Com a desistência de Isaltino Nascimento (PSB) da candidatura a Deputado Federal, o prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (PT) e o grupo do ex-deputado Zé Marcos (PR), ficou órfão por pouco tempo. Após uma reunião, o grupo definiu apoio a Dilson Peixoto.
Romério, Zé Marcos e seis vereadores estarão apoiando o petista. Nomes como Albérico Tiago, Bal de Riacho do Meio, David de Deus e Ed-Ek. Para Estadual, o grupo mantém apoio a Rogerio Leão (PR), que foi uma indicação ao grupo de Zé Marcos.
Como em muitas cidades, o grupo tem definições diferentes para Presidente, Governador e para o Senado. Romério e seu grupo votam em Dilma, Armando Monteiro e João Paulo.
Ligado historicamente a Inocêncio Oliveira, Zé Marcos apoia Eduardo Campos, Paulo Câmara e Fernando Bezerra.
”Nas candidaturas proporcionais vamos estar juntos. Converso com Romério sempre. Além do mais, seu governo está bem,bem avaliado, com aprovação de 64% da população”, diz Zé Marcos, fazendo referência à pesquisa Múltipla divulgada semana passada.
Ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez), e o ex-assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’, foram capturados pela Polícia Federal ao longo de quase um ano Do Estadão Na denúncia que levou ao Supremo Tribunal Federal na quinta-feira, 14, contra […]
Da esquerda para a direita: Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures. Fotos: Dida Sampaio, Ed Ferreira/Estadão
Ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez), e o ex-assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’, foram capturados pela Polícia Federal ao longo de quase um ano
Do Estadão
Na denúncia que levou ao Supremo Tribunal Federal na quinta-feira, 14, contra Temer e seus aliados históricos, Janot afirma que a liderança do ‘quadrilhão’ era exercida pelo presidente.
Também fazem parte do grupo, segundo a acusação, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República).
Todo o ‘quadrilhão’ foi denunciado por organização criminosa na última flechada de Janot, que encerra seu segundo mandato neste domingo, 17.
Eduardo Cunha foi o primeiro integrante do ‘quadrilhão’ a ser capturado. Em 19 de outubro de 2016, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, o peemedebista foi preso na Asa Sul, em Brasília, e levado a Curitiba.
O ex-deputado já foi condenado por crimes de corrupção, de lavagem e de evasão fraudulenta de divisas a 15 anos e 4 meses de prisão na Lava Jato. O peemedebista foi sentenciado em ação penal sobre propinas na compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobrás, em 2011.
A prisão de outros dois protagonistas do ‘quadrilhão’ ocorreu em um período de três dias, este ano.
Em 3 de junho, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’, foi capturado preventivamente por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo.
No dia 6, Henrique Alves foi levado pela Polícia Federal, aos gritos de ‘ladrão’ e ‘safado’, na Operação Manus por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Arena das Dunas, em Natal.
Loures é o ‘homem da mala preta’. Em abril, a Polícia Federal filmou, em ação controlada autorizada pela Corte, Loures saindo apressado do estacionamento de uma pizzaria em São Paulo. Na mão direita, uma mala recheada com R$ 500 mil em propinas da JBS.
A prisão de Loures foi substituída, em 30 de junho, por uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno (das 20 às 6 horas) e também aos sábados, domingos e feriados. O homem da mala e Michel Temer foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva em 26 de junho. A acusação foi rejeitada pela Câmara dos Deputados em agosto.
Henrique Alves continua preso. O ex-deputado é acusado de receber propina por meio de doações eleitorais oficiais e não oficiais, entre 2012 e 2014, em troca de favorecimento a empresas de construção civil, como a OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia.
O peemedebista foi ministro do Turismo do Governo Temer por pouco mais de um mês. Em junho do ano passado, Henrique Alves deixou o cargo após ser citado na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, que declarou ter repassado ao ex-deputado R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014. Henrique Alves também foi ministro do Turismo de Dilma.
O último peemedebista do ‘quadrilhão’ a ser preso foi Geddel Vieira Lima. O ex-ministro de Temer e Lula foi capturado duas vezes em dois meses por ordem juiz federal da 10ª Vara, Vallisney de Oliveira.
Em 3 de julho, Geddel foi levado pela PF em caráter preventivo por supostamente tentar atrapalhar as investigações da Operação Cui Bono?. A ação investiga irregularidades cometidas na vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo aliado de Temer.
Geddel ficou preso pouco mais de 1 mês. Por ordem do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em 13 de julho, o peemedebista foi mandado para casa. Sem tornozeleira eletrônica, porque o equipamento não estava disponível na Bahia.
A prisão domiciliar de Geddel foi encerrada em 8 de setembro. Três dias antes, a Polícia Federal havia encontrado a fortuna de R$ 51 milhões em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador. O dinheiro estava armazenado em caixas e malas dentro do bunker atribuído a Geddel. Nas cédulas, a PF identificou as digitais do peemedebista. Geddel está agora no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O ‘quadrilhão’ do PMDB arrecadou R$ 587 milhões em propina, segundo a denúncia de Janot. Valores teriam sido arrecadados na Petrobrás, em Furnas, na Caixa Econômica Federal, no Ministério da Integração Nacional, no Ministério da Agricultura, na Secretaria de Aviação Civil e na Câmara dos Deputados.
“Os crimes praticados pela organização geraram prejuízo também aos cofres públicos. Nesse sentido, em acórdão lavrado pelo TCU, estimou-se que a atuação cartelizada perante a Petrobrás implicou prejuízos à estatal que podem ter chegado a R$ 29 bilhões”, afirma o procurador-geral.
COM A PALAVRA, CEZAR BITENCOURT, QUE DEFENDE RODRIGO ROCHA LOURES
“Rodrigo Rocha Loures não participou de nenhum acordo de pagamento ou recebimento de propinas atribuído ao PMDB da Câmara.Rodrigo era apenas um assessor pessoal do Presidente e não tinha nenhuma intervenção em atividades financeiras, ao contrário da recente denúncia contra o PMDB da Câmara. A defesa repudia veemente mais uma denúncia leviana de Rodrigo Janot!!!”
COM A PALAVRA, DANIEL GERBER, QUE DEFENDE ELISEU PADILHA
Sobre a denúncia por organização criminosa feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal, contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Daniel Gerber que defende o ministro afirma: “Entendo como equivocada o oferecimento de uma denúncia com base em delações que estão sob suspeita, mas iremos demonstrar nos autos a inexistência da hipótese acusatória”.
COM A PALAVRA, O ADVOGADO DELIO LINS E SILVA JÚNIOR, QUE DEFENDE EDUARDO CUNHA
Sobre a nova denúncia oferecida pela PGR, a defesa de Eduardo Cunha tem a dizer que provará no processo o absurdo das acusações postas, as quais se sustentam basicamente nas palavras de um reincidente em delações que, diferentemente dele, se propôs a falar tudo o que o Ministério Público queria ouvir para fechar o acordo de colaboração.
COM A PALAVRA, MICHEL TEMER
O procurador-geral da República continua sua marcha irresponsável para encobrir suas próprias falhas. Ignora deliberadamente as graves suspeitas que fragilizam as delações sobre as quais se baseou para formular a segunda denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. Finge não ver os problemas de falta de credibilidade de testemunhas, a ausência de nexo entre as narrativas e as incoerências produzidas pela própria investigação, apressada e açodada. Ao fazer esse movimento, tenta criar fatos para encobrir a necessidade urgente de investigação sobre pessoas que integraram sua equipe e em relação às quais há indícios consistentes de terem direcionado delações e, portanto, as investigações. Ao não cumprir com obrigações mínimas de cuidado e zelo em seu trabalho, por incompetência ou incúria, coloca em risco o instituto da delação premiada. Ao aceitar depoimentos falsos e mentirosos, instituiu a delação fraudada. Nela, o crime compensa. Embustes, ardis e falcatruas passaram a ser a regra para que se roube a tranquilidade institucional do país. A segunda denúncia é recheada de absurdos. Fala de pagamentos em contas no exterior ao presidente sem demonstrar a existência de conta do presidente em outro país. Transforma contribuição lícita de campanha em ilícita, mistura fatos e confunde para tentar ganhar ares de verdade. É realismo fantástico em estado puro. O presidente tem certeza de que, ao final de todo esse processo, prevalecerá a verdade e, não mais, versões, fantasias e ilações. O governo poderá então se dedicar ainda mais a enfrentar os problemas reais do Brasil.
Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República
Por Juliana Lima Em entrevista concedida ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, na última sexta-feira (1º), o vereador Rosimério de Cuca (PMN), foi enfático ao responder qual a principal motivação para sua saída da base governista do prefeito Luciano Duque para integrar o grupo de Sebastião Oliveira e Rogério Leão. Segundo o […]
Em entrevista concedida ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, na última sexta-feira (1º), o vereador Rosimério de Cuca (PMN), foi enfático ao responder qual a principal motivação para sua saída da base governista do prefeito Luciano Duque para integrar o grupo de Sebastião Oliveira e Rogério Leão.
Segundo o parlamentar, as atenções do governo municipal estavam mais voltadas para as necessidades e demandas do vereador Agenor de Melo, com quem divide suas bases eleitorais em Caiçarinha da Penha.
“O motivo porque deixei o governo se chama Agenor de Melo Lima. É impossível trabalhar num grupo onde toda a atenção e apoio são para o outro vereador, nada pra Rosimério de Cuca. Depois que fui pra o grupo de Sebastião já consegui atender o povo de Caiçarinha muito mais do que quando tava no governo de Luciano Duque”, disse.
Provocado a avaliar a gestão do prefeito Luciano Duque, foi econômico nas críticas. “O governo tá trabalhando bem, mas só na cidade, porque nos distritos deixa a desejar, precisar olhar mais para os distritos”.
Sobre a eleição para a presidência da Câmara Municipal, disse que a oposição não está discutindo possibilidade de formar chapa e que votaria em qualquer nome, menos em Agenor de Melo, considerado um dos prováveis candidatos à sucessão de Nailson Gomes. “Voto em qualquer um, só não voto em Agenor”.
Rosimério disse ainda manter boa relação com o deputado estadual Rodrigo Novaes e uma convivência pacífica com o federal Kaio Maniçoba. Quanto ao governador Paulo Câmara, não mostrou entusiasmo. “Eu voto no governador para seguir o grupo, mas não vou trabalhar na reeleição dele”, afirmou.
A 28ª Missa do Poeta em homenagem ao cantor e compositor Zé Marcolino que acontece em Tabira, vive hoje o dia maior. Às 19h, 28ª Missa do Poeta (campal), celebrada pelo Padre Aldo em memória de Zé Marcolino e artistas vivos. Haverá ainda homenagem a “Danda de Sumé”. Em seguida, no Palco ao lado da […]
O jornalista Magno Martins recebeu nesta sexta (16) o título de Cidadão Recifense, concedido pela Câmara de Vereadores após proposição do vereador Edmar de Oliveira, do Solidariedade, aprovado por unanimidade. Amigos e familiares do jornalista, muitos vindos do Sertão, prestigiaram a solenidade, presidida pelo vereador Henrique Leite (PDT). O vereador Edmar de Oliveira (SD), iniciou […]
O jornalista Magno Martins recebeu nesta sexta (16) o título de Cidadão Recifense, concedido pela Câmara de Vereadores após proposição do vereador Edmar de Oliveira, do Solidariedade, aprovado por unanimidade. Amigos e familiares do jornalista, muitos vindos do Sertão, prestigiaram a solenidade, presidida pelo vereador Henrique Leite (PDT).
O vereador Edmar de Oliveira (SD), iniciou a sessão solene destacando o currículo e o perfil de Magno Martins. Durante a sua fala, Edmar teceu elogios ao jornalista e desejou que todos os jornalistas se inspirassem no exemplo de Magno. Esposa de Magno, a vereadora Aline Mariano também acompanhou atentamente a solenidade.
Dentre as homenagens, a cantora Cristina Amaral, de Sertânia, cantou na solenidade. A música, Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros. “Prepare o Seu Coração/Pras coisas que eu vou contar/Eu venho lá do Sertão”, diz em um de seus trechos.
Magno também foi homenageado pela cantora Andreia Luiza, já cantando para o novo cidadão recifense. “Voltei Recife”, de Luiz Bandeira e Madeira do Rosarinho balançaram a plateia nas galerias da Casa.
Magno Martins não escondeu a emoção de se tornar cidadão recifense, agora, de fato e de direito, com Título concedido pela Câmara Municipal da cidade. Magno enalteceu o sertão onde nasceu e viveu até chegar ao Recife. Falou do pai, da mãe, da mulher, a vereadora Aline Mariano (PMDB), e dos filhos. “Quanta honra para um matuto do Pajeú, poder se embalar nessa menina do mar. No Brasil, Recife é a mais bela e sedutora das cidades. Recife, minha Recife, agora seu filho de fato e de direito”.
Aos que não puderam vir, mas acompanhara pelas redes sociais e pelo seu blog, fezquestão de agradecer. “Quero agradecer a você que acompanhou essa sessão tão emocionante. Desse matuto pajeuzeiro que que saiu lá de Afogados da Ingazeira e virou cidadão do Recife. Obrigado a vocês que vieram ou participaram de alma e espírito”., disse emocionado.
Magno Martins é pernambucano de Afogados da Ingazeira, tem 35 anos de carreira e é formado em Jornalismo pela Unicap, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma Universidade. Começou suas atividades profissionais no Diário de Pernambuco em 1980 como correspondente de sua terra natal.
Em 1984, trocou Pernambuco por Brasília, onde trabalhou no Correio Braziliense, Jornal de Brasília, O Globo, Agência O Globo e a Agência Meridional, dos Diários Associados. Também abriu a primeira sucursal de um jornal de Pernambuco no Distrito Federal – o Diário de Pernambuco, jornal que assumiu outras funções, como colunista, secretário de redação e editor-geral.
Foi presidente do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados. Fundou em 1999 a Agência Nordeste, numa sociedade com o Grupo Folha de Pernambuco, do empresário Eduardo de Queiroz Monteiro. Através da Agência Nordeste, Magno passou a ter uma forte inserção nos jornais do Nordeste.
É autor de quatro livros – O Nordeste que deu certo, O Lixo do Poder, A derrota não anunciada e Reféns da Seca. Seu blog, com uma média mensal de 1,5 milhão de acessos. É também, âncora do programa Frente a Frente, transmitido, hoje, pela Rede Pernambucana de Rádios para mais de 40 emissoras no Nordeste.
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, deu detalhes ao Debate do Sábado sobre a entrega da UPA 24 Horas, que acontecerá na próxima quarta, dia 9 de março na programação dos 113 anos de São José do Egito. “Há dois anos atrás tivemos o início da pandemia. Naquele momento estávamos […]
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, deu detalhes ao Debate do Sábado sobre a entrega da UPA 24 Horas, que acontecerá na próxima quarta, dia 9 de março na programação dos 113 anos de São José do Egito.
“Há dois anos atrás tivemos o início da pandemia. Naquele momento estávamos finalizando a UPA, e iríamos para entregar naquele ano. Mas pela urgência sanitária decidimos transformar o espaço num Centro Covid. Instalamos 17 leitos, cinco de UTI. Num segundo momento adquirimos um tomógrafo para auxiliar vítimas da Covid”, alegou.
A principal função da unidade será para abrigar urgências e emergências. “No primeiro momento vamos instalar e solicitar habilitação ao Ministério da Saúde. A unidade abrigará urgência médica e urgência odontológica”. O município está licitando equipamentos para urgência odontológica depois que a empresa anterior deixou a obra alegando incapacidade de conclusão.
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