Será no próximo dia 22 de novembro o primeiro encontro dos prefeitos eleitos com a governadora Raquel Lyra. Com o objetivo de integrar Estado e municípios em ações em prol da população, a chefe do Executivo Estadual convocou os futuros gestores municipais para debater sobre as ações e projetos implantados pelo Governo do Estado nas 184 cidades.
“Sou municipalista e já quero receber esses gestores, independentemente de partido político, para trabalharmos juntos. Já temos muitas ações do Governo do Estado em parceria com os municípios, como as cozinhas comunitárias, creches, transporte escolar e acesso à água. Vamos reunir todos eles e apresentar nossos programas, abrindo às portas do Governo de Pernambuco para permitir que possamos ser mais eficientes na entrega de prestação de serviços à população do nosso Estado”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.
A consolidação das cozinhas comunitárias, entre outras ações, tem sido um marco da parceria da gestão estadual com os municípios. Atualmente, Pernambuco conta com 164 equipamentos. Desses, 109 foram entregues na gestão da governadora Raquel Lyra, sendo 70 apenas neste ano. A iniciativa distribui, diariamente, refeições a pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional.
Já na educação, a gestão estadual tem feito um incremento de 630 veículos escolares, proporcionando uma maior segurança para os alunos se deslocarem até as unidades educacionais. Também serão licitadas até o fim do ano 250 creches que serão construídas pelo Governo do Estado e entregues aos municípios.
O prefeito da Pedra, Osório Filho, adiou a convocação dos aprovados no último concurso público realizado pelo município. As alegações, a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus e as limitações orçamentárias provocadas pelo combate ao Covid-19, aliada às restrições legais impostas pelos órgãos de controle, a exemplo do Tribunal de Contas do Estado e […]
O prefeito da Pedra, Osório Filho, adiou a convocação dos aprovados no último concurso público realizado pelo município.
As alegações, a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus e as limitações orçamentárias provocadas pelo combate ao Covid-19, aliada às restrições legais impostas pelos órgãos de controle, a exemplo do Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público.
Os detalhes foram divulgados numa nota oficial nas redes sociais da prefeitura.
O prefeito afirma na nota saber que tem a obrigação legal de fazer as convocações e em nenhum momento se opós a tal fato, tanto que teria iniciado a convocação, mas por motivos alheios elencados pelo TCE, MPPE e as restrições impostas pela Pandemia, teve que interromper o chamado.
“Queremos deixar claro que, assim que for possível, com o aval dos órgãos públicos responsáveis pelas recomendações e protocolos de combate ao COVID-19, estaremos retomando as convocações dos candidatos aprovados, de forma a suprir as necessidades da administração pública”, afirmou Osório Filho.
Na nota, destaca-se a situação da pandemia no município com referência aos casos confirmados e óbitos já registrados. Lembra que a convocação dos candidatos para que se apresentem neste momento de isolamento social recomendado por todas as autoridades de saúde seria um ato “irresponsável” já que muitos aprovados residem em cidades diferentes e teriam que se deslocar até o município colocando em risco sua saúde.
É ressaltado ainda que o município está em estado de calamidade pública por meio do Decreto Municipal nº 15/2020, o que contingência as finanças do município, além do que o Tribunal de Contas do Estado, em conjunto com o Ministério Público de Pernambuco, editaram recomendações para que a folha de pagamento dos municípios não sejam oneradas neste período. Entre a medidas de adequação das finanças públicas, o prefeito Osório Filho destaca a redução no seu salário e nos do vice-prefeito, secretários e cargos comissionados.
No momento, a Secretaria Municipal de Administração está funcionando no sistema Home Office, o que também inviabiliza operacionalizar a convocação dos candidatos aprovados no concurso, que deverão ser chamados assim que essas limitações e restrições forem encerradas.
No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos. Por Juliana Lima O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no […]
No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos.
Por Juliana Lima
O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no último mês de novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O principal destaque negativo é Petrolina, que fechou o mês com saldo negativo de -1.216 empregos.
No Sertão do Pajeú, o melhor resultado é de São José do Egito. A cidade registrou no período 81 admissões e 42 demissões, resultando em um saldo positivo de 39 empregos e variação relativa de 2,18%. O segundo melhor resultado da região é de Afogados da Ingazeira, com 71 admissões, 42 desligamentos, saldo de 29 empregos e variação relativa de 1,16%.
Brejinho ocupa o terceiro lugar com saldo positivo de 27 empregos, Carnaíba registrou 18, Tabira 14, Tuparetama 8, Itapetim 4, Triunfo 4, Flores 2 e Solidão 1. As cidades de Quixaba, Calumbi e Ingazeira apresentaram saldo zero no período, enquanto Iguaracy (-1), Santa Cruz da Baixa Verde (-2), Santa Terezinha (-5) e Serra Talhada (-9) fecharam o mês com saldo negativo.
No Sertão do Moxotó destaque para Arcoverde, que lidera com saldo de 97, seguida por Custódia, com 56 postos e Inajá 27. Manaria registrou apenas 2 vagas e Betânia 1. Ibimirim fechou com saldo negativo de -3 e Sertânia com -93.
No Sertão Central o melhor saldo é de Salgueiro, com 71 postos formais. Serrita gerou 1 emprego e as demais cidades fecharam com saldo negativo: Mirandiba (-1), Parnamirim (-1), Verdejante (-2), Cedro (-4) e São José do Belmonte (-15).
O Sertão de Itaparica perdeu 83 vagas e não gerou nenhuma no período: Itacuruba (0), Carnaubeira da Penha (-1), Jatobá (-2), Petrolândia (-9), Tacaratu (-16), Floresta (-22) e Belém do São Francisco (-33).
No Sertão do Araripe o melhor saldo é de Ouricuri, com 31 vagas. Araripina fechou o mês com saldo negativo de -1. No total a região registrou apenas 55 empregos: Bodocó (8), Ipubi (6), Exu (5), Santa Cruz (2), Trindade (2), Santa Filomena (1), Granito (0) e Moreilândia (0).
No Sertão do São Francisco o destaque é o resultado negativo de Petrolina, que fechou o mês com saldo de -1.216. Em outubro a cidade já havia apresentado saldo discreto, com saldo de apenas 481 empregos. Terra Nova apresentou o melhor resultado da região, com 30 vagas, seguida de Dormentes, com 10. As demais cidades tiveram saldo negativo: Orocó (-1), Afrânio (-9), Santa Maria da Boa Vista (-11), Cabrobó (-26), Lagoa Grande (-321 e Petrolina (-1.216).
Sertão do Moxotó
Arcoverde (97)
Custódia (56)
Inajá (27)
Manari (2)
Betânia (1)
Ibimirim (-3)
Sertânia (-93)
Sertão do Pajeú
São José do Egito (39)
Afogados da Ingazeira (29)
Brejinho (27)
Carnaíba (18)
Tabira (14)
Tuparetama (8)
Itapetim (4)
Triunfo (4)
Flores (2)
Solidão (1)
Quixaba (0)
Calumbi (0)
Ingazeira (0)
Iguaracy (-1)
Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
Terezinha (-5)
Serra Talhada (-9)
Sertão Central
Salgueiro (71)
Serrita (1)
Mirandiba (-1)
Parnamirim (-1)
Verdejante (-2)
Cedro (-4)
São José do Belmonte (-15)
Sertão de Itaparica
Itacuruba (0)
Carnaubeira da Penha (-1)
Jatobá (-2)
Petrolândia (-9)
Tacaratu (-16)
Floresta (-22)
Belém do São Francisco (-33)
Sertão do Araripe
Ouricuri (31)
Bodocó (8)
Ipubi (6)
Exu (5)
Santa Cruz (2)
Trindade (2)
Santa Filomena (1)
Granito (0)
Moreilândia (0)
Araripina (-1)
Sertão do São Francisco
Terra Nova (30)
Dormentes (10)
Orocó (-1)
Afrânio (-9)
Santa Maria da Boa Vista (-11)
Cabrobó (-26)
Lagoa Grande (-321)
Petrolina (-1.216)
Ranking Geração de Empregos no Sertão (Novembro 2021)
Da Folhapress Um relatório da Polícia Federal sobre mensagens de celular encontradas em aparelhos do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro aponta que o empresário manteve contato ou fez citações a 14 investigados no STF (Supremo Tribunal Federal) por suspeita de participação no esquema de corrupção da Petrobras. Léo Pinheiro já foi condenado a mais de […]
Um relatório da Polícia Federal sobre mensagens de celular encontradas em aparelhos do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro aponta que o empresário manteve contato ou fez citações a 14 investigados no STF (Supremo Tribunal Federal) por suspeita de participação no esquema de corrupção da Petrobras.
Léo Pinheiro já foi condenado a mais de 16 anos de prisão na Operação Lava Jato, pelo juiz federal Sergio Moro, de Curitiba.
Desses 14, só há trocas diretas de mensagens entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Ciro Nogueira (PP-PI) -no caso desses dois últimos, para marcar encontros.
Entres os políticos alvos do Supremo que aparecem no relatório estão também os senadores Edison Lobão (PMDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fernando Bezerra (PSB-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Delcídio do Amaral (PT-MS), Humberto Costa (PT-PE), além do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Os deputados que respondem a inquérito no Supremo e são citados são Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), José Mentor (PT-SP), além de Cunha. O advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do TCU (Tribunal de Contas da União) Aroldo Cedraz, também consta no levantamento.
A Procuradoria-Geral da República ainda analisa as conversas para saber se há indícios de crimes para decidir se vai pedir novas investigações ao STF ou se usará o material para reforçar os trabalhos que já estão em curso no tribunal.
As mensagens mostram negociações para encontros, lobby sobre temas em debate no Congresso, pedidos de doação ao empresário -alguns mascarados por nomes de ruas ou favores-, além de informações sobre presentes distribuídos para os políticos.
G1 O ex-líder dos governos Lula e Dilma na Câmara dos Deputados Cândido Vaccarezza, que deixou o PT, foi preso nesta sexta-feira (18) em São Paulo. Ele é alvo da Operação Abate, uma das duas novas fases da Operação Lava Jato deflagradas nesta manhã. A prisão é temporária, válida por cinco dias. O G1 tenta contato com a defesa […]
O ex-líder dos governos Lula e Dilma na Câmara dos Deputados Cândido Vaccarezza, que deixou o PT, foi preso nesta sexta-feira (18) em São Paulo. Ele é alvo da Operação Abate, uma das duas novas fases da Operação Lava Jato deflagradas nesta manhã. A prisão é temporária, válida por cinco dias. O G1 tenta contato com a defesa do ex-deputado.
As ações apuram o favorecimento de empresas estrangeiras em contratos com Petrobras. A Operação Abate investiga fraudes no fornecimento de asfalto para a Petrobras por uma empresa norte-americana, entre 2010 e 2013.
Funcionários da Petrobras, o PT e, principalmente, Cândido Vaccarezza teriam recebido propinas que somam US$ 500 mil no esquema da Abate.
A Operação Sem Fronteiras investiga o pagamento de propinas para contratação de armadores (transportadores marítimos) da Grécia, entre 2009 e 2013.
Ao menos 2% dos contratos com as empresas gregas, que superaram US$ 500 milhões, seriam propina para políticos, funcionários da estatal e operadores financeiros. As investigações surgiram da delação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
No total, foram cumpridas 46 ordens judiciais distribuídas em 29 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de condução coercitiva e 6 mandados de prisão temporária – incluindo o de Vaccarezza – em São Paulo, Santos e Rio de Janeiro.
A maior feira de artesanato da América Latina durou 12 dias e movimentou cerca de R$ 40 milhões A 22ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) chegou ao fim neste domingo (17). O governador Paulo Câmara esteve no pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco, local do evento, onde cumprimentou visitantes e […]
A maior feira de artesanato da América Latina durou 12 dias e movimentou cerca de R$ 40 milhões
A 22ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) chegou ao fim neste domingo (17). O governador Paulo Câmara esteve no pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco, local do evento, onde cumprimentou visitantes e entregou o Prêmio Aclamação, escolhido por votação do público.
Também foram reconhecidas as melhores peças nos gêneros Arte Popular, Arte Popular Religiosa e Reciclados.
O 17º Salão de Arte Popular Ana Holanda, o 6º Salão de Arte Popular Religiosa e a 15ª Galeria dos Reciclados contam com uma comissão julgadora formada por artistas, colecionadores, estudiosos e formadores de opinião que selecionaram três ganhadores de cada categoria. Os prêmios são de R$ 8 mil cada.
“Cada vez mais a Fenearte se consolida como a maior feira de artesanato da América Latina, mostrando que a população continua acreditando e valorizando a cultura e os artistas. Pernambuco está de parabéns pelo evento e todos os artistas aqui presentes merecem reconhecimento pelo bonito trabalho”, afirmou Paulo Câmara.
Homenageando os 30 anos do Movimento Manguebeat, a edição deste ano contou com a presença cerca de cinco mil expositores distribuídos em 700 espaços, em uma área de 30 mil m².
Com investimento de R$ 7 milhões, o evento gerou em média 2,5 mil postos de trabalho temporários e movimentou cerca de R$ 40 milhões. Em seus 12 dias, a Fenearte superou as expectativas no número de visitantes.
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