Prefeitura de Tabira anuncia para hoje pagamento de contratados e comissionados em atraso
Por André Luis
Por Anchieta Santos
Fazendo uso da arrecadação do ICMS repassado pela Fazenda Estadual, somado a reserva do último repasse do FPM, a Prefeitura de Tabira paga hoje aos servidores contratados os salários dos meses de novembro e dezembro/2015 e aos comissionados, os dois meses mais o 13º. A boa notícia foi transmitida ontem pelo Secretário Flávio Marques de Administração em entrevista à Rádio Cidade FM.
Mesmo com o discurso desafinado do governo (Prefeito dizendo que não tem e a 1ª dama garantindo que tem) sobre o carnaval/2016, o secretário declarou que a administração Sebastião Dias está tratando o assunto com “muita cautela”, e confirmou que graças à intervenção do deputado Antônio Moraes (PSDB), o Governo do Estado através da Fundarpe vai pagar duas atrações, o próprio parlamentar uma banda e um empresário outra. Assim, segundo Marques, Tabira terá este ano mais um grande carnaval, sem um centavo do poder público. Os servidores e os foliões agradecem.
Em parceria com a Compesa, a Prefeitura de Brejinho alinhou tudo para começar em breve a obra que vai levar a água do Rio São Francisco para a comunidade de Placas de Piedade. “Ao lado do secretário de Obras Manoel da Carne e do engenheiro Pedro Guedes, recebi em meu gabinete os técnicos da Compesa, […]
Em parceria com a Compesa, a Prefeitura de Brejinho alinhou tudo para começar em breve a obra que vai levar a água do Rio São Francisco para a comunidade de Placas de Piedade.
“Ao lado do secretário de Obras Manoel da Carne e do engenheiro Pedro Guedes, recebi em meu gabinete os técnicos da Compesa, Está tudo encaminhado e a obra começará em breve, logo logo o povo de Placas também vai ter água do São Francisco na torneira”, disse o prefeito Gilson Bento.
A parceria já levou água do Rio São Francisco para a área urbana de Brejinho.
Região volta a ter alta de casos. Santa Terezinha salta de 166 para 213 casos positivos em 4 dias. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (19), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 8.875 casos confirmados de Covid-19. Nos últimos 4 dias, Santa Terezinha saltou […]
Santa Terezinha salta de 166 para 213 casos positivos em 4 dias.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (19), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 8.875 casos confirmados de Covid-19.
Nos últimos 4 dias, Santa Terezinha saltou de 166 para 213 casos positivos e preocupa as autoridades sanitárias do município, que estudam endurecer medidas para combater a propagação do vírus. Alguns casos devido à gravidade dos sintomas, os pacientes tiveram que ser transferidos para Afogados da Ingazeira ou Serra Talhada.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.343 confirmações. Logo em seguida, com 979 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, São José do Egito está com 774, Tabira conta com 664 Triunfo tem 336, Carnaíba está com 286, Santa Terezinha tem 213.
Calumbi está com 177 casos, Flores está com 171, Itapetim e Brejinho tem 159 cada, Iguaracy tem 133, Quixaba está com 128, Solidão tem 117, Santa Cruz da Baixa Verde está com95, Tuparetama tem 90 e Ingazeira está com 50 casos confirmados.
Mortes – A região tem no total, 158 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada 60, Afogados da Ingazeira tem 14, Triunfo tem 12, Tabira e Carnaíba tem 11 óbitos cada, Flores, Iguaracy, Tuperatema e São José do Egito tem 7 cada, Itapetim tem 6, Santa Terezinha tem 5, Quixaba tem 4, Calumbi e Brejinho tem 2 óbitos cada, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.
Recuperados – A região conta agora com 8.198 recuperados. O que corresponde a 92,37% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 7h40 desta terça-feira (20), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o comprovante de vacina para viajante que chega do exterior no Brasil só pode ser dispensado por motivos médicos, caso o viajante venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional. Barroso deferiu parcialmente cautelar pedida pelo partido […]
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o comprovante de vacina para viajante que chega do exterior no Brasil só pode ser dispensado por motivos médicos, caso o viajante venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.
Barroso deferiu parcialmente cautelar pedida pelo partido Rede Sustentabilidade na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 913. O ministro pediu que a decisão seja enviada para referendo em uma sessão extraordinária do Plenário Virtual da Corte.
Na decisão, ele entendeu que há urgência para o tema em razão do aumento de viagens no período que se aproxima e pelo risco de o Brasil se tornar um destino antivacina.
“O ingresso diário de milhares de viajantes no país, a aproximação das festas de fim de ano, de eventos pré-carnaval e do próprio carnaval, aptos a atrair grande quantitativo de turistas, e a ameaça de se promover um turismo antivacina, dada a imprecisão das normas que exigem sua comprovação, configuram inequívoco risco iminente, que autoriza o deferimento da cautelar.”
Na ação, a Rede pediu que o governo federal adotasse medidas recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ingresso no país a fim de conter a disseminação da covid-19.
Depois da ação, o governo editou a Portaria Interministerial 611/2021, que passou a exigir, para o estrangeiro que chegar ao Brasil, o comprovante de vacina ou, alternativamente, quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus antes de ser permitida a circulação em território nacional.
Ao analisar o caso, o ministro lembrou que o Supremo Tribunal Federal tem obrigação constitucional de proteger os direitos fundamentais à vida e à saúde. “Já são mais de 600 mil vidas perdidas e ainda persistem atitudes negacionistas”, completou Barroso. Ele lembrou das diversas decisões já tomadas pelo STF durante a pandemia, como a que estipulou vacinação obrigatória com possibilidade de impor restrições a quem se recusar.
Para o ministro, a portaria interministerial atende em parte às recomendações da Anvisa em relação aos viajantes, mas o texto “apresenta ambiguidades e imprecisões que podem dar ensejo a interpretações divergentes, em detrimento dos direitos constitucionais à vida e à saúde em questão”.
Ele completou que permitir a livre opção entre comprovante de vacina e quarentena seguida de teste “cria situação de absoluto descontrole e de consequente ineficácia da norma”.
Barroso decidiu que a portaria sobre os viajantes que chegam ao Brasil deve ser interpretada nos termos das notas técnicas nºs 112 e 113/2021, expedidas pela Anvisa, e levando em conta que a substituição do comprovante de vacinação pela alternativa da quarentena somente se aplica: 1- aos viajantes considerados não elegíveis para vacinação, de acordo com os critérios médicos vigentes; 2- que sejam provenientes de países em que, comprovadamente, não existia vacinação disponível com amplo alcance; 3- por motivos humanitários excepcionais.
A decisão do ministro Barroso vale a partir de quando os órgãos envolvidos forem notificados. A comunicação oficial deve sair do STF na segunda-feira (13). Leia a íntegra da decisão.
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem […]
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem Bolsonaro” e “Congresso da bandidagem” —, essa polarização envolve apenas 11% do eleitorado (cerca de 18 milhões de pessoas).
O principal achado é a presença de um grupo majoritário de 54% dos eleitores, chamados de “invisíveis”: cidadãos desinteressados do confronto ideológico, sem identificação partidária, com opiniões que variam conforme o tema. Em geral, são menos escolarizados, mais pobres, religiosos, conservadores nos costumes e defensores de maior atuação do Estado. Evitam discutir política e não participam de protestos, mas têm visão pragmática sobre serviços públicos e emprego.
Os “invisíveis” se dividem entre desengajados e cautelosos. Nas últimas eleições, 25% deles votaram branco, nulo ou não compareceram, revelando descontentamento e potencial decisivo. Pesquisas mensais indicam que 20% estão mais à direita, 20% mais à esquerda e 10% são independentes.
Segundo analistas, essa massa silenciosa contrasta com a minoria organizada que domina o debate digital, responsável por cerca de 2 milhões de publicações políticas diárias, metade citando Lula ou Bolsonaro.
Para 2026, estrategistas veem nesses eleitores o ponto-chave da disputa. O PT aposta em uma agenda baseada em trabalho, respeito e justiça; já aliados de Bolsonaro defendem que a pauta de costumes continuará influente e que a militância ativa impactará os indecisos. Segurança pública é citada como tema capaz de mobilizar esse grupo.
O cenário eleitoral segue indefinido. Lula deve concorrer; no campo bolsonarista, há disputa interna pela sucessão, enquanto governadores como Tarcísio de Freitas surgem como alternativas. Pesquisa do Paraná Pesquisas mostra Lula à frente no primeiro turno e empatado com Tarcísio e Michelle Bolsonaro em um eventual segundo turno. Já levantamento Genial/Quaest indica que 24% dos eleitores preferem um candidato que não seja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro — reforçando o peso dos “invisíveis”.
Embora barulhenta nas redes, a polarização não mobiliza a maioria. O eleitorado quer menos conflito e mais ações concretas para melhorar a vida, abrindo espaço para candidaturas que escapem do confronto ideológico tradicional.
Blog da Folha Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha […]
Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha que a situação da sigla deve ser resolvida em pouco tempo e lhe dará, novamente, condições para encarar a disputa, em nome da oposição.
“A gente continua como pré-candidato. Evidente que a questão do PMDB cria alguns embaraços, porque gera uma certa insegurança, sobre a definição do controle partidário. Mas existe toda uma expectativa de que essa questão seja resolvida em um espaço muito curto”, colocou FBC, após participar de um evento promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta segunda (07).
A disputa pelo comando do MDB se arrasta há vários meses. Ao ingressar na sigla em setembro do ano passado, incentivado pelo presidente nacional do MDB, Romero Jucá, Bezerra Coelho garantiu que iria filiar vários nomes e que seria escolhido o candidato da oposição ao Governo do Estado. Porém, após intensa guerra de liminares, o grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos conseguiu impedir a intervenção no comando do partido em Pernambuco, frustrando os planos de FBC.
Na semana passada, o vereador Marco Aurélio chegou a dizer que, “para a sorte do atual governo, essa questão do MDB não deu certo como Fernando imaginava que daria”. “Ele, confiando no presidente nacional do MDB, Romero Jucá, foi para o partido a pedido do presidente, para poder disputar a eleição em PE, pelo tamanho do PMDB e pela história que o partido tem no interior”, frisou, na ocasião.
“Renovamos nossa expectativa e nosso otimismo de que a situação será resolvida em favor daquilo que prevê a Constituição Federal e a legislação partidária. Os partidos têm autonomia para decidir suas questões internas. E ao final de toda essa discussão jurídica, acho que o PMDB nacional terá reconhecido seu direito de poder constituir seus diretórios estaduais”, disse FBC.
Oposição: ao falar sobre a indefinição do nome que encabeçará a chapa oposicionista, FBC afirmou que o grupo não vai esperar a definição sobre a candidatura do PT, para planejar sua estratégia eleitoral. “O Anúncio está muito próximo. Tem toda essa expectativa. É natural. Mas estamos trabalhando para dentro de um espaço muito curto estaremos em condições de anunciar o nome que vai liderar essa frente”, acrescentou.
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