Prefeito do PSB e nove vereadores do Cabo aderem a Armando
Por Nill Júnior
Prefeito do Cabo de Santo Agostinho, a quarta maior economia do Estado, José Ivaldo Gomes, Vado da Farmácia (PSB), oficializou neste sábado (5) seu apoio às candidaturas de Armando Monteiro (PTB) ao governo de Pernambuco, de Paulo Rubem (PDT) a vice e de João Paulo (PT) ao Senado. Em um discurso marcado pela coerência, Vado argumentou que seu ingresso na coligação “Pernambuco Vai Mais Longe” se dá pelo alinhamento com a candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), que, em Pernambuco, estará integrada ao palanque liderado por Armando.
A decisão de Vado da Farmácia foi acompanhada por nove dos 17 vereadores que compõem a Câmara Municipal, que decidiram subir no palanque do PTB nesta eleição: Aziel (PSD), Amaro do Sindicato (PRP), Keko do Armazém (PDT), Gesse Valério (PSB), Alexandre Guedes (PMN), Marco INPS (PDT), Domingos (PCdoB), Neto da Farmácia (PTC) e Abel Neto (PSB).
“Na minha eleição, em 2012, eu já dizia em quem iria votar para presidente e que a minha candidata era Dilma. Já tinha fechado esse compromisso com Lula e com Dilma lá trás. Como é que em dois anos Dilma não presta mais?”, questionou o prefeito Vado da Farmácia, ressaltando que o município cresceu, nos últimos dez anos, graças aos investimentos feitos pelo governo federal.
“O Cabo se desenvolveu nos últimos 12 anos graças ao apoio e aos investimentos feitos por Lula e Dilma na cidade. E Armando fez parte dessas mudanças, seja como deputado federal ou como senador”, afirmou o prefeito Vado da Farmácia.
Em sua palavra, Armando Monteiro garantiu que seu governo vai ser parceiro do Cabo de Santo Agostinho. O candidato do PTB reafirmou que a entrada de Vado em seu palanque reforça a presença do PTB na RMR.
“Alguns disseram que a gente não era forte na Região Metropolitana e os fatos vêm desmentindo isso. Se olhamos o mapa, observamos a presença maciça dessa coligação nessa região. E a presença de Vado reafirma essa rede de apoios na região. A gente tem um time forte”, cravou Armando.
A Escolinha Serra depois de goleada na estreia pela equipe do Caruaru City, reagiu no 2° jogo e goleou a equipe do Colégio Alternativo de Caruaru pelo o placar de 7 x 0 e se classificou em 2° lugar para a fase seguinte da Copa Tv Asa de futsal sub 10. Os gols da equipe […]
A Escolinha Serra depois de goleada na estreia pela equipe do Caruaru City, reagiu no 2° jogo e goleou a equipe do Colégio Alternativo de Caruaru pelo o placar de 7 x 0 e se classificou em 2° lugar para a fase seguinte da Copa Tv Asa de futsal sub 10.
Os gols da equipe sertaneja foram marcados pelos atletas Anthony Matheus, Luiz Eduardo, Diego Dutra e Wanderson Santana. disse que nós “Perdemos e fomos goleados no primeiro jogo devido ao nervosismo da equipe que não acertou. Conversamos com o grupo e tranquilizamos a garotada”, disse o coordenador técnico Ricardo Souza.
A Comissão Técnica e pais parabenizaram todos os atletas e a torcida que compareceu à quadra. Foram cerca 60 serra-talhadenses que compareceram para torcer e vibrar pela garotada da Capital do Xaxado.
O candidato a deputado federal Zé Negão (Podemos) esteve neste final de semana acompanhando a agenda do candidato a governador Miguel Coelho na região do Pajeú. Na ocasião, Miguel Coelho passou pelas cidades de São José do Egito, Tuparetama, Carnaíba, Quixaba e Iguaracy. Em São José do Egito, Zé acompanhou Miguel durante visita à Feira […]
O candidato a deputado federal Zé Negão (Podemos) esteve neste final de semana acompanhando a agenda do candidato a governador Miguel Coelho na região do Pajeú.
Na ocasião, Miguel Coelho passou pelas cidades de São José do Egito, Tuparetama, Carnaíba, Quixaba e Iguaracy.
Em São José do Egito, Zé acompanhou Miguel durante visita à Feira Livre, com a presença do ex-deputado estadual José Marcos. Em Carnaíba teve carreata e inauguração de comitê; em Quixaba houve carreata com o prefeito Zé Pretinho; em Iguaracy evento com Dessoles; e em Tuparetama uma passeata com o prefeito Sávio Torres.
“Nós estamos caminhando juntos com Miguel, porque temos a certeza que ele é o candidato mais preparado para governar Pernambuco e fazer a mesma transformação que fez na cidade de Petrolina. Miguel será um grande governador e saberá olhar para as cidades da região, porque ele é sertanejo assim como nós, e sabe o que o Sertão precisa pra se desenvolver”, disse Zé Negão.
A Prefeitura de São José do Egito vai aderir à mobilização estadual pela paralisação das atividades no próximo dia 30 de agosto em protesto contra a redução no valor do repasse de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A mobilização ocorre em meio à crescente preocupação das prefeituras de Pernambuco em relação à […]
A Prefeitura de São José do Egito vai aderir à mobilização estadual pela paralisação das atividades no próximo dia 30 de agosto em protesto contra a redução no valor do repasse de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
A mobilização ocorre em meio à crescente preocupação das prefeituras de Pernambuco em relação à queda dos recursos do FPM, um dos principais pilares do financiamento das administrações municipais no país. Essa redução tem impactado diretamente a capacidade das prefeituras de fornecer serviços essenciais à população, como saúde, educação e infraestrutura.
Nessa paralisação, que não afetará os serviços essenciais, busca-se enfatizar a urgência de ações concretas diante da crise enfrentada pelos municípios. No último mês de julho, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) registrou uma queda de 34% em comparação ao ano anterior, evidenciando a dificuldade financeira pela qual muitas cidades estão passando.
O prefeito Evandro Valadares informou que vai parar os serviços, mantendo apenas os essenciais e colocar faixas pela cidade com frases de adesão ao movimento que tem sido encabeçado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre […]
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre a repercussão internacional dos dois fenômenos, as críticas à política do governo para a Amazônia e a proposta de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.
A questão do desmatamento na Amazônia ganhou grande repercussão nacional e internacional. Como o senhor vê as críticas à política do governo para a Amazônia?
Desde a Constituição de 1988, o Brasil seguiu uma agenda ambiental que não soube conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação. A Amazônia é muito rica em recursos naturais, mas com uma população muito pobre. São mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia e a maioria vive muito mal: sem saúde, sem educação adequada, com índice de saneamento baixíssimo.
Então, temos de encontrar uma forma inteligente de tratar a questão, que reconheça a importância da conservação, do cuidado ambiental, mas dê dinamismo econômico em escala e em impacto suficientes para aquela população. Não adianta falar do potencial da floresta, se as famílias que vivem lá estão na miséria
Como o senhor avalia a repercussão que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estão tendo no País e no exterior?
Até certo ponto é natural que, neste momento de mudança de comportamento, de discussão de atividades econômicas na Amazônia haja essa instabilidade. Uma parte dessa repercussão se deve, sem dúvida, à desinformação. Até porque não interrompemos nada do que vinha sendo feito para justificar essa mobilização.
Mas é preciso levar em conta que outra parte dessa campanha contra o Brasil vem de entidades ambientalistas, de ONGs descontentes com o fim dos recursos fartos que elas recebiam, porque estamos fechando a torneira.
Não é só o pessoal das ONGs que está criticando o governo. A revista The Economist, que é respeitada em todo o mundo, publicou recentemente uma reportagem de capa sobre o desmatamento na Amazônia.
Tem muita gente séria com entendimento incompleto ou enviesado sobre o que a gente está tentando fazer. A fórmula para lidar com esse problema é informação. Por isso, estou indo no fim de setembro com o presidente a Nova York e Washington. Logo em seguida, vou a alguns países da Europa para fazer esse esclarecimento. Vamos mostrar o que o Brasil já faz e tudo que queremos fazer. Aqueles que tiverem disposição para ouvir e debater vão mudar, em alguma medida, de opinião. Agora, há outros canais fora do Brasil e aqui que não querem ver a realidade.
O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou as queimadas na Amazônia de “crise internacional” e disse que a questão deve ser discutida na reunião do G-7 (grupo que reúne os países ricos), que começa neste sábado. Como o senhor analisa isso?
O presidente Macron está querendo tirar dividendos políticos da situação, sobretudo no momento em que suas próprias políticas ambientais não estão sendo bem-sucedidas, em especial no que se refere ao não cumprimento das metas de redução das emissões de carbono previstas no Acordo de Paris.
Parece que há um desejo de ambientalistas do Brasil e do exterior e também de governos, especialmente na Europa, de transformar a Amazônia em “patrimônio da humanidade”. O que o senhor pensa sobre essa proposta?
A Amazônia é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós também que temos de implementá-lo. O cuidado com a Amazônia, que inspira atenção no mundo inteiro, é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.
O discurso em favor da regularização de atividades econômicas na Amazônia não estimula a exploração irregular da região?
O governo não passa a mensagem de que está fazendo vistas grossas? O governo não faz vista grossa. O problema é que a Amazônia é uma área correspondente a 48 países europeus. Da mesma forma que a gente vê os países europeus invadidos por imigrantes ilegais sem que eles consigam controlar isso, mesmo sendo muito mais ricos e tendo muito mais infraestrutura e um território muito menor que o nosso, aqui você não vai conseguir controlar uma região tão grande quanto a Amazônia só na base da fiscalização e de operações de comando e de controle. Ou você identifica quais são os incentivos corretos para estruturar uma solução econômica para a Amazônia ou não vai ter operação de fiscalização que dê conta.
Diante dos acontecimentos, a impressão é de que houve um relaxamento na fiscalização no atual governo. Como está a fiscalização da Amazônia?
Em julho, o Ibama fez a maior operação de fiscalização de sua história. Foram 17 equipes simultâneas em diferentes Estados e regiões. Houve a maior quantidade de apreensão de madeira, veículos, máquinas, autos de infração. Isso mostra que não há orientação do governo, nem minha nem de ninguém dentro do Ministério do Meio Ambiente, para impedir fiscalizações. Agora, os órgãos de fiscalização ambiental em nível federal – o Ibama e o ICMBio – vêm perdendo orçamento e pessoal ano a ano. Hoje, têm apenas 50% das vagas preenchidas. É uma situação que nós herdamos. Mas a fiscalização é feita também pela Polícia Militar por órgãos estaduais. Quando eles deixam de cumprir o seu papel também aumenta a atividade ilegal.
O presidente Jair Bolsonaro tem defendido a liberação da mineração na Amazônia, inclusive em terras indígenas. Qual a sua posição nesta questão?
Existem 850 garimpos na Amazônia, a maioria em terras indígenas. Não é o Bolsonaro que vai liberar. Aliás, os indígenas não são cooptados pelo homem branco. São eles que praticam a mineração, que ajudam muitas vezes a retirada ilegal da madeira de suas próprias terras e recebem recursos para isso. Portanto, fingir que essa realidade não existe é a pior política pública que pode haver. Se pudermos ter uma discussão madura, sensata, aberta sobre o tema, e fazer a regulamentação, a formalização dessas atividades, para poder fiscalizar de maneira efetiva, será muito melhor para a economia do País, para a geração de emprego e principalmente para a preservação do meio ambiente.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), cancelou a participação no Debate das Dez da próxima quinta-feira na Rádio Pajeú. Sandrinho foi internado no Hospital Regional Emília Câmara, sendo submetido a exames. A princípio o quadro é de início de uma pneumonia. Ele foi liberado, mas ficará oito dias de repouso em casa, […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), cancelou a participação no Debate das Dez da próxima quinta-feira na Rádio Pajeú.
Sandrinho foi internado no Hospital Regional Emília Câmara, sendo submetido a exames.
A princípio o quadro é de início de uma pneumonia. Ele foi liberado, mas ficará oito dias de repouso em casa, sem despachar na prefeitura ou tendo agendas públicas.
Veja nota da Prefeitura:
Após alguns dias com um quadro de tosse persistente, o Prefeito Sandrinho Palmeira foi atendido na noite desta terça no hospital regional Emília Câmara, onde foi diagnosticado, pelos médicos, um quadro de pneumonia.
Após a avaliação, e devidamente medicado, o Prefeito Sandrinho cumprirá, por recomendação médica, um repouso monitorado de oito dias. Nesse período ele despachará as questões administrativas de casa.
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