Prefeitura acusa Desembargador de ocupar área pública em Afogados
Por Nill Júnior
Município informou que área novamente será desinterditada para ações de infraestrutura
A prefeitura de Afogados da Ingazeira está acusando o Desembargador Cláudio Jean Nogueira de ocupar e cercar uma área pública, inclusive com parte de trecho doado pelo DNIT à municipalidade e parte pertencente à Rede Ferroviária.
O trecho fica na Rua Tenente Sebastião Duarte, Bairro Borges. Segundo a municipalidade, o Desembargador em primeiro momento foi notificado, dia 13 de agosto, conforme documento anexo, quando a prefeitura deu cinco dias para a retirada.
A prefeitura informou que vai realizar no local obra de infraestrutura, ligando o logradouro público à nova Academia da Saúde do Bairro Borges e ao novo Pátio da Feira. O prefeito Sandrinho Palmeira chegou a ter uma reunião com o Desembargador que prometeu não mais intervir na via.
Agora, o município alega que o magistrado novamente mandou cercar o local e afirmou que não retiraria a cerca. A prefeitura já informou que novamente irá retirar a cerca hoje, para realizar as melhorias sinalizadas.
Corporação explicou em nota que o 193 está inoperante e disponibilizou um número de celular para acionamentos No último sábado (4), a jovem Larissa Rayane Martins, 21 anos, servidora da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira sofreu um acidente de moto. Ela explicou ao repórter Marcony Pereira, para o programa A Tarde é […]
Corporação explicou em nota que o 193 está inoperante e disponibilizou um número de celular para acionamentos
No último sábado (4), a jovem Larissa Rayane Martins, 21 anos, servidora da Secretaria de Assistência Social de Afogados da Ingazeira sofreu um acidente de moto. Ela explicou ao repórter Marcony Pereira, para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que o acidente aconteceu por volta do meio-dia, quando saiu da manicure em direção a sua residência no bairro Costa.
“Quando eu vinha descendo na Artur Padilha, já próximo da Compesa, uma moto com reboque de água vinha saindo e era a minha vez e ele não esperou que eu passasse, então ele veio direto na minha mão e eu não consegui frear e acabei batendo na moto dele. De imediato fui arremessada a cerca de uns três metros”, explicou Larissa.
Ela conta ainda que devido à pancada o seu capacete saiu e ela bateu a cabeça com muita força no asfalto e começou a ter convulsões.
A jovem a sua mãe, Dete Martins, estão revoltadas com a falta de socorro do Corpo de Bombeiros. “O SAMU estava em outra ocorrência, na Queimada Grande”, explicaram.
Dete Martins, explicou ao repórter, que ao chegar e ver a filha largada no asfalto quente e com várias pessoas ao redor se desesperou. Ela conta também que com a demora do socorro pediu as pessoas que estavam presentes que socorresse a filha.
‘“Quando cheguei já haviam policiais no local, aí eu pedi para que socorressem ela urgentemente, o policial perguntou para mim se eu autorizava que minha filha fosse socorrida pela população e por eles e eu autorizei”, informou.
Ainda segundo a mãe de Larissa, o socorro foi bem feito. “Ela foi colocada em uma porta, meu compadre deu o boné pra botar no pescoço, uma socorrista que estava lá fez o procedimento de imobilizar o pescoço, aí amaram ela com um cinto na porta e a colocaram na carroceira de uma caminhonete e levaram ela pro hospital”, contou Dete.
Larissa relatou que foi muito bem assistida no Hospital Regional Emília Câmara (HREC) e no Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, para onde foi levada para fazer exames após dar entrada no HREC.
Larissa confessou que pensou que se demorasse mais um pouquinho, hoje, não estaria viva para contar a história.
Larissa teve várias escoriações pelo corpo, mas o que mais preocupou foi a pancada na cabeça que causou um corte. Ela está sob cuidados da mãe, pois sente tonturas e a cabeça ainda sangra.
Nesta segunda-feira (6), o 3º Grupamento do Corpo de Bombeiros informou que, em virtude de danos no cabo de fibra ótica, a Central Telefônica do Grupamento encontra-se inoperante quanto às ligações efetuadas para o número de emergência 193.
Segundo o Grupamento, o problema afeta as regiões dos Sertões do Moxotó, Itaparica e Pajeú. Eles disponibilizaram um número pelo qual as papulação pode solicitar atendimento em caso de emergência, (87) 98877-2515 WhatsApp.
Pesqueira em Foco Nos últimos dias, o candidato derrotado nas eleições de 2024, Delegado Rossine (PODEMOS), afirmou que Pesqueira deverá ter uma nova eleição ainda este ano. Mas isso é realmente verdade? Vamos explicar os fatos para você entender o que está acontecendo. No dia 19 de dezembro, Rossine entrou com uma Ação de Investigação […]
Nos últimos dias, o candidato derrotado nas eleições de 2024, Delegado Rossine (PODEMOS), afirmou que Pesqueira deverá ter uma nova eleição ainda este ano. Mas isso é realmente verdade? Vamos explicar os fatos para você entender o que está acontecendo.
No dia 19 de dezembro, Rossine entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o prefeito eleito Cacique Marcos (Republicanos). Ele alega que o adversário influenciou a eleição ao patrocinar uma obra de pavimentação asfáltica na véspera do pleito, o que teria favorecido sua candidatura.
Por outro lado, a defesa do Cacique Marcos afirma que a obra mencionada aconteceu em uma rodovia estadual (PE-197), ou seja, foi de responsabilidade exclusiva do Governo do Estado. Isso significa que a prefeitura não teve qualquer interferência ou participação na execução da pavimentação.
Além disso, a defesa do Cacique argumenta que as provas apresentadas por Rossine são frágeis e que não há gravidade suficiente para configurar abuso de poder. Ele também lembrou que o próprio Rossine já havia cobrado a manutenção dessa rodovia publicamente em suas redes sociais.
Em que fase está o processo?
Cacique Marcos apresentou sua defesa no prazo correto. Rossine deveria apresentar uma réplica, mas seu jurídico perdeu o prazo.
Agora, o caso está sendo analisado pelo Ministério Público, que deve emitir um parecer.
Depois disso, o juiz dará uma sentença de primeira instância, mas a decisão ainda poderá ser recorrida ao TRE e ao TSE.
Importante: Até o momento, não há nenhuma condenação e nem decisão determinando novas eleições. Para que Pesqueira tenha eleições suplementares, é necessário que haja uma condenação definitiva. Mas, neste caso, nem sequer existe uma sentença inicial, então a realização de uma nova eleição não existe.
Além disso, vale lembrar que Rossine já entrou com outra ação contra o Cacique Marcos – o mesmo tipo de ação que ele alega que gerará novas eleições – mas perdeu tanto na primeira instância quanto no TRE.
Petistas começam a se movimentar em todas as frentes país afora para a batalha que se avizinha no que chamam “luta contra o golpe”. Veja o que escreveu em sua página no Facebook o vereador serra-talhadense Sinézio Rodrigues. “Temos um bandido sentado na cadeira de presidente da Câmara Federal, um judiciário corrupto, um sistema político […]
Petistas começam a se movimentar em todas as frentes país afora para a batalha que se avizinha no que chamam “luta contra o golpe”. Veja o que escreveu em sua página no Facebook o vereador serra-talhadense Sinézio Rodrigues.
“Temos um bandido sentado na cadeira de presidente da Câmara Federal, um judiciário corrupto, um sistema político falido e um avanço conservador imensurável. Os que soltam fogos em comemoração ao assalto que Eduardo Cunha cometeu hoje, ou não temem o caos, ou subestimam os que dedicaram a vida em defesa do nosso povo”.
Sinézio: “luta com todas as armas”
Para Rodrigues, os que comemoram a acentuação do golpismo não devem ao menos terem lido nos livros de história o preço que o povo teve que pagar diante de um golpe. Os que acham que vaio se fácil derrotar os movimentos populares terão antes de tudo, nos derrotar nas ruas”.
Ao fim, usa o tom de muitos petistas: “os golpistas #Não passarão e haverá luta com todas as armas que forem necessárias. Se não temem o caos, nos chamem para uma guerra”.
O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) defendeu, nesta terça-feira (5), a manutenção dos projetos de lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo. As iniciativas, aprovadas no Congresso Nacional em março, foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro em maio, mas Silvio Costa Filho trabalha para derrubar os vetos, que serão analisados hoje. “Infelizmente o governo Bolsonaro […]
O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) defendeu, nesta terça-feira (5), a manutenção dos projetos de lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo.
As iniciativas, aprovadas no Congresso Nacional em março, foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro em maio, mas Silvio Costa Filho trabalha para derrubar os vetos, que serão analisados hoje.
“Infelizmente o governo Bolsonaro tem desprezo pela cultura e pela grande maioria dos artistas do Brasil. Infelizmente, com a pandemia, esse foi um dos setores mais atingidos nesses últimos dois anos. Por isso, é fundamental que possamos avançar em ações para proteger a cultura e ajudar a grande maioria dos artistas brasileiros nesse momento de crise econômica que passa o setor tão importante para economia brasileira. Sem dúvida alguma, o setor do turismo e da cultura são um dos setores que mais geram empregos, investimentos e movimentam a economia do país”, avaliou Silvio Costa Filho.
O projeto de lei Aldir Blanc, vetado em sua integralidade, institui uma política nacional para fomento ao setor cultural. A política tem por base a parceria da União, Estados, Distrito Federal e Municípios com a sociedade civil no campo da cultura (projetos culturais, inclusive audiovisuais).
Pelo projeto, a União entregará aos demais entes federados (anualmente e em parcela única) R$ 3 bilhões no primeiro ano de vigência da lei e, a partir do segundo ano de vigência nos 4 (quatro) anos seguintes.
No parecer contrário ao projeto, o Ministério do Turismo e o Ministério da Economia afirmou que a proposição contraria o interesse público ao retirar a autonomia do Poder Executivo federal em relação à aplicação dos recursos, enfraquecer as regras de priorização, monitoramento, controle, eficiência, gestão e transparência elaboradas para auditar os recursos federais e a sua execução, e ao criar a obrigatoriedade do repasse pelo Governo federal de recursos provenientes do Fundo Nacional de Cultura e de outros fundos aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal.
Foto: Antônio Rodrigues Por Xico Sá – Diário do Nordeste Agora é oficial. Depois que o povo do Cariri conduziu e levantou o pau da bandeira de Santo Antônio, neste domingo (2), em Barbalha, declara-se aberta a temporada junina do Nordeste brasileiro — a maior festa de rua e de salão do planeta Terra. O […]
Agora é oficial. Depois que o povo do Cariri conduziu e levantou o pau da bandeira de Santo Antônio, neste domingo (2), em Barbalha, declara-se aberta a temporada junina do Nordeste brasileiro — a maior festa de rua e de salão do planeta Terra.
O tronco de 23 metros do Pau-D´óia, com 2,5 toneladas, foi retirado sob coordenação do Ibama, com imediato reflorestamento da área. O rala-bucho é aquecido como o caritó das solteironas do elenco de Socorro Luna, mas nunca esquece o zelo com o meio-ambiente.
Está aberta oficialmente a temporada dos festejos juninos. Uma queixa justa, porém, já foi renovada no juízo de quem esquece o sanfoneiro — o artista que deveria ser a principal atração da farra. Hoje e sempre.
No ano passado, depois de ter o show diminuído para aumentar o tempo de palco de Gusttavo Lima, Flávio José (genial e eterno caboclo sonhador) fez um belo desabafo sobre o desprezo das prefeituras pela cultura do pé-de-serra, o forró original que praticamente criou a ideia da festa de São João no Nordeste.
A política de privilegiar os astros pops do “sertanejo” tem motivado esses importantes protestos. Logo no 1º de junho, o sanfoneiro Gennaro, ex-integrante do Trio Nordestino, um dos maiores do gênero no país, postou nas redes sociais o seu “ronco de fole” sobre o mesmo tema:
“Meu show não é caro, mas é sempre uma luta, e quando a coisa tá complicada, às vezes prefiro ficar na minha rede tocando pra minha neta. Mas, só se dá valor pros artistas depois que eles já viraram estrelinha no céu”.
É doloroso ver artistas desse porte, fogueira atrás de fogueira, na peleja por espaço em sua própria terra. Nenhum deles, nem Flávio José e muito menos Gennaro, gritam pelo veto a estrelas do mercado sertanejo etc. Eles — e qualquer nordestino de juízo aprumado — apenas lutam para que a sanfona de Luiz Gonzaga continue a roncar.
Senhor prefeito, o forró do Nordeste vem aqui, diante de vossa Excelência, apenas pedir respeito! É pedir muito?
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