Público prestigia o Festival Nacional da Seresta
Por Juliana Lima Os vereadores serra-talhadenses Gin Oliveira e Vandinho da Saúde testaram positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pelos próprios parlamentares nas redes sociais na noite desta sexta-feira (21). Os dois são vacinados e estão bem, mantendo o isolamento domiciliar. “Quero informar que testei positivo para Covid-19, vou me isolar o tempo necessário, […]

Por Juliana Lima
Os vereadores serra-talhadenses Gin Oliveira e Vandinho da Saúde testaram positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pelos próprios parlamentares nas redes sociais na noite desta sexta-feira (21). Os dois são vacinados e estão bem, mantendo o isolamento domiciliar.
“Quero informar que testei positivo para Covid-19, vou me isolar o tempo necessário, quero reforçar também que é super importante o uso da máscara, álcool e distanciamento social, estou bem. Apenas com um pequeno desconforto, mas já estou tomando medicação, tudo está nas mãos de Deus”, escreveu Gin, que é vice-presidente da Câmara de Vereadores e líder do governo Márcia Conrado na casa.
É a quarta vez que Vandinho da Saúde é diagnosticado com o vírus. “Passando aqui para comunicar que testei positivo pela quarta vez para Covid-19, infelizmente é uma doença que estamos expostos a ela todo o tempo, o momento é de nos cuidar e cuidar dos nossos familiares, estou vacinado mas infelizmente contraí essa doença novamente, agora tomar todas as medidas necessárias para se recuperar o mais rápido possível”, escreveu o parlamentar, que também integra a base governista.
Gin Oliveira e Vandinho da Saúde cumprem o primeiro mandato parlamentar em Serra Talhada. Gin foi eleito com 1.055 votos e Vandinho com 1.110 votos.
Nesta quarta, dia 13, o Lions Clube parabenizou os 20 anos do CEDEC Arcoverde por suas obras no Brasil e no mundo. Na oportunidade participou da campanha do CEDEC de arrecadação de alimentos para famílias carentes. Houve a doação de mais de 300 quilos de alimentos e material de higiene distribuídos em 25 cestas básicas. […]
Nesta quarta, dia 13, o Lions Clube parabenizou os 20 anos do CEDEC Arcoverde por suas obras no Brasil e no mundo.
Na oportunidade participou da campanha do CEDEC de arrecadação de alimentos para famílias carentes.
Houve a doação de mais de 300 quilos de alimentos e material de higiene distribuídos em 25 cestas básicas. Essa arrecadação foi fruto de uma campanha do Lions com seus sócios e sociedade arcoverdense.
O Padre Adilson Simões agradeceu a doação. “Nesse momento de pandemia que estamos enfrentando, essa doação chega em uma boa hora, pois muitas famílias estão necessitadas”.
O Presidente do Lions Clube Arcoverde, Major Marcelino Carvalho, disse que mesmo com o isolamento social, as ações do clube em prol dos mais necessitados não podem parar.
Jornalismo tem que sentir a dor do outro O jornalismo profissional vive um dilema e encruzilhada ética no Brasil. Por aqui em Pernambuco não é diferente. Isso é fácil de explicar. Encantados com a proximidade do poder ou dos que o querem, muitos tem esquecido do sublime papel da profissão. Está lá no Código de […]
Jornalismo tem que sentir a dor do outro
O jornalismo profissional vive um dilema e encruzilhada ética no Brasil. Por aqui em Pernambuco não é diferente.
Isso é fácil de explicar. Encantados com a proximidade do poder ou dos que o querem, muitos tem esquecido do sublime papel da profissão. Está lá no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros: o jornalista não pode valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
O jornalista deixa pra trás o ideal de um jornalismo que transforme, que faça diferença na vida principalmente dos que precisam de sua atuação para ter direitos fundamentais garantidos.
Claro que não há perfeição total ou imperfeição plena. E nada tem a ver com a bobagem sobre ter ou não diploma, que nem é mais questão após decisão do Supremo, de 12 anos atrás. Há bons jornalistas sem diploma e péssimos com o canudo, e vice-versa. Tem a ver com a essência da profissão.
O caso da semana, de 44 famílias entregues à própria sorte na divisa de três municípios do Pajeú na área da Barragem da Ingazeira por conta de um planejamento que não respeitou o ser humano, é um exemplo disso.
Por falta de execução de obras complementares de estradas para acesso às áreas urbanas e alteração da rede de distribuição, pais e mães de família, idosos e crianças estão sem nenhuma comunicação com o mundo moderno.
Sem acesso adequado há mais tempo, ilhados pelo maior volume de águas após as chuvas e sem energia desde quinta, essas pessoas tem sofrido muito. Cansadas de aguardar, desde quarta da semana passada mantém contato com o blog para denunciar esse absurdo. Foi quando as pessoas simples mas cientes de dois acessos essenciais – estrada e energia – relataram, como num grito de socorro, o drama vivido.
Aí vale o registro inicial. A partir daí, não há fronteira que deva barrar o exercício do jornalismo em nome dessa gente. A questão envolve empresas privadas como a Celpe, órgãos federais como o DNOCS, Governo do Estado, prefeituras, Ministério Público e vereadores da região. Todos em maior ou menor escala tem obrigação de fazer ou defender aquela gente.
E até que seja resolvida a questão de forma definitiva, o nosso papel é noticiar, cobrar, apontar, registrar, como numa novela que só acaba com o último capítulo. Prova disso é que a cobrança formal do MP à Celpe, assinada pelo promotor Cícero Barbosa Monteiro Júnior, de Tuparetama, usa as matérias do blog como ponto de partida para exigir providências.
Chama a atenção porque essa questão tem sido pouca explorada por outros veículos. Ajudaria muito reverberar o grito daquela gente. Mas a impressão é de que a situação não renda cliques, confronte interesses, como se não tivesse importância lutar por aquele povo. Mas vamos seguir até o fim.
Dentre tantas situações que marcaram a história de quem assina esta coluna, de uma não esqueço. Visitando familiares em Brasília, fui reconhecido por um sertanejo que morava na capital federal havia um tempo.
Às lágrimas, veio me agradecer por um favor que havia feito à sua mãe. Disse que ela precisou de minha ajuda para ser internada em um hospital da região. Perguntei como ela estava. “Morreu depois que foi pro hospital”, disse emocionado.
Sem jeito, disse sentir muito e ouvi: “não fique mal. Você garantiu que minha mãe tivesse um leito pra morrer como gente”. Lembrei que tratava-se de uma senhora que estava muito mal mas não conseguia um leito e que só sosseguei quando foi finalmente internada.
Ou seja, a gratidão era porque ela morreu, mas com dignidade, assistida clinicamente.
Esse episódio do filho grato mesmo com a perda da mãe me mostrou que em nome da dignidade humana, não podem haver barreiras para o jornalismo.
Botou no chinelo
Já que a prefeita não fala, Dinca Brandino é responsável pelas poucas declarações em defesa da gestão, garantindo que não governa de fato. Comentando um projeto de regularização fundiária, disse em uma live que, assim possamos dizer, Nicinha Brandino faz a melhor gestão da região”.
Vazacôco
Saiu o porquê do prefeito Côco de Odálio, de Tavares, não ter ido à uma entrevista na Cidade FM. No dia, estourou o vazamento de vídeos e fotos de um envolvimento extraconjugal do gestor. Ele disse que seu celular foi hackeado, numa saída comum nesses casos. Só não nega o conteúdo.
A dose
Sem estrutura nem saco para, como nos demais casos, disciplinar a Feira do Rolo, a prefeitura de Afogados fez como quem, para matar um mosquito sobre a mesa, destrói a mesa. A feira, que tem muitas pessoas pobres, sem sobrenome, que ganham alguns trocados pra comer, parece estar interditada para todo o sempre.
Vigilante
O advogado e ex-desembargador do TRE, Roberto Morais, informa à Coluna que nesta segunda tem nova reunião com a Diretoria da Celpe, para resolver a retomada no fornecimento de energia dos ribeirinhos da Barragem da Ingazeira e estudar saída definitiva para o problema.
Carlos convoca
O Deputado tabirense Carlos Veras (PT), Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara foi autor do requerimento que convocou Guilherme Boulos e o influencer Felipe Neto para depor em Audiência na Casa. Os dois foram intimados por criticar Bolsonaro com base na Lei de Segurança Nacional, algo que não ocorria desde a redemocratização.
Quente, frio
Dos pré-candidatos do Pajeú a Deputado Estadual, Luciano Duque, de Serra Talhada está com a candidatura quente, Paulo Jucá, de São José do Egito, morna e José Patriota, de Afogados da Ingazeira, friiiia. Já disse não aturar a história do “voto estrutural”, que resolve, mas desqualifica.
Frase da semana: “Houve incompetência e ineficiência”.
De Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência (Secom), à Veja, sobre a gestão da pandemia pelo governo federal, especialmente no ciclo de Eduardo Pazuello na Saúde.
Nesta quarta-feira (26), o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), participou de audiência em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, para tratar da conclusão do residencial Vanete Almeida. Segundo Duque, o ministro garantiu que o processo de retomada da obra, será agilizada, junto ao Banco do Brasil, para que em breve […]

Nesta quarta-feira (26), o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), participou de audiência em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, para tratar da conclusão do residencial Vanete Almeida.
Segundo Duque, o ministro garantiu que o processo de retomada da obra, será agilizada, junto ao Banco do Brasil, para que em breve o residencial fique pronto para ser entregue aos contemplados.
Duque informou ainda que a reunião teve a articulação do deputado federal Fernando Monteiro. “Fernando tem nos ajudado a encaminhar pautas importantes em Brasília e tem sido um grande parceiro de Serra Talhada”, confirmou.
O prefeito de Serra Talhada, ainda agradeceu o apoio de Fernando Monteiro, e ao ministro Gustavo Canuto, pela disponibilidade de recebe-lo. “Agradeço ao deputado pelo apoio e ao ministro Gustavo Canuto pela disponibilidade de nos receber e por se comprometer com a resolução definitiva desse pleito que vai melhorar a vida de mais 902 famílias do nosso município”, pontuou.
O Pleno do Tribunal de Contas reformou nesta quarta-feira (08) o Acórdão TC nº 530/2013 para julgar irregular o objeto de uma Auditoria Especial realizada no Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros (Suape), entre os exercícios de 2007 e 2009, para apurar a cessão de areia de aterros a pessoas jurídicas privadas na gestão do […]
O Pleno do Tribunal de Contas reformou nesta quarta-feira (08) o Acórdão TC nº 530/2013 para julgar irregular o objeto de uma Auditoria Especial realizada no Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros (Suape), entre os exercícios de 2007 e 2009, para apurar a cessão de areia de aterros a pessoas jurídicas privadas na gestão do hoje senador Fernando Bezerra Coelho, imputando-lhe um débito no valor de R$ 5.711.910,00.
A Segunda Câmara, por maioria, vencido o voto do relator, julgou regular com ressalvas o objeto desta auditoria. Mas o Ministério Público de Contas, através da procuradora geral, Germana Laureano, entrou com Pedido de Rescisão, que foi parcialmente aceito pela relatora do recurso, conselheira substituta Alda Magalhães.
De acordo com o MPCO, a auditoria apurou a dragagem de 995 mil metros cúbicos de areia, dos quais 235 mil foram cedidos a empresas contratadas pela estatal, com compensação na planilha de custos, e 760 mil a empresas sem qualquer vínculo contratual com Suape. A areia foi destinada às seguintes empresas: Consórcio Terraplenagem (obra da Refinaria Abreu e Lima), Petroquímica Suape, Consórcio Tatuoca (obra do Estaleiro Atlântico Sul), Construtora Venâncio (obra da Campari), Odebrecht (construção da Ponte do Paiva), Enertec, Suata, Amarno e Fasal.
Para o Ministério Público de Contas, houve renúncia de receita por doação de areia no valor de R$ 5.711.910,00, sendo que só a partir de janeiro de 2009 a empresa Suape passou a comercializar o produto ao preço de R$ 7,50 o metro cúbico. Apenas a Petrobrás pagou pela areia retirada para a terraplenagem da obra da refinaria e, mesmo assim, a um preço bem inferior aos que eram praticados no mercado.
DEGRADAÇÃO – O recurso foi redistribuído para Alda Magalhães em 27/10/2016, seguindo-se pedido de vistas de alguns conselheiros. Ao relatar o processo nesta terça-feira, ela disse que “a doação a empresas privadas institucionalizou-se profundamente naquele estatal, contaminando-a”, caracterizando-se como “conduta endêmica em claro e preocupante sinal de degradação da própria dignidade da atividade administrativa, reduzida ao plano subalterno da liberalidade institucional”.
Afirmou ainda que foi criada em Suape, naquele período, uma “espécie de zona franca” em que reinou a “discricionaridade de conjuntura, desviante da ordem jurídica, em ultraje à própria instituição e ao sentimento de moralidade que deve sempre prevalecer no trato da coisa pública”.
Por fim, declara que não encontra abrigo no seu voto a “Teoria do Domínio da Posição do Comando” e que a responsabilidade do então diretor-presidente Fernando Bezerra se impõe, “não pela posição de chefe, mas pela ação de comandar ou pela omissão de impedir”.
“No caso concreto, não foi o agente responsabilizado por estar à frente do cargo máximo da estatal, mas por determinar as doações e a elas anuir, já que não alegou ignorância a respeito do assunto. Muito pelo contrário, empenhou-se em tentar demonstrar a regularidade do delito”, afirma o voto da relatora.
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