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Reabertura do BB de Carnaíba levará no mínimo oito meses, diz Superintendente

Por Nill Júnior

Reunião discutiu medidas como  cedência de prédio provisório, incentivo de uso de cartões de débito e crédito e abertura de bancos postais

Nesta sexta, dia 02 de fevereiro, após a ação criminosa que ocorreu na cidade de Carnaíba, o Superintendente do BB, Elízio Ferreira, juntamente com o Prefeito Anchieta Patriota, vereadores e o Núcleo de Dirigentes Lojistas local reuniram-se buscando alguma solução para as consequências do episódio.

De imediato foi oferecido um prédio provisório pela prefeitura, que servirá de ponto de atendimento para dar continuidade às atividades bancárias que não envolvam numerário.

Outra solução foi abertura de alguns bancos postais no município para utilização de numerário.

Quanto à previsão de data de reabertura da agência, o Superintendente deixou claro que essa decisão vem da Direção do Banco em Brasília e será conhecida nos próximo três meses. Mas, no mínimo, serão 8 meses para reabertura da agência.

Por outro lado a NDL já está iniciando um planejamento para incentivar o uso pela população do cartão de débito e crédito para não descapitalizar o município. Esta ação será coordenada pela NDL  e terá apoio do Banco do Brasil e da prefeitura municipal.

Outras Notícias

Projeto Cinema no Interior foi o Brasil na França

Produções de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Belém do São Francisco foram exibidas no Festival de Contis Por Alexandre Morais Fazendo jus ao ditado que diz que em todo lugar do mundo tem um brasileiro, o Projeto Cinema no Interior foi destaque no 20º Festival Internacional de Cinema de Contis, no sul da França. […]

No Festival de Contis, os sertanejos Claudio Gomes (quarto da esquerda pra direita), Alexandre Morais (oitavo) e Alessandro Palmeira (nono)
No Festival de Contis, os sertanejos Claudio Gomes (quarto da esquerda pra direita), Alexandre Morais (oitavo) e Alessandro Palmeira (nono)

Produções de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Belém do São Francisco foram exibidas no Festival de Contis

Por Alexandre Morais

Fazendo jus ao ditado que diz que em todo lugar do mundo tem um brasileiro, o Projeto Cinema no Interior foi destaque no 20º Festival Internacional de Cinema de Contis, no sul da França. O evento aconteceu entre 18 e 21 de junho, oferecendo uma programação extensa e variada, com exibições em três sessões todos os dias.

Três filmes do Cinema no Interior mais um documentário produzido no Brasil pela cineasta francesa Laurrane Sèmpere foram exibidos em sessões distintas, sempre antecedidas e sucedidas por apresentações e debates. Para o coordenador do projeto, cineasta Marcos Carvalho, os resultados foram satisfatórios pela boa avaliação do público e pela manutenção do programa de intercâmbio envolvendo os dois projetos e os dois países.

Cena de A Bailarina e a Moça, com legendas em francês. Produções de Serra e Belém de São Francisco também foram exibidas.
Cena de A Bailarina e a Moça, com legendas em francês. Produções de Serra e Belém de São Francisco também foram exibidas.

2015 – Este ano o Cinema no Interior chegou ao seu nono ano e foi realizado em cinco cidades de Pernambuco: Afogados da Ingazeira, Serra Talhada, Cabrobó, Belém do São Francisco e São José do Belmonte. Três filmes representaram o projeto em Contis: A bailarina e a moça (Afogados da Ingazeira), Amor gigante (Belém do São Francisco) e Zeomi (Serra Talhada). Representantes das três produções estiveram presentes, recebidos e apresentados pela coordenadora do Cinema no Interior residente na França, Ana Carolina Borges.

“Além das exibições, abrimos um diálogo com produtores de cinema e festivais de vários países, o que pode render boas parcerias futuras”, destacou Ana. Ainda este ano o projeto será executado no Estado da Paraíba e filmes já produzidos estão inscritos no Festival de Cinema de Triunfo.

Presenças – Representando seus filmes, estiveram no festival Alexandre Morais, Claudio Gomes e Alessandro Palmeira , ator, fotógrafo e roteirista de A bailarina e a moça, Tom Dunes, ator e roteirista  de Amor gigante e Manoel Lima, ator e roteirista de Zeomi. Além da delegação do Cinema no Interior, Vitor Carvalho, que é de Atibaia (SP) e há nove anos participa como convidado, esteve presente. Juntos, foram saudados como os representantes do Brasil no evento.

SJE: Movimento Jovem Esperança reafirma apoio a Zé Marcos e Fredson Brito

Neste domingo (28), na Fazenda Melancias em São José do Egito, o movimento Jovem Esperança, composto por cerca de 200 jovens, reuniu-se para um café da manhã com o objetivo de reforçar seu apoio à chapa de Zé Marcos, pré-candidato a vice-prefeito, e Fredson, pré-candidato a prefeito. Zé Marcos e Fredson  agradeceram a presença e […]

Neste domingo (28), na Fazenda Melancias em São José do Egito, o movimento Jovem Esperança, composto por cerca de 200 jovens, reuniu-se para um café da manhã com o objetivo de reforçar seu apoio à chapa de Zé Marcos, pré-candidato a vice-prefeito, e Fredson, pré-candidato a prefeito.

Zé Marcos e Fredson  agradeceram a presença e o apoio dos jovens, destacando a importância da participação ativa da juventude no processo político.

“Ver a juventude engajada e presente em um evento como este nos enche de esperança e confiança de que estamos no caminho certo. Juntos, vamos trabalhar para transformar nossa cidade e proporcionar mais oportunidades para todos”, destacou Zé Marcos.

Os jovens presentes também tiveram a oportunidade de expressar suas expectativas e ideias para a cidade. Diversos representantes do movimento Jovem Esperança discursaram.

“O evento na Fazenda Melancias é mais um passo importante na campanha de Zé Marcos e Fredson, que seguem conquistando apoio e consolidando suas propostas para transformar São José da Evita em uma cidade mais justa e desenvolvida para todos”, afirmou a assessoria em nota.

Reunião com Undime discute atualização do Fundeb

O presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, participou de um encontro virtual com representantes da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime/PE), para tratar, entre outros, do tema “FUNDEB: orientações gerais sob à luz do TCE”. Ele falou sobre o levantamento da infraestrutura das escolas, feito pela equipe da Coordenadoria de Controle Externo do TCE […]

O presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, participou de um encontro virtual com representantes da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime/PE), para tratar, entre outros, do tema “FUNDEB: orientações gerais sob à luz do TCE”.

Ele falou sobre o levantamento da infraestrutura das escolas, feito pela equipe da Coordenadoria de Controle Externo do TCE e esclareceu dúvidas dos dirigentes em relação à  lei do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), incluindo as dificuldades encontradas para observância da aplicação do percentual mínimo no pagamento dos profissionais da educação básica diante das limitações impostas pela Lei Complementar nº 173/2020.

“A obrigação do Tribunal é levar segurança jurídica a vocês. Vamos responder às questões olhando para os dois lados. Vamos acompanhar as decisões do Supremo de perto. As luzes serão acendidas ainda este ano”, ressaltou Dirceu Rodolfo, explicando que o Tribunal responderá todas as consultas formalmente de acordo com a decisão de todos os conselheiros do Tribunal.

Natanael Silva, presidente da Undime, agradeceu ao Tribunal pela iniciativa de atuar de forma preventiva e explicou aos dirigentes que “o que vai valer é a ponderação acerca das decisões a serem tomadas. À medida que vamos avançando nas orientações, vamos tendo mais clareza para agir”, disse ele.

Também participaram do encontro, que aconteceu no último dia 18, o secretário de Educação do Estado, Fred Amâncio, a coordenadora de Controle Externo do TCE, Adriana Arantes, o chefe da procuradoria jurídica, Aquiles Viana, gerentes de áreas do Tribunal, além de representantes do Conselho Nacional de Representantes e o Conselho Fiscal da Undime.

Prefeito equipara salário ao mínimo na BA

O novo prefeito de Jacobina, na Bahia, Tiago Dias (PCdoB), assinou o primeiro decreto, que reduz o próprio salário em 92%, o que vai equivaler ao valor do salário-mínimo, ou seja, R$ 1.100 pelos próximos 12 meses. “Primeiro decreto assinado e o local escolhido foi o “Construindo o Amanhã”. “Assumo o compromisso de reduzir o […]

O novo prefeito de Jacobina, na Bahia, Tiago Dias (PCdoB), assinou o primeiro decreto, que reduz o próprio salário em 92%, o que vai equivaler ao valor do salário-mínimo, ou seja, R$ 1.100 pelos próximos 12 meses.

“Primeiro decreto assinado e o local escolhido foi o “Construindo o Amanhã”.

“Assumo o compromisso de reduzir o meu salário para um salário-mínimo. Estamos em um momento de pandemia e quero fazer a minha parte para trazer dias melhores para nossa cidade”, disse.

A posse de Thiago Dias, na última sexta-feira, foi marcada pela ida do gestor até a Câmara Municipal montado em um boi e vestido com trajes de vaqueiro.

Escravidão ainda é realidade no Brasil

Por Jennifer Ann Thomas, de Monção, no Maranhão, e Barras, no Piauí Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra — e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é […]

Por Jennifer Ann Thomas, de Monção, no Maranhão, e Barras, no Piauí

Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra — e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica.

Estima-se que atualmente 160.000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão — ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo).

Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160.000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas.

Em 1995, o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável — e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave.

Veja mais aqui: No Brasil160.000 trabalham em condições análogas às de escravidão