Prefeito de Solidão rebate vereador aliado e defende aumento das diárias
Por Nill Júnior
A observação do vereador aliado Vitorino Melo de que o prefeito Djalma Alves (PSB) teria reduzido as diárias dos motoristas de R$ 80 para R$ 40 reais não agradou ao gestor de Solidão.
Diante da repercussão, Djalma falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM dizendo não ser verdadeira a afirmação.
Inicialmente o prefeito disse que apenas disciplinou o que considerava irregular, pois antes, na gestão Cida Oliveira, para cada viagem que o motorista fazia por exemplo a Serra Talhada, recebia meia diária, no valor de R$ 40 reais. “Para fazer o percurso ele jamais demoraria 12 horas”.
O prefeito também disse que faltou o vereador observar que no Projeto de Lei está propondo para os demais servidores, o que inclui os motoristas, o novo valor de R$ 125,00.
Sobre o aumento das diárias do Prefeito de R$ 350 para R$ 500, Djalma disse apresentou o projeto por ser transparente. “É melhor o prefeito aumentar as diárias do que tirar dos cofres públicos o que não lhe pertence”.
O prefeito disse ainda não ter nenhum acordo com a Presidente da Câmara Eliana de Genivaldo para aumentar as diárias de ambos. “Ela cuida das diárias dela e eu das minhas. Não foi nada combinado”, disse o Prefeito.
Não faltou emoção na solenidade para entrega de Títulos de Cidadão, Moções de Aplausos e Medalhas de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. De nossa parte, claro, muita emoção e gratidão, expressada em um discurso interrompido pelo nervosismo e voz embargada, algumas vezes para referências espontâneas a pessoas […]
Não faltou emoção na solenidade para entrega de Títulos de Cidadão, Moções de Aplausos e Medalhas de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.
De nossa parte, claro, muita emoção e gratidão, expressada em um discurso interrompido pelo nervosismo e voz embargada, algumas vezes para referências espontâneas a pessoas que contribuíram com essa história. Aqui vai o texto original:
Um título de cidadão como este que recebo esta manhã tem uma característica diferente dos que costumam ser entregues em outras circunstâncias, aliás não só para mim, como também a outros agraciados. Muitos são os que residem em outras cidades e regiões, mas que por conta da contribuição para Afogados, histórica ou contemporânea, são agraciados.
Mas neste caso específico, boa parte dos que recebem essa homenagem aqui residem, constituíram família, raízes e ações pelo engrandecimento dessa terra. Assim, esse título também pode ser encarado como um carimbo na alma afogadense. Um atestado de autenticidade para quem já é, autenticamente filho dessa terra.
No meu caso particular, se eu for parado dentro do Hospital Geral do Gama, Distrito Federal, onde nasci a 44 anos e um dia, filho de Cleonice Ramos Galindo e Nivaldo Alves Galindo, que foram ao planalto central em busca de oportunidades, e alguém me perguntar: você é de onde? Ouvirá a resposta da alma: sou natural de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, Pernambuco.
Posso descrever em detalhes cada canto dessa maravilhosa cidade, mas teria dificuldades de descrever como é a fachada do Hospital que me ouviu chorar pela primeira vez. Assim, não há exemplo melhor da minha condição de fato, e agora de direito, de filho dessa terra.
Aliás, é essa condição que me dá tanta força na luta por dias melhores para Afogados, assim como para a região, nos seus objetivos comuns. Peço desculpas aos que, em determinado momento, possa ter desagradado com uma mensagem mais forte, fruto dessa defesa. Nunca tratei minha profissão como um caminho para valorização ou benefício pessoal.
A cada momento em que usei e uso os microfones da Rádio Pajeú, o faço em defesa de bandeiras que defendo por acreditar, juntamente com um conjunto de pensadores, no que representa o melhor para essa terra.
Não posso estragar por capricho pessoal, a oportunidade que Deus deu àquele menino que foi visto muitas vezes descalço pelas ruas no entorno da Jorge Valadares, Cazuzinha Lopes e finalmente na Rua Três, na Cohab, onde por opção mora até hoje, de tentar fazer uma cidade melhor para os outros Nivaldinhos, como era chamado, que certamente estão espalhados por aí a busca de uma mão que que os puxe, acolha, oportunize, abra caminhos.
Por fim agradeço a Deus, aos vereadores Franklin Nazário e Igor Sá Mariano, que apresentaram esse pedido, a Augusto Martins e Raimundo Lima que o subscreveram e aos demais pares que aprovaram esse título. Aos meus familiares, minha esposa Emanoella , filhos Nívea Victória e Caio Felipe, minha irmão Nívea Cléa, meus pais, Cleonice Ramos e Nivaldo Alves Galindo, cujo amor me moldou como filho e homem, a todos que colaboraram com minha caminhada e aos ouvintes da Rádio Pajeú e leitores do blog, por manterem com sua audiência a vigilância e o norte da minha condução. Muito obrigado!
Responsável pela Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão, em meio a Festa dos Romeiros, o Padre Genildo Herculano foi levado a Recife, em virtude de problemas respiratórios. Como o quadro necessita de cuidados especiais, a transferência foi acelerada para início rápido do tratamento em unidade especializada. Ele ainda é diabético, o que exige mais […]
Responsável pela Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Solidão, em meio a Festa dos Romeiros, o Padre Genildo Herculano foi levado a Recife, em virtude de problemas respiratórios.
Como o quadro necessita de cuidados especiais, a transferência foi acelerada para início rápido do tratamento em unidade especializada. Ele ainda é diabético, o que exige mais cuidados.
O padre Genildo Herculano da Silva foi empossado em janeiro de 2017 pelo bispo diocesano Dom Egídio Bisol. Tem 43 anos.
Ele assumiu a paróquia deixada pelo padre Jorge Adjan que, em março daquele ano assumiu a Paróquia do Bom Jesus Ressuscitado, em Serra Talhada.
O encerramento da Festa dos Romeiros deverá ser celebrado justamente pelo padre Jorge Adjan, diante da impossibilidade do responsável pela paróquia.
A decisão do Ministério da Educação (MEC) de não renovar o contrato da TV Escola pegou mal até entre os eleitores de Jair Bolsonaro e os seguidores de Olavo de Carvalho que apoiavam o ministro Abraham Weintraub. E, segundo a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que geria a TV Escola até ser “despejada” do prédio do MEC nesta semana, foi […]
A decisão do Ministério da Educação (MEC) de não renovar o contrato da TV Escola pegou mal até entre os eleitores de Jair Bolsonaro e os seguidores de Olavo de Carvalho que apoiavam o ministro Abraham Weintraub.
E, segundo a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que geria a TV Escola até ser “despejada” do prédio do MEC nesta semana, foi justificada com argumentos orçamentários duvidosos: “O MEC misturou números para confundir o povo brasileiro”, acusa a Roquette Pinto, que ressalta estar alinhada à política educacional do governo Bolsonaro.
Nota divulgada pela Roquette Pinto nesse sábado (14), um dia depois de Weintraub bater-boca com seguidores bolsonaristas no Twitter, diz que “a proposta de um novo contrato com a ACERP previa um investimento ao redor de R$ 70 milhões por ano na TV Escola, muito próximo do valor previsto para 2019, quantia essa que compromete apenas 0,06% do orçamento do MEC previsto para este ano, segundo o Portal da Transparência”.
“Os conselheiros do Ministério, em uma reunião no mês de novembro, votaram a favor da renovação com esse mesmo valor”, acrescenta a associação, que ainda afirmou: “Importante destacar que o MEC, com orçamento de R$ 148 bilhões, lança, no início de dezembro, o programa de Literacia Familiar, uma das principais e únicas entregas da equipe ministerial atual.
A produção dos vídeos foi feita pela TV ESCOLA, sem custo extra ao ministério, o que é mais uma vantagem do modelo de Organização Social”.
Weintraub, por sua vez, disse no Twitter que esse valor de R$ 70 milhões/ano só seria obtido se o contrato com a Roquette Pinto fosse reduzido pela metade.
“Deixo claro: defendo reduzir o Estado. Já pagamos muito imposto. O contrato, caindo pela metade, era de R$ 350 milhões por 5 anos. Tem coisa melhor a fazer com esse dinheiro. O dia que não tiver, corte-se impostos”, escreveu o ministro ao tentar justificar a não renovação do contrato da TV Escola em uma discussão nas redes sociais.
A Roquette Pinto ainda diz que não há motivos ideológicos para o MEC suspender o contrato da TV Escola. A associação explica que “está alinhada com o governo Bolsonaro e defende os valores do povo brasileiro, inclusive ao buscar levar uma nova programação que atenda as expectativas e os sentimentos da nação brasileira”.
Prova disso é que, pouco antes da notícia de que não teria o contrato renovado, a TV Escola uma série que contava com a participação de Olavo de Carvalho – este foi o principal motivo, por sinal de os olavistas criticarem Weintraub pelo fim do contrato.
“A atual equipe da centenária Associação Roquette Pinto reforça publicamente o compromisso com o Presidente Jair Bolsonaro de colocar o ‘Brasil acima de tudo’ e continuar trabalhando permanentemente com o sonho de melhorar a vida das pessoas por meio da aprendizagem”, garante a organização, que ainda lista os impactos do fim do contrato da TV Escola.
O Deputado Estadual Luciano Duque (SD) anunciou um almoço com vereadores governistas. O anúncio bota mais lenha no debate sucessório, já que há poucos dias os parlamentares foram levados à gravação de um vídeo que era fechado com o “tamo junto em 2024” em apoio à prefeita Márcia Conrado. Duque minimiza a repercussão em torno […]
O Deputado Estadual Luciano Duque (SD) anunciou um almoço com vereadores governistas.
O anúncio bota mais lenha no debate sucessório, já que há poucos dias os parlamentares foram levados à gravação de um vídeo que era fechado com o “tamo junto em 2024” em apoio à prefeita Márcia Conrado.
Duque minimiza a repercussão em torno do forra bucho. “Vamos fazer um almoço com os vereadores que são do nosso grupo político e que são meus eleitores. Não há nada de anormal nisso”.
E seguiu: “Faço política de uma forma participativa, democrática e transparente, e estou atendendo uma demanda dos próprios vereadores para conversamos sobre o mandato e sobre quaisquer assuntos que sejam de interesse comum”.
Fechou dizendo que não vai se pautar pela “indústria de especulações” que virou Serra Talhada. Dos que apoiaram Duque, só os alinhados com a base governista estarão no almoço. Vandinho da Saúde não estará presente. Outro fator importante é que Márcia Conrado não deverá estar presente.
Congresso em Foco Movimentos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua (VPR), ativos na defesa do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, agora se reorganizam para pedir o afastamento de Jair Bolsonaro. O atual presidente foi um dos que viu sua projeção crescer nas mobilizações pela saída da petista e, nas […]
Movimentos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua (VPR), ativos na defesa do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, agora se reorganizam para pedir o afastamento de Jair Bolsonaro.
O atual presidente foi um dos que viu sua projeção crescer nas mobilizações pela saída da petista e, nas eleições de 2018, foi a escolha de muitos militantes e movimentos direitistas, que, hoje, passam a defender sua saída.
A porta-voz do MBL, Adelaide Oliveira, refuta, porém, classificar o MBL e o VPR como movimentos bolsonaristas e defende que o atual presidente se apresentou na corrida ao Planalto como uma “solução”.
Ela afirma que a agenda de reformas e o time anunciado por Bolsonaro – com nomes como o de Paulo Guedes, Salim Mattar e Sergio Moro – foram grandes apostas dos movimentos. No início, Bolsonaro prometia não intervir no trabalho de sua equipe, promessa que, segundo ela, não foi cumprida.
Adelaide diz que no fim do primeiro ano de governo, em 2019, já perceberam “que o negócio ia degringolar, que ele ia trabalhar contra a gente”. E, então, desabafa: ficou claro que “ele enganou todo mundo”.
Tanto o MBL quanto o Vem Pra Rua classificam o presidente como uma figura que apresenta riscos para a democracia brasileira.
“Vamos estabelecer o que é democrático. Se democrático é ouvir todos os lados? Ele é antidemocrático. Porque ele é autocrata. Ele dá ordens. Não tem razoabilidade nenhuma. O que dificulta que ele tramite na democracia”, explica a porta-voz do MBL.
Uma das lideranças do movimento Vem Pra Rua, Rogerio Chequer, ressalta que a postura antidemocrática do presidente fica muito clara a partir do momento em que ele ataca a liberdade de imprensa, incita manifestações pedindo o fechamento do Congresso Nacional e não consegue superar as dificuldades em estabelecer interlocução com o poder.
“Estes são os pontos que colocam em cheque o quão democrático é o estilo do presidente”, afirma.
Bolsonaro x Dilma
Para os representantes do MBL, Jair Bolsonaro cometeu crimes de responsabilidade que podem, sim, ser considerados mais graves do que os pelos quais a Dilma foi acusada anos atrás.
“Talvez pelo tempo, o conjunto da obra da Dilma e de sua trupe tenha sido pior. Mas, este governo [Bolsonaro] está em regime acelerado, para que em dois anos a gente queira tirar ele pelo conjunto da obra”, diz Adelaide.
Já o líder do VPR defende que não dá para comparar os dois “males”. “A gente está comparando um Estado corrupto com um Estado irresponsável”, diz Chequer.
Um dos pontos que colaboram para o fortalecimento da pauta pró-impeachment é como o afastamento de Bolsonaro tem sido defendido por representantes de diferentes correntes políticas, à esquerda e à direita.
“O fato de ter várias pessoas de espectros políticos, que divergem na maioria das opiniões, mas que convergem na irresponsabilidade de Bolsonaro, torna a evidência da sua irresponsabilidade mais forte. Fortalece as evidências de que Bolsonaro causa enormes danos ao país”, diz Chequer.
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