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Vereador arruma chuva em Triunfo para justificar R$ 20 mil a mais para Saia Rodada em Tabira

Por Nill Júnior
Foto: Radar do Sertão

Por Anchieta Santos

Filho da Secretária de Cultura Gracinha Paulino, o vereador Cléber Paulino fez uso da Tribuna da Câmara durante a sessão de ontem voltou a defender a gestão do Prefeito Sebastião Dias nos gastos de mais de R$ 300 mil com o Carnaval Anticultural 2017.

Para justificar os R$ 60 mil pagos à Banda Saia Rodada Elétrico, contra R$ 40 mil de Triunfo, em shows realizados na mesma noite, Cléber afirmou com todas as letras que a Terra dos Caretas contratou Saia Rodada mais barato porque o show seria à tarde e que “uma chuva” teria obrigado o show acontecer à noite.

A produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta teve o cuidado de verificar o noticiário de alguns blogs sobre o carnaval de Triunfo. Todos, com base na programação oficial, uma semana antes já apontavam o Show de Saia Rodada em Triunfo para as 20h.

Vejamos: Blog do Finfa no dia 20/02 – anunciava Saia Rodada Elétrico para as 20h do dia 27. Blog Falando Francamente no dia 21/02 – Saia Rodada Elétrico para as 20h do dia 27. Site da Prefeitura de Triunfo – Saia Rodada Elétrico para às 20h do dia 27. Blog do Mário Martins, em 24 de fevereiro: Saia Rodada no dia 27 às 20h.

O Jornal Folha de PE divulgava em seu site na data de 24/02: “Show às 20h – Saia Rodada Elétrico em Triunfo.  Quanto ao  Blog do Nil Junior , em 27 de fevereiro de 2017 ele anunciava Saia Rodada para a noite daquele dia no horário das 20hs.

Daí perguntamos ao nobre vereador tabirense: a prefeitura de Triunfo e os blogs adivinharam que iria chover e por isso já anunciaram o show uma semana antes para as 8 da noite? Ô chuvinha mal inventada…

Outras Notícias

É hoje!

Tem início nesta quarta (27), no Recife ExpoCenter, o Fala Norte Nordeste 2024. Com o tema “Inteligência Artificial x Capital Humano: O futuro da comunicação”, o evento vai reunir os principais nomes da radiodifusão e do setor de comunicação do País até sexta-feira (29). O congresso é organizado pela Associação das Empresas de Rádio e […]

Tem início nesta quarta (27), no Recife ExpoCenter, o Fala Norte Nordeste 2024.

Com o tema “Inteligência Artificial x Capital Humano: O futuro da comunicação”, o evento vai reunir os principais nomes da radiodifusão e do setor de comunicação do País até sexta-feira (29).

O congresso é organizado pela Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (Asserpe), sendo o principal evento da indústria de mídia e entretenimento do Norte e Nordeste.

O Fala Norte Nordeste tem como público-alvo profissionais da comunicação, como radiodifusores, broadcasters, publicitários, digital creators e jornalistas, entre outros, que terão a oportunidade de se atualizar sobre as mais recentes inovações e tendências do mercado. Serão mais de 70 palestrantes renomados, incluindo os jornalistas Natuza Nery, Ernesto Paglia, Francisco José, Beatriz Castro e Roberto Cabrini; o CEO do Fortaleza Esporte Clube, Marcelo Paz; e o gerente comercial das Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste na Kantar IBOPE Media, Leonam Torres.

Entre os temas que serão abordados estão o impacto da inteligência artificial nas emissoras de rádio e TV, as novas dinâmicas do mercado publicitário, aspectos técnicos e de negócios da TV 3.0, gaming e a evolução do streaming nas transmissões esportivas.

Haverá ainda a celebração dos 62 anos da ABERT, pela primeira vez realizada no Recife ExpoCenter,  atraindo radiodifusores de todo o país.

A foto é do check-list do evento na noite de ontem. Representar a radiodifusão do estado, do Nordeste e do país liderando um evento dessa monta, tendo origem no Sertão do Pajeú,  com a região que empresta o nome à região cantada por Gonzagão, me traz um grande orgulho.  É o Pajeú provando sua força!

Raquel e Anderson reúnem lideranças em Jaboatão

O prefeito do Jaboatão e presidente estadual do PL, Anderson Ferreira; e a prefeita de Caruaru e presidente do PSDB em Pernambuco, Raquel Lyra, comandaram o encontro realizado pelo Levanta Pernambuco, nesta quarta-feira (22), no município do Jaboatão dos Guararapes. O encontro reuniu lideranças do PL, PSDB, PSC e Cidadania, partidos que anunciaram aliança visando […]

O prefeito do Jaboatão e presidente estadual do PL, Anderson Ferreira; e a prefeita de Caruaru e presidente do PSDB em Pernambuco, Raquel Lyra, comandaram o encontro realizado pelo Levanta Pernambuco, nesta quarta-feira (22), no município do Jaboatão dos Guararapes. O encontro reuniu lideranças do PL, PSDB, PSC e Cidadania, partidos que anunciaram aliança visando às eleições do próximo ano. 

“Lideramos um movimento que nos une pela experiência e porque acreditamos no potencial que temos. Hoje, temos uma responsabilidade maior, que é o futuro de Pernambuco. Nosso estado é o terceiro colocado no ranking nacional da extrema pobreza, primeiro em desemprego e em falta de competitividade. Isso é um absurdo. Pernambuco está no chão, com a autoestima em baixa. Por isso o nome desse movimento é Levanta Pernambuco. Vamos levantar porque temos determinação, foco e união. Sonho em ver um Estado que dê emprego ao povo, com crianças nas creches, com segurança e bem iluminado. Pernambuco precisa de um governador ou uma governadora com pulso firme e determinação. E terá”, afirmou o prefeito Anderson Ferreira.

“Ao visitar as regiões de Pernambuco, tivemos a oportunidade de andar na casa das pessoas, de conversar e ver a vida real do povo e suas dificuldades para buscar o serviço público na assistência social, na saúde, segurança e no abastecimento de água. Pudemos experimentar em cada uma das regiões de desenvolvimento que Pernambuco está à deriva. Precisamos ter um plano estratégico que enxergue as peculiaridades e vocações de cada região que muitas vezes foram esquecidas e sufocadas em prol de um governo que faz de tudo para se perpetuar no poder”, pontuou a prefeita Raquel Lyra.

O evento contou com as presenças do deputado federal e presidente estadual do Cidadania, Daniel Coelho; do presidente estadual do PSC, André Ferreira; do deputado federal Fernando Rodolfo; da deputada estadual, Priscilla Krause;  e do ex-governador João Lyra Neto.

Estiveram ainda os prefeitos Guiga Nunes (Vicência) e Alvinho Porto (Quipapá); o vice-prefeito do Jaboatão, Luiz Medeiros; a ex-prefeita Débora Almeida, (São Bento do Una) e o ex-prefeito Joãozinho Tenório (São Joaquim do Monte); o presidente da Câmara Municipal do Jaboatão, vereador Adeildo da Igreja; os vereadores do Recife, Fred Ferreira, Felipe Alecrim e Alcides Cardoso; além de vereadores do Jaboatão, Olinda, Cabo e Goiana.

O que estes 4 Estados fizeram para criar empregos num ano de crise?

Uol O Brasil perdeu 715.816 postos de trabalho formais de janeiro a outubro deste ano. Mas quatro Estados conseguiram, por enquanto, se manter no azul. Em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima, houve mais contratações do que demissões em 2016. Em 2015, nenhuma das 26 unidades da Federação conseguiu escapar de fechar […]

22nov2016-mercado-de-trabalho-brasileiro-iniciou-o-segundo-semestre-com-resultado-negativo-e-completou-o-16-mes-consecutivo-de-demissoes-superiores-a-contratacoes-1479795837066_615x300

Uol

O Brasil perdeu 715.816 postos de trabalho formais de janeiro a outubro deste ano. Mas quatro Estados conseguiram, por enquanto, se manter no azul. Em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima, houve mais contratações do que demissões em 2016. Em 2015, nenhuma das 26 unidades da Federação conseguiu escapar de fechar o ano no vermelho.

Duas características ajudam a explicar o fenômeno: predominância do agronegócio e produção com mercado internacional. “No geral, é o agronegócio que tem evitado que o desastre do emprego no Brasil seja ainda maior”, diz Mário Magalhães, coordenador de estatísticas do Ministério do Trabalho.

Agronegócio salva os números

Mas, mesmo nesses Estados, o saldo positivo no emprego não é uniforme. A criação de vagas é concentrada em algumas cidades que têm alguma vantagem competitiva. E, com exceção de Roraima, as capitais, onde se concentram as maiores populações, perderam milhares de empregos.

Em Goiás, dos 36 municípios com mais de 30 mil habitantes, em apenas pouco mais da metade, 20, houve mais contratações do que demissões. O destaque é o município de Cristalina, um dos principais polos do agronegócio no Brasil, a 130 quilômetros de Brasília. Sozinho, Cristalina teve saldo de 4.071 vagas de janeiro a outubro, número que é próximo do saldo do Estado como um todo (4.473).

Nesse mesmo período, Goiânia perdeu 7.480 vagas. “O setor de serviços, onde se concentra a maior parte da população empregada, está indo muito mal”, diz Mário Magalhães. É um setor puxado pelo consumo das famílias e pelos investimentos da empresa, ambos em queda. Isso explica em grande parte o desempenho ruim das capitais, onde se concentram essas vagas.

Capitais ficam para trás

O comportamento se repete no Mato Grosso, onde três municípios com agropecuária forte puxam os números para cima: Sinop (saldo de 1.001 vagas), Campo Verde (902) e Barra do Bugres (717).  A capital Cuiabá e a vizinha Várzea Grande, juntas, porém, perderam 6.996 vagas.

Mato Grosso do Sul foge um pouco do padrão. Das 14 cidades com mais de 30 mil habitantes, 11 têm mais contratações do que demissões em 2016. As perdas estão quase todas concentradas na capital, Campo Grande.

Além disso, a locomotiva do emprego no Estado tem sido a cidade de Três Lagoas (2.639 vagas de saldo), graças em grande parte à produção de celulose para exportação, que não é sujeita às variações sazonais das outras commodities do agronegócio e se beneficia da desvalorização do dólar.

Roraima é o único Estado com mercado de trabalho no azul fora do Centro-Oeste, mas lá a razão também é o agronegócio. “Roraima é uma nova fronteira agrícola, que ainda se encontra em expansão”, diz o secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado, Alexandre Henklain.  “De certa forma, nos chegamos atrasados ao boom do agronegócio e estamos colhendo os frutos positivos agora”, diz Henklain.

Prefeitura inicia obras de recapeamento asfáltico no centro e bairros de Afogados 

A Prefeitura de Afogados deu início nesta terça-feira (3) às obras de recapeamento asfáltico que irão beneficiar mais de 40 ruas e trechos de ruas no centro e nos bairros São Braz, São Francisco e Sobreira.  O investimento será de cinco milhões de reais, recursos captados exclusivamente para o recapeamento de ruas antigas, muitas delas […]

A Prefeitura de Afogados deu início nesta terça-feira (3) às obras de recapeamento asfáltico que irão beneficiar mais de 40 ruas e trechos de ruas no centro e nos bairros São Braz, São Francisco e Sobreira. 

O investimento será de cinco milhões de reais, recursos captados exclusivamente para o recapeamento de ruas antigas, muitas delas com mais de 20 anos de pavimento em paralelo, com bastante desgaste e alto custo de manutenção. O objetivo da ação é melhorar a mobilidade urbana e dar mais fluidez ao trânsito. O asfalto usado é o CBUQ, mesmo tipo utilizado em rodovias. 

As obras tiveram início pela Gustavo Fittipaldi e suas transversais, no bairro São Sebastião. As ruas Júlio Câmara, Aparício Veras, Pedro Pires, Joaquim Nazário, Antônio Vidal, no Centro; José de Sá Maranhão, no São Francisco; Nelson Alves de Souza, no Sobreira; e Valdecir Xavier de Menezes, no São Braz; serão algumas das ruas contempladas.

Quem quer dormir na praça?

Essa senhora se chama Maria Aparecida, de 45 anos. Sem casa e com os poucos pertences jogados próximo à área dos brinquedos, em plena Praça Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, no Pajeú, diz que foi despejada porque não tem como pagar o  aluguel de R$ 250. “Não recebi ainda o Auxílio Brasil “, disse. Nenhum […]

Essa senhora se chama Maria Aparecida, de 45 anos.

Sem casa e com os poucos pertences jogados próximo à área dos brinquedos, em plena Praça Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, no Pajeú, diz que foi despejada porque não tem como pagar o  aluguel de R$ 250.

“Não recebi ainda o Auxílio Brasil “, disse. Nenhum assistente social do município esteve lá, mesmo com essa situação acontecendo no principal cartão postal da cidade.

O companheiro ao lado dela tira a pouca renda como engraxate. “Não tem material para trabalhar e não arrumam emprego”. Ela comia uma pipoca dizendo que era a janta dela.

Está a oito dias dormindo ali. Me comprometi em ajudá-la e também vejo que essa situação puxa um debate sobre os mais vulneráveis. “Não aguento mais dormir no frio”, reclama.

Alguns vão dizer que “pode ser preguiça”, “falta vontade pra trabalhar”, “tem emprego e não tem quem queira”. Ainda não consegui entender como alguém dorme numa praça nesse frio que tem feito porque não quer trabalhar…

Se também puder ajudá-la, ela continua lá. Amanhã mobilizo a sociedade para tentar um lugar minimamente decente para ela dormir. A Fundação que mantém a Rádio Pajeú vai ajudar. Quando eu questiono aqui as políticas públicas eventualmente priorizadas em detrimento de situações como essa, é disso que estou falando.