Profissionais de saúde participam de curso de atualização em vacinação na X Geres
Por André Luis
Neste mês de setembro, a X Gerência Regional de Saúde (Geres), com sede em Afogados da Ingazeira, está promovendo um Curso de Atualização em Sala de Vacina voltado para profissionais de saúde dos doze municípios que compõem a região. O curso aborda temas essenciais, como boas práticas em imunização, atendimento e notificação de eventos adversos, o Calendário Nacional de Vacinação, doenças imunopreveníveis e suas vacinas, além de ações de promoção de vacinação e registro de informações em sistemas oficiais.
Com o objetivo de fortalecer a qualidade das atividades de vacinação no Alto Pajeú, a formação teve início nesta terça-feira (10/09) e será dividida em duas turmas. A primeira, composta por 62 profissionais, participa das aulas na sede da X Geres, em Afogados da Ingazeira, nos dias 10 e 11 de setembro. Já a segunda turma, formada por 50 profissionais, terá aulas nos dias 24 e 25 de setembro, em São José do Egito, sede da Microrregião de Saúde.
“Atualizar os profissionais que atuam nas salas de vacina é fundamental para melhorar a qualidade do processo de vacinação, além de aumentar as coberturas vacinais do Calendário Nacional. Com isso, podemos alcançar as metas dos indicadores de saúde”, destacou Severina Sousa, coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) da X Geres.
O curso é uma iniciativa para garantir Atividades de Vacinação de Alta Qualidade (Avaq) na região, reforçando a importância da imunização e do atendimento qualificado para a saúde pública local.
A Associação de Artistas de Tuparetama (ACATU) realizou no último sábado (1º), com apoio da Prefeitura Municipal, através do secretário de Cultura, Desporto e Turismo do município, Fernando Marques, o Balaio Cultural. O evento foi realizado no Espaço Cultural da Praça da Academia das Cidades de Tuparetama e contou com a participação de: Ramon Farias, […]
A Associação de Artistas de Tuparetama (ACATU) realizou no último sábado (1º), com apoio da Prefeitura Municipal, através do secretário de Cultura, Desporto e Turismo do município, Fernando Marques, o Balaio Cultural.
O evento foi realizado no Espaço Cultural da Praça da Academia das Cidades de Tuparetama e contou com a participação de: Ramon Farias, Rimas em Canto e o Coco Lampião de Serra Talhada.
O Secretário Fernando Marques, comemorou o sucesso do evento. “Mais uma vez foi uma apresentação com uma grande presença de público e com a riqueza das apresentações culturais”, disse.
Segundo Fernando, o Balaio Cultural alcançou um grande sucesso, em 2018, estando desde agora preparando a programação para a edição do 8º aniversário. “Vivemos a expectativa da edição especial de aniversário que será em 5 de janeiro”, disse o secretário.
O Balaio Cultural teve início, em janeiro de 2011, tendo entre os idealizadores, o produtor cultural, Fernando Marques. O evento acontece todo primeiro sábado de cada mês divulgando a cultura sertaneja, os artistas, os talentos de Tuparetama e da região. Este evento vem promovendo a cultura do repente, da poesia, da declamação, da dança, da música, das artes plásticas, do vídeo, do cinema e do teatro, dentre outras.
Incentivando o desenvolvimento sustentável de Pernambuco, o fornecimento de alimentos para o Palácio do Campo das Princesas, pela primeira vez, será feito por meio da agricultura familiar. Foi publicado na edição da última quinta-feira (4) do Diário Oficial do Estado o contrato com a Cooperativa de Desenvolvimento Agricultura Familiar do Estado de Pernambuco (Coofeapa), no […]
Incentivando o desenvolvimento sustentável de Pernambuco, o fornecimento de alimentos para o Palácio do Campo das Princesas, pela primeira vez, será feito por meio da agricultura familiar. Foi publicado na edição da última quinta-feira (4) do Diário Oficial do Estado o contrato com a Cooperativa de Desenvolvimento Agricultura Familiar do Estado de Pernambuco (Coofeapa), no valor de R$ 97 mil.
Esta mesma cooperativa já fornece os alimentos utilizados nas merendas escolares da Rede Estadual de Ensino. Além de fomentar a produção agroecológica de alimentos, a contratação também representa mais economia para os cofres públicos. Somente em 2023, houve uma economia de R$ 933 mil na compra de alimentos para a sede do Governo do Estado, já que as despesas com alimentação caíram de R$ 1.229.771,1 em 2022 para R$ 296.618,2 no ano passado, uma diferença de 76%.
“Nosso governo tem o compromisso de fortalecer a agricultura familiar e, pela primeira vez, os suprimentos do Palácio do Campo das Princesas virão de pequenos produtores. Além de garantirmos uma alimentação mais saudável para os servidores, ainda vamos contribuir com a sustentação econômica dessas famílias de agricultores. Pernambuco tem mais de 280 mil unidades agropecuárias, sendo a maioria delas dedicada à agricultura familiar, então investir naqueles que vivem nas zonas rurais é, também, avançar no desenvolvimento socioeconômico do Estado”, destacou a governadora Raquel Lyra.
De acordo com a secretária de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca (SDA), Ellen Viégas, a contratação da cooperativa contribui para a geração de emprego no campo. “A aquisição de gêneros produzidos pela agricultura familiar valoriza a mulher e o homem do campo, oferecendo apoio à geração de emprego e renda para o pequeno agricultor. A compra direta garante tanto a qualidade dos produtos quanto menores preços”, disse.
“Fazer um processo desse porte significa maior incentivo à valorização do pequeno produtor. Também estamos contribuindo para o fomento da produção sustentável”, comentou a administradora do Palácio do Campo das Princesas, Suylliane Oliveira.
A Coofeapa fica no município de Camocim de São Félix, no Agreste, e cultiva mais de 40 produtos da agricultura familiar em 300 hectares. Atualmente, existem 290 cooperados, mas com a ampliação do contrato esse número deve crescer neste ano. “Esse incentivo da governadora Raquel Lyra vai ajudar muito a nossa produção. E para atender às demandas da merenda escolar e da sede do Governo do Estado devemos ampliar para mais de 500 cooperados”, afirmou o presidente da Coofeapa, Severino Carvalho.
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores Por Amanda Rainheri/JC Online Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores
Por Amanda Rainheri/JC Online
Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara anunciou às pompas um pacote de investimentos de mais de R$ 50 milhões para o Cabo. Entre as novidades, a construção de uma rodovia que daria a 20 mil estudantes o sonho de um futuro melhor.
Quase dois anos após a assinatura da ordem de execução, a PE-33, único acesso aos novos câmpus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município, virou sinônimo de abandono, descaso e desperdício de dinheiro público. Um pesadelo para alunos, moradores do entorno e para as instituições de ensino que deveriam ser beneficiadas.
A situação da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho (UACSA) da UFRPE é a mais delicada. A ausência da rodovia resultou na suspensão por tempo indeterminado da obra, que está 60% concluída. E pior: a universidade corre o risco de perder a verba para execução do restante.
Sem a PE-33, o acesso ao canteiro de obras ficou inviabilizado. A empresa responsável pelo serviço enfrentava problemas financeiros desde 2017 e era sustentada pela obra no Cabo. Com a impossibilidade de prosseguir a construção, veio a falência e o distrato do contrato.
Os R$ 80 milhões que seriam usados para concluir o câmpus precisarão retornar aos cofres nacionais, enquanto um novo processo licitatório é aberto para contratação de outra empresa.
“O problema é que não temos garantia nenhuma de que esse dinheiro irá voltar. O Ministério da Educação (MEC) disse não ter como repassar, porque esse valor entra para o Tesouro Nacional e acaba diluído. Estamos em uma situação difícil, que poderia ser evitada se a rodovia tivesse sido construída”, argumenta a reitora da Rural, Maria José de Sena.
A obra tem custo total de R$ 250 milhões. Desses, aproximadamente R$ 120 milhões foram gastos. Não bastasse o valor já empenhado, a universidade ainda arca com o aluguel de cerca de R$ 200 mil mensais por um empresarial, onde estudam provisoriamente 3 mil alunos de cinco cursos de engenharia (mecânica, civil, elétrica, materiais e eletrônica).
“O prédio não tem estrutura de universidade. Funcionar em um lugar não destinado a esse fim é algo que traz prejuízo para os alunos”, pontua a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Erika Suruagy.
A opinião é compartilhada por Lucas Martins, 27 anos, estudante do 10º período de engenharia elétrica. “Não temos restaurante universitário. Ou comemos no shopping (o local fica próximo ao Costa Dourada) ou em um restaurante privado, que é caro. Além disso, no novo câmpus, existe a promessa de ter uma Casa do Estudante e transporte até a universidade.”
O drama do IFPE também é grande. As obras foram finalizadas e o prédio, que ocupa área de 12.650 metros quadrados, entregue no fim do ano passado. Mas o investimento de R$ 35 milhões corre o risco de ter sido em vão. Isso porque, sem a rodovia, não é possível o acesso. A instituição tem 600 estudantes de ensino técnico e superior. “O acesso que existe é provisório, usado para a construção. Existem problemas como iluminação e transporte público, que são essenciais para o funcionamento do câmpus e esbarram na falta da rodovia”, defende o diretor-geral do câmpus do Cabo, Daniel Assunção.
Os estudantes ocupam hoje parte das instalações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (Fachuca). “A falta da rodovia nos traz grandes problemas. Aumentamos o número de vagas, porque tínhamos a expectativa de iniciar o semestre no novo prédio e agora temos que nos desdobrar em um espaço pequeno. Passamos a dar aulas aos sábados para organizarmos os horários. O problema é que muitos alunos dependem do transporte intermunicipal oferecido pela prefeitura, que não funciona no fim de semana. Assim, alguns não podem assistir às aulas por falta de dinheiro para o transporte”, conta Jane Miranda, professora do IFPE do Cabo e coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais em Pernambuco (Sinef-PE).
Os alunos do curso técnico em cozinha são obrigados a realizar as aulas práticas em ônibus adaptados. “Minha turma tem 13 pessoas e não cabem todos. A estrutura é quente e ruim e isso afeta o aprendizado. Não é culpa do instituto, porque o prédio está pronto, só não podemos ir pra lá”, desabafa Laís da Silva, 29 anos, aluna do 3º período do curso.
Licitada em 2014, a obra teve início em outubro de 2017. Em janeiro do ano seguinte, foi paralisada, após atraso no pagamento da empresa que realizava o serviço. A PE-33 tem 8,7 quilômetros de extensão e custo de R$ 32,7 milhões. O primeiro trecho, de dois quilômetros, da BR-101 até os câmpus, tem custo de R$ 10 milhões (R$ 7,5 milhões das obras e R$ 2,5 milhões de desapropriações) e deveria ter ficado pronto 120 dias após o início das obras.
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco (Seinfra) reforçou que as obras da PE-33 “são uma das prioridades da gestão estadual”. O governo disse ainda que está trabalhando para viabilizar junto ao Ministério da Educação (MEC) um repasse de R$ 15 milhões. O pleito só deverá ser formalizado no final do mês de abril.
Impacto ambiental
Outro problema decorrente da obra afeta moradores e obrigou a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho a notificar as empresas envolvidas nas obras da região. “Quando chove, a lama invade as casas dos moradores e dificulta o acesso. Além disso, temos vários prejuízos ambientais, como assoreamento de cursos-d’água”, destaca a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo, Catarina Dourado.
O governo do Estado foi procurado pela reportagem para falar sobre os impactos ambientais, mas não deu retorno até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (12).
Convenção aconteceu na tarde deste domingo, no Clube Internacional Por André Luis O União Brasil realizou na tarde deste domingo (31), no Clube Internacional, a convenção que oficializou a chapa da coligação “Pernambuco com força de novo”, composta por quatro partidos: União Brasil, Podemos, Patriota e PSC. Em Pernambuco a chapa é formada pelo candidato […]
Convenção aconteceu na tarde deste domingo, no Clube Internacional
Por André Luis
O União Brasil realizou na tarde deste domingo (31), no Clube Internacional, a convenção que oficializou a chapa da coligação “Pernambuco com força de novo”, composta por quatro partidos: União Brasil, Podemos, Patriota e PSC.
Em Pernambuco a chapa é formada pelo candidato ao Governo do Estado, Miguel Coelho, sua vice, Alessandra Vieira e o advogado Carlos Andrade Lima, para o Senado.
Em seu discurso, Miguel destacou o encerramento da pré-campanha lembrando do percurso que fez.
“Foram mais de 250 eventos, mais de 140 cidades visitadas por mim e por Alessandra. Por onde passamos fomos nos apresentando, falando do que tinham feito com Pernambuco e explicando o que queríamos fazer com o nosso Estado. E por onde passamos viemos trazendo novos apoios, novas adesões e novas biografias para somar ao nosso time e ao nosso projeto”, destacou Miguel.
Ele lembrou que a campanha de fato tem início a partir de hoje e disse estar com energia, gás, mas “acima de tudo, amor para poder mostrar a Pernambuco como o nosso povo merece ser tratado”.
Miguel reforçou o que vinha prometendo durante a sua pré-campanha, como construção de hospitais, e o que chamou de “safadeza da Compesa” e ainda sobre valorizar as policias e abertura de creches.
“Mas o maior recado que precisamos sair daqui na ponta da língua é que esse projeto liderado por Miguel e por Alessandra tem um objetivo muito simples, que é poder devolver a autoestima, orgulho e força do povo pernambucano”, destacou.
Mais uma vez Miguel voltou a dizer que não pretende nacionalizar o debate eleitoral, mostrando que quer ficar longe da polarização Lula X Bolsonaro.
Confiante de que conseguirá chegar ao segundo turno, Miguel disse que estenderá a mão para os adversários de agora.
“Por onde eu passo, as pessoas dizem: ‘se fizer metade do que fez em Petrolina, Pernambuco muda’. Eu vou fazer muito mais do que fiz em Petrolina essa é a missão da minha vida”, pontuou Miguel.
A região também recebeu o Abatedouro Público Municipal com qualidade sanitária, gerando emprego e renda para a população. O governador Paulo Câmara inaugurou, neste domingo (24.06), no município de Lajedo, a 11° Companhia Independente de Policia Militar (CIPM). A nova unidade contará com um efetivo de 140 policiais, que reforçarão a prevenção e combate ao […]
A região também recebeu o Abatedouro Público Municipal com qualidade sanitária, gerando emprego e renda para a população.
O governador Paulo Câmara inaugurou, neste domingo (24.06), no município de Lajedo, a 11° Companhia Independente de Policia Militar (CIPM). A nova unidade contará com um efetivo de 140 policiais, que reforçarão a prevenção e combate ao crime na Microrregião de Garanhuns, atendendo também os municípios de Jupi, Jucati, Panelas, Jurema, Calçados, Ibirajuba e Canhotinho. Ao todo, mais de 120 mil moradores serão beneficiados. Na ocasião, o chefe de Executivo também inaugurou o Abatedouro Público Municipal.
“São sete municípios que vão compor essa Companhia, que vai reforçar o policiamento, e ao mesmo tempo vai dar condições de celeridade para as investigações, para as prisões e diminuição dos homicídios e assaltos. Ao mesmo tempo, temos a certeza de que, com ações como essa, é possível vencer a criminalidade e melhorar a segurança a partir da interação com os municípios”, pontuou o governador.
A 11° CIPM atuará por meio do policiamento a pé, patrulhas rurais, Grupamento de Apoio Tático Itinerante (GATI) e Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM). Com um total de 20 viaturas, a unidade recebeu, no início de julho, seis novas motocicletas Honda XRE 300 cilindradas, além de coletes e novas pistolas entregues, no mês de maio, pela Força Nacional.
“São 140 novos policiais militares aqui na 11° Companhia Independente. Além de um grande reforço de equipamentos. Tudo isso para comprovar nosso comprometimento com a segurança e com a redução da violência aqui no município de Lajedo, nas regiões circunvizinhas e no Estado de Pernambuco como um todo”, garantiu o Secretário de Segurança Pública, Antônio de Pádua.
O prefeito do município de Lajedo, Rossini Cordeiro, afirmou que o equipamento veio em boa hora e comentou sobre seus efeitos positivos. “Em um momento como esse, em que o Brasil todo sofre com a violência, é muito bom Lajedo ter um reforço tão importante como a Companhia. Inclusive, a ação já está surtindo efeito e diminuindo os índices de violência do nosso município e das cidades vizinhas”.
Abatedouro Público – Com a intenção de combater o abate clandestino e garantir que as normas padrões sejam cumpridas, o governador inaugurou o Abatedouro Público Municipal de Lajedo. A obra contou com um investimento no valor de R$ 1.266.307 e visa assegurar, para a população do município e das regiões vizinhas, uma carne de qualidade e, consequentemente, melhorar as condições da saúde local.
O equipamento chega para realizar um sonho da comunidade local, que vai servir de referência para toda a região, seja no corte bovino, suíno e na caprinovinocultura. Vai ser um abatedouro com qualidade sanitária, gerando emprego e renda para a população.
Também estiveram presentes no evento o deputado federal André de Paula; os deputados estaduais Vinícius Labanca e Álvaro Porto; os secretários estaduais André Campos (Casa Civil), Wellington Batista (Agricultura e Reforma Agrária), Marcos Baptista (Planejamento e Gestão) e Antônio de Pádua (Defesa Social); o chefe de gabinete Gustavo Negromonte; o secretário municipal Diogo Quintino (Políticas Agropecuárias); os prefeitos Douglas Duarte (Angelim), Expedito Nogueira (Calçado), Felipe Porto (Canhotinho); Ednaldo Peixoto (Jucati), Agnaldo Inácio (Jurema), Débora Almeida (São Bento do Una) e Marcelo Neves (Palmeirina); a vice prefeita de Lajedo, Leda Machado; o presidente da câmara municipal de Lajedo, Deníson da Água; e o presidente da Adagro, Paulo Andrade.
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