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Rodrigo Novaes (PSD) pede criação de varas especializadas no combate ao crime organizado

Por Nill Júnior
Foto: Jarbas Araújo

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) realizou, nesta segunda-feira (19), indicação para criação de varas especializadas no combate ao crime organizado. O anúncio foi feito durante a sessão plenária na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A iniciativa trará mais isenção e efetividade na tramitação das condenações e nas investigações dos crimes. A indicação seguirá para o poder judiciário, a quem cabe a criação destas varas, e ao governo do Estado.

“O tráfico de drogas e armas, assaltos a bancos e grupos de extermínios são graves ameaças à segurança nacional e devem ser combatidos com a máxima energia por parte do Estado”, destacou Novaes.

O parlamentar explicou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio de uma norma em 2006, já havia recomendado aos sistemas judiciários federais e estaduais a criação de tais varas especializadas. “Os estados do Maranhão, Ceará, Mato Grosso, Alagoas, Pará, Bahia, Roraima e Santa Catarina já criaram suas, e cabe a Pernambuco ser também protagonista nas ações de combate ao crime organizado”, relatou.

“Não se pode pensar em segurança pública somente imaginando o batedor de carteira e pequenos roubos, o Rio de Janeiro está aí servindo de exemplo negativo para todo o país. É preciso expertises e polícia preparada para todo tipo de crime”, disse.

Com a implantação das varas especializadas espera-se uma maior integração com outros órgãos, a exemplo da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco), do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e do Ministério Público Estadual (MPPE). O vice-líder do governo ressaltou ainda que, na próxima terça (20), irá reiterar este pedido ao governador Paulo Câmara.

Outras Notícias

60 anos do Golpe de 64: Uma ferida aberta na história do Brasil

Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente. O Golpe […]

Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente.

O Golpe de 64 foi um ato de força que depôs o presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou uma ditadura militar que durou 21 anos. Durante esse período, o Brasil viveu sob um regime autoritário que suprimiu direitos básicos, censurou a imprensa, perseguiu e torturou milhares de pessoas.

As torturas infligidas aos presos políticos são um dos capítulos mais sombrios da história do regime militar. Os métodos de tortura eram cruéis e desumanos, e visavam não apenas obter informações, mas também destruir física e psicologicamente os opositores da ditadura.

Até hoje, centenas de pessoas que foram vítimas da ditadura militar permanecem desaparecidas. Seus familiares ainda lutam por justiça e pelo direito de saber o que aconteceu com seus entes queridos.

A ditadura militar deixou marcas profundas na sociedade brasileira. A concentração de renda, a desigualdade social, a violência e a fragilidade das instituições democráticas são alguns dos problemas que herdamos daquele período.

Ainda hoje, há aqueles que defendem ou amenizam o Golpe de 64. Tentam negar os crimes da ditadura e minimizar seus efeitos. Essa postura é inaceitável e perigosa. Negar a história é negar a justiça e abrir caminho para que os horrores do passado se repitam.

É fundamental que continuemos lutando pela memória e pela verdade sobre o Golpe de 64. É preciso manter viva a lembrança dos crimes da ditadura para que as futuras gerações não precisem viver sob um regime autoritário.

Ao mesmo tempo, é preciso defender a democracia e os direitos humanos. Devemos estar vigilantes contra qualquer tentativa de retrocesso autoritário e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.

O Golpe de 64 não foi um acidente da história. Foi o resultado de uma complexa trama de interesses políticos e econômicos. As elites brasileiras, com o apoio dos Estados Unidos, se uniram para derrubar um governo que defendia reformas sociais e ameaçava seus privilégios.

A ditadura militar não foi um período de paz e progresso. Foi um período de repressão, tortura e morte. Milhares de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e assassinados por defenderem seus direitos e a democracia.

Os crimes da ditadura militar não podem ser esquecidos ou perdoados. É preciso que os responsáveis por esses crimes sejam punidos e que as vítimas sejam reparadas.

A memória do Golpe de 64 deve ser preservada para que as futuras gerações saibam o que significa viver sob um regime autoritário e para que nunca mais se repita um período tão sombrio na história do Brasil.

Lutar pela democracia e pelos direitos humanos é o melhor caminho para construir um futuro melhor para o Brasil.

Afogados: pacientes internados em UTIs no HREC tem média de idade de 49 anos

Afogados da Ingazeira tem seis pacientes internados na unidade de saúde. O dobro de pacientes de outras cidades. Por André Luis O diretor-geral do Hospital Regional Emília Câmara – HREC, Sebastião Duque, informou em entrevista ao repórter Marcony Pereira da Rádio Pajeú, que a ocupação dos leitos de UTI da unidade não fica abaixo dos […]

Afogados da Ingazeira tem seis pacientes internados na unidade de saúde. O dobro de pacientes de outras cidades.

Por André Luis

O diretor-geral do Hospital Regional Emília Câmara – HREC, Sebastião Duque, informou em entrevista ao repórter Marcony Pereira da Rádio Pajeú, que a ocupação dos leitos de UTI da unidade não fica abaixo dos 95%.

Duque informou ainda que na manhã desta segunda-feira, a ocupação era de 96% nas UTIs e de 80% na Ala Respiratória. “Eu costumo dizer que estamos vivendo o pior momento”, afirmou.

Sebastião confirmou a preocupação com a fila de espera por leitos que bateu recorde nesta segunda-feira no estado, com 364 pessoas esperando um leito de UTI. E cobrou mais consciência da população.

 “Não é só a Covid-19 que está preocupando – A quantidade de acidentes nos finais de semana tem nos chamado a atenção. E eu creio que na grande maioria poderiam ser evitados, assim como também os casos de Covid. Eu acredito que chegou a hora da população entender melhor que precisa tomar mais cuidado, não só com a Covid, mas também essa quantidade de acidentes durante os finais de semana que termina inchando o serviço que já está super lotado”, destacou.

Doutor Sebastião informou que dos 29 pacientes internados nas UTIs da unidade nesta segunda-feira, 16 estão intubados. “Preocupa não só a quantidade de pacientes internados na UTI, mas a gravidade deles. Hoje mais de 50% estão em estado grave na nossa unidade”.

O diretor-geral confirmou o rejuvenescimento da pandemia causando o internamento crescente de pessoas jovens.

“A média de idades de pacientes internados na UTI do HREC está em menos de 50 anos, uma média no geral de 49 anos. Então isso é uma coisa que preocupa. Quando a gente vê cada vez mais pacientes jovens internados.

Duque também informou sobre a procedência dos pacientes internados na unidade e chamou a atenção para a quantidade de pacientes de Afogados da Ingazeira.

“Hoje temos seis pacientes de Afogados da Ingazeira internados na unidade. Brejinho, Solidão e Tuparetama tem três cada uma, Tabira e Iguaracy tem dois cada. Depois vem 

São José do Egito, Carnaíba, Itapetim e Quixaba com um paciente internado cada. Também temos pacientes de Itaíba, São Bento do Una, de Flores e de Alagoinha”, informou o diretor.

Cláudio Kennedy explica porque evitou Venezuela e Colômbia no SertAmerica

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que pretende escrever um livro sobre a sua odisseia ao fazer o circuito SertAmérica, rodando quase 15 mil quilômetros em pouco mais de cinco meses. O saga teve como finalidade, numa parceria com Jobson Adriano, do Planeta Cyber, […]

O trajeto dos quase 15 mil quilômetros que Cláudio Percorreu. Os pontos amarelos são de subidas. Os laranjas de subidas ainda mais íngremes. Ele cortou Brasil, Peru, Bolívia, Chile e Argentina.

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que pretende escrever um livro sobre a sua odisseia ao fazer o circuito SertAmérica, rodando quase 15 mil quilômetros em pouco mais de cinco meses.

O saga teve como finalidade, numa parceria com Jobson Adriano, do Planeta Cyber, arrecadar alimentos para famílias carentes.  Na jornada de cinco meses ele passou por diversos estados brasileiros e vários países, como Bolívia, Argentina e Peru.

A ideia inicial era, da Amazônia, subir à Venezuela e de lá, passar por Colômbia e chegar ao Peru. Cláudio entretanto foi aconselhado a não entrar na Venezuela. “Lá o ditado é que se entra vivo e não se sai vivo de lá”, relatou, explicando que há muitos criminosos na fronteira. Foi aconselhado pelo Delegado Mozart Santos Araújo. Decidiu vir direto ao Peru e seguir por Bolívia, Chile, Argentina e depois entrar no Brasil, passando por Sul, Sudeste, Nordeste até chegar neste sábado a Afogados. Isso reduziu a viagem em cerca de três meses.

Cláudio destacou que sua fé foi determinante e quer a todo momento se pegava a Deus para seguir. Um dos exemplos foi o do pneu furado da bicicleta. “Pedi a Deus para que chegasse em casa sem baixar o pneu. Pra minha surpresa ele só baixou em Afogados da Ingazeira quando eu cheguei. E nada se compara à emoção de ver minha família e meu povo na chegada”, disse emocionado.

Perguntado se a volta ao mundo e o próximo desafio, Cláudio disse que isso dependeria de mais apoio de empresas para custear sua jornada. Com a exposição do feito, ele acredita que isso possa ocorrer. Também não descarta participar de competições.

O debate ainda teve as presenças de Luciano Pires, Secretário Executivo de Cultura e Esportes, Jobson Adriano, que ao lado de empresas como a Móveis São Carlos deu suporte ao ciclista no seu trajeto e Bruno Senhor, odontólogo e ciclista que deu uma força a Cláudio que passou por alguns perrengues no longo trajeto.

Polícia Federal faz cruzamento de dados para evitar fraudes no Enem

Agência Brasil – Para evitar fraudes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a Polícia Federal (PF) fez, este ano, um cruzamento de dados tanto dos candidatos quanto dos fiscais que vão acompanhar a aplicação das provas. Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, nos dias do exame – 24 e 25 de […]

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os procedimentos de segurança do Enem estão sendo aprimorados a cada ano
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os procedimentos de segurança do Enem estão sendo aprimorados a cada ano

Agência Brasil – Para evitar fraudes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a Polícia Federal (PF) fez, este ano, um cruzamento de dados tanto dos candidatos quanto dos fiscais que vão acompanhar a aplicação das provas. Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, nos dias do exame – 24 e 25 de outubro –, equipes de inteligência vão trabalhar em conjunto. “Fizemos o cruzamento de dados em várias bases construídas e foi possível indicar alguns pontos críticos e de risco, que a Polícia Federal já está tratando com ações preventivas e, se necessário, repressivas”, disse ele, sem especificar quais são esses pontos críticos.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os procedimentos de segurança do Enem estão sendo aprimorados a cada ano para garantir o respeito àqueles que farão o exame. “Temos que ficar atentos porque o exame tem que respeitar o mérito. A pessoa que estudou e fez um bom exame tem o direito de ter aquela nota e ninguém pode burlar isso. O respeito ao participante também é questão de segurança, então há muito rigor nessa parte”, disse.

Segundo Mercadante, todos candidatos terão que passar pelo detector de metais, inclusive nos banheiros, para evitar o uso do celular. Também haverá o monitoramento das redes sociais para identificar perfis de pessoas que eventualmente postarem fotos das provas.

“O edital é muito claro, qualquer fraude anula a prova a qualquer tempo. Então mesmo, que o candidato faça a prova, se identificarmos qualquer fraude, ela será anulada, além das medidas penais que a legislação prevê”, disse o ministro.

Assim como no exame de 2014, este ano, os esquemas de segurança e operacionalização do Enem serão coordenados no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, na sede da Polícia Rodoviária Federal, em Brasília. É o mesmo centro que foi usado na Copa do Mundo e que está interligado aos centros de controle e inteligência dos estados.

No dias das provas do Enem, os portões serão fechados às 13h, no horário de Brasília. Às 13h30, os malotes com as provas deverão abertos. Nove mil servidores federais certificados farão o controle da segurança de todo o processo da prova. A equipe total de aplicação, entre coordenadores, chefes, fiscais e apoio, soma 915.290 pessoas.

Serão 211.980 salas de aplicação em 14.455 locais. Mercadante informou que, se algum local for inviabilizado, os candidatos serão avisados por e-mail, SMS e telefone e um meio de transporte será disponibilizado nas escola anterior para que não haja problemas. Segundo o ministro, a equipe operacional é composta por representantes de vários órgãos, inclusive Defesa Civil, e está monitorando os locais onde há risco de problemas, como os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, que vêm sendo atingidos por fortes chuvas.

As rotas de distribuição das provas foram planejadas pelos Correios e homologadas pelas forças de segurança que darão apoio na distribuição dos 30.435 malotes de provas.

Serra Talhada anuncia vacinação de pessoas acima de 18 anos com comorbidades e deficiência permanente 

A Prefeitura de Serra Talhada anunciou nesta quinta-feira (27) a ampliação da vacinação contra Covid-19 para pessoas com faixa etária acima de 18 anos que são portadoras de comorbidades ou deficiências permanentes. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Setor de PNI recebeu da XI Geres nesta manhã um total de 2.260 doses […]

A Prefeitura de Serra Talhada anunciou nesta quinta-feira (27) a ampliação da vacinação contra Covid-19 para pessoas com faixa etária acima de 18 anos que são portadoras de comorbidades ou deficiências permanentes.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Setor de PNI recebeu da XI Geres nesta manhã um total de 2.260 doses da vacina AstraZeneca/Oxford,  possibilitando o avanço na imunização de mais serra-talhadenses com comorbidades.

Para ter acesso ao imunizante, a pessoa precisa estar cadastrada no VacinaSerra, disponível no site da prefeitura (www.serratalhada.pe.gov.br), além de apresentar laudo médico comprobatório de comorbidade, disponível nas unidades de saúde.

Além da população com comorbidades, o município permanece vacinando as mulheres grávidas, puérperas e idosos.