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Recife: Artistas, jovens e militantes realizam mobilização em prol da reeleição de Dilma

Por Nill Júnior

20141018 - foto Valendo

A Mobilização Nacional da Cultura e Juventude com Dilma, no Recife, reuniu neste sábado na Praça do Derby, artistas, intelectuais, lideranças políticas, militantes e milhares de pessoas, segundo a organização. Durante todo o sábado, aconteceram apresentações culturais, produção de camisas, bandeiras, faixas e outros adereços de campanha da petista. A militância também ocupou os sinais da Avenida Agamenon Magalhães, na altura da praça, para adesivar os veículos e levar a mensagem da candidata Dilma Rousseff (PT).

Além do deputado federal João Paulo (PT), estiveram presentes ao ato, no final da tarde, o senador Humberto Costa (PT), o deputado federal Fernando Ferro (PT),  os vereadores do Recife Jurandir Liberal (PT) e Marília Arraes (PSB) e o vereador de Olinda Marcelo Santa Cruz (PT). Representando a classe artística, declaram o seu apoio a Dilma os cantores Lirinha, Fred Zero 4 e o ator Antônio Pitanga. Outros artistas e grupos culturais também prestigiaram o evento ao longo do dia.

20141018 - Lirinha e Pitanga

Ao discursarem, políticos e artistas alertaram a população sobre o retrocesso que o país pode sofrer com o candidato da oposição. E fizeram um apelo para a militância não sair das ruas para garantir a reeleição da petista. O deputado federal João Paulo alertou a militância para uma possível manobra do PSDB e dos partidos aliados, através dos seus prefeitos, no sentido de não garantira as condições necessárias para que o eleitorado do interior possa votar no próximo dia 26. “Eles sabem o quando o Nordeste e interior mudaram a partir dos governos do presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff”, destacou.

Outras Notícias

Serra FM gera o guia eleitoral

O Juiz da 71ª Zona Eleitoral de Serra Talhada, Marcus César Sarmento Gadelha e o Promotor Eleitoral Rodrigo Amorim da Silva Santos, Promotor Eleitoral se reuniram esta semana com representantes dos partidos que irão disputar as eleições municipais 2020. Na pauta as regras eleitorais a serem seguidas no pleito. A reunião contou com a presença […]

O Juiz da 71ª Zona Eleitoral de Serra Talhada, Marcus César Sarmento Gadelha e o Promotor Eleitoral Rodrigo Amorim da Silva Santos, Promotor Eleitoral se reuniram esta semana com representantes dos partidos que irão disputar as eleições municipais 2020. Na pauta as regras eleitorais a serem seguidas no pleito.

A reunião contou com a presença de todos os diretores de rádios da cidade. Na oportunidade ficou definida a  veiculação da propaganda eleitoral na grade de programação das emissoras.

A Rádio Vale da Serra FM (SERRA FM 87,9), do Diretor Geral Marcos Oliveira (foto) é a geradora e a propaganda eleitoral começou nesta sexta-feira, dia 9 de outubro.

A propaganda eleitoral em rede para divulgação em rádio, vai ao ar de segunda a sábado para eleição de prefeito, das 7h00 às 7h10 e das 12h00 às 12h10.

Todas as emissora terá que disponibilizar 70 minutos diários para os partidos, sendo 60% desse tempo para os candidatos a prefeito, e 40% aos candidatos a vereador, nos blocos de 05h00 às 11h00, das 11h00 às 18h00 e das 18h00 às 24h00.

Sicoob Pernambuco tem presença destacada na FENAP

O Sicoob Pernambuco marcou presença em mais uma edição da FENAP – Feira de Negócios do Alto Pajeú. Entre os dias 11 e 13 de setembro, a cooperativa financeira esteve presente com estande, oferecendo linhas de crédito em condições especiais e benefícios exclusivos na Sipag, nossa maquineta de cartão. Mais do que apresentar soluções financeiras, […]

O Sicoob Pernambuco marcou presença em mais uma edição da FENAP – Feira de Negócios do Alto Pajeú.

Entre os dias 11 e 13 de setembro, a cooperativa financeira esteve presente com estande, oferecendo linhas de crédito em condições especiais e benefícios exclusivos na Sipag, nossa maquineta de cartão.

Mais do que apresentar soluções financeiras, a FENAP foi um espaço de relacionamento, onde fortalecemos laços com cooperados, parceiros e a comunidade local. Cada conversa, cada visita ao nosso espaço reforçou a importância do cooperativismo para o desenvolvimento da região.

Dentre os que participaram da feira, o Diretor Presidente Evaldo Campos, a Diretora Aline Robéria, Thiago Medeiros Filgueira, Diretor Organizacional e de Riscos, os membros do Conselho de Administarção Fábio da Matta (Vice-presidente) e Nill Júnior, gestores de pontos de atendimento, gerentes de relacionamemnto e colaboradores.

“Agradecemos a todos que nos prestigiaram durante a feira e seguimos firmes no propósito de transformar realidades e gerar oportunidades”, diz o Sicoob.

Dilma fará visita aos Estados Unidos até setembro, diz Mercadante

Do Uol A presidente Dilma Rousseff fará uma visita de Estado aos Estados Unidos até setembro, num gesto para estreitar novamente a relação entre os dois países, que ficou abalada depois das revelações de que a Agência de Segurança Nacional dos EUA havia espionado as comunicações da presidente e de milhões de brasileiros. O ministro […]

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Do Uol

A presidente Dilma Rousseff fará uma visita de Estado aos Estados Unidos até setembro, num gesto para estreitar novamente a relação entre os dois países, que ficou abalada depois das revelações de que a Agência de Segurança Nacional dos EUA havia espionado as comunicações da presidente e de milhões de brasileiros.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, anunciou na quinta-feira que Dilma deve realizar a visita de Estado, que pode acontecer próximo do período em que acontece a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, que normalmente ocorre em setembro.

“Será até setembro”, disse ele a jornalistas durante o coquetel de comemoração da posse da presidente no Palácio do Itamaraty. A decisão foi comunicada ao vice-presidente norte-americano, Joe Biden, em uma breve reunião bilateral que ele manteve com Dilma na quinta, dia em que a presidente iniciou seu segundo mandato.

Após as revelações da espionagem norte-americana, Dilma tornou-se um dos poucos líderes na história a cancelar uma visita de Estado a Washington, em outubro de 2013. O escândalo também levou Dilma a descartar a compra de caças F-18, da Boeing, que faziam parte de uma concorrência da Força Aérea Brasileira. O Brasil acabou comprando caças da Suécia por 5,4 bilhões de dólares.

Desde então, diplomatas de ambos os lados têm trabalhado para reduzir as tensões.

Em outubro, após Dilma ser reeleita, o presidente dos EUA, Barack Obama, telefonou para a petista e disse que os dois países deveriam melhorar sua cooperação e fez o convite para retomar as negociações para a vista de Estado.

STF nega pedido da defesa do ex-deputado Daniel Silveira para reestabelecer liberdade condicional

Na decisão, ministro Alexandre de Moraes mantém entendimento de que ex-deputado violou regras e deve permanecer em regime fechado de prisão. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (28) pedido da defesa do ex-deputado Daniel Silveira para sua permanência em liberdade condicional. Após a defesa encaminhar ao relator argumentos […]

Na decisão, ministro Alexandre de Moraes mantém entendimento de que ex-deputado violou regras e deve permanecer em regime fechado de prisão.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (28) pedido da defesa do ex-deputado Daniel Silveira para sua permanência em liberdade condicional. Após a defesa encaminhar ao relator argumentos negando que Silveira tenha violado regras do regime prisional, o ministro manteve o entendimento de que o ex-deputado deve permanecer em regime fechado após desrespeitar as regras impostas para a liberdade condicional.

O ministro determinou o retorno de Silveira ao regime fechado no último dia 24, após o ex-deputado violar as regras de se recolher à sua residência no período noturno, das 22h às 6h, nos dias de semana, bem como a permanência em casa aos sábados, domingos e feriados.

“Somente absoluta má-fé ou lamentável desconhecimento da legislação processual penal podem justificar as alegações da defesa. Essa mesma restrição judicial [proibição de ausentar-se da comarca e obrigação de recolher-se à residência no período noturno, das 22h00 às 6h00, bem como nos sábados, domingos e feriados], recentemente, foi determinada em mais de 1100 (mil e cem) casos relacionados aos crimes de 8/1, tendo sido todas observadas integralmente e sem qualquer confusão de entendimento”, afirma o ministro na decisão.

A defesa de Silveira havia ingressado com pedido de embargos de declaração contra a decisão de Moraes de retorno ao regime fechado. A decisão foi tomada na Execução Penal (EP) 32.

Na decisão, o ministro afirma que os embargos de declaração não são cabíveis uma vez que não houve ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão em sua decisão, como argumentava a defesa de Silveira.

Entenda o caso

Relatório da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro constatou que Daniel Silveira desrespeitou as condições logo em seu primeiro dia de livramento condicional e somente retornou à sua residência às 2h10 da manhã do último domingo (22). O ministro Alexandre de Moraes, então, revogou a liberdade condicional, que havia sido concedida no dia 20 de dezembro.

Nesta quinta-feira (26), relatório de geolocalização apresentado pela Administração Penitenciária do Rio informa, além das violações ocorridas na madrugada, a existência de inúmeras violações da condicional por Daniel durante todo o domingo.

Entre outros inúmeros endereços visitados, o sentenciado passou mais de uma hora em um shopping, o que, na avaliação do relator, reforça a inexistência de qualquer problema sério de saúde, como alegado por sua defesa. Daniel Silveira também estava proibido também de manter contato com outros investigados.

Lula queria ser candidato em 2014, diz Mônica

Folha de São Paulo  A mulher do marqueteiro João Santana, Mônica Moura, que fez a campanha eleitoral de Dilma em 2010 e 2014, afirmou em vídeo gravado no acordo de delação premiada que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva queria ser o candidato à Presidência em 2014, mas Dilma insistiu na reeleição. Mônica disse que recebeu a […]

Folha de São Paulo 

A mulher do marqueteiro João Santana, Mônica Moura, que fez a campanha eleitoral de Dilma em 2010 e 2014, afirmou em vídeo gravado no acordo de delação premiada que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva queria ser o candidato à Presidência em 2014, mas Dilma insistiu na reeleição. Mônica disse que recebeu a informação de seu marido, Santana, que conversava com frequência com Dilma. Segundo Mônica, naquele ano a relação entre Lula e Dilma teve “um estremecimento”.

Mônica falou sobre a relação entre Lula e Dilma ao responder a uma pergunta dos procuradores da República que queriam saber se Lula se envolveu nas questões financeiras da campanha de 2014.

“Em 2014 o Lula não entrou em relação a dinheiro. Em 2014 houve um certo estremecimento entre o Lula e Dilma, acho que isso é do conhecimento de todos. Os jornais especulavam bastante na época, eles negavam, mas é verdade, porque o Lula queria ser o candidato. E a Dilma não aceitou, ela queria a reeleição dela. Ela se sentia forte. ‘Por que eu não vou aceitar?’ Isso era conversa dela com o João, eu nunca tive esse tipo de conversa com a Dilma, era coisa que o João me contava. Que o Lula queria ser o candidato em 2014. Voltar, entendeu? Tipo assim, em 2010 ele sai, bota a apadrinhada dele lá mas em 2014 ele volta para ser o candidato. E aí houve um certo estremecimento. Ele ia lá na produtora da gente de vez em quando gravar, dar apoio para ela, também não ia colocar em risco também a eleição dela. Mas não se envolveu com dinheiro dessa vez, não. Foi totalmente com a Dilma, tudo com a Dilma, falei com ela todas as vezes”, disse Mônica.

No mesmo depoimento, a mulher de João Santana contou que o casal usava apelidos para se referir a autoridades do governo. O ex-presidente Lula era o “Pavarotti” ou “Pava”, em referência ao cantor de ópera Luciano Pavarotti (1935-2007). “A gente achava, uma época que ele ficou muito gordo, e com barba, ele parecia com o Pavarotti. Era Pava ou Pavarotti, tenho vários telefones anotados como Pava”, disse Monica.
Dilma Rousseff era identificada como “Tia” e o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, era o “Laticínio”.

“A gente inventava apelidos para algumas pessoas para não anotar, como eu disse, não ficar anotando nomes deles em agenda, como ‘Guido Mantega: reunião’. Por que que eu ia ter reunião com Guido Mantega? Não tinha nenhum sentido”, disse Mônica.