Prefeitura e COMPESA autorizam obra de abastecimento para mais uma comunidade de Afogados
Por Nill Júnior
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira (PSB), assinou a ordem de serviço para implantação do sistema de abastecimento de água para o Curral Velho dos Pedros.
Esteve ao lado do coordenador do Sisar-Pajeú, Antônio dos Anjos (Viola) e de representantes da COMPESA.
Já foram autorizadas as obras que vão garantir o abastecimento de água para as comunidades de Curral Velho dos Ramos e de Poço de Pedra. A previsão para Curral Velhos dos Pedros é de quatro meses.
A assinatura da ordem de serviço ocorreu na associação da comunidade. A obra é uma parceria da Prefeitura com o Governo de Pernambuco, num investimento de quase R$ 2 millhões, beneficiando 187 famílias com água tratada nas torneiras.
A assinatura contou com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, Vereadores Cícero Miguel, Gal Mariano, Raimundo Lima, César Tenório, Ericskson Torres e Toinho da Ponte.
“Essa sensibilidade, essa parceria, tem sido fundamentais para que a Prefeitura e o Governo do Estado, juntos, possam levar água e dignidade, água nas torneiras, para centenas de famílias de nossa zona rural,” destacou o Prefeito. Na próxima terça-feira (6), o Prefeito assina ordem de serviço para início das obras de abastecimento de água na comunidade rural da Gangorra. Hora e local da assinatura serão posteriormente divulgados pela Prefeitura.
A partir das 8h desta quinta (4/10), as urnas do Recife, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata serão acondicionadas nos veículos que as transportarão aos respectivos locais de votação Nesta quinta-feira (4/10), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) começa o carregamento dos veículos com as urnas eletrônicas que seguirão para as 20.049 seções de votação do […]
A partir das 8h desta quinta (4/10), as urnas do Recife, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata serão acondicionadas nos veículos que as transportarão aos respectivos locais de votação
Nesta quinta-feira (4/10), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) começa o carregamento dos veículos com as urnas eletrônicas que seguirão para as 20.049 seções de votação do Estado.
O processo logístico de transporte das urnas ocorrerá a partir dos Locais de Armazenamento de Urnas existentes nos 18 Polos Eleitorais de Pernambuco. São eles: Recife, Vitória de Santo Antão, Carpina, Palmares, Surubim, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Serra Talhada, Petrolândia, Salgueiro, Ouricuri, Petrolina, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu, Limoeiro, Belo Jardim, e Afogados da Ingazeira. De cada um desses locais, sairão as urnas eletrônicas que funcionarão em todos os locais de votação do Estado.
A partir das 8h desta quinta (4/10), as urnas dos municípios de Recife, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata, que foram devidamente preparadas, lacradas e encaixotadas no Local de Armazenamento de Urnas do Recife (Avenida Camarão, 220 – Iputinga), serão acondicionadas nos veículos que as transportarão aos respectivos locais de votação.
O Secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRE-PE, George Maciel, estará à disposição, nesta quinta-feira, entre 8h e 10h, no Local de Armazenamento de Urnas do Recife, para prestar os esclarecimentos à imprensa.
Por Inácio Feitosa* A morte do filósofo alemão Jürgen Habermas, aos 96 anos, encerra a trajetória de um dos maiores pensadores da democracia contemporânea. Poucos intelectuais refletiram com tanta profundidade sobre uma questão aparentemente simples: como as sociedades discutem seus próprios problemas e constroem legitimidade política. Habermas acreditava que a democracia não se sustenta apenas […]
A morte do filósofo alemão Jürgen Habermas, aos 96 anos, encerra a trajetória de um dos maiores pensadores da democracia contemporânea. Poucos intelectuais refletiram com tanta profundidade sobre uma questão aparentemente simples: como as sociedades discutem seus próprios problemas e constroem legitimidade política.
Habermas acreditava que a democracia não se sustenta apenas em eleições, partidos ou instituições formais. Para ele, o verdadeiro fundamento da vida democrática está naquilo que chamou de esfera pública — o espaço em que cidadãos, imprensa, intelectuais e lideranças debatem ideias, confrontam argumentos e buscam consensos possíveis sobre os rumos da sociedade.
Dito de forma direta: democracias dependem da qualidade do diálogo público.
Se Habermas observasse o Brasil neste momento, provavelmente veria um cenário paradoxal. Temos instituições funcionando, eleições regulares e enorme circulação de informações. Ao mesmo tempo, o debate público parece frequentemente substituído por disputas narrativas, estratégias de bastidor e cálculos políticos.
Nos últimos dias, Brasília voltou a viver esse ambiente de tensão. As investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, reacenderam especulações no meio político. A mudança em sua equipe de defesa foi suficiente para gerar rumores sobre possíveis desdobramentos judiciais e eventuais repercussões no campo político.
Mais do que os fatos específicos do caso, o episódio revela um traço recorrente da política brasileira: muito do que é decisivo ocorre longe do debate público. Nos bastidores, avaliam-se riscos, impactos e conveniências. Na esfera pública, chegam apenas fragmentos dessas discussões.
O próprio Congresso Nacional parece refletir esse ambiente de cautela. A proposta de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar o caso encontrou resistência política e não avançou. Oficialmente, defende-se prudência institucional. Na prática, muitos temem que investigações desse tipo possam atingir diferentes grupos políticos.
Nada disso é exclusivo do Brasil. Democracias ao redor do mundo convivem com tensões entre transparência, estabilidade institucional e disputa política. Ainda assim, Habermas insistiria em um ponto fundamental: quando o debate público perde força, a legitimidade da política também se enfraquece.
Enquanto Brasília administra suas cautelas, o cenário político regional começa a se reorganizar. Em Pernambuco, as conversas sobre possíveis alianças eleitorais ganham espaço. A eventual aproximação entre a governadora Raquel Lyra e a ex-deputada Marília Arraes surge como uma hipótese que poderia fortalecer a presença feminina na política estadual.
A política democrática é feita de alianças, negociações e rearranjos. Isso é natural. O problema surge quando essas articulações passam a ser apenas movimentos estratégicos, desconectados de projetos claros para a sociedade.
Habermas defendia que a política não deve ser apenas uma disputa por posições de poder, mas também um processo permanente de deliberação pública. Em outras palavras, governos e lideranças precisam não apenas decidir, mas também explicar, argumentar e convencer.
Talvez seja justamente esse o maior desafio das democracias contemporâneas. Vivemos em uma época de informação abundante, mas de diálogo escasso. Redes sociais ampliaram vozes, mas também intensificaram polarizações. A esfera pública tornou-se mais ruidosa, sem necessariamente se tornar mais racional.
A morte de Habermas, portanto, não é apenas a despedida de um grande filósofo. É também um convite à reflexão sobre o estado atual da democracia.
O Brasil continuará tendo eleições, partidos e disputas políticas. Isso faz parte do jogo democrático. Mas a qualidade dessa democracia dependerá, cada vez mais, de algo menos visível e mais difícil: a capacidade de debater seriamente o futuro do país.
Habermas acreditava que a força das democracias está no diálogo racional entre cidadãos livres.
Pode parecer uma ideia simples.
Mas, olhando para o mundo de hoje, talvez seja uma das tarefas mais difíceis — e mais necessárias — do nosso tempo.
*Inácio Feitosa é advogado, mestre em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e empreendedor na área educacional. Autor de livros sobre educação, direito e empreendedorismo. Fundador do Instituto IGEDUC
Uma empresa biofarmacêutica da Califórnia afirma ter encontrado um anticorpo que poderia proteger o corpo humano do coronavírus e liberá-lo do sistema em quatro dias. A companhia Sorrento Therapeutics anunciou a descoberta nesta sexta-feira (15). O anticorpo, conhecido como STI-1499, pode fornecer “100% de inibição” à Covid-19 e possibilitaria a chegada de um tratamento meses antes de […]
Uma empresa biofarmacêutica da Califórnia afirma ter encontrado um anticorpo que poderia proteger o corpo humano do coronavírus e liberá-lo do sistema em quatro dias. A companhia Sorrento Therapeutics anunciou a descoberta nesta sexta-feira (15).
O anticorpo, conhecido como STI-1499, pode fornecer “100% de inibição” à Covid-19 e possibilitaria a chegada de um tratamento meses antes de uma possível vacina ao mercado.
O laboratório está desenvolvendo um remédio com base no STI-1499 que vai atuar como um escudo contra o novo coronavírus. O anticorpo também deve ser usado como tratamento em pacientes já infectados.
“Queremos enfatizar que existe uma cura. Existe uma solução que funciona 100%”, disse à Fox News o Dr. Henry Ji, fundador e CEO da Sorrento Therapeutics. “Se conseguirmos colocar esse anticorpo neutralizante no corpo humano, não será mais necessário o distanciamento social e a sociedade poderá abrir sem medo.”
“Nosso anticorpo STI-1499 mostra um potencial terapêutico excepcional e pode salvar vidas após ser aprovado pela agências reguladoras. Nós estamos trabalhando dia e noite para que esse produto seja aprovado e disponibilizado ao público”, disse Henry Ji em comunicado aos investidores.
Os testes foram conduzidos em laboratório, com o vírus in vitro. Agora, a Sorrento pretende pedir aos agentes reguladores da saúde nos Estados Unidos prioridade na liberação do medicamento, para que o remédio chegue o mais rápido possível à população.
De acordo com o laboratório, a fábrica em San Diego tem capacidade para produzir 200 mil doses do medicamento por mês. Antes mesmo da aprovação da droga, a Sorrento vai produzir 1 milhão de doses.
O anúncio foi bem recebido na bolsa Nasdaq, onde a empresa é listada. As ações da Sorrento estavam em alta de 161% na bolsa americana de tecnologia.
O prefeito de Iguaracy Francisco Dessoles, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Dessoles avalia seu ciclo como gestor do município. Ele contabilizou três mandatos no município e quando apoiou seu hoje adversário Albérico Rocha também teve êxito eleitoral. É o fim de um ciclo importante na história do município. […]
O prefeito de Iguaracy Francisco Dessoles, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Dessoles avalia seu ciclo como gestor do município. Ele contabilizou três mandatos no município e quando apoiou seu hoje adversário Albérico Rocha também teve êxito eleitoral.
É o fim de um ciclo importante na história do município. O gestor avalia esse ciclo, fala de seu futuro, diz o que espera da gestão Zeinha e responde aos ouvintes.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. O WhatsApp é o (87) 9-9658-0554.
Tadeu Alencar também comentou a decisão Para o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT), o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), do mandato de deputado federal pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki comprova que há “mácula” no processo de impeachment conduzido pelo peemedebista na Casa. Teori acatou o […]
Para o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT), o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), do mandato de deputado federal pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki comprova que há “mácula” no processo de impeachment conduzido pelo peemedebista na Casa.
Teori acatou o pedido de afastamento feito pela Procuradoria-Geral da República, realizado ainda em dezembro do ano passado no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janout, diz que o peemedebista “vem utilizando o cargo em interesse próprio e ilícito unicamente para evitar que as investigações contra ele continuem”.
Humberto ainda lembrou que Cunha só acatou o pedido de impeachment depois que o PT não cedeu à chantagem do peemedebista no Conselho de Ética. “O processo de impeachment foi apenas a resposta a uma chantagem e a comprovação de que o deputado tentou obstruir as investigações contra ele no Conselho de Ética. Uma tentativa de golpe que se iniciou como uma vingança e sem nenhuma base legal”, afirmou o senador.
Humberto disse ainda que a Advocacia Geral da União deve entrar com um processo no Supremo pedindo a anulação do processo de impeachment. “O afastamento de Cunha corrobora com tudo que já víamos dizendo há muito tempo. Cunha usou o impeachment para tentar obter vantagens e isso por si só invalida todo o processo”, afirmou Humberto.
Já o Federal Tadeu Alencar afirmou que a decisão do Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, de suspender o mandato do deputado Eduardo Cunha e afastá-lo cautelarmente da presidência é uma providência esperada com grande expectativa pela sociedade brasileira e pela própria Câmara dos Deputados.
“Desde o ano passado que o estilo imperial do presidente da Casa, e as graves denúncias que pesam sobre ele, levaram-nos a trabalhar de forma incisiva pelo seu afastamento. Esperamos que na tarde de hoje, o Pleno do STF confirme essa decisão, que afirma as instituições brasileiras e fortalece a democracia”.
Para ele, era vexatória essa situação, em boa hora corrigida pela corajosa decisão do ministro Teori. “Cabe agora à Câmara proceder rapidamente ao seu julgamento no Conselho de Ética e no Plenário. Precisamos cumprir o nosso dever”.
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