Prefeitos de Quixaba e Sertânia fecham apoio a Marília
Por Nill Júnior
Por Juliana Lima
Além do prefeito Adelmo Moura de Itapetim, mais dois prefeitos da região definiram apoio à candidatura de Marília Arraes no segundo turno.
Os prefeitos Zé Pretinho, da cidade de Quixaba, e Ângelo Ferreira, de Sertânia, estiveram reunidos com Marília e Sebastião nesta segunda-feira (10), onde confirmaram apoio. No primeiro turno, Zé Pretinho apoiou Miguel Coelho e Ângelo Ferreira rumou com Danilo Cabral.
“Meus amigos e minhas amigas, venho comunicar a todos vocês que neste segundo turno seguiremos com Marília Arraes para governadora e o nosso companheiro Sebastião Oliveira vice-governador de Pernambuco. Hoje estivemos reunidos, discutindo algumas reivindicações para nossa cidade, foi muito positiva a reunião. Agora nós contamos com vocês para darmos uma expressiva votação a Marília, pois com certeza ela terá uma olhar especial para nossa Quixaba. Vale destacar que Sebastião já é um grande parceiro nosso e muito tem investido em nosso município”, afirmou Zé Pretinho, que esteve acompanhado do vice-prefeito Zé de Joaquim, do ex-prefeito Tião e do presidente da Câmara, Neudiran.
Já Angelo Ferreira ainda não se pronunciou, mas seu apoio foi confirmado nas redes sociais de Marília. O detalhe é que o principal grupo de oposição em Sertânia já vinha apoiando a candidata do Solidariedade.
O prefeito licenciado de Vitória da Conquista, na Bahia, Herzem Gusmão (MDB), de 72 anos, morreu na noite desta quinta-feira (18), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de complicações da Covid-19. As informações são da Folha. Ele estava internado por conta da doença desde 26 de dezembro do ano passado. A morte foi divulgada pela assessoria […]
O prefeito licenciado de Vitória da Conquista, na Bahia, Herzem Gusmão (MDB), de 72 anos, morreu na noite desta quinta-feira (18), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de complicações da Covid-19. As informações são da Folha.
Ele estava internado por conta da doença desde 26 de dezembro do ano passado. A morte foi divulgada pela assessoria de Herzem, por meio de uma nota. A prefeitura decretou luto oficial de oito dias.
Herzem foi reeleito em 2020 com 54% dos votos e fez seu juramento de posse em sessão virtual direto do hospital. Ele foi internado na UTI em janeiro, depois foi transferido para a unidade semi-intensiva do hospital, mas em março precisou novamente retornar ao tratamento intensivo.
Diário de Pernambuco Por 4 votos a 0, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram mandar a júri popular acusados pela morte de 242 na boate Kiss. Os ministros deram provimento ao recurso do Ministério Público que trata do incêndio na boate Kiss, ocorrido em janeiro de 2013, em Santa Maria (RS), que […]
Por 4 votos a 0, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram mandar a júri popular acusados pela morte de 242 na boate Kiss. Os ministros deram provimento ao recurso do Ministério Público que trata do incêndio na boate Kiss, ocorrido em janeiro de 2013, em Santa Maria (RS), que vitimou 242 pessoas.
Durante o julgamento, os ministros entenderam que existia, no processo, evidências suficientes que configuram justa causa para enviar o caso para o Tribunal de Júri.
O relator do recurso é o ministro Rogério Schietti Cruz. Compõem também, a Sexta Turma os ministros Nefi Cordeiro (presidente), Laurita Vaz, Sebastião Reis Júnior e Antonio Saldanha Palheiro.
Em seu voto, Rogério Schietti Cruz afirmou que “a circunstância de a boate estar formalmente autorizada a funcionar, eventualmente, ter alvarás de funcionamento, laudos favoráveis, ter havido anos antes um Termo de Ajustamento de Conduta, não significa que no dia do evento essas condições fossem as mesmas”.
“Esses alvarás são concedidos e a dinâmica dos acontecimentos pode tornar essa avaliação ultrapassada. O fato é que se comprovou, isso está documentado nos autos, uma série de irregularidades no funcionamento desta boate, irregularidades graves para uma boate que recebe centenas de frequentadores”, registrou.
“Entendo ter havido indicação de evidência suficiente sobre o aventado dolo eventual nas condutas dos réus a autorizar sua submissão a julgamento pelo Tribunal do Júri.”
Dois empresários, responsáveis pelo funcionamento da casa noturna, e dois integrantes da banda que apresentou show pirotécnico na noite do incêndio foram denunciados por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e emprego de meio cruel) por 242 vezes, e tentativa do mesmo crime por mais 636 vezes (número de sobreviventes identificados).
A 1ª Vara Criminal da Comarca de Santa Maria entendeu haver indícios suficientes da materialidade do fato e possibilidade de percepção prévia do dano. Pronunciou os réus por homicídios consumados e tentados, determinando o julgamento pelo Tribunal do Júri.
Os réus recorreram e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, por maioria, afastou da pronúncia as qualificadoras.
Houve embargos infringentes e o mesmo tribunal desclassificou os fatos para outros que não aqueles de competência do Tribunal do Júri. Segundo a decisão de segundo grau, o agir foi culposo e deve ser examinado por um juiz singular.
No STJ, o Ministério Público do Rio Grande do Sul e a Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) questionaram a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e recorreram para que fosse reconhecida a competência do Tribunal do Júri, sustentando haver indícios suficientes do cometimento de crimes dolosos contra a vida.
Requerimento se baseia em carta enviada por um grupo de companhias e organizações empresariais a Mourão Mônica Bergamo/Folha de São Paulo O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) encaminhou uma representação solicitando investigação sobre a omissão do governo Bolsonaro quanto ao dever de promover políticas de proteção ao meio ambiente. O […]
Requerimento se baseia em carta enviada por um grupo de companhias e organizações empresariais a Mourão
Mônica Bergamo/Folha de São Paulo
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) encaminhou uma representação solicitando investigação sobre a omissão do governo Bolsonaro quanto ao dever de promover políticas de proteção ao meio ambiente.
O pedido de investigação se baseia em carta enviada nesta semana por um grupo de 36 companhias e quatro organizações empresariais à Vice-Presidência da República e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, a qual pede o combate “inflexível e abrangente” ao desmatamento ilegal na Amazônia e demais biomas brasileiros.
No documento, as empresas demonstram preocupação com a atual percepção negativa da imagem do Brasil no exterior, devido às questões socioambientais.
Segundo o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, responsável pela representação junto ao TCU, a carta dos empresários pode ser lida como mais uma advertência acerca do “imobilismo do governo”.
“O governo, de um lado, afrouxa a fiscalização, e de outro, pressiona a destruição da natureza do Brasil mediante o desinteresse por políticas que promovam o desenvolvimento econômico sustentável das populações que interagem com a floresta e os demais biomas brasileiros”, afirma Furtado na representação.
“Compete ao TCU, sobretudo, monitorar a situação de modo a impedir o governo, que, como é público e notório, tem sido omisso no seu dever de promover políticas ambientais, econômicas e sociais de preservação da Amazônia e de outros biomas, de pôr a perder a oferta de particulares ora em evidência no sentido da celebração de parcerias com o poder público”, diz a denúncia.
Em abril deste ano, Salles defendeu em reunião ministerial que o governo federal aproveite a crise sanitária do novo coronavírus para aprovar reformas infralegais, incluindo alterações ambientais.
As declarações do ministro foram registradas em vídeo do encontro gravado pelo Palácio do Planalto e cujo conteúdo foi disponibilizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello.
Em seu discurso, Salles ressaltou que é hora da edição de medidas de desregulamentação e simplificação, uma vez que os veículos de imprensa estão, neste momento, concentrados no combate à pandemia de Covid-19.
“Precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”, disse.
O ex-presidente Lula é o melhor cabo eleitoral de Pernambuco a se considerar um dos cenários avaliados pelo Instituto Múltipla. Mas vale o registro de que o Bolsonarismo pode fortalecer a candidatura de Anderson Ferreira. Caso haja um segundo turno, ele já disputaria taco a taco como nome da oposição com a prefeita de Caruaru, […]
O ex-presidente Lula é o melhor cabo eleitoral de Pernambuco a se considerar um dos cenários avaliados pelo Instituto Múltipla.
Mas vale o registro de que o Bolsonarismo pode fortalecer a candidatura de Anderson Ferreira. Caso haja um segundo turno, ele já disputaria taco a taco como nome da oposição com a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra. Registre-se, a coleta de entrevistas saiu quando houve o anúncio do presidente Bolsonaro do apoio ao prefeito de Jaboatão.
Quando Danilo Cabral é ligado a Lula e Paulo Câmara, chega a 35,1%. Na sequência, Raquel Lyra tendo como cabo eleitoral nacional o governador de São Paulo, João Dória vai a 14,1%. Anderson Ferreira chega aos mesmos 14,1% quando identificado com Bolsonaro. E Miguel tendo como cabo eleitoral Fernando Bezerra Coelho vai a 4,8%.
Guilherme Boulos tem pouca influência sobre João Arnaldo (PSOL), com apenas 0,5% e Jones Manoel tem apenas 0,1% apoiado por Sofia Manzano. Nesse cenário, 0,4% citam outro(a), 12,4% votam branco ou nulo, 11% são indecisos e 7,5% não opinaram.
Quando a conta é feita considerando votos válidos, Danilo tem 50,8%. Raquel Lyra e Anderson Ferreira, 20,4%. E Miguel, 7%
Esse é o limiar do debate travado. Os governistas vão lutar para definir a fatura no primeiro turno. Já a oposição tem como cenário ideal a realização de um segundo turno.
Segundo o Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, não há novidade quanto á força do Lulismo, explicando a busca da “nacionalização” da campanha pelo PSB.
Mas ele chama a atenção para o quanto Anderson pode ser favorecido como nome da oposição ao ser identificado como o candidato de Bolsonaro. Isso pode dar uma vantagem a ele em relação a Raquel Lyra e Miguel Coelho na hipótese de realização de um segundo turno.
“Ele tem o voto bolsonarista, tem força no seguimento evangélico e é prefeito na Região Metropolitana, que responde por 42% do eleitorado no Estado”, argumenta.
O Múltipla aferiu também os maiores percentuais dos pré-candidatos com apoios por sexo, idade, escolaridade, renda domiciliar, religião, perfil do município, área de coleta, mesorregião e região de desenvolvimento
Nestes cenários, Danilo Cabral tem seu maior percentual no público feminino (36,9%), na faixa etária de 25 a 34 anos (40%), com ensino fundamental completo (41,3%), que ganham até um salário mínimo (42,4%), católicos (40%), em cidades com até 50 mil habitantes (48,1%), de áreas rurais (40,7%), do Sertão (50%) e do Sertão de Itaparica/Central (59,6%).
Do percentual de Raquel Lyra, ela tem mais força entre eleitorado masculino (16,3%), na faixa etária de 16 a 24 anos (17,9%), ensino médio (16,3%), quem ganha entre 1 e 2 salários mínimos (17,4%), católicos (15,6%), população de 50 a 10 mil habitantes (16,7%), área rural (17,2%), Zona da Mata (26,3%) e Mata Sul (27,4%).
Anderson Ferreira tem prevalência do seu percentual no público masculino (16%), de 25 a 34 anos (17,1%), Ensino Superior (20,7%), mais de 5 salários mínimos (27,3%), comunidade evangélica e neopetencostal (32,4%), cidades acima de 100 mil habitantes (18,1%), área urbana (15,9%), Região Metropolitana e Recife (23%) e Região Metropolitana sem Recife (25,1%).
Já Miguel tem a maioria de seu eleitorado no público masculino (5,1%), entre 45 e 59 anos (6%), Ensino Superior (6,3%), com até um salário mínimo (5,7%), católicos (5,9%), acima de 100 mil habitantes (6,5%), área rural (5,5%), Sertão (16,7%) e Sertão do São Francisco/Itaparica com 31,1%.
Dados da pesquisa: a pesquisa teve como contratante o próprio instituto para divulgação do blog. Os protocolos de divulgação são os PE 09053/2022 e BR 04290/2022. O período de entrevistas ocorreu entre 10 e 14 de março. Foram 800 entrevistados.
Perfil da amostra: Masculino 46,1%, feminino 53,9%; 16 a 24 anos 14,0%, 25 a 34 anos 21,2%, 35 a 44 anos 21,3%, 45 a 59 anos 24,9%, 60 anos ou mais 18,6%; até ensino fundamental completo 42,4%, médio (completo ou incompleto) 43,7% superior (completo ou incompleto) 13,9%, Até 01 salário mínimo 37,1%, De 01 a 02 salários mínimos 30,9%, De 02 a 05 salários mínimos 22,4% e acima de 05 salários mínimos 9,6%. Eram previstas eventuais ponderações para as variáveis sexo e idade, caso a diferença entre o previsto na amostra e a coleta dos dados fosse superior a 3 pontos percentuais; para as variáveis escolaridade e renda domiciliar o fator previsto para ponderação é 1 (resultados obtidos em campo). A amostra é composta por 800 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no estado de Pernambuco e distribuídas da seguinte forma: Região Metropolitana (42,0%), Zona da mata (14,8%), Agreste (25,2%) e Sertão (18,0%). O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 3,5%
Municípios pesquisados: Floresta, Petrolândia, Cabrobó, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Araripina, Bodocó, Exu, Ipubi, Ouricuri, Salgueiro, São José do Belmonte, Afogados da Ingazeira, Serra Talhada, Arcoverde, Custódia, Sertânia, Águas Belas, Bom Conselho, Buique, Garanhuns, Lajedo, Belo Jardim, Bezerros, Bonito, Brejo da Madre Deus, Caruaru, Gravatá, Pesqueira, São Bento do Uma, São Caetano, Bom Jardim, João Alfredo, Limoeiro, Santa Cruz do Capibaribe, Surubim, Toritama, Abreu e Lima, Cabo, Camaragibe, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife, São Lourenço da Mata, Água Preta, Barreiros, Catende, Escada, Palmares, Ribeirão, Sirinhaém, Vitória de Santo Antão, Aliança, Carpina, Glória de Goitá, Goiana, Itambé, Nazaré da Mata, Paudalho, Timbaúba e Vicência.
Em encontro durante visita as obras da Adutora do Agreste, em Arcoverde, o prefeito Arquimedes Valença (MDB) recebeu da governadora Raquel Lyra (PSDB) a garantia de que a partir da próxima semana estará se reunindo com sua equipe para sanar o problema da maternidade Alcides Cursino, de Buíque, que vem sendo penalizada pelo atraso no […]
Em encontro durante visita as obras da Adutora do Agreste, em Arcoverde, o prefeito Arquimedes Valença (MDB) recebeu da governadora Raquel Lyra (PSDB) a garantia de que a partir da próxima semana estará se reunindo com sua equipe para sanar o problema da maternidade Alcides Cursino, de Buíque, que vem sendo penalizada pelo atraso no repasse de recursos.
“Aproveitamos a visita da governadora para levar ao seu conhecimento a importância da maternidade para Buíque e seu povo e que era preciso uma solução urgente para o problema. Em conversa conosco, Raquel Lyra nos garantiu que até a semana que vem irá sanar tanto esse problema da maternidade Alcides Cursino como outros repasses”, ressaltou o prefeito Arquimedes Valença.
O prefeito estava acompanhando do vice-prefeito Túlio Monteiro, Roberto Modesto (Secretário de Governo), Rodrigo Carvalho (Vereador), Maciel Batateira (Empresário), Ernani Neto (ex-Vereador) e Leonardo Silva (Comunicação).
A comitiva do prefeito acompanhou a agenda da governadora Raquel Lyra na cidade de Arcoverde, quando vistoriou as intervenções da primeira etapa da Adutora do Agreste, que beneficiará 23 municípios pernambucanos.
Para a retomada do ritmo das obras desta fase, estão na conta do Estado R$ 50 milhões, transferidos pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional no início deste mês, após agendas da governadora em Brasília. A visita da governador também foi acompanhada pelos prefeito Wellington Maciel (Arcoverde) e Regina Cunha (Itaíba).
A conclusão da primeira etapa da obra está prevista para 2025, quando todas as adutoras estarão implantadas e a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Agreste concluída.
A estrutura vai viabilizar o transporte de um volume de 2m³ de água por segundo.
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