A vereadora do Recife, Priscila Krause (DEM), anunciou, nesta quarta-feira (18), em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM, que será candidata a deputado estadual nas eleições do próximo ano. “Vou ser candidata a deputada estadual, estou trabalhando para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa”, disse a democrata.
Nos bastidores, essa possibilidade já era dada como certa. Até então, a própria parlamentar tratava o assunto como especulação. Nesta quarta, ela oficializou a decisão de concorrer a uma cadeira na Alepe. Será a segunda vez que ela disputa o cargo de deputada estadual.
Nas eleições de 2010, Priscila obteve 32.675 votos, dos quais 21.977 apenas no Recife. Tony Gel foi o deputado mais votado do DEM com 38.323 votos. Naquele pleito, além de Gel, o Democrata elegera Maviael Cavancanti. Próximo ano, com a saída do ex-prefeito de Caruaru para o PMDB a expectativa é que o DEM elega apenas um parlamentar.
GOVERNO Questionada sobre quem seu o seu candidato a governador, Krause disse ainda não saber. “Não sei quem vou apoiar para governador, sei apenas que serei candidata”, desconversou a vereadora do Recife. (Folha PE)
Nova lei zera o imposto de importação de 20% para pequenas compras feitas pela internet e reduz a alíquota para remessas de maior valor. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (10), a medida que zera o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, valor equivalente a cerca de […]
Nova lei zera o imposto de importação de 20% para pequenas compras feitas pela internet e reduz a alíquota para remessas de maior valor.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (10), a medida que zera o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, valor equivalente a cerca de R$ 257.
A cobrança, conhecida como “taxa das blusinhas”, tinha alíquota de 20% para compras feitas pela internet por meio de remessas postais.
A nova legislação também reduz de 60% para 30% a tarifa aplicada a mercadorias de até R$ 3 mil por remessa.
Durante a sanção, Lula afirmou que a medida busca beneficiar consumidores de menor renda que fazem pequenas compras no exterior.
“Qual é o ganho que o Estado tem cobrando imposto de quem compra US$ 50? O que nós estamos fazendo aqui é uma reparação”, declarou.
A norma permite ainda que o Ministério da Fazenda altere as alíquotas do imposto de importação e estabeleça tratamento tributário diferenciado conforme o tipo de remessa e a adesão das plataformas ao programa de conformidade da Receita Federal.
O governo também poderá definir limites de quantidade e frequência das compras, além de mecanismos para impedir o fracionamento artificial de encomendas e o uso do regime simplificado para fins comerciais ou de revenda.
O texto aprovado pelo Congresso incluiu ainda isenção do imposto de importação para medicamentos sem similar produzido no Brasil.
A medida foi alvo de críticas de setores empresariais nacionais, que argumentam que a redução dos tributos aumenta a concorrência com produtos importados. O governo, por outro lado, sustenta que a isenção para compras de pequeno valor não deverá causar prejuízos relevantes à indústria e ao comércio brasileiros.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
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Da Itapuama FM No comentário desta quinta-feira (10/09), o jornalista Nill Júnior analisa como anda a reta final da corrida ao governo de Pernambuco. Candidatos que polarizam a disputa, João Campos e Raquel Lyra intensificam a campanha na busca pelos votos dos indecisos e daqueles que podem mudar de opinião. Também avalia a última pesquisa […]
No comentário desta quinta-feira (10/09), o jornalista Nill Júnior analisa como anda a reta final da corrida ao governo de Pernambuco.
Candidatos que polarizam a disputa, João Campos e Raquel Lyra intensificam a campanha na busca pelos votos dos indecisos e daqueles que podem mudar de opinião.
Também avalia a última pesquisa Quaest e o que ele indica no caminho para Raquel Lyra e João Campos.
Acompanhe o comentário completo no vídeo do post e fique por dentro das notícias em www.nilljunior.com.br.
Decisões atingem todas as candidaturas do Mobiliza e do Democrata, além de um nome do Republicanos; ainda cabe recurso ao TSE. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) concluiu, nas sessões dessa quarta-feira (9) e desta quinta-feira (10), julgamentos relacionados aos registros para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa. Foram indeferidas as 40 candidaturas […]
Decisões atingem todas as candidaturas do Mobiliza e do Democrata, além de um nome do Republicanos; ainda cabe recurso ao TSE.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) concluiu, nas sessões dessa quarta-feira (9) e desta quinta-feira (10), julgamentos relacionados aos registros para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa.
Foram indeferidas as 40 candidaturas apresentadas pelo Mobilização Nacional (Mobiliza), as 20 do Democrata e uma candidatura do Republicanos.
Nos casos do Mobiliza e do Democrata, o Tribunal apontou irregularidades na composição dos diretórios estaduais. Segundo a decisão, no momento da realização das convenções partidárias, as duas direções não possuíam anotação de regularidade no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP) do Tribunal Superior Eleitoral.
O TRE-PE também apontou descumprimento da cota de gênero pelas duas chapas. A legislação estabelece que cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas de cada gênero.
Já o registro do candidato do Republicanos foi indeferido porque, segundo a Corte, não havia sido cumprido o prazo mínimo de seis meses de filiação partidária antes da eleição, previsto na regulamentação eleitoral.
As decisões do TRE-PE não encerram a discussão. Os atingidos pelos indeferimentos podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Fonte: Dantas Barreto
Foto: Reprodução
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Investigação identificou uma sequência de repasses entre entidades e empresas ligadas à produtora; a própria PF ressalta que ainda não há comprovação direta da origem do dinheiro. A Polícia Federal identificou indícios de que ao menos R$ 750 mil provenientes de recursos públicos possam ter chegado à Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme […]
Investigação identificou uma sequência de repasses entre entidades e empresas ligadas à produtora; a própria PF ressalta que ainda não há comprovação direta da origem do dinheiro.
A Polícia Federal identificou indícios de que ao menos R$ 750 mil provenientes de recursos públicos possam ter chegado à Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A informação consta de elementos apresentados ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para embasar a operação deflagrada nesta quinta-feira (10) contra o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e outros investigados.
Segundo a PF, o Instituto Conhecer Brasil (ICB), apontado como principal entidade captadora de recursos da rede investigada, recebeu verbas públicas por meio de contrato com a Prefeitura de São Paulo e R$ 2 milhões em emendas parlamentares destinadas por Frias.
Ao analisar o caminho do dinheiro, os investigadores identificaram pagamentos do ICB a empresas do mesmo grupo empresarial. No mesmo período, a NTT Brasil transferiu R$ 750 mil para a Go Up Entertainment, valor próximo aos R$ 700 mil recebidos por duas dessas entidades a partir de recursos vinculados ao instituto.
A Polícia Federal ressalta, porém, que os dados reunidos até o momento não comprovam que os recursos públicos recebidos pelo ICB sejam exatamente os mesmos que chegaram à produtora. A proximidade temporal e a sequência das operações financeiras passaram a integrar a linha de investigação.
A Go Up também recebeu R$ 645,4 mil diretamente de Mario Frias durante o período analisado. Esse repasse e a movimentação de aproximadamente R$ 19 milhões registrada nas contas da empresa entre novembro e dezembro de 2025 já haviam sido apontados pela investigação.
As filmagens de “Dark Horse” ocorreram entre outubro e dezembro de 2025. Frias nega ter destinado emendas parlamentares para financiar a produção do longa.
A apuração sobre eventuais recursos públicos integra a investigação conduzida por Dino. Outro inquérito, sob relatoria de André Mendonça, trata dos valores repassados por Daniel Vorcaro para o financiamento do mesmo filme.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação
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Decisão entendeu que a inserção não apresentou conteúdo calunioso, difamatório, injurioso ou sabidamente inverídico nos termos exigidos pela legislação eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) julgou improcedente, nesta quinta-feira (10), o pedido de direito de resposta apresentado pela Frente Popular de Pernambuco contra a coligação Pernambuco de Coração. A ação questionava uma inserção […]
Decisão entendeu que a inserção não apresentou conteúdo calunioso, difamatório, injurioso ou sabidamente inverídico nos termos exigidos pela legislação eleitoral.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) julgou improcedente, nesta quinta-feira (10), o pedido de direito de resposta apresentado pela Frente Popular de Pernambuco contra a coligação Pernambuco de Coração.
A ação questionava uma inserção de aproximadamente 30 segundos veiculada em emissoras de televisão e rádio. A propaganda relacionava João Campos (PSB) à gestão do ex-governador Paulo Câmara e fazia críticas à administração estadual daquele período.
Ao analisar o caso, o desembargador eleitoral Fernando Braga Damasceno concluiu que não estavam presentes os requisitos previstos na legislação para a concessão de direito de resposta.
“A propaganda não atribui a João Campos a prática de ato determinado durante sua passagem pelo Governo do Estado. Ela rememora fato de sua trajetória política e administrativa e, a partir dele, formula avaliação negativa sobre a gestão então encerrada”, registrou o magistrado.
A decisão também analisou a referência à passagem de João Campos pelo governo Paulo Câmara. Segundo o julgamento, não há controvérsia relevante sobre o fato de ele ter exercido a função de chefe de gabinete do então governador, e mencionar essa circunstância em propaganda eleitoral não configura, por si só, irregularidade.
A inserção questionada fazia referências a obras paradas, problemas na restauração, filas na saúde e notícias sobre desvios de recursos públicos durante a gestão anterior.
A rejeição do pedido de resposta, porém, não significa que o TRE-PE tenha confirmado como verdadeiras todas as críticas veiculadas na propaganda. O Tribunal concluiu que, no conteúdo analisado, não ficou caracterizada ofensa ou afirmação sabidamente inverídica capaz de justificar o direito de resposta previsto na legislação eleitoral.
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