que era dado à Marcha dos Prefeitos.

Eduardo foi sabatinado por prefeitos assim como todos os pré-candidatos à presidência,  como Pastor Everaldo, Randolf Rodrigues e Aécio Neves. Ainda houve a exclusiva de Marina Silva, que falou para a Rádio Pajeú.

O resto da história conhecemos. Eduardo,  que não aceitou a aliança em torno de Dilma Rousseff,  manteve sua candidatura,  mas morreu em 13 de agosto daquele ano, praticamente três meses depois do registro.  Aquela eleição foi vencida por Dilma Rousseff,  numa disputa acirrada com Aécio Neves.

Como Marina foi candidata a presidente substituindo Eduardo e o PT foi acusado de jogo baixo para tirá-la do segundo turno,  ela acabou apoiando Aécio no segundo,  juntamente com Patriota,  PSB e cia. Hoje consideram o fato uma mancha em suas biografias.

Afogados: semana começa com enxurrada de reclamações contra a Compesa

A semana começa com uma enxurrada de reclamações contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que tem deixado diversos bairros de Afogados da Ingazeira sem água. A situação vem se agravando, e a falta de abastecimento persiste, causando indignação na população. O alto índice de queixas registradas nos microfones da Rádio Pajeú na última semana […]

A semana começa com uma enxurrada de reclamações contra a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que tem deixado diversos bairros de Afogados da Ingazeira sem água.

A situação vem se agravando, e a falta de abastecimento persiste, causando indignação na população. O alto índice de queixas registradas nos microfones da Rádio Pajeú na última semana bateu recordes, refletindo a revolta dos moradores.

Casos como o do bairro Padre Pedro Pereira, onde moradores relatam estar há 15 dias sem água, são cada vez mais frequentes. Uma ouvinte da emissora expressou sua frustração ao descrever a situação: “Há quinze dias sem uma gota de água nas torneiras.”

A situação não é diferente em outros bairros. No Residencial Dom Francisco, a escassez também afeta a rotina das famílias. “Era para ter chegado água na sexta-feira, mas só veio ontem, e a quantidade não deu nem para encher os reservatórios. Todo mundo sem água, ninguém conseguiu nem lavar as roupas. A situação é revoltante”, desabafou outra moradora da Rua Diomedes Gomes.

No bairro Planalto, uma ouvinte relatou que já está há 20 dias sem água. Além disso, bairros como Brotas, Macambira, Borges, Bela Vista e a parte alta do Sobreira também sofrem com o mesmo problema.

O desabastecimento de água em Afogados da Ingazeira é uma questão recorrente, com moradores enfrentando dificuldades há anos. Entra governo, sai governo, e o problema parece não ter solução. Sem resposta eficaz das autoridades competentes, a população tem encontrado na Rádio Pajeú uma forma de expressar sua indignação e cobrar ações imediatas.