Prefeitura de Tabira diz que atendimento no Hospital Municipal melhorou significativamente
Por Nill Júnior
Desde janeiro de 2021, a Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, tem garantido a presença de dois médicos plantonistas diariamente no Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto.
“Esta iniciativa representa uma mudança significativa em relação aos anos anteriores, assegurando que o atendimento humanizado ao público seja uma prioridade constante”, diz a minucipalidade em nota.
A presença de médicos plantonistas tem como prioridade, além serviço mais eficiente e acolhedor aos tabirenses, evitar o deslocamento para o Hospital Regional em Afogados da Ingazeira.
“Essa mudança traz tranquilidade à população, que agora pode contar com um atendimento competente e imediato em seu próprio município”.
A prefeita Nicinha Melo ressaltou a importância da política de saúde pública.
“Nosso objetivo é assegurar que nenhum tabirense fique sem atendimento médico adequado em momentos de necessidade. O compromisso da nossa gestão é com a vida e o bem-estar de cada cidadão.”
O site do jornal “Folha de S.Paulo” divulgou neste sábado (30) e domingo (1º) números de uma pesquisa do instituto Datafolha com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ao menos 35% das intenções de voto em todos os cenários pesquisados, […]
O site do jornal “Folha de S.Paulo” divulgou neste sábado (30) e domingo (1º) números de uma pesquisa do instituto Datafolha com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ao menos 35% das intenções de voto em todos os cenários pesquisados, o deputado Jair Bolsonaro (PSC), entre 15% e 19%, e a ex-senadora Marina Silva (Rede), entre 13% e 23%.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) são os únicos candidatos além de Lula, Bolsonaro e Marina Silva que atingem dois dígitos das intenções de voto.
Veja os resultados dos oito cenários pesquisados:
Cenário 1 (com Doria):
Lula (PT): 36%
Jair Bolsonaro (PSC): 16%
Marina Silva (Rede): 14%
João Doria (PSDB): 8%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 16%
Não sabe: 2%
Cenário 2 (com Alckmin):
Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PSC): 17%
Marina Silva (Rede): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 16%
Não sabe: 2%
Cenário 3 (sem o PT, com Doria):
Marina Silva (Rede): 23%
Jair Bolsonaro (PSC): 18%
Ciro Gomes (PDT): 10%
João Doria (PSDB): 10%
Alvaro Dias (Podemos): 5%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 26%
Não sabe: 3%
Cenário 4 (sem o PT, com Alckmin):
Marina Silva (Rede): 22%
Jair Bolsonaro (PSC): 19%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 10%
Alvaro Dias (Podemos): 5%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 26%
Não sabe: 3%
Cenário 5 (com Haddad e Alckmin):
Marina Silva (Rede): 22%
Jair Bolsonaro (PSC): 19%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Ciro Gomes (PDT): 9%
Alvaro Dias (Podemos): 5%
Fernando Haddad (PT): 3%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 2%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 25%
Não sabe: 3%
Cenário 6 (com Haddad, Alckmin e Doria):
Marina Silva (Rede): 20%
Jair Bolsonaro (PSC): 17%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Ciro Gomes (PDT): 9%
João Doria (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 5%
Fernando Haddad (PT): 2%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 24%
Não sabe: 3%
Cenário 7 (com Moro e Joaquim Barbosa):
Marina Silva (Rede): 17%
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
Sérgio Moro (sem partido): 9%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Ciro Gomes (PDT): 7%
João Doria (PSDB): 6%
Joaquim Barbosa (sem partido): 5%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Fernando Haddad (PT): 2%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
Rodrigo Maia (DEM): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 20%
Não sabe: 3%
Cenário 8 (com Lula e Ciro):
Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PSC): 17%
Marina Silva (Rede): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Ciro Gomes (PDT): 4%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Henrique Meirelles (PSD): 2%
Chico Alendar (PSOL): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 15%
Não sabe: 2%
Segundo turno
Lula aparece como vencedor em todos os cenários testados para eventual segundo turno, exceto em um hipotético confronto com o juiz Sergio Moro (em que há empate técnico). Foram feitas as seguintes projeções:
Cenário 1
Lula: 46%
Alckmin: 32%
Cenário 2
Lula: 48%
Doria: 32%
Cenário 3
Lula: 44%
Marina: 36%
Cenário 4
Lula: 47%
Bolsonaro: 33%
Cenário 5
Lula: 44%
Moro: 42%
Cenário 6
Alckmin: 37%
Ciro: 29%
Cenário 7
Doria: 34%
Ciro: 32%
Cenário 8
Marina Silva: 47%
Bolsonaro: 29%
Cenário 9
Alckmin: 44%
Haddad: 17%
Rejeição
A taxa de rejeição ao ex-presidente caiu nos últimos três meses. A quantidade dos eleitores que disseram que não votariam em Lula de jeito nenhum caiu de 46% em junho para 42% agora, mas ele continua com a maior rejeição entre os nomes pesquisados:
Lula (PT): 42%
Jair Bolsonaro (PSC): 33%
Geraldo Alckmin (PSDB): 31%
Rodrigo Maia (DEM): 30%
Fernando Haddad (PT): 29%
Ciro Gomes (PDT): 27%
Marina Silva (Rede): 26%
Henrique Meirelles (PSD): 25%
Sérgio Moro (sem partido): 25%
João Doria (PSDB): 25%
Chico Alendar (PSOL): 24%
João Amoêdo (Novo): 23%
Alvaro Dias (Podemos): 22%
Joaquim Barbosa (sem partido): 21%
Votariam em qualquer um/não rejeitam nenhum: 2%
Rejeitam todos/não votariam em nenhum: 3%
Não sabem: 3%
O Datafolha ouviu 2.772 pessoas, em 194 cidades, entre quarta (27) e quinta (28). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95% – o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A Defesa Civil Estadual confirmou que todos os 62 corpos das vítimas do acidente aéreo em Vinhedo (SP) foram retirados dos destroços da aeronave. A conclusão dos trabalhos ocorreu às 18h30 deste sábado (10). Segundo a Defesa Civil, 34 corpos são masculinos e 28 femininos. Todos foram encaminhados para a unidade central do Instituto Médico […]
A Defesa Civil Estadual confirmou que todos os 62 corpos das vítimas do acidente aéreo em Vinhedo (SP) foram retirados dos destroços da aeronave. A conclusão dos trabalhos ocorreu às 18h30 deste sábado (10).
Segundo a Defesa Civil, 34 corpos são masculinos e 28 femininos. Todos foram encaminhados para a unidade central do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo para a identificação e liberação às famílias.
“A unidade segue com atendimento ininterrupto e exclusivo às vítimas do acidente aéreo. Até o momento, 50 corpos foram enviados ao IML Central e o restante está a caminho do local”, comunicou o órgão.
Dois corpos foram reconhecidos até 18h30 de sábado, segundo a Defesa Civil. No total, 30 foram necropsiados e radiografados.
O Instituto Médico Legal (IML) Central atua com cerca de 20 médicos, além de equipes de odontologia legal, antropologia e radiologia, no trabalho de recebimento e identificação dos corpos.
Os familiares das vítimas foram acomodados em um hotel na região central de São Paulo. Trinta e oito famílias foram recebidas até as 18h30 e estão sendo atendidas no local pelo governo do estado. A Secretaria de Desenvolvimento Social monitora os atendimentos.
“Após a acomodação nos hotéis, onde também recebem acompanhamento psicológico, os familiares são encaminhados ao Instituto Oscar Freire, onde são acolhidos por equipes da Defesa Civil do Estado”, informou o órgão.
Quanto às causas, o Cenipa reitera a intenção e previsão de divulgar, no prazo estimado de 30 dias, o relatório preliminar do acidente aeronáutico”, finalizou.
Congresso em Foco O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux arquivou um dos inquéritos no qual o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, era investigado. A decisão monocrática data de 13 de novembro, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (16). A decisão de Fux atende a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). […]
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux arquivou um dos inquéritos no qual o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, era investigado. A decisão monocrática data de 13 de novembro, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (16).
A decisão de Fux atende a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). O ministro acatou o argumento da defesa de Padilha de que os crimes apurados prescreveram e a pretensão punitiva deveria ser extinta. A prescrição é porque o ministro tem mais de 70 anos.
Padilha era suspeito de advocacia administrativa ou prevaricação em crimes contra a Administração Pública.
Declarações feitas no âmbito das delações da Odebrecht indicaram irregularidades na desapropriação de imóvel localizado nos municípios de Paraúna e Rio Verde, em Goiás.
Na época dos supostos crimes Padilha era ministro dos Transportes e teria recebido vantagens indevidas na negociação. Leia a íntegra da decisão de Fux.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas julgou, na última terça-feira (04), processos de gestão fiscal das Câmaras Municipais de Ipojuca e Petrolina e da Prefeitura de Mirandiba, todos com relatoria do conselheiro Valdecir Pascoal. O processo da prefeitura de Mirandiba (n° 1970004-0), tendo como interessada a prefeita Rose Cléa Máximo, analisou os limites de gastos […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas julgou, na última terça-feira (04), processos de gestão fiscal das Câmaras Municipais de Ipojuca e Petrolina e da Prefeitura de Mirandiba, todos com relatoria do conselheiro Valdecir Pascoal.
O processo da prefeitura de Mirandiba (n° 1970004-0), tendo como interessada a prefeita Rose Cléa Máximo, analisou os limites de gastos com pessoal entre o 1º e 3º quadrimestres do exercício financeiro de 2017. De acordo com o voto, foram contabilizados, respectivamente, gastos com pessoal de 75,66%, 69,45% e 76,33% da Receita Corrente Líquida (RCL). O limite é de 54%.
Sendo assim, além de julgar irregular a gestão fiscal do município, o conselheiro aplicou uma multa no valor R$ 54 mil à prefeita, correspondente a 30% dos vencimentos da responsável pela irregularidade proporcional ao período de verificação. Ele também realizou uma série de determinações para que a gestora promova o controle da gestão fiscal, adotando medidas para reduzir gastos com pessoal se porventura ocorrer o excesso de despesas.
Todos os votos foram aprovados por unanimidade. Os interessados ainda podem recorrer das decisões. Representou o Ministério Público de Contas na Primeira Câmara, a procuradora Maria Nilda.
A redução do período de campanha eleitoral e a criação de um limite para os gastos dos candidatos a partir de 2016 devem favorecer os políticos que já são conhecidos pela população, de acordo com a opinião de especialistas ouvidos pelo G1. Entre as mudanças nas regras que começam a valer neste ano, estão a […]
“Além dos tetos, um freio a mais para os gastos é a proibição das doações de empresas a candidatos e partidos.”
A redução do período de campanha eleitoral e a criação de um limite para os gastos dos candidatos a partir de 2016 devem favorecer os políticos que já são conhecidos pela população, de acordo com a opinião de especialistas ouvidos pelo G1.
Entre as mudanças nas regras que começam a valer neste ano, estão a redução de 90 para 45 dias na duração da campanha, além da diminuição de 45 para 35 dias do período de propaganda no rádio e na TV.
Também foi criado um limite para os gastos em campanha: será permitido gastar 70% do valor declarado pelo candidato que mais gastou no pleito anterior, se tiver ocorrido só um turno, e até 50% do gasto da eleição anterior se tiver havido dois turnos.
Com base em recente resolução do Tribunal Superior Eleitoral, o G1fez um ranking das capitais que terão os maiores e menores limites para candidatos a prefeito e vereador.
Além dos tetos, um freio a mais para os gastos é a proibição das doações de empresas a candidatos e partidos.
As campanhas deste ano serão mais objetivas e enxutas, de acordo com a avaliação do professor de marketing político da Universidade de São Paulo (USP) e consultor político, Gaudencio Torquato.
“Os perfis mais conhecidos serão beneficiados em função da campanha menor, mais curta. Quanto menor a campanha, menor a possibilidade de quem não é conhecido se fazer conhecido”, avaliou.
“Isso favorece candidatos esportistas, celebridades e políticos tradicionais que já são conhecidos da comunidade”.
Torquato ponderou, no entanto, que é possível que alguns eleitores, ainda assim, prefiram votar em novos nomes.
“É possível que parcela do eleitorado revoltada com política velha vote nos novos candidatos. A tendência pode ser de procurar perfis mais assépticos”, disse.
Ainda na avaliação do professor, o impacto das novas regras será sentido principalmente nas médias e grandes cidades, onde há mais de 50 mil eleitores.
“Nas cidades pequenas, todo mundo se conhece e é mais fácil fazer corpo a corpo. Nas cidades médias e grandes, será maior o impacto, já que a população não conhece todos os candidatos”, afirmou.
Para o consultor político Gilberto Musto, que trabalha em campanhas em todo o país, as mudanças feita pelos atuais legisladores favorecem os políticos eleitos.
“A diminuição do período favorece aos que já estão eleitos. Como legislador, eu não vou mudar o sistema pelo qual eu fui eleito”, afirmou.
Verba
Musto afirmou, ainda, que a redução dos gastos levará a uma profissionalização do trabalho nas campanhas. Ele argumenta que o limite para as despesas – que antes não existia – exigirá mais planejamento das equipes.
“[A campanha] É uma empresa, só que começa e acaba com data marcada. Você tem que fechar e os números têm que bater.”
O estrategista político Cristiano Penido também enxerga um cenário favorável para os políticos famosos.
“O que vai acontecer é que os candidatos mais conhecidos terão vantagem muito grande. Os menos conhecidos terão 45 dias para se tornarem conhecidos e bem menos recursos”, disse.
Uma alternativa para os políticos que ainda não têm tradição é fazer uso da internet, de acordo com Penido.
“Para quem não é conhecido, é necessário começar a campanha desde já, pelas redes sociais, divulgando ideias e posicionamentos”, disse.
“O uso das redes sociais já foi forte em 2014 e este ano será mais forte ainda. Se não fosse isso, o candidato desconhecido não teria chance nenhuma”, afirmou.
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