Prefeitura atende demanda de moradores de rua no Borges e instala iluminação
Por Nill Júnior
Por Rodrigo Lima
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira atendeu moradores do Borges, mais especificamente os da Rua João Bezerra, e os que trafegam pelo acesso ao bairro na altura da antiga estação ferroviária cobravam da Prefeitura a iluminação do local, que carecia e era motivo de cobranças.
No último sábado (26), o Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugurou a iluminação do trecho solicitado. Foram instalados seis novos postes com luminárias a um custo de oito mil Reais. A ação beneficia diretamente 150 famílias. “É uma tarefa que assumimos recentemente, ainda estamos adquirindo a experiência necessária para atender toda a demanda, mas já instalamos 500 luminárias na cidade”, declarou o Prefeito.
No Borges, a Prefeitura já havia iluminado a PE-292, na saída de Afogados para o município de Iguaracy. Muitas demandas de iluminação chegam sem as informações essenciais para a resolução do problema.
Portanto, seja via meios de comunicação, ouvidoria ou na própria Secretaria de Infraestrutura, órgão responsável pelo serviço, a orientação é de que a população informe o número/barramento do poste e um ponto de referência de sua localização para facilitar o atendimento.
Por Heitor Scalambrini Costa* O título em epigrafe foi dito pelo atual presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), Alex Machado Campos, em entrevista concedida ao tomar posse em 1 de setembro de 2023. Também é de conhecimento público que a governadora de Pernambuco, em 3 de maio de 2023, assinou um contrato (de R$ […]
O título em epigrafe foi dito pelo atual presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), Alex Machado Campos, em entrevista concedida ao tomar posse em 1 de setembro de 2023.
Também é de conhecimento público que a governadora de Pernambuco, em 3 de maio de 2023, assinou um contrato (de R$ 8.351.175,77) com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que apresentasse propostas de participação de investimentos privados, ou seja, a concessão dos serviços específicos de saneamento, água e esgoto, atualmente prestados pela Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA). Este contrato teve a chancela do Conselho do Programa de Parcerias Estratégicas de Pernambuco (CPPPE), vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão.
Importante destacar que a promessa do presidente da COMPESA, ocorreu mesmo antes dos resultados do estudo apresentado pelo BNDES, que somente foram divulgados em 18 de março de 2024. No relatório final o BNDES apresentou 3 propostas. A de concessão total, a de concessão parcial, e a de conceder ao capital privado somente os serviços da coleta e tratamento de esgoto.
Se o compromisso assumido pelo presidente da COMPESA for referendado pela governadora, que também tem afirmado ser contra a privatização total da empresa, somente duas propostas serão analisadas. A de concessão parcial dos serviços a iniciativa privada (uma privatização parcial) no saneamento, água e esgoto. E a outra proposta seria a transferência para o setor privado somente dos serviços de coleta e tratamento dos esgotos. O modelo de privatização será tornado público, no mês de abril corrente, conforme declaração recente da governadora.
A discussão sobre privatização (transferência dos ativos da empresa pública para a iniciativa privada, alienação dos bens) voltou à tona em Pernambuco com mais intensidade no atual governo de Raquel Lyra (PSDB). E assim, depois da privatização da Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), no ano 2000, outra grande empresa estatal, patrimônio do povo pernambucano, está na mira da privatização.
As experiências privatistas iniciadas nos anos 1990, como a das privatizações das distribuidoras de energia elétrica, serviram para demonstrar que esse não foi um bom caminho adotado pelo país. A realidade pós-privatização acabou provocando um grande pesadelo nos consumidores de energia elétrica. O que era (e é) propagandeado como benefícios da privatização não ocorreram, como a modicidade tarifária, a melhoria na qualidade dos serviços prestados com investimentos em tecnologia, inovação, e uma eficiente gestão empresarial da empresa.
Nestes 24 anos, desde a privatização da Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), suas tarifas explodiram, e a qualidade dos serviços prestados, despencaram, segundo indicadores da própria Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Diante deste contexto, deveria existir um cuidado especial do governo estadual ao falar em privatização, principalmente pelo que ocorreu com a CELPE privatizada.
A população pernambucana tem sofrido com as consequências de um processo que só tem beneficiado aos investidores privados, cujo compromisso é somente com o lucro. E não beneficiar o povo e sua soberania. E agora, diante de argumentos semelhantes que motivaram a privatização da energia, a história se repete, com acenos a população da universalização do acesso (água) e ao esgotamento sanitário até 2033, que chegaria a beneficiar quase 8 milhões de pessoas, segundo o governo estadual.
O sinal de alerta foi aceso. Os processos de privatização ocorridos no setor elétrico seguiram o modus operandi no contexto reinante da lógica “sucatear para privatizar”. Assim para ludibriar, enganar as pessoas e convencê-las de que a única saída para os problemas nos serviços públicos e nas empresas estatais seria privatizar; começam a cortar os recursos financeiros, os orçamentos minguam, os investimentos são insuficientes, redução do pessoal. Intencionalmente e propositalmente, os governantes comprometidos em vender empresas estratégicas, reduzem a qualidade dos serviços públicos, descredibilizando as empresas e seus funcionários junto a seus clientes. Acabam facilitando a aceitação da privatização pela população. Mesmo caminho segue a privatização da água e do saneamento.
No mundo, segundo um levantamento do banco de dados Public Futures (publicfutures.org), coordenado pelo Instituto Transnacional (TNI) da Holanda, e pela Universidade de Glasgow, privatizações realizadas nos serviços de água e esgoto, foram revertidas em 37 países, devido a piora nos serviços de água e esgoto. Essas reversões foram motivadas pela medíocre qualidade dos serviços prestados, pelas tarifas abusivas cobradas, falta de transparência, dificuldade em fiscalizar os operadores privados e investimentos insuficientes. Exemplos não faltam. Por exemplo em Paris (França), as tarifas de água aumentaram 174% com a privatização; Berlim, subiram 24%; e Jacarta, capital da Indonésia, a tarifa triplicou.
A privatização (sob que forma for) da COMPESA é um projeto que vai na contramão do mundo. Será ruim para a população, para os trabalhadores (as) da empresa, e para o meio ambiente.
Resta a sociedade, os consumidores/eleitores assumirem o papel de resistência as propostas contrarias ao interesse público, ao interesse coletivo. Diga NÃO à privatização da COMPESA. Não acredite em falsas soluções, nas falácias dos entreguistas do patrimônio público à iniciativa privada. Água é um direito não é mercadoria.
*Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
O G1 fez um levantamento das promessas cumpridas, não executadas ou tocadas parcialmente pelo governador Paulo Câmara em 2015. Segundo o levantamento, Câmara executou 8 promessas totalmente, 14 parcialmente e tem 17 pendentes. Dentre as não executadas, a promessa de implantar o Fundo Estadual de Apoio à Nova Escola Integrada, reforçar o Programa Atitude (atendimento […]
O G1 fez um levantamento das promessas cumpridas, não executadas ou tocadas parcialmente pelo governador Paulo Câmara em 2015. Segundo o levantamento, Câmara executou 8 promessas totalmente, 14 parcialmente e tem 17 pendentes.
Dentre as não executadas, a promessa de implantar o Fundo Estadual de Apoio à Nova Escola Integrada, reforçar o Programa Atitude (atendimento a dependentes químicos e suas famílias), expandir e levar ao interior a Ad Diper), ampliar o gasoduto até Arcoverde e universalizar as escolas de tempo integral.
Na lista das promessas cumpridas parcialmente, segundo o Portal, ampliar o acesso ao ensino superior, dobrar o salário dos professores e contratar mais docentes, ampliar o programa de intercâmbio Ganhe o Mundo e levar saneamento para o interior.
Na lista das promessas cumpridas, ampliar as ações do programa Chapéu de Palha, ampliar o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para R$ 40 milhões, reformar o Centro Santos Dumont, no Recife e criar o programa Ganhe o Mundo Esportivo.
Número de casos ativos na região se aproxima dos 4 mil Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quinta-feira (27), foram notificados 719 novos casos de Covid-19, 461 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h. Dezesseis das dezessete […]
Número de casos ativos na região se aproxima dos 4 mil
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quinta-feira (27), foram notificados 719 novos casos de Covid-19, 461 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.
Dezesseis das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram cento e trinta e um em Afogados da Ingazeira, onze em Brejinho, dez em Calumbi, quarenta e quatro em Carnaíba, setenta e um em Iguaracy, dez em Ingazeira, quarenta e seis em Itapetim, seis em Quixaba, vinte e cinco em Santa Cruz da Baixa Verde, trinta e um em Santa Terezinha, cento e sete em São José do Egito, cento e quarenta e oito em Serra Talhada, dezesseis em Solidão, vinte e três em Tabira, um em Triunfo e trinta e nove em Tuparetama.
Flores não notificou novos casos nesta quinta-feira.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 40.783 casos confirmados, 36.157 recuperados (88,65%), 673 óbitos e 3.953 casos ativos da doença.
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) reuniu nesta segunda-feira (20) em sua sede, prefeitos, prefeitas, procuradores e procuradoras municipais para realização do Seminário Nova Lei de Licitações, que teve por objetivo a minuciar e esclarecer as dúvidas dos gestores acerca da Lei Nº 14.133/2021, em parceria com a Dinâmica Assessoria em Licitações. O Seminário contou […]
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) reuniu nesta segunda-feira (20) em sua sede, prefeitos, prefeitas, procuradores e procuradoras municipais para realização do Seminário Nova Lei de Licitações, que teve por objetivo a minuciar e esclarecer as dúvidas dos gestores acerca da Lei Nº 14.133/2021, em parceria com a Dinâmica Assessoria em Licitações.
O Seminário contou com a presença do advogado-geral da União Ronny Charles, responsável por apresentar e discutir a Nova Lei de Licitações com os presentes. “É muito interessante estar aqui nesse evento promovido pela Amupe. Tive a alegria de encontrar procuradores e prefeitos extremamente interessados em discutir as novas regras. Foi um ambiente de debate muito qualificado com excelentes intervenções”, pontuou Ronny.
Pela tarde, os participantes acompanharam uma fala do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE) Carlos Neves, que tratou sobre o papel do Tribunal na orientação aos municípios.
“A Lei pode ter algumas dificuldades de implementação, mas ela está dentro de um contexto que é bom para o gestor, pois reconhece a individualização da conduta. Eu vejo um gestor mais forte, com mais estrutura e argumento para sentar à mesa e negociar a validade dos atos administrativos”, comentou o conselheiro.
Também ministraram palestras o auditor de Contas Públicas do TCE/PE George Pierre e os instrutores Ranilson Pinho e José Vieira. Cerca de 200 representantes municipais participaram do Seminário, dentre eles 24 prefeitos e prefeitas.
A vereadora Célia Galindo denunciou em nota ao blog que centenas de agricultores de Arcoverde perderam o Garantia Safra mesmo depois de pagarem. Alega que a culpa foi do prefeito Wellington Maciel. “Mesmo depois dos agricultores pagarem seus boletos, e até mesmo a prefeitura gastar com a contrapartida, o governo que é o pior de […]
A vereadora Célia Galindo denunciou em nota ao blog que centenas de agricultores de Arcoverde perderam o Garantia Safra mesmo depois de pagarem.
Alega que a culpa foi do prefeito Wellington Maciel. “Mesmo depois dos agricultores pagarem seus boletos, e até mesmo a prefeitura gastar com a contrapartida, o governo que é o pior de nossa história, conseguiu a proeza de enviar um laudo errado ao Ministério da Agricultura e com isso, perder o Garantia Safra 2021/2022”.
De fato, o município não aparece na relação dos beneficiados, de acordo com a portaria SAF/MAPA Nº 294, de 17 de janeiro. “Nem o RedBull que levei segunda-feira para a câmara parece ter dado jeito nesse prefeito de plantão”, ironizou.
São R$ 850 que cada agricultor deixa de receber por irresponsabilidade, segundo ela. “Isso é um tapa na cara dos agricultores e da sociedade de Arcoverde. Estão correndo feito doidos pra recuperar. Espero que consiga, porque o homem e a mulher da zona rural não pode pagar pelo luxo do prefeito”, desabafou.
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