Rolo na Série A2: Belo Jardim paralisa campeonato. E Afogados FC tem problema com possível atleta irregular
Por Nill Júnior
Wenio – Pesqueira FC
O Presidente do Pesqueira Wenio do Som, como é mais conhecido, falou ontem ao Programa Comando Geral da Rádio Pajeú sobre a situação do lateral Romário que teria sido suspenso por cinco jogos quando atuava na terra do doce e da renda e só cumpriu dois jogos.
Portanto o atleta teria atuado de forma irregular pelo Afogados da Ingazeira, o que certamente vai tirar a Coruja do Sertão da fase semifinal do Pernambucano Serie A2.
Wenio disse que quando Romário foi punido, o Pesqueira recorreu da punição de 54 jogos e ao mesmo tempo não escalaram mais o atleta para não prejudicar o time.
O Presidente do Pesqueira não disse exatamente quantos jogos Romário cumpriu, mas que o Afogados deveria ter pesquisado junto a Federaçao e não falando apenas com o atleta.
Wenio do Som, também informou que a época o técnico do Pesqueira era Pedro Manta, o mesmo que comando o Afogados e escalou o atleta na atual competição.
Jonas Torres
Segundo o Globo Esporte, O setor jurídico da equipe do Belo Jardim conseguiu uma liminar na Justiça Desportiva para paralisar a semifinal da Série A2 do Campeonato Pernambucano 2015 até que o julgamento da equipe seja finalizado.
O Calango foi punido com a perda de 12 pontos e multa no valor de R$ 600, pelo Tribunal de Justiça Desportivo de Pernambucano (TJD-PE) no dia 15 de outubro.
Descontente com a decisão do TJD-PE, o Belo Jardim recorreu à instância superior da própria entidade. Com isso, o time será julgado pelo pleno do tribunal na próxima sexta-feira, às 17h30. O motivo do gancho foi que a equipe teria escalado contra o Afogados e o Petrolina cinco jogadores que ultrapassam a data de nascidos até 1993, quando, de acordo com o regulamento estadual, só são permitidos quatro jogadores.
Porém, o diretor de futebol, Jonas Torres, apresentou uma outra linha de pensamento do clube, além de explicar os motivos da equipe pedir a paralisação da segundona.
Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro, a Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans e a prefeita Madalena Britto estarão assinando a homologação e o contrato de prestação de serviços para a elaboração de Projeto de Sinalização Turística em toda a cidade. A iniciativa vai atender desde pontos turísticos já existentes, assim como […]
Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro, a Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans e a prefeita Madalena Britto estarão assinando a homologação e o contrato de prestação de serviços para a elaboração de Projeto de Sinalização Turística em toda a cidade.
A iniciativa vai atender desde pontos turísticos já existentes, assim como novos empreendimentos que passarão a constituir o roteiro para visitantes do município.
A empresa vencedora da licitação é a IMTRAFF – Consultoria e Projetos de Engenharia, que possui a sede na capital de Belo Horizonte, em Minas Gerais. “O valor do projeto pelas referências do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) era de R$ 55 mil. Com a concorrência, a empresa vencedora fará o projeto por R$ 29 mil”, informou o diretor da Arcotrans, Vladimir Cavalcanti.
“Com recursos próprios, será um degrau dado para que Arcoverde no futuro próximo mude toda a sua estrutura de sinalização, ficando uma cidade mais atrativa e de fácil logística com sinalização de orientação de destino, especialmente para os visitantes. Um sonho da prefeita Madalena e da Arcotrans, encerrando o ano de 2018 com um grande objetivo alcançado”, comemorou o diretor da autarquia municipal de trânsito.
Afogados da Ingazeira será, nos próximos três dias, a capital pernambucana do empreendedorismo. Em sua 6ª edição, a Feira de empreendedorismo de Afogados ocupará, nos dias 3, 4 e 5 de Novembro, as praças Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara e Padre Carlos Cottart, batendo recorde de Stands e expositores. Além da feira de negócios, a […]
Afogados da Ingazeira será, nos próximos três dias, a capital pernambucana do empreendedorismo. Em sua 6ª edição, a Feira de empreendedorismo de Afogados ocupará, nos dias 3, 4 e 5 de Novembro, as praças Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara e Padre Carlos Cottart, batendo recorde de Stands e expositores. Além da feira de negócios, a programação conta ainda com palestras, seminários, espaço para a gastronomia, desfile de moda e diversas atrações culturais.
“É nos momentos de crise que precisamos nos reinventar. Apesar da crise, investimos na realização da feira e tivemos um excelente retorno, com todos os espaços vendidos e a adesão maciça dos nossos empreendedores. Estou muito feliz e com a certeza de que essa edição ficará para a história,” afirmou o Prefeito Alessandro Palmeira.
O Secretário de administração e desenvolvimento econômico de Afogados, e coordenador técnico da feira, Ney Quidute, destacou a importância do evento para a economia local. “Já tivemos geração de empregos e oportunidades antes mesmo do início da feira, seja com a montagem, com a decoração, seja com a adesivação dos Stands. Em tempos de crise, gerar oportunidade de negócios e de ocupação, faz a economia girar e é a melhor forma de superar qualquer crise,” destacou Ney.
A 6ª feira do empreendedorismo é uma realização da Prefeitura de Afogados da Ingazeira em parceria com o SEBRAE. Tem o apoio da CDL/Afogados, SESC; e patrocínio da ADEPE (Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco), Governo de Pernambuco e Acesso Telecomunicações.
Confira a programação
Sexta (3)
19h – Orquestra Sanfônica Carnaíba
20h – Abertura oficial
21h – Palestra com Bráulio Bessa
22h30 – Apresentação musical com Henrique Brandão
Sábado (4)
19h – Grupo de coco negras e negros do Leitão da Carapuça
20h – Palestra com Dani Amaral
21h – Banda Nova Engrenagem
22h30 – Wagner Fernando
Domingo (5)
19h – Poetisa Elenilda Amaral
19h30 – Apresentação de dança
20h – Desfile de moda
22h – Forró D3
O município de Vitória de Santo Antão foi palco de evento das candidaturas de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado e de João Paulo (PT) ao Senado. No mesmo dia em que Armando e João Paulo receberam o apoio do ex-deputado estadual e ex-prefeito José Aglaílson (PSB), a chapa majoritária se reuniu com lideranças […]
O município de Vitória de Santo Antão foi palco de evento das candidaturas de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado e de João Paulo (PT) ao Senado. No mesmo dia em que Armando e João Paulo receberam o apoio do ex-deputado estadual e ex-prefeito José Aglaílson (PSB), a chapa majoritária se reuniu com lideranças políticas da região, promoveu uma histórica carreata pelas ruas da cidade e finalizou a agenda com um comício no bairro de Águas Brancas.
Acompanhados do candidato a vice, Paulo Rubem (PDT), e do senador Humberto Costa (PT), Armando e João Paulo almoçaram com deputados, prefeitos, vereadores e lideranças políticas, em uma churrascaria de Vitória. Durante o encontro, a chapa majoritária destacou o apoio de Aglaílson, que foi deputado estadual sete vezes e governou o município por dois mandatos.
A carreata teve segundo sua assessoria em nota 12 quilômetros percorridos por 800 carros em cerca de duas horas. Armando pediu para a caminhonete onde estava parar para falar com Moacir Neto, 20 anos, filho do militante petista Manoel Mattos, assassinado em 2009 a mando de integrantes de grupos de extermínio da Mata Norte. A mãe de Moacir, a vice-prefeita de Itambé, Alcione Mattos (PT), acompanhou toda a carreata com o filho, que tem necessidades especiais.
Ao fim do ato, Armando e João Paulo defenderam a necessidade de investimentos em infraestrutura e educação para que Vitória possa oferecer mais qualidade de vida a seus habitantes com a chegada de investimentos industriais. “Se não oferecermos capacitação, os empregos não irão para os daqui porque não vão estar qualificados”, afirmou o petista. Já Armando agradeceu a calorosa recepção do povo da cidade e garantiu que o desenvolvimento do polo regional terá atenção especial. “Este momento vai ficar guardado no meu coração. Esta recepção é a prova de que Vitória entende que nós podemos fazer pela cidade. Precisamos fazer mais por Vitória”, ressaltou.
Durante participação em rede com o Panorama PE e a Rádio Itapuama FM, nesta sexta-feira (19), o jornalista Nill Júnior avaliou os desdobramentos da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que determinou investigação da Polícia Federal sobre a conduta do ex-presidente Jair Bolsonaro na pandemia de Covid-19. Segundo o comentarista, a […]
Durante participação em rede com o Panorama PE e a Rádio Itapuama FM, nesta sexta-feira (19), o jornalista Nill Júnior avaliou os desdobramentos da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que determinou investigação da Polícia Federal sobre a conduta do ex-presidente Jair Bolsonaro na pandemia de Covid-19.
Segundo o comentarista, a apuração tem origem no relatório da CPI da Covid, realizada em 2021, que apontou possíveis irregularidades na gestão do governo federal durante a crise sanitária. “O Brasil tem 3% da população mundial, mas concentrou 10% das mortes por Covid. São mais de 700 mil vidas perdidas, e isso está sendo colocado na conta, principalmente da condução do governo federal”, afirmou.
Nill destacou que além da investigação sobre possíveis fraudes em licitações e contratos, o aspecto político da condução da pandemia é central. “O governo Bolsonaro não assumiu o dever institucional de obedecer à ciência. A demora na compra de vacinas e a defesa de medicamentos sem eficácia, como cloroquina e ivermectina, custaram caro ao país”, disse.
O jornalista lembrou ainda declarações do ex-presidente minimizando a gravidade da Covid-19 e criticando medidas de restrição. Para ele, o discurso teve impacto direto na adesão da população às medidas sanitárias. “Pelo menos metade das 700 mil mortes seriam evitadas se houvesse uma condução correta e união em torno das recomendações médicas”, avaliou.
Carta ao Povo Tabirense, Cresci ouvindo que política não era profissão, mas deveria ser feita por ofício, sacerdócio e entrega. Sou filha de um contador que exerceu cargos públicos, mas sempre colocou como imposição na formação dos filhos a necessidade de uma profissão. E assim eu fiz, escutei a vocação e fui embora, como tantos […]
Cresci ouvindo que política não era profissão, mas deveria ser feita por ofício, sacerdócio e entrega. Sou filha de um contador que exerceu cargos públicos, mas sempre colocou como imposição na formação dos filhos a necessidade de uma profissão. E assim eu fiz, escutei a vocação e fui embora, como tantos sertanejos e sertanejas construir um sonho. Cursei odontologia na Universidade Estadual de Pernambuco (UPE) e voltei para exercer a profissão na minha terra, nossa Tabira. Foi na saúde pública que percebi que a política era de fato o maior caminho para as transformações que meu coração de estudante sonhava. É a política que nos permite corrigir a história, ampliar espaços, trabalhar por igualdade e construir o bom debate.
Resisti muito a disputar uma eleição. Gostava da comodidade de servir da minha forma, na rotina do consultório e ao povo de minha cidade, que independente de mandato sempre soube meu endereço sempre encontrou as portas de minhas casa abertas, assim como meus ouvidos e meu coração.
Mas antes da odontologia, eu já era militante. Por Tabira. Cresci em meio a muitas lutas, vi de perto as fases e as faces do desenvolvimento de nossa cidade e sentia uma ausência muito grande de mulheres representando a força da nossa gente. Questionava isso inclusive na minha casa. Tabira de tantas mulheres de fibra e força, mas distantes dos espaços de decisão, da formação do poder.
Aos 31 anos, de bandeira em punho e pés no chão, disputei a minha primeira eleição. Nunca tinha sentido tanto na pele o quando o ambiente da política era reservado aos mandos e desmandos da voz masculina. Aquilo foi mostrando que eu precisava ocupar ainda mais aquele espaço, não por ser filha de ninguém, mas por ser mulher, militante, mãe, profissional e entender o que tantas outras mulheres vivem por conta da ausência de políticas públicas, de condições iguais de emprego e renda, de educação.
Me sinto privilegiada. Pois até aqui lutei muito para garantir meu lugar de fala e minha posição. Mas vencer os pleitos eleitorais não significou vencer uma luta histórica, que não é só minha, mas de todas nós. Infelizmente a política é carregada do machismo estrutural e quer ditar até onde a mulher pode ir. É como se daqui a gente não pudesse passar. Os partidos e suas alianças pela manutenção do poder tentam impor a todo custo os limites, as barreiras. E definir até onde a voz de uma mulher pode ir.
Sou vereadora de nossa cidade. Estou presidente do poder legislativo. Até aqui os desafios foram enormes. Conheci de perto as dores das mães tabirenses enfrentando os desafios de uma saúde pública deficiente, as angústias do estudante que quando sai da faculdade não encontra mercado de trabalho, as agruras do comerciante vendo a economia parar e a dor dos artistas que tanto engrandecem nossa terra, mas sofrem com a falta de atenção e prioridade.
Estou no PSC, partido que me abrigou ainda na primeira eleição. Recebo da sua executiva estadual a missão de colocar meu nome em mais uma luta, dispor nossa energia a mais um debate. Não vai ser fácil como não seria para nenhuma outra mulher. Os interesses dos homens buscam continuar representados apenas por aqueles que sem nenhum senso crítico, representam apenas a continuação da velha política, que muda as cores, as caras, os nomes, mas continuam com as velhas práticas. Nomes que servem apenas para sustentar os conchavos e servir de fantoche para democracia.
Recebo o desafio do meu partido ao lado de muita gente, confiando na principal aliança que devemos ter: do povo de nossa Tabira. Sou Maria Nelly, cirurgiã dentista, mãe de Maria e presidente da Câmara Municipal de Tabira. E sei que o local das mulheres não é até aqui. As barreiras precisam ser quebradas por mãos unidas, cabeças pensantes e corações que pulsam por Tabira.
Sem maquiagens, sem pirotecnias, sem continuação dos erros, respeitando o direito reservado a qualquer cidadão, iremos debater Tabira. Mas ao lado do respeito que o debate merece, também passa mãos e corações unidos pela mesma causa: uma Tabira que seja protagonista do Pajeú e não venda gato por lebre, velho por novo e acredite principalmente na força da mulher tabirense.
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