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Prefeitura de Flores inicia instalação de 120 câmeras de segurança

Por Nill Júnior

A prefeitura municipal de Flores anunciou em nota que recebeu equipamentos que vão ajudar a melhorar a qualidade da segurança da população da cidade.

São 120 câmeras de segurança, com central de monitoramento que vão ser distribuídas em toda a cidade de Flores. Ainda nesta semana os mesmos serão instalados.

Marconi Santana lembrou que além do investimento em câmeras, será enviado para a Câmara de Vereadores o PL –  001/2018 – Projeto de Lei que cria o Conselho Municipal de Segurança Pública.

A ação é um dos encaminhamentos da reunião que debateu a segurança pública no município em 5 de dezembro. Em agosto do ano passado, a agência do Banco do Brasil (BB) da cidade de Flores, no Sertão de Pernambuco, foi explodida mais uma vez.

Durante a investida, a quadrilha ainda efetuou disparos contra uma unidade policial instalada a cerca de 300 metros da agência. O grupo fugiu em dois carros levando uma quantia não informada em dinheiro. Ninguém foi preso.

Outras Notícias

Municípios de PE gastaram mais de R$ 819 milhões com artistas em três anos

Números disponibilizados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio do Portal da Transparência, mostram que os gastos públicos com apresentações artísticas nos municípios pernambucanos ultrapassaram a marca de R$ 819 milhões entre 2024 e 2026. A informação é do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Escada, a partir de informações do MPPE.  Na […]

Números disponibilizados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio do Portal da Transparência, mostram que os gastos públicos com apresentações artísticas nos municípios pernambucanos ultrapassaram a marca de R$ 819 milhões entre 2024 e 2026.

A informação é do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Escada, a partir de informações do MPPE. 

Na liderança estão os dois principais municípios do Interior: Caruaru (no Agreste) e Petrolina (no Sertão). O que chama a atenção é que ambos estão muito à frente da capital, Recife.

No total, o levantamento contabiliza 17.093 apresentações e 9.443 contratações de artistas ao longo do triênio:

​A evolução dos dados é a seguinte:

– ​2024: 5.273 apresentações | 2.656 artistas | R$ 203,2 milhões;

– ​2025: 6.290 apresentações | 3.555 artistas | R$ 309,6 milhões;

– ​2026: 5.530 apresentações | 3.232 artistas | R$ 306,1 milhões.

O montante refere-se apenas aos cachês artísticos. Custos com infraestrutura — como palco, som, iluminação, decoração, fogos de artifício e publicidade — não estão incluídos nestes valores. Ou seja, a conta passa fácil de R$ 1,5 bilhão.

Veja publicação:

Afogados: empossada nova Mesa Diretora da Câmara

Com fotos do Blog de Juliana Lima A nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira tomou posse nesta manhã desta quinta (01). A posse foi marcada por questionamentos de governistas à ausência de vereadores oposicionistas, acusados de boicotar a sessão. Mas também ficaram registrados os elogios ao vereador Augusto Martins pela […]

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Com fotos do Blog de Juliana Lima

A nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira tomou posse nesta manhã desta quinta (01). A posse foi marcada por questionamentos de governistas à ausência de vereadores oposicionistas, acusados de boicotar a sessão.

Mas também ficaram registrados os elogios ao vereador Augusto Martins pela forma como conduziu a Casa nestes dois anos e o desejo de um bom mandato ao novo presidente, vereador Frankilin Nazário, assim como a toda a Mesa Diretora, que ainda conta com  José Carlos (1º Secretário), Augusto Martins (2º Secretário) e Pedro Raimundo (Suplente).

O Prefeito José Patriota prestigiou a solenidade e desejou sucesso ao novo Presidente. Também criticou a oposição dando o exemplo do projeto de readequação tributária ao dizer que os vereadores decidiram votar contra “só por serem do contra”. O público na Casa é que foi tímido, fruto de uma posse em meio a um 1º de janeiro pós festas, sempre complicado para atos desta natureza.

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Em seu discurso, o vereador Frankilin Nazário prometeu ser como demonstrava seu perfil: mais prático que de discurso. Disse que daria sequência ao trabalho realizado por Augusto e prometeu um trabalho de respeito ao papel do legislativo. Emocionado, lembrou a mãe Terezinha de Moura Moraes, falecida há anos, a esposa, os filhos e o pai, Zé Nazário.

É a primeira vez na história da Casa que um Presidente assume anos depois de ter tido o pai como Presidente. Na década de 80, o pai de Frankilin, Zé Nazário, presidiu a Casa.

Vereadora da oposição diz que não foi porque faltou convite: a vereadora Antonieta Guimarães reclamou não ter sido convidada para solenidade. “Fui criticada por não ter ido no evento, mas não fui chamada”, reclamou. Responsável pelos convites, o agora ex-presidente Augusto Martins afirmou que preferiu convidar os vereadores por telefone e não conseguiu contatar Antonieta.

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Mais um desembargador sinaliza voto pela condenação de Lula

Do Congresso em Foco O desembargador Leandro Paulsen, revisor da ação que contesta a condenação do ex-presidente Lula e presidente da Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), acompanhou o relator, João Pedro Gebran Neto, e negou todas as preliminares apresentadas pela defesa do petista. Durante o seu voto, em andamento, Paulsen […]

Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4

Do Congresso em Foco

O desembargador Leandro Paulsen, revisor da ação que contesta a condenação do ex-presidente Lula e presidente da Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), acompanhou o relator, João Pedro Gebran Neto, e negou todas as preliminares apresentadas pela defesa do petista. Durante o seu voto, em andamento, Paulsen sinalizou que pretende seguir o relator também no mérito da ação. “A autoria e os vínculos de causalidade entre sua conduta e atos praticados é inequívoco”, afirmou o magistrado.

Para Paulsen, há “elementos de sobra” que indicam que Lula cometeu os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, atribuídos a ele, de “modo livre e consciente”. “O fato de se tratar de alguém processado por malfeitos praticados quando do exercício da Presidência da República é um elemento relevantíssimo a ser considerado”, reforçou.

“Aqui ninguém pode ser condenado por ter costas largas e nem ser absolvido por ter costas quentes. O compromisso é em cumprir a Constituição”, ponderou ao rejeitar as alegações da defesa. Paulsen disse que a prática de corrupção por um presidente torna vil o exercício da autoridade. “É preciso haver a legitimidade pelo exercício do cargo”, afirmou. O desembargador continua a proferir seu voto.

Entre as contestações indeferidas, estão a de que o processo não deveria tramitar em Curitiba, que o juiz Sérgio Moro era suspeito para julgar o ex-presidente na primeira instância e que o magistrado paranaense cerceou a defesa do petista.

Acusar um ex-presidente “exige extrema convicção e responsabilidade do Ministério Público, julgá-lo exige todos os cuidados do poder Judiciário para que a lei penal seja aplicada com técnica e justiça”, afirma. Segundo o desembargador, “a eleição e a assunção do cargo não põem o eleito acima do bem e do mal”.

O magistrado também absolveu o ex-presidente quanto aos crimes de lavagem de dinheiro relacionados ao acervo presidencial – Lula e os outros réus foram absolvidos nesse caso também na primeira instância. “O acervo integra o patrimônio cultural e são de interesse público. […] Não se comprovou haver qualquer irregularidade, havia legislação prevendo a ajuda da iniciativa privada”, ressaltou.

A pena determinada pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da ação na Corte, foi fixada em 12 anos e 1 mês em regime fechado e pagamento de 280 dias-multa. Moro havia determina pena de 9 anos e 6 meses. Para o relator, a corrupção na Petrobras teve “efeitos perversos e difusos”. “Infelizmente, está se condenado um ex-presidente da República”, afirmou. A “censura acima da média” se dá justamente pela alta investidura do cargo, justificou. Após a conclusão de Paulsen, votará o desembargador Victor Luiz dos Santos Laus.

Agricultoras e agricultores do semiárido lamentam a morte de Eduardo Campos

Por Kátia Gonçalves A notícia da morte de Eduardo Campos provocou  lágrimas, lamentos, expressões que reafirmavam o não querer acreditar ou uma explicação para o inexplicável. Foi assim que os 300 agricultores e agricultoras que estavam participando do Semiárido Regional de Agricultura Familiar, no município de Serra Talhada, reagiram diante da tragédia aérea que matou […]

Por Kátia Gonçalves

Manoel

A notícia da morte de Eduardo Campos provocou  lágrimas, lamentos, expressões que reafirmavam o não querer acreditar ou uma explicação para o inexplicável. Foi assim que os 300 agricultores e agricultoras que estavam participando do Semiárido Regional de Agricultura Familiar, no município de Serra Talhada, reagiram diante da tragédia aérea que matou o ex-governador do estado e candidato à presidência da república, Eduardo Henrique Accioly Campo.

Na metade da programação do Seminário, os meios de comunicação anunciavam a queda da aeronave Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que saiu do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá, em São Paulo. O secretário de Agricultura Familiar do estado de Pernambuco, José Claudio da Silva, constatou a notícia e, junto à coordenação do Seminário, decidiram suspender as atividades que estavam acontecendo no auditório do hotel São Cristóvão, na última quarta-feira(13).

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Perplexos, os agricultores e agricultoras de 40 municípios Pernambuco fizeram um minuto de silêncio em homenagem a Eduardo Campo. O Seminário tinha como objetivo estimular a ampliação e qualificação de acesso dos agricultores e agricultoras aos programas institucionais: Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)nos municípios contemplados com o Projeto Pernambuco Mais Produtivo, visando à integração das políticas públicas.

De acordo com Manoel Barbosa dos Anjos, coordenador executivo da Articulação no Semiárido Pernambucano (ASA/PE), o encontro tinha como proposta estimular o debate e troca de experiência com entidades parceiras que acessaram os programas, priorizando as experiências desenvolvidas por mulheres, jovens, quilombolas, indígenas e pescadores artesanais.

“O foco era proporcionar a integração dos diversos atores institucionais envolvidos na implementação das políticas de acesso a mercados institucionais, mas diante do acontecido, achamos por bem suspender o Seminário para outro momento ainda a ser definido”, lamentou o acontecido, Manoel Barbosa.

O evento foi promovido pela Articulação no Semiárido Brasileiro e a Cooperativa dos Profissionais em Atividades Gerais(Coopagel), em parceira com as quatro Instituições que executam o programa Pernambuco Mais Produtivo no estado: Centro de Educação Comunitária Rural(Cecor), Diaconia, Diocese de Caruaru e Diocese de Pesqueira.

Flávio Bolsonaro apoia tarifaço de Trump e dá outro vexame nos Estados Unidos

Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral Por João Filho – The Intercept A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses […]

Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral

Por João Filho – The Intercept

A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses e tudo indica que estamos apenas no começo. O fio puxado pelo Intercept desencadeou novos desdobramentos que complicaram a vida do candidato do golpismo. Diversos aliados começaram a demonstrar insatisfação, ameaçando largá-lo ferido na estrada. Até Michelle já soltou a mão do enteado. União Brasil e Partido Progressistas, o PP, já dão sinais de que vão pular fora do barco.

Para completar, no seu curral político a coisa vai de mal a pior. Está ficando cada vez mais difícil encontrar um grande aliado de Flávio no Rio de Janeiro que não esteja preso ou na mira de buscas e apreensões. Nesta semana, mais uma leva de políticos bolsonaristas caiu nas garras da Polícia Federal na Operação Unha e Carne, que investiga uma rede de corrupção entre a classe política e o crime organizado no estado. Os elos entre o grupo de Flávio e a bandidagem ficaram ainda mais expostos.

Tudo isso acontece a apenas três meses das eleições com pesquisas apontando o aumento da vantagem de Lula no primeiro turno da corrida presidencial. Operando no modo de desespero, Flávio tem tomado as piores decisões possíveis. Influenciado pela dupla dinâmica do golpismo, Paulinho Figueiredo e Eduardo Bananinha, o candidato decidiu fazer uma nova turnê pelos Estados Unidos. Mas, desta vez, o objetivo seria conter os danos causados por sua última visita à Casa Branca, que lhe rendeu o apelido de Tariflávio.

Flávio participou de uma audiência pública do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, para debater o novo tarifaço do governo estadunidense contra produtos brasileiros. A promessa é de que ele criticaria a medida e defenderia os interesses do Brasil. Na prática, a história foi outra. Não se ouviu uma queixa sequer às razões estapafúrdias fabricadas pelo governo de Donald Trump para justificar a sobretaxa. Sem fazer qualquer contestação de mérito, o Zero Um sequer abriu a boca sobre comércio, meio ambiente e outros temas levantados pelos EUA.

Como um bom vira-lata complexado, o senador se limitou a pedir que a decisão fosse adiada, sob o argumento de que esse seria o pior momento para aplicá-la. Na prática, Flávio endossou a sanção, pedindo apenas um tempo para não prejudicar a própria campanha. Trocando em miúdos: ele apoia um tarifaço contra o seu próprio país, a depender das conveniências políticas.

Como se não bastasse tanta gente soltando sua mão, Flávio agora também precisa lidar com a insatisfação de empresários afetados pelas tarifas. Pegou mal entre o empresariado a postura do senador no USTR. A imagem que ficou é a de um candidato incapaz de dialogar tecnicamente sobre comércio ou proteger as companhias brasileiras atingidas pelo tarifaço. Nenhum dos argumentos levados pelos executivos à audiência foi encampado pelo senador, que optou por um discursinho fuleiro e ideologizado – que, suspeito fortemente, tenha sido escrito pelo colérico Paulinho Figueiredo.

Segundo um dos empresários presentes ouvidos pela CNN, a audiência só voltou a prender a atenção da plateia após a saída de Flávio. A participação do senador foi descrita como um “lapso” em meio a um debate que exigia argumentos econômicos mais consistentes. Até a Faria Lima considerou a excursão como inócua e “decepcionante”. No fim das contas, o candidato jogou fora a chance de posar de presidenciável e apenas confirmou ser um político medíocre.

É realmente impressionante a capacidade de Flávio em tomar decisões erradas. Só mesmo o desespero explica tamanha estupidez, que conseguiu extrapolar até os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro. O candidato foi para os Estados Unidos com uma única missão: reverter as trapalhadas da visita anterior. E o que ele fez? Reforçou o seu endosso às tarifas, ainda que de forma indireta, apostando que o vexame seria escamoteado com pura retórica ideológica. Mas nem o empresariado, sempre tão cheio de boa vontade com o bolsonarismo, caiu na conversa fiada.

A situação da campanha eleitoral de Flávio é crítica. Ele é um pré-candidato desconectado da realidade e refém das estratégias traçadas pela dupla de maluquinhos dos Estados Unidos. Com parte dos aliados debandando e outra senda presa, o futuro do seu projeto político vai se mostrando cada vez mais incerto. Parece loucura cogitar que, a essa altura do campeonato, o senador decida jogar a toalha e desistir do Palácio do Planalto. A desistência ainda é uma possibilidade remota, mas, a depender dos próximos capítulos, pode se tornar o único caminho.