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Renata Campos chega para votar acompanhada dos cinco filhos

Por Nill Júnior
Viúva de Eduardo Campos demonstrou emoção durante o processo de votação na Faculdade Marista, em Apipucos
Viúva de Eduardo Campos demonstrou emoção durante o processo de votação na Faculdade Marista, em Apipucos

Do JC Online

Sem falar com a imprensa e demonstrando emoção, Renata Campos votou no início da tarde deste domingo (05) na Faculdade Marista, no bairro de Apipucos. Acompanhada dos cinco filhos, a viúva de Eduardo Campos passou pouco mais 30 minutos entre a fila e a cabine de votação. Visivelmente sensibilizada ao sair da Seção, ela abraçou o clã que a aguardava do lado de fora.

Após confirmar o voto, Renata Campos deixou escapar a frase “hoje o dia era dele”, referindo ao marido, o ex-governador Eduardo Campos, morto no dia 13 de agosto, em acidente aéreo em Santos, São Paulo. Eduardo era candidato a presidente da república pelo PSB. Com a morte dele, quem assumiu a chapa foi Marina.

O filho João votou em seguida e, ao final do procedimento, ainda na cabine de votação, ergueu o punho e bradou a frase que ficou famosa com o pai, Eduardo Campos: “Não vamos desistir do Brasil.” O primogênito da família Campos saiu aos prantos, assim como Maria Eduarda que votou com a bandeira da candidata Marina Silva, estendida em suas costas.

Já Pedro preferiu votar depois e ficou junto com o prefeito do Recife, Geraldo Júlio e os candidatos Paulo Câmara e Raul Henry, que acompanharam Renata durante o processo de votação.

Outras Notícias

Empresas da Lava Jato doaram a 12 ministros de Temer

Todos os Ministros pernambucanos estão na lista dos que receberam doações Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Os recursos foram repassados de forma legal e […]

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Todos os Ministros pernambucanos estão na lista dos que receberam doações

Dinheiro de empresas envolvidas no esquema revelado pela Operação Lava Jato irrigou as campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014. Os recursos foram repassados de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral. O levantamento é do Estado de São Paulo.

A exceção é Ronaldo Nogueira (Trabalho). Quando concorreu a vaga de deputado federal pelo PTB do Rio Grande do Sul, o agora ministro recebeu R$ 393 mil em doações. Na sua prestação de contas não há registro de empresas citadas na Lava Jato.

Os que declararam doações de empresas que estão na mira da Lava Jato foram José Serra (Relações Exteriores), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Blairo Maggi (Agricultura), Maurício Quintela (Infraestrutura, Portos e Aviação), Raul Jungmann (Defesa), Mendonça Filho (Educação e Cultura), Leonardo Picciani (Esporte), Osmar Terra (Desenvolvimento Agrário), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Bruno Araújo (Cidades) e Ricardo Barros (Saúde).

Deste grupo, o maior beneficiado é Henrique Eduardo Alves (PMDB). Na campanha para governador do Rio Grande do Norte, o então candidato declarou à Justiça Eleitoral ter recebido um total de R$ 7,8 milhões das empresas acusadas ou investigadas pelo envolvimento no esquema de desvios de recursos da Petrobras.

O valor é 34% dos R$ 23 milhões declarados como doações na prestação de contas de 2014 do peemedebista. As doações foram feitas principalmente pela Odebrecht (R$ 5,5 milhões) e Queiroz Galvão (R$ 2,1 milhões). Galvão Engenharia (R$ 200 mil) e Andrade Gurierrez (R$ 100 mil) também doaram. Alves foi derrotado por Robinson Faria (PSD) no segundo turno.

Conversa normal, descuido ou interferência? Moro depõe sobre vazamentos

Por Bernardo Barbosa/UOL Desde que começaram a vazar conversas suas com procuradores da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça, Sergio Moro, já negou “anormalidade” nos diálogos, que segundo ele foram coletados de forma ilegal; fez um desafio à publicação de outras mensagens; e falou em “descuido”. Hoje, a partir das 9h, Moro estará diante […]

Foto: Isaac Amorim/MJSP

Por Bernardo Barbosa/UOL

Desde que começaram a vazar conversas suas com procuradores da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça, Sergio Moro, já negou “anormalidade” nos diálogos, que segundo ele foram coletados de forma ilegal; fez um desafio à publicação de outras mensagens; e falou em “descuido”. Hoje, a partir das 9h, Moro estará diante de dezenas de senadores para dar mais explicações sobre o conteúdo publicado pelo site The Intercept Brasil.

Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o ministro terá meia hora para fazer uma exposição inicial. Depois, diferentemente dos tempos de juiz, passará à condição de depoente. Os senadores inscritos terão cinco minutos para fazer perguntas. O ministro terá o mesmo tempo para a resposta. Réplica e tréplica podem ser dadas em até dois minutos cada uma.

Moro chegará ao Senado sob o impacto de mais conversas vazadas. Na noite de terça (18), o The Intercept Brasil divulgou diálogos em que o então juiz se manifesta contra uma investigação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pelo MPF (Ministério Público Federal). “Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante”, escreveu Moro ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba.

Em nota, o Ministério da Justiça disse que Moro “não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos, que podem ter sido editadas e manipuladas, e que teriam sido transmitidas há dois ou três anos”. O ministro também nega “interferência no suposto caso envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”.

Conversas entre Moro e procuradores da Lava Jato estão sendo reveladas desde o dia 9. Nos diálogos, o então juiz dá orientações aos integrantes da força-tarefa, o que levou a protestos de advogados de réus em processo da operação –entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou haver uma “perseguição pessoal” ao petista.

A Lei Orgânica da Magistratura impede juízes de opinarem sobre processos que não foram julgados, e o Código de Processo Penal diz que o magistrado deve se declarar suspeito se tiver aconselhado as partes.

Como Moro não é mais juiz, não poderá sofrer sanções dirigidas a magistrados, mas as mensagens dão margem para pedidos de anulação de processos julgados por ele.

Na frente política, Moro obteve declarações de apoio do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O presidente inclusive tem levado o ministro a tiracolo em diversos eventos públicos ocorridos desde o começo dos vazamentos.

No Senado, Moro deverá ser defendido por aliados do governo, mas deverá enfrentar a artilharia não só de opositores, como de representantes de uma categoria –os políticos– que foi duramente afetada pela Lava Jato. No traje de ministro, sem a toga de juiz, Moro se vê obrigado a enfrentar um embate político sobre sua atuação como magistrado.

TCE emite alerta de acumulação de vínculos públicos de servidores em Água Branca e mais 15 cidades da PB

Um alerta do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) para Água Branca e mais 15 cidades paraibanas foi publicado nesta quarta-feira (19), avisando gestores sobre a acumulação de vínculos públicos de servidores vinculados às respectivas prefeituras ou órgãos.  Os alertas foram destinados aos prefeitos dos municípios de Água Branca, João Pessoa, Curral Velho, […]

Um alerta do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) para Água Branca e mais 15 cidades paraibanas foi publicado nesta quarta-feira (19), avisando gestores sobre a acumulação de vínculos públicos de servidores vinculados às respectivas prefeituras ou órgãos. 

Os alertas foram destinados aos prefeitos dos municípios de Água Branca, João Pessoa, Curral Velho, Coremas, Desterro, Emas, Imaculada, Itaporanga, Igaracy, Bonito de Santa Fé, Aguiar, Cajazeirinhas, Catingueira, Cacimbas, Carrapateira e Condado, além de alerta ao gestor do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa. 

Quem assina os documentos é o conselheiro André Carlo Torres Pontes, relator das contas dos jurisdicionados em questão no atual exercício. 

Os casos são explicitados no “Painel de Acumulação de Vínculos Públicos”, ferramenta do TCE-PB que mostra de forma atualizada, os casos de servidores com dois ou mais cargos, ou funções públicas. 

O painel mostra casos de servidores com até sete vínculos públicos, o que demanda atenção dos gestores responsáveis para a verificação da legalidade destas situações, sob o risco de comprometerem a regularidade das contas da gestão e culminar em parecer contrário à aprovação das contas dos municípios e entidades em questão.

Marília Arraes participa de sabatina online na Rádio Grande Rio FM de Petrolina 

A candidata ao Governo de Pernambuco abre as atividades de rua com uma na comunidade da Roda de Fogo nesta tarde A manhã desta terça-feira (16) marcou, oficialmente, o início da campanha ao Governo de Pernambuco para Marília Arraes. O primeiro compromisso da candidata foi uma sabatina para a Rádio Grande Rio FM, de Petrolina, […]

A candidata ao Governo de Pernambuco abre as atividades de rua com uma na comunidade da Roda de Fogo nesta tarde

A manhã desta terça-feira (16) marcou, oficialmente, o início da campanha ao Governo de Pernambuco para Marília Arraes. O primeiro compromisso da candidata foi uma sabatina para a Rádio Grande Rio FM, de Petrolina, onde teve a oportunidade de apresentar várias propostas para a região do Sertão do São Francisco. 

Marília, que tem como companheiros de chapa Sebastião Oliveira, candidato a vice-governador e André de Paula, candidato ao Senado, destacou que um dos principais problemas que os pernambucanos enfrentam é a precariedade da Saúde. “A falta de investimentos na Saúde de Petrolina, por exemplo, não afeta apenas a cidade, mas sim toda a região.”

“Há uma promessa de Paulo Câmara, por exemplo, feita nas duas últimas eleições, que é a construção do Hospital da Mulher de Petrolina. Nunca foi feito. O que nós identificamos é que não basta a construção desse hospital. Vamos fazer um hospital para atender alta e média complexidade, além do Dom Malan, que já foi reformado, e que vai atender o materno-infantil”, afirma Marília, que elencou ainda a necessidade de conclusão do Hospital de Serra Talhada, que vai reforçar o cinturão da Saúde no sertão do Estado.  

A candidata ao Governo de Pernambuco também falou sobre suas propostas para o fortalecimento da segurança pública no estado. 

“Vamos criar 400 centros de segurança comunitária em Pernambuco. Também vamos apresentar um plano aos profissionais da Polícia Militar para a extinção das faixas salariais tanto para os ativos como para os inativos”, ressalta. “Também vamos destinar, pelo menos, 40% do recurso do SUSP, que gira em torno dos R$ 80 milhões e é todo usado para Burocracia, para as Guardas Municipais. E mais: a violência será combatida com inteligência, com ênfase para os crimes contra a mulher. Em Pernambuco, vai ser tolerância zero para a violência contra a mulher”, continua. 

Durante a entrevista, Marília também reafirmou seu compromisso com o abastecimento de água para toda a população do Estado. 

“Desde 2017, quando comecei a rodar Pernambuco, uso o exemplo de Arraes, que deixou Pernambuco 100% eletrificado. Quando penso nisso e faço um paralelo com o abastecimento de água, me deixa muito angustiada saber que em 2022, a água não chega para todos os pernambucanos.”

Caminhada em Roda de Fogo – A primeira atividade da coligação Pernambuco Na Veia será na comunidade da Roda de Fogo, no Recife, local bastante emblemático para Marília Arraes, que, geralmente, começa as suas campanhas na região. “Na década de 1980, Miguel Arraes concedeu a posse dos terrenos para as famílias que havia ocupado e resistindo por lá. Foi uma atitude que reconheceu a luta daquele povo por um local para viver”, afirma Marília. A atividade começa às 16h.

Lula diz que não permitirá interferências após descoberta de petróleo no AP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (17) que a descoberta de petróleo na foz do rio Amazonas, no Amapá, representa a “soberania nacional” brasileira. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa durante visita ao navio-sonda da Petrobras em Oiapoque. “Isso aqui significa soberania nacional. Um país que tem […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (17) que a descoberta de petróleo na foz do rio Amazonas, no Amapá, representa a “soberania nacional” brasileira. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa durante visita ao navio-sonda da Petrobras em Oiapoque.

“Isso aqui significa soberania nacional. Um país que tem um petróleo dessa qualidade não vai permitir que ninguém meta o dedo nele”, disse. As informações são da CNN.

Na sexta-feira (14), a Petrobras anunciou que encontrou sinais de petróleo e gás em um poço perfurado na região. Nesta segunda, a empresa confirmou a descoberta de hidrocarbonetos no poço Morpho, no bloco FZA-M-59, na costa do Amapá.

Desde as primeiras tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil, Lula tem reforçado a ideia de que seu governo defende a soberania nacional. O Planalto lançou em 2025 o plano Brasil Soberano para justamente mitigar os efeitos da sobretaxação de produtos.

Além de Lula, a presidente da estatal, Magda Chambiard, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), estiveram na visita à estrutura da Petrobras montada para fazer os estudos na região.

Eles reforçaram o discurso de Lula e chamaram a medida de um passo mais para a garantia da soberania brasileira.

Silveira afirmou que o país não pode prescindir da sua soberania para poder enfrentar mazelas sociais.

“Nenhum brasileiro, em sã consciência, pode abrir mão da sua soberania e das suas riquezas naturais para poder combater miséria, combater a fome, fazer o desenvolvimento”, disse o ministro durante o evento.

Alcolumbre foi outro que discursou durante o evento. Depois de semanas de um afastamento com o Planalto, ele esteve ao lado de Lula e agradeceu os esforços do presidente para os trabalhos da estatal na região.

“Presidente, em nome do povo amapaense, em nome deste pedaço de chão do Brasil, no extremo norte do Brasil, novamente nossos agradecimentos por enfrentarmos este desafio, tendo sob a sua liderança a proteção da defesa da soberania nacional. Viva o petróleo, viva a Petrobras, viva o futuro do Brasil. Muito obrigado!”, disse Alcolumbre.