Reeleição de Miguel Coelho é certeza até entre seus adversários
Montagem feita em casa em uma área de fruticultura irrigada em Petrolina: Coelho pra todo lado

Na rápida passagem por Petrolina, foi fácil constatar, concorde você com eles ou não, como é forte a hegemonia do grupo de Fernando Bezerra Coelho em Petrolina.
Mas o filho Miguel, aparentemente ganhou luz própria mais intensa que os irmãos do parlamento Fernando Filho, Deputado Federal e Antonio Coelho, Deputado Estadual, nesse ciclo de gestão à frente da Prefeitura de Petrolina.
A explicação também está no modus operanti do pai, que desde a redemocratização quase nunca se viu sem estar alinhado ao presidente do momento. Só no último ciclo político do país, foi aliado de Lula, Ministro de Dilma, emplacou o filho no ministério de Temer e agora, líder do Governo Bolsonaro no Senado.
Resistiu até a uma operação da Polícia Federal em março no seu gabinete, autorizada pelo Ministro Luiz Roberto Barroso. E sob sua articulação, Petrolina é uma das cidades que mais emplaca dinheiro Federal no Nordeste.
A oposição também ajuda, pela falta de um grupo homogêneo que tenha força de peitar a coelhada. Na boca dos analistas, o nome deve ser mesmo de Odacy Amorim, mas apenas para marcar posição. Júlio Lóssio teria perdido força e nomes como Lucas Ramos ainda não teriam tutano para um embate. Até quem não vai com os Coelho faz leitura similar. Há orfandade de um nome de peso.
Prova disso é que a última pesquisa sobre o cenário na cidade, do Instituto Opinião, de outubro, mostrou Miguel com 32 pontos percentuais sobre os seus dois principais adversários. Teve 45,4% das intenções de voto contra 13,3% de Júlio Lossio (PSD) e 13,1% de Odacy Amorim (PT).
Por outro lado, os políticos da Família Coelho, sob batuta de Fernando, se reproduzem fazendo jus ao animal que empresta o nome à família.
Goste você ou não, a hegemonia dos Coelho parece não ter adversário em outubro…






De acordo com o IBGE, considerando todos os meses, o desemprego em abril também é o mais alto desde março de 2011, quando atingiu 6,5%.
“A gente percebe que, em relação ao ano passado, a gente está com movimento de crescimento e patamares mais altos. O que ocorre de diferente agora é que a gente vem observando desde janeiro para cá um aumento importante e seguido da desocupação, ou seja, aumento da pressão sobre o mercado de trabalho”, afirma a técnica do IBGE.
Começou ontem, com um belíssimo show da cantora Wanderléa, e segue até sábado (11), o tradicional Festival Nacional da Seresta.













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