Quase metade dos brasileiros se informa pela internet, afirma ministro da Comunicação Social
Por Nill Júnior
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Thomas Traumann, apresentou nesta sexta-feira (7) a Pesquisa Brasileira de Mídia, que tem como objetivo mostrar como e onde o brasileiro busca a informação atualmente. O levantamento feito entre 12/10 e 6/11, que entrevistou cerca de 18 mil pessoas em todos os estados do Brasil, mostrou que 47% da população tem o hábito de se informar pela internet, o que mostra a importância desta plataforma, segundo o ministro.
“Todos nós tínhamos ideia clara que a importância da internet na informação vinha crescendo. Como não temos pesquisa anterior do mesmo tamanho, não se pode fazer uma comparação, mas se pode hoje dizer que sim, quase metade dos brasileiros se informa e usa a internet como meio cotidiano e rotineiro da informação. Isso é muito importante tanto para as políticas de comunicação quanto como retrato de como o brasileiro se informa”, afirmou Traumann.
A Pesquisa Brasileira de Mídia ainda aponta que o meio de comunicação mais utilizado para busca de informações no país é a televisão, pois 97% dos entrevistados afirmaram assistir TV. 61% das pessoas afirmaram ter o costume diário de ouvir rádio, que ficou em segundo lugar, seguido pela internet, com 47%.
Um leitor do blog denunciou uma situação que considera preocupante para a saúde pública em Sertânia. Segundo ele, carne estaria sendo transportada em um reboque aberto, sem qualquer tipo de proteção ou refrigeração, em direção ao mercado da cidade. De acordo com o relato, a carne estava exposta ao sol, à poeira e às condições […]
Um leitor do blog denunciou uma situação que considera preocupante para a saúde pública em Sertânia. Segundo ele, carne estaria sendo transportada em um reboque aberto, sem qualquer tipo de proteção ou refrigeração, em direção ao mercado da cidade.
De acordo com o relato, a carne estava exposta ao sol, à poeira e às condições da via pública. A imagem enviada ao blog foi registrada nesta semana e mostra o alimento descoberto em um reboque que aparenta não possuir condições adequadas de higiene para o transporte de produtos de origem animal.
O leitor afirma que decidiu compartilhar a situação por preocupação com a saúde da população. “Sou cidadão de Sertânia e hoje vi uma situação que me deixou muito preocupado. Carne sendo levada para o mercado em um reboque aberto, sujo e sem nenhuma proteção. A carne estava exposta ao sol, à poeira e a todo tipo de sujeira da rua”, relatou.
O transporte inadequado de carne pode representar risco à saúde pública. Produtos de origem animal precisam ser transportados em condições controladas de higiene e temperatura para evitar a proliferação de bactérias e outros micro-organismos capazes de causar intoxicações alimentares e infecções gastrointestinais.
Quando exposta ao calor e à contaminação ambiental, a carne pode favorecer o surgimento de bactérias como Salmonella e Escherichia coli, que estão entre as principais responsáveis por doenças transmitidas por alimentos.
A legislação sanitária brasileira determina que o transporte de carnes deve ser realizado em veículos apropriados, fechados e higienizados, muitas vezes com refrigeração, para preservar a qualidade do produto até chegar ao consumidor.
Outro detalhe observado na imagem enviada ao blog é a presença de um adesivo de campanha da prefeita Pollyanna Abreu no reboque utilizado no transporte.
Moradores da região afirmam que situações desse tipo não são raras em cidades do interior, onde o transporte de alimentos, em alguns casos, ainda ocorre de forma improvisada. Especialistas alertam que a fiscalização e o cumprimento das normas sanitárias são fundamentais para garantir a segurança alimentar da população.
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11) pela Quaest mostra, pela primeira vez na série histórica do levantamento, um empate numérico em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ambos aparecem com 41% das intenções de voto. O levantamento indica uma redução gradual da […]
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11) pela Quaest mostra, pela primeira vez na série histórica do levantamento, um empate numérico em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ambos aparecem com 41% das intenções de voto.
O levantamento indica uma redução gradual da vantagem que o presidente vinha mantendo nas medições anteriores. Em dezembro, Lula tinha dez pontos de vantagem sobre o adversário. Esse número caiu para sete pontos em janeiro, cinco pontos em fevereiro e agora chega ao empate. Na pesquisa anterior, realizada em fevereiro, Lula registrava 43% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 38%.
Os dados também mostram que 2% dos entrevistados se declaram indecisos e 16% afirmam que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Entre os eleitores que se consideram independentes — ou seja, aqueles que não se identificam como de direita ou de esquerda e não se declaram lulistas nem bolsonaristas — o levantamento aponta uma vantagem numérica de Flávio Bolsonaro. Nesse grupo, o senador aparece com 32% das intenções de voto, enquanto Lula tem 27%. Outros 36% afirmam que preferem não votar nesse cenário. Na pesquisa anterior, Lula tinha 31% entre os independentes, contra 26% de Flávio. Esse segmento representa cerca de 32% do eleitorado, segundo a Quaest, e possui margem de erro maior por se tratar de um recorte específico.
Entre os eleitores que se identificam com cada campo político, os índices de fidelidade permanecem elevados. Lula alcança 95% entre os que se declaram lulistas, enquanto Flávio Bolsonaro registra 96% entre os bolsonaristas.
A pesquisa também mediu os índices de rejeição dos dois nomes. Segundo o levantamento, 56% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula, enquanto 55% dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro. No levantamento anterior, a rejeição do presidente era de 54%, enquanto a do senador permanecia em 55%.
Considerando apenas os eleitores independentes, a rejeição é maior. Nesse grupo, 65% afirmam que não votariam em Lula, enquanto 61% dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro.
A vereadora e professora de direito da UFPE Liana Cirne, protocolou uma representação no Ministério Público de Pernambuco solicitando a abertura de investigação sobre a possível elevação injustificada dos preços dos combustíveis em postos localizados na Região Metropolitana do Recife. No documento, a parlamentar pede a instauração de procedimento investigatório para apurar eventuais práticas abusivas […]
A vereadora e professora de direito da UFPE Liana Cirne, protocolou uma representação no Ministério Público de Pernambuco solicitando a abertura de investigação sobre a possível elevação injustificada dos preços dos combustíveis em postos localizados na Região Metropolitana do Recife.
No documento, a parlamentar pede a instauração de procedimento investigatório para apurar eventuais práticas abusivas na formação dos preços. A representação também solicita a realização de diligências junto aos postos de combustíveis para coletar informações sobre os valores praticados recentemente e analisar variações ocorridas no período.
Entre os pedidos encaminhados ao Ministério Público estão a requisição de documentos aos estabelecimentos investigados, incluindo dados sobre a composição dos preços, custos de aquisição dos combustíveis e justificativas para os aumentos registrados.
A representação também pede atuação conjunta com órgãos de fiscalização e defesa do consumidor, como o Procon Pernambuco e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para verificar possíveis irregularidades na comercialização de combustíveis.
Caso sejam constatadas irregularidades, Liana solicita que sejam adotadas as medidas administrativas, civis e judiciais cabíveis, incluindo a possibilidade de ação civil pública para responsabilização dos envolvidos e proteção dos consumidores.
“A população não pode ser penalizada por aumentos injustificados. É fundamental garantir transparência na formação dos preços e proteger o consumidor”, afirmou a vereadora.
No comentário desta quarta-feira (11), para a Rádio Itapuama FM, o jornalista Nill Júnior questiona a pressa de muitos revendedores em subir os preços baseando-se em tensões internacionais. Se a estatal brasileira Petrobrás mantém o preço, por que o painel do posto já mudou? O conflito no Oriente Médio serve de escudo para uma prática […]
No comentário desta quarta-feira (11), para a Rádio Itapuama FM, o jornalista Nill Júnior questiona a pressa de muitos revendedores em subir os preços baseando-se em tensões internacionais.
Se a estatal brasileira Petrobrás mantém o preço, por que o painel do posto já mudou?
O conflito no Oriente Médio serve de escudo para uma prática que ignora a realidade do povo. Não se pode repassar uma alta que ainda não aconteceu na refinaria. Isso tem nome, e precisa ser combatido.
Do blog do Magno O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), negou, há pouco, ao blog, que o seu grupo tenha fechado a indicação do vice de João Campos, que seria Antônio Coelho, seu irmão, deputado estadual. Também disse desconhecer que o deputado Eduardo da Fonte tenha fechado acordo para ser candidato a senador na […]
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), negou, há pouco, ao blog, que o seu grupo tenha fechado a indicação do vice de João Campos, que seria Antônio Coelho, seu irmão, deputado estadual. Também disse desconhecer que o deputado Eduardo da Fonte tenha fechado acordo para ser candidato a senador na chapa de João.
“Só se ele (Dudu) for candidato avulso, porque não terá a minha assinatura como presidente do União Brasil, que integra a federação com o PP”, disse. Miguel negou também que tenha aberto negociações para ser candidato a senador na chapa de Raquel.
“A única pessoa com quem tratei de Senado foi com João Campos e estou esperando uma definição. Não tratamos de vice, que não nos interessa”, afirmou.
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